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Kilamba comemora hoje 9 anos de existência sem festas

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A Cidade do Kilamba, comemora hoje nove anos de existência, vai dispor, nos próximos tempos, de uma Casa de Velório e um mercado local, anunciou, ontem, o administrador daquele distrito urbano.

Murtala Marta realçou que, dentro dos referidos projectos sociais identificados como prioritários para uma melhor gestão da cidade, constam, igualmente, a construção de centros culturais e comunitários. O administrador do Distrito Urbano do Kilamba disse que os projectos podem começar a ser executados, tão logo a situação da pandemia da Covd-19 esteja controlada, fundamentalmente a Casa de Velório, uma das principais necessidades dos habitantes locais.

Murtala Marta explicou que decorrem já estudos elementares para a execução dos projectos ainda dentro deste ano. “Estamos a criar as condições para que possamos materializar esse grupo de empreitadas, por serem muito importantes e constarem entre as grandes preocupações dos moradores”, realçou.

Outra grande preocupação dos moradores da Cidade do Kilamba tem a ver com a falta de um hospital de referência. Quanto à isso, o administrador explicou que essa empreitada deve ser levada a cabo pelas entidades centrais, dada a sua dimensão. “Temos em carteira esse projecto, inclusive, já encontramos o espaço onde construir o hospital. Acreditamos que, nos próximos tempos, o Governo vai realizar essa vontade dos moradores do distrito, uma vez ser um serviço fundamental”, tranquilizou o responsável.

Enquanto isso, a Cidade do Kilamba conta com um centro de referência, que funciona em instalações projectadas para uma creche. A unidade, segundo o administrador, além de ter já cabimentação orçamentada, tem recebido, igualmente, apoio da Administração para colmatar as dificuldades que enfrenta.

PLANTAÇÃO DE ÁRVORES

Mais de 40 mudas de árvores vão ser plantadas, amanhã em diversas artérias do Kilamba, no quadro do nono aniversário desta cidade, que tem 25 mil habitações a nível da sua sede distrital (Kilamba) e cinco mil outras dentro do KK-5000. Sob o lema “Fica em casa”, escolhido por causa das limitações impostas pela pandemia da Covid-19, o administrador Murtala Marta realçou que a data servirá para reflexões em torno do que se pode fazer para o desenvolvimento da cidade, situada no município de Belas, cerca de 40 quilómetros da sede de Luanda.

No quadro das acções de prevenção do coronavírus, a Administração leva a cabo um programa, designado “Cozinha comunitária”, para atender mais de mil refeições diárias a um grupo de crianças carenciadas, provenientes dos bairros periurbanos, que costuma(vam) a deambular pela Cidade do Kilamba em busca de alimentos e outras coisas em contentores.

Outra acção que está a ser desenvolvida pela Administração do Distrito Urbano é a assistência a pessoas carenciadas, com a atribuição de cestas básicas. Neste sentido, numa primeira fase, mais de duas mil famílias dos bairros Vila Flor, Bita Progresso e Santo António já beneficiaram deste programa.

FONTE: JA / KILAMBANEWS

Kilamba: Prática de Exercícios físicos sem prevenção contra o covid-19

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O Kilambanews, percorreu pela centralidade do Kilamba e ouviu, alguns residentes que debruçaram-se  o sobre a pratica de Exercícios físicos ao ar livre e a prevenção contra o Covid-19.

Devido a covid-19 os ginásios, tiveram a necessidade de encerrar, por causa desta restrição imposta pelo estado os citadinos por toda Luanda continuam á procura de locais ao ar livre para a pratica de exercícios físicos, muitas vezes, praticam em lugares impróprios e sem o mínimo de cumprimento  das regras de biossegurança aconselhadas pela Comissão multissectorial, apesar das recomendações das autoridades de manter o isolamento social como meio de abrandar a propagação do vírus.

Neusa Mateus, moradora do kilamba exprimiu que “é cada vez  mais  frequente ver vizinhos  em caminhadas  e pratica  de exercícios físicos fora de casa, em passeios nos  largos criando aglomerações por aparentemente tratar-se de uma saída da quarentena permita para o bem de todos distanciamento físico exigido, infelizmente tem notando muita falta de bom censo na realização dessa actividade”.

