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Serviços de Fiscalização do Kilamba sem recursos para combater as irregularidades

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O Serviço de Fiscalização do Distrito Urbano do Kilamba, município de Belas, província de Luanda, enfrenta grandes dificuldades para desempenhar, com eficácia, a sua actividade, por carência de recursos humanos e técnicos, Avançou o seu responsável.

Mário Carvalho disse que o Serviço de Fiscalização tem disponíveis apenas nove homens de campo, uma viatura de reboque em funcionamento e outra que serve de suporte ao patrulhamento para a detecção de transgressões administrativas só a nível da cidade do Kilamba, sede do Distrito Urbano do Kilamba. Devido à carência de recursos humanos e técnicos, mencionados por Mário Carvalho, o Serviço de Fiscalização não dispõe de condições para actuar noutros bairros pertencentes ao Distrito Urbano do Kilamba.

Uma outra situação que apoquenta o Serviço de Fiscalização do Distrito Urbano do Kilamba é a falta de óleo hidráulico para manter funcional a rampa da única viatura de reboque.
“Trabalhamos a meio gás”, adiantou o chefe do Serviço de Fiscalização do Distrito Urbano do Kilamba, que atende a cidade com o mesmo nome, em cujo espaço geográfico estão 25.002 apartamentos, distribuídos por 710 edifícios, a urbanização KK5000, com cinco mil edifícios, e os bairros circunvizinhos Santo António, Progresso, Vila Flor e Camama II.
Para inverter o quadro, o director do Serviço de Fiscalização disse ser necessário que se aumente para 50 o número de fiscais só para a cidade do Kilamba e se adquirir mais viaturas.

“Se tivermos de considerar o distrito todo, o número seria ainda maior”, admitiu Mário Carvalho, para quem a incapacidade de fiscalizar todo o distrito está na origem do crescimento do número de casos de transgressões administrativas, com destaque para a pintura na parte exterior de edifícios, o mau estacionamento, a poda de árvores sem a autorização da administração, a poluição sonora, construções anárquicas e a exposição de roupas lavadas nas varandas.

Além disso, a venda ambulante, sobretudo na cidade do Kilamba, tem também preocupado o Serviço de Fiscalização do Distrito Urbano do Kilamba. Pessoas de ambos os sexos não só deambulam pela cidade como montam pequenas pracinhas ao longo das ruas e locais mais movimentados da cidade do Kilamba, descreveu Mário Carvalho.

O responsável anunciou, para os próximos tempos, a tomada de “uma série de medidas” pela Administração do Distrito do Kilamba contra as transgressões administrativas.
No caso da zunga, Mário Carvalho declarou que o fenómeno social deve merecer atenção ainda maior, por existirem relatos de vendedores ambulantes que tentam agredir ou criar resistência aos agentes do Serviço de Fiscalização no Distrito Urbano do Kilamba.

Viaturas avariadas

A existência de muitas viaturas avariadas em parques de estacionamento é uma realidade na cidade do Kilamba. O assunto foi também mencionado pelo director do Serviço de Fiscalização do Distrito Urbano do Kilamba, que disse estarem a ser criados mecanismos de sensibilização e cooperação com os moradores para terem a noção de responsabilidade.

“Caso esse processo não funcione, vamos apreender os meios e chamar outras forças para intervirem”, avisou Mário Carvalho, que falava à margem do acto de apresentação do novo administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Murtala Marta.

O director mencionou ainda a questão do estacionamento em passeios e ao longo das vias. “Temos aqui duas infracções, sendo uma ao Código de Estrada e outra é Transgressão Administrativa. Logo, seriam duas multas”, alertou Mário Carvalho.

 

500 efectivos reforçam Policiamento no Kilamba

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O Comandante da Polícia Nacional, no município de Belas, Superintendente-chefe, Fernando Fragoso Neto, procedeu, hoje, a apresentação de quinhentos (500) novos efectivos que vão reforçar o policiamento na Centralidade do Kilamba.