O jovem Leandro Osvaldo, também morador da centralidade disse que “tem feito exercícios na companhia dos seus irmãos por morarem na mesma casa o risco de contaminação e menor, porque tem cumprido com as medidas de prevenção exigida pelo governo”.

Para o Sr.º Anastácio Renato preocupa-lhe ver grupos de jovens desprotegidos aglomerados pela centralidade, “exercitar o corpo tem sido muito benéfico para saúde do ser humano, podem continuar com actividades físicas mas apela que criem condições pelo menos uso das mascaras e cumpram com o distanciamento social”.

Por último a dona Maísa Sousa “reprova exercícios físicos na centralidade por causa dos números de casos positivos que o país apresenta, e vê-se muitos vizinhos desprevenidos e apela que tomem novas medidas para podermos combater essa pandemia”.

Está semana o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, reafirmou quando falava sobre as novas medidas a serem adoptadas no país, no âmbito das acções de combate e prevenção contra a Covid-19, o não uso de máscaras em locais públicos e na via pública será passível de multa e que as práticas de exercicíos físicos na via pública será doravante das 07h as 17h e quando estiverem em grupo deverão estar somente cinco pessoas ao máximo.

Marinela António

Angola ganha o maior outdoor com tecnologia de vanguarda

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Situado no emblemático centro cultural Chá de Caxinde, marco de referência da baixa de Luanda, o novo suporte desenvolvido pela Espaços Angola utilizou a tecnologia de vanguarda para criar o maior outdoor digital, curvo de Angola.

Inserido numa estrutura projectada por forma a respeitar o nobre espaço que ocupa, este novo suporte digital assume uma forma redonda que abraça a estrutura do edifício e o transporta para a vanguarda da inovação.

O Novo Chá de Caxinde digital, desenvolvido com a parceria tecnológica da LG, tem 18 metros de largura e 4 metros de altura e é composto por tecnologia SMD, cuja grande vantagem é a elevada definição de imagem perfeita para reproduzir vídeos publicitários com qualidade e proporcionar uma experiência visual de grande impacto.

Obedecendo as normas das autoridades sanitárias, no que diz respeito ao distanciamento físico devido a COVID 19.  O evento de inauguração foi realizado através de streaming nas plataformas digitais da espaços ( Youtube, Facebook e Instagram)

O maior outdoor de Angola está a partir de agora ao dispor das marcas e anunciantes que pretendem estar na vanguarda da comunicação através de um suporte de excepção com impacto incontornável.

Bolsonaro anuncia que está infetado com o novo coronavírus

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O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse hoje que está infetado com o novo coronavírus, um dia depois de relatar sintomas e realizar um teste num hospital Militar, em Brasília.

Numa comunicação via Facebook, Bolsonaro confirmou o resultado positivo do teste e adiantou que fez uma radiografia e que o pulmão “estava limpo”.

O Presidente já havia informado a apoiantes que estava com febre e dores no corpo e, por isso, decidiu fazer o exame.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 1,62 milhões de casos e 65.487 óbitos), depois dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 538 mil mortos e infetou mais de 11,64 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Moradores do Kilamba falam do Impacto da covid-19 nas suas economias

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Durante as entrevistas realizadas ontem pela nossa equipa de reportagem, que andou um pouco pela cidade do Kilamba, onde alguns moradores teceram várias opiniões sobre o tema “Impacto da covid-19 na economia dos moradores desta urbe”.

A pandemia da covid-19 é um mal que veio assolar a todos sem estratificação social, as dificuldades estão para todos do mais alto ao mais baixo, é assim que os moradores caracterizam esta situaçãonuma economia dependente de importações caraterizada pela grande presença do comércio ambulante.

 Luís Paulo, militar das forças armadas avançou que “os efeitos negativos da pandemia covid-19, que obrigou ao confinamento da população e, as restrições adotadas na actividade económica fazem-se sentir nos principais sectores da economia e das famílias”.

A Sr.º Alexandra Ivana fez saber, que sendo uma crise sem precedentes, nos é colocada uma realidade de incertezas uma vez que regista-se o aumento dos preços dos bens e serviços, aumenta o desemprego e, consequentemente, a delinquência e a insegurança dos moradores do distrito.

Já Sr.º Rosa Esteves, proferiu que muitos dos vizinhos têm desobedecido as regras, surge á necessidade de escolher novas medidas de apoio que permitam á recuperação e ao regresso á actividade na normalidade de evidenciar  também a responsabilidade e compromisso que cabe a cada  morador do Kilamba no cumprimento das  medidas  de biossegurança e o distanciamento social para se evitar a propagação de vírus, contribuindo todos para um rápido regresso á normalidade.

Para dona Kátia Monteiro, que trabalha por conta própria a economia na centralidade foi afetada severamente “não tem sido fácil porque o rendimento baixou de forma considerável, o que ganhávamos diariamente, hoje tem sido o rendimento semanal, por isso, apelo a população em geral  a cumprir com as recomendações exigida pelo nosso governo para o bem de todos nós.

Apesar de que nesta fase de calamidade pública em que já é permitido que alguns serviços voltem a normalidade, podemos constatar que felizmente um grande número das funcionárias domésticas voltaram aos postos de trabalho bem como os restaurantes que também voltaram a funcionar, esta realidade trouxe outra dinâmica a cidade e também há área económica de uma maneira em geral.

Por: Marinela António

Vem aí a quarta operadora de telefonia móvel

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A Africell Global Holding Ltd venceu o concurso público para a atribuição do 4.º título global unificado para a prestação de serviço público de comunicações electrónicas em Angola, anunciou, nesta segunda-feira, o Governo angolano.

Os Ministérios das Finanças e das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social indicam que a atribuição a um novo operador do 4.º Título Global Unificado para Prestação de Serviço Público de Comunicações Electrónicas vai trazer maior concorrência ao sector das telecomunicações angolano e melhorar a qualidade dos produtos, serviços e preços, trazendo, assim, contributos relevantes para o crescimento económico e para a melhoria do bem-estar dos cidadãos.

O concurso público contou com duas fases chave, nomeadamente a de candidaturas que foi aberta a 30 de Setembro de 2019 e encerrou no dia 22 de Janeiro de 2020. A fase subsequente, de apresentação de Proposta Técnica e Financeira, decorreu no período de 02 de Março a 4 de Maio de 2020. A candidata única submeteu, no prazo estipulado, a sua proposta que foi alvo de análise e avaliação por parte da Comissão de Avaliação, considerando os critérios de adjudicação estabelecidos no Caderno de Encargos e no Programa do Procedimento.

Após uma análise minuciosa, a Comissão de Avaliação concluiu que a proposta da Africell respondeu de modo satisfatório às exigências das Peças do Procedimento, assim como aos interesses do Estado angolano, diz um comunicado de imprensa a que a nossa equipa teve acesso.

A operadora trará benefícios transversais a todos os sectores económicos do país, bem como para a população de forma geral e será factor relevante de projecção internacional e de contínua captação de relevantes investimentos estrangeiros directos para Angola. 

O comunicado felicita a Comissão de Avaliação pelo “excelente trabalho desenvolvido, pautando-se pelo rigor e transparência, assim como a todas as partes envolvidas no processo concursal”. A Africell está no mercado das telecomunicações há 18 anos, disponibilizando vários serviços a mais de 12 milhões de clientes. Em África está presente na Gâmbia, RDC, Serra Leoa e Uganda.

Após a conclusão da negociação e o provimento dos termos finais estabelecidos, à Africell será concedida a licença TGU, para operar no território nacional e celebrará com o Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) o respectivo contrato de concessão, selando, assim, o compromisso e a confiança no mercado nacional.

BNA volta a autorizar venda de divisas para viagens

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O Departamento de Controlo Cambial do BNA emitiu um comunicado a autorizar os bancos a voltarem a tratar das solicitações de operações de venda de divisas para viagens.

O documento alude a um “processo de retoma das deslocações ao exterior do país por motivos de várias ordem”, para permitir que, a partir de quinta-feira, as solicitações que entrassem para operações de viagem nas Instituições Financeiras Bancárias voltassem a ser tratadas.

Com o novo decreto, divulgado na passada quinta-feira, 2, o BNA levantou uma suspensão das operações de venda de divisas para viagens ordenada aos bancos comerciais na segunda quinzena de Abril, quando transacções cambiais dessa natureza eram reportadas, apesar da cerca sanitária imposta pelo Estado de Emergência, decretado um mês antes.