A medida visa, entre outros objectivos, a diminuição dos índices de criminalidade, combate às incivilidades, desactivação do comércio em zonas não autorizadas e o combate à imigração ilegal, em toda extensão da Centralidade do Kilamba, KK-5000, bem como as zonas dos Cinco Fio A e B, e os territórios da 51ª e 52ª Esquadras, no âmbito da operação “Reforço”. Segundo informou o Comandante Municipal.

O acto, realizado no pavilhão Multiusos do Kilamba, serviu também para fazer à entrega de viaturas e motorizadas para o patrulhamento nos mais de 20 quarteirões existentes naquela Centralidade. Fernando Neto apelou ao efectivo a ter maior responsabilidade no cumprimento das suas missões, velar pelo respeito na abordagem ao cidadão e garantir que os problemas de segurança pública da comunidade do Kilamba sejam resolvidos, pois, afirmou o Comandante, é missão garantir a ordem e a tranquilidade pública em qualquer zona em que formos colocados.

Centenas de Jovens protestam em Luanda contra desemprego

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Centenas de jovens angolanos marcharam contra o desemprego e o “marimbondo” João Lourenço, reivindicando o cumprimento das promessas eleitorais, num protesto marcado por alguns momentos de tensão com a polícia, mas também pela “conquista” da liberdade de expressão.

Na ruidosa manifestação, que percorreu a zona central de Luanda, começando pelas 10:00 no Largo da Sagrada Família, e terminando pouco depois das 15:00 na rua do Primeiro Congresso (junto do antigo Parlamento), ouviram-se apitos, buzinas e palavras de ordem contra o governo liderado por João Lourenço e o partido no poder, o MPLA, que governa Angola há mais de 40 anos.

Viveram-se também alguns momentos tensos quando manifestantes mais exaltados tomaram a polícia como alvo da revolta.

A criação de emprego foi a principal reivindicação dos manifestantes, com os jovens a mostrarem o seu desagrado gritando “Queremos o nosso emprego”, “Abaixo o MPLA” e “João Lourenço é marimbondo” [vespa, sinónimo de algo nefasto e expressão usada pelo próprio Presidente de Angola para se referir à corrupção].

Um porta-voz da organização, Geraldo Dala, de 33 anos, lamentou que o presidente de Angola, João Lourenço, que prometeu durante a campanha eleitoral de 2017 criar pelo menos 500 mil postos de trabalho, não tenha conseguido reduzir ainda os níveis de desemprego.

Críticas partilhadas por uma outra ativista, Marinela Pascoal, de 21 anos, que sublinhou que ter emprego é essencial para as famílias conseguirem sustentar-se.

Apesar de um polícia ter sido atingido com uma pedra e de se terem ouvido alguns disparos com balas de borracha, as autoridades, que acompanharam o protesto desde o início, conseguiram controlar os ânimos sem que tenha havido registo de incidentes de relevo.

No final do protesto, um dos elementos da organização, Miguel Nhoca, considerou que esta foi “uma das maiores marchas de sempre” e falou da “conquista da Maianga e da Mutamba” [centro de Luanda] como um triunfo da liberdade de expressão.

Os manifestantes encerraram o protesto com a leitura de um manifesto no qual deram conta do “aumento da taxa de desemprego em mais de 8% desde 2017 até janeiro de 2019″ e disseram que vão pedir uma audiência com o Presidente angolano para apresentar os motivos da sua insatisfação.

Além de Luanda, capital angolana, a marcha contra o desemprego estava também agendada para as províncias de Malanje, Bengo, Cuanza Norte, Lunda Norte, Uíje e Benguela, mas segundo a organização houve “dificuldades” e “perseguições” a alguns ativistas, designadamente no Uíge e em Cuanza Norte.

Esta foi a terceira marcha contra o elevado nível de desemprego em Angola, sendo que em 2018 os jovens saíram à rua por duas vezes com o mesmo propósito.