Como alvos imediatos dessa decisão, estão as excepções previstas no regulamento do Decreto que institui a Situação da Calamidade Pública, entre os quais se contam as deslocações por motivos humanitários ou de serviço, avança o Jornal de Angola.

O documento do BNA aponta a capacidade financeira do cliente e o montante global anual de USD 120 mil como os únicos limites que podem ser aplicados pelos bancos comerciais na venda de moeda estrangeira para cobertura de operações cambiais de natureza privada, eliminando quaisquer outros impedimentos relativos à finalidade ou periodicidade da operação.

O BNA recomenda, nessas operações, a atribuição de cartões de pagamento de marca internacional, reduzindo-se, dessa maneira, o risco associado ao transporte de valores.

Fonte: jornal de Angola

Auto-capacitação em tempos de pandemia

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“Confinamento”, “isolamento”, “distanciamento social”, “quarentena”, “pandemia”, “Covid-19”, “novo coronavírus”, “assintomáticos” e “cerca sanitária” são algumas das muitas expressões que, hoje, fazem parte da nossa realidade e que de alguma maneira deixamnos assustados, estressados e ansiosos.

Vivenciamos períodos sombrios e um amanhã quase que incerto que, quando não afectam a nossa saúde mental, ao menos nos deixam inquietos. No entanto, estes são momentos em que o que não se deve mudar é a nossa vontade de estar preparado para as oportunidades.

“É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter nenhuma, do que ter uma oportunidade e não estar preparado” – Whitney Young Jr.

Períodos de crise podem nos fazer enxergar “fora da caixa” e alcançar habilidades por via de formação, autodidactismo e auto-capacitação. Como nem tudo é mau de todo e existe sempre o lado positivo até na pior das desgraças que nos acometem, a pandemia trouxe também uma excelente oportunidade para quem é verdadeiramente interessado no seu futuro, na sua carreira, na sua progressão intelectual, formação complementar e aumento das competências técnicas e comportamentais, com a disponibilidade de inúmeras formações gratuitas online.

A formação é o pilar fundamental para o crescimento e desenvolvimento das sociedades modernas, sendo
que uma escolha assertiva na formação é uma aposta valiosa face aos desafios tecnológicos e científicos da
era global, potenciando o sucesso no mercado de trabalho, o alcance de objectivos profissionais e pessoais,
por meio do enriquecimento do curriculum vitae.

“As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam
melhor às mudanças” – Charles Darwin.

Vivemos num tempo de rápidas e permanentes mudanças e enormes desafios e a situação actual exige
de nós uma grande capacidade de adaptação, disciplina e resiliência.

Diante da comoção universal gerada pela Covid- 19, diversas instituições de ensino e prestigiadas universidades em todo Mundo adoptaram como medida de prevenção e com vista a minimizar o tédio epreservar a saúde mental, uma gama variada de cursos gratuitos online com certificado em áreas como: administração pública, economia, finanças, educação, ciências humanas, negócios, inglês, literatura, informática, saúde e muitos outros.

Para beneficiar dos referidos cursos, o único requisito transversal e imprescindível é o acesso à internet e um
computador ou um telefone digital. Angola conta com 125 pontos de acesso gratuito à Internet em diferentes locais públicos, resultado do projecto “Angola Digital” (fonte: portal Angop).

Dos 125 pontos de acesso à internet grátis em banda larga, através da rede wi-fi, dez pontos encontram-se instalados no município do Cazenga. Por outro lado, foi criado no colégio público designado 3042 (Angola e Cuba), uma biblioteca digital com acesso gratuito à internet e 47 computadores equipados, permitindo maior
inclusão tecnológica dos cidadãos interessados.

Concomitantemente, Angola conta com oito redes de mediatecas em diferentes províncias, com o nobre objectivo de incentivar o uso de meios informáticos e ser uma fonte para pesquisas nas mais diversas
áreas do saber, visando dotar e elevar o conhecimento da população. O uso dos aparelhos informáticos nas
mediatecas é gratuito para todos, por meio do registo presencial com uma taxa única de 2000 kzs para cobertura dos custos de emissão e produção do “Cartão de Utente” válido por um ano em todas as redes de
mediatecas do país.