O Presidente angolano, em abril deste ano, aprovou em decreto o Plano de Ação para Promoção da Empregabilidade (PAPE), que disponibiliza 21 mil milhões de kuanzas (51,7 milhões de euros) para promover o emprego, que “deverão ser criados e absorvidos pelo setor produtivo da economia”, para dar cumprimento à promessa feita em 2017.

A verba do PAPE será proveniente do Orçamento Geral do Estado (OGE) e do Fundo de Petróleo.

Fonte:LUSA

Policiamento no Kilamba reforçado dentro de dias

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O policiamento na cidade do Kilamba, município de Belas, província de Luanda, vai ser reforçado nos próximos dias, já dentro da perspectiva do aguardado projecto “A Nossa Esquadra”, que vai conferir “mais proximidade, mais segurança e mais qualidade” ao trabalho policial.

A informação foi avançada quarta-feira ao Jornal de Angola pelo segundo comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional, comissário Divaldo Júlio Martins, contactado por telefone um dia depois de ter circulado nas redes sociais um vídeo que dá conta de um assalto à mão armada à porta de um edifício do quarteirão L em plena luz do dia.

O temor crescente dos habitantes da cidade do Kilamba, na sequência da vaga de crimes de natureza diversa, está na origem do reforço do policiamento, que deve acontecer depois da realização, às 9h00 de hoje, sábado, no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), situado no quarteirão A, de um encontro que o segundo comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional vai manter com os coordenadores dos 24 quarteirões da centralidade, habitada desde 2012, e dos blocos da urbanização KK-5000.

O policiamento vai ser reforçado com a entrada em acção de mais 250 efectivos, que vão sair da Unidade Operativa de Luanda, localizada no Bairro da Polícia, devendo o número crescer para 750 novos efectivos com a chegada à cidade do Kilamba de mais 500 agentes que vão estar ao serviço das futuras esquadras.

Na reunião, a equipa de oficiais da Polícia Nacional, que vai ser liderada pelo comissário Divaldo Júlio Martins, vai auscultar as preocupações dos moradores em matéria de segurança pública e explicar as grandes linhas de força do projecto “A Nossa Esquadra”, ainda sem data de lançamento oficial.

Sobre o projecto “A Nossa Esquadra”, o comissário Divaldo Júlio Martins avançou um importante dado que vai certamente tranquilizar os habitantes da cidade do Kilamba. A cidade do Kilamba é uma das quatro primeiras áreas habitacionais da província de Luanda que vão receber o projecto “A Nossa Esquadra”, que visa, entre outros objectivos, pôr fim à dispersão de forças policiais e reforçar o número de efectivos nas esquadras, cujo número também vai ser aumentado.

Actualmente, uma esquadra policial tem entre 50 e 60 efectivos, número que vai crescer, com o projecto “A Nossa Esquadra”, parauma média de 300 efectivos.
Quando o projecto, elaborado no período de um ano, entrar na fase de execução, a cidade do Kilamba vai dispor de duas esquadras, cada uma das quais com 11 viaturas e 10 motorizadas.

Cada esquadra policial vai atender um território integrado por cinco sectores, devendo cada um dos 10 sectores ser responsável por um determinado número de quarteirões a encontrar entre os 24 que compõem a cidade do Kilamba, alguns com 17 prédios, outros com 26 e ainda outros com mais de 30 ou 40. O policiamento que vai ser feito pelos agentes ao serviço das duas esquadras vai chegar também à urbanização KK-5000, uma extensão da cidade do Kilamba.

As 11 viaturas que cada esquadra vai receber vão ser distribuídas pelos 10 sectores, por igual número, devendo a remanescente servir de apoio. Cada sector vai estar sob a responsabilidade de um oficial, que vai chefiar a equipa de proximidade, que vai ser o elo entre a esquadra e a comunidade.“O oficial tem de conhecer os problemas do seu território”, explicou o comissário Divaldo Júlio Martins, acentuando que, entre as tarefas do chefe de equipa de proximidade, estão o estabelecimento de ligação permanente com a comunidade e o encontro de soluções para os problemas que ocorrerem. O comissário Divaldo Júlio Martins disse ter a certeza de que o projecto “A Nossa Esquadra” vai garantir um serviço de “mais proximidade, mais segurança e mais qualidade.”

Quando lhe foi perguntado sobre como deve ser feito o patrulhamento nos bairros que surgiram junto à cidade do Kilamba sem qualquer plano urbanístico, facto que cria constrangimentos ao trabalho policial, o segundo comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional respondeu que a solução, para a inibição de crimes, não está apenas no patrulhamento, mas também na conjugação de outras acções de polícia, como a investigação criminal e a inteligência policial.

“Nós precisamos de ter capacidade de determinar quem são os delinquentes antes mesmo de eles cometerem crimes”, acrescentou Divaldo Júlio Martins, salientando que o patrulhamento evita crimes, mas apenas num determinado ponto.

Fonte:JA

Ronda “M.F.M” na minha banda

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O dia já se despencava. Enquanto o sol se despedia os céus anunciavam a chegada do objecto satélite chamado Lua e seus compadres amadores do breu. Cheia de pimpas e circunstâncias evidenciava a sua entrada como uma dama experiente que sabe o que quer, quando quer e como quer. No mesmo palco de chegadas estavam os citadinos que dizem que vivem no Kilamba quando na verdade é apenas dormitório. Uns carregando seus sacos de compras, outros carregando a má disposição facial, outros mesmo somente as “bikuatas” do serviço mas acredito que todos com a mesma vontade: descansar as nádegas nos confortáveis aposentos do lar.

Chegava eu com a mesma miscelânea de disposições. Um bom banho, uma comida quentinha e uma boa cama estavam no centro das atenções. Dirigia-me ao parque de estacionamento quando vejo o meu lugar ocupado por uma viatura que não era habitual por cá. “Deve ser já um atrapalhado que não sabe a função dessas placas e colocou o seu carro como o apeteceu”- murmurei com muita vontade de praguejar. Para evitar que o espírito dos meus antepassados
fossem invocados simplesmente decidi procurar um outro lugar para que o carro fosse
pernoitar.

Relatos de falta de segurança por cá têm sido mais do que comuns beirando até mesmo a normalidade. Vizinhos já ouvi em lamúrias porque quando saíam de manhã para ir trabalhar “encontraram o carro não estava”. Outros encontraram o carro mas vilipendiado pelos donos da noite, os sócios dos bens alheios: sem baterias, sem as placas e uns até descalços. A fúria instala-se. A decisão acertada é tomada: Vamos fazer participação à polícia. Como manda a regra somos atendidos e o reforço da segurança é garantido. Viaturas com as luzes acompanham as sirenes escondidas em sítios estratégicos para controlar movimentos menos agradáveis estavam na zona. Pontos para a nossa segurança pública.

Noutro dia chegava a casa e encontro-me com três jovens da polícia nacional que faziam ronda pelo meu quarteirão. Com a cara de poucos amigos circulavam juntos, preparados para abordar qualquer inimigo da paz. Não sabia o nome deles mas deduzi que fossem o Marcos, o Firmino e o Mateus (M.F.M) que faziam a ronda para garantir a segurança dos citadinos da minha banda. Qualquer semelhança com aquela Rádio é pura coincidência.

Nós gostamos assim. Senti muito por eles; trabalhar a noite já é difícil, quanto mais em zonas em que os chamados “amigos da razão” a.k.a gatunos fazem das suas.

É só coragem meus avilos da ordem pública.

Polícia confirma imagens de assalto no Cazenga

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A Polícia Nacional confirmou as imagens postas a circular nas redes sociais do assalto a uma viatura ocorrido na tarde de quarta-feira, no município do Cazenga, por elementos armados não identificados, tendo culminado com a morte de um cidadão.

Segundo uma nota de imprensa do Comando Provincial da corporação a que a Angop teve acesso hoje (quinta-feira), a vítima, não identificada,atingida com uma bala a queima-roupa na cabeça teve morte imediata.

A acção ocorreu as 17 horas e 30 minutos na intercessão da Avenida dos Comandos e Deolinda Rodrigues.

A imagem de um vídeo, de aproximadamente um minuto, ilustra quatro homens abordo de duas motorizadas a interceptarem uma carrinha, a efectuarem vários disparos e a retirarem uma pasta, que presumivelmente continha valores monetários.

Sem mais pormenores, a polícia afirma que está a fazer diligências no sentido de identificar os autores e detê-los, apelando no entanto que os cidadãos mantenham a calma e confiança na corporação.

Entretanto, testemunhas disseram à Angop que a viatura saia da zona dos armazéns do Hoji ya Henda e foi interpelada antes por outros dois cidadãos a abordo de uma terceira motorizada.

Segundo as testemunhas esta terceira motorizada acabou por fazer a cobertura enquanto os comparsas executavam o assalto.

Fonte: ANGOP

Aumenta a pobreza entre “zungueiras” de Luanda

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As “zungueiras” de Luanda continuam a ser perseguidas e os seus haveres apreendidos o que está a aumentar a pobreza e má nutrição entre as sua famílias, afirmou José Ambrósio Cassoma, Presidente da Associação de Vendedores Ambulantes de Luanda AVAL.

Segundo Cassoma agentes da Polícia Nacional e a fiscalização de Luanda, continuam a receber em vários municípios os haveres da mulheres Zungueiras.

“Continua e muitas as mulheres por exemplo já abandonaram a venda ambulante e acabam por cair na prostituição, alguns rapazes na criminalidade”, disse.

Esta situação deixa varias famílias sem alimentação, o que tem causado má nutrição nas crianças das nossas associadas porque um dia comem outro dia não” disse.

Cassoma diz que cerca de 500 famílias em Luanda são afectadas,

Em conversa com a Voz da América o porta-voz da polícia sem gravar entrevista disse que o combate á venda desordenada é feito pela “fiscalização” não pela polícia que só intervém quando a situação “está insustentável”.

Vinhos sul africanos mais consumidos pelos angolanos

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Aconteceu em Luanda na noite de 16 de Agosto, um jantar repleto de glamour e elegância, que juntou figuras públicas angolanas de diferentes segmentos sociais, desde empresários, políticos, apresentadores de TV e personalidades anónimas de enorme prestigio, que estiveram juntos na mesma mesa, para uma degustação de vinhos sul-africanos.

O evento organizado pela Wosa(Wines Of South Africa), em parceria com o Departamento de Agricultura do Cabo Ocidental e a (Wesgro)agência sul-africana de promoção e apoio ao investimento do turismo do cabo Ocidental, aconteceu no Hotel Presidente. Para Matome Mbath, responsável de Marketing da WOSA “este é o sexto evento que acontece em Luanda e o principal objectivo é promover e divulgar a qualidade reconhecida dos vinhos sul-africanos junto dos consumidores angolanos, que estão cada vez mais a consumir os vinhos sul-africanos. Mas sempre deixamos a mensagem que o consumo deve ser feito de forma responsável”.

Essas atividades fazem parte de uma visão coletiva da indústria de vinhos da África do Sul, para aumentar a divulgação no mercado angolano.

Polícia detém marginais envolvidos no acto de vandalismo no Rocha Pinto

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A Polícia Nacional procedeu, na tarde de ontem, 19, a detenção de mais três cidadãos envolvidos no tumulto ocorrido na última sexta-feira, no bairro Rocha Pinto.

Os mesmos, com idades compreendidas entre 18 e 19 anos de idade, que segundo informações, pertencem a um grupo de supostos marginais denominado “os Belas e Bwe Poster”, são indiciados nos crimes de vandalismo e arruaça.

Os acusados já se encontram a contas com as autoridades competentes, e diligências prosseguem para localização e detenção do líder e outros membros do grupo.