Invista em você se autocapacitando com as melhores universidades do mundo e aproveite o lado positivo da pandemia.

Tania J.A. Costa / Consultora de carreira e negócios

Sites e referências online

Links úteis
http://www.mediatecas.gov.ao/ao/ (localização das Mediatecas)
https://www.infosi.gov.ao/ao/infosi/projectos/ (localização
dos pontos de acesso gratuito à internet)


Bibliotecas virtuais
http://www.elivros-gratis.net/
https://www.amazon.com.br/b/?ie=UTF8&node=6311441011


Websites dos cursos gratuitos
A plataforma Nosso Saber é um produto 100% Angolano,
criada em 2020, acessível e com a qualidade que o sistema
de aprendizagem e-learning permite. ( ANGOLA)
https://nossosaber.inapem.gov.ao/site/cursos/
(Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de
Língua Portuguesa (CE-CPLP)
https://www.ifcplp.org/
FGV-Fundação Getúlio Vargas ( Brasil)
https://educacao-executiva.fgv.br/cursos/online
Universidade de São Paulo (Brasil)
https://www.coursera.org/usp
FundaçãoBradesco-Escola Virtual (Brasil)
https://www.ev.org.br/cursos
Harvard University (USA)
https://www.edx.org/school/harvardx
Yale (USA)
https://www.coursera.org/learn/global-financial-crisis
Universidade de Cambridge ( Reino Unido )
https://www.cambridgeenglish.org/learning-english
Universidade de Oxford ( Reino Unido )
https://www.edx.org/school/oxfordx

O impacto da Pandemia no meio ambiente

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Desde que sucedeu o fenómeno e espalhou-se ao universo a Organização Mundial
da Saúde (OMS) declarou ser estado de pandemia para o covid 19, procurando
formas imprescindíveis que contenha a devastação do vírus tendo em conta o
isolamento social da população que concludentemente resultou na fraca actividade
humana e uma série de consequências e impacto no meio ambiente devido ao
período de quarentena. O impacto do meio ambiente pode ser negativo ou positivo.
Negativos pelo facto das pessoas em casa não produzirem suas actividades
quotidianas de forma progressiva, como no caso de camponeses que apesar de
produzirem alimentos nos campos de cultivos necessitam vender os seus productos
para outras regiões do País, a obesidade originária do consumo excessivo e
exacerbado de alimentos importados e industrializados ao invés de naturais, a ampla
dificuldade da venda dos seus productos nas diversas áreas do País causando
apodrecimento demasiado dos productos de campo e congestionamento ao sector
agrícola, a elevação dos gases originários da estufa (radiação – ultra violeta
aquecimento da superfície por meio da retenção de calor) que afecta os campos de
cultivo
Quanto ao impacto positivo do meio ambiente, pode estar relacionado a atmosfera
limpa devido a diminuição das queimadas nas florestas e não só, mas também aos
outros paradigmas que impossibilitam a degradação do meio ambiente. E os
paradigmas são os métodos estudados e posterior implementado de lés em lés para a
resolução de situações deste meio ambiente onde o ser humano é o autor da sua
própria história. A personagem que comunga as mudanças do seu seio, que perfila
nas distintas situações do universo para o seu bem, para a natureza que o sustenta,
que protege a humanidade das tempestades e oscilações dos tempos.
Todavia, precisa mudar primeiramente o seu status no sentido de poder servir-se de
um lugar que lhe permita respirar, criar condições que lhe garanta protecção, que lhe
faça enxergar com satisfação o fruto da sua coragem, levantar a cabeça para o alto e
sentir na pele os calos do seu sacrifício que não fora em vão.
Assim, também deve-se reflectir com essa visão nessa época o fenómeno que surgiu
para causar-nos insónia, mas que afinal é também um daqueles exercícios que
descobriremos seu ponto fraco depois de algumas buscas, acharemos nessa coragem
valentia que nos permitirá derrubar seu terror. Será mais um dos pesadelos que
dorme defronte os nossos olhos, que descobriremos depois que a ressaca da
fragilidade do medo for mais uma vez destruída. Não podemos aceitar que um vírus
contrarie o nosso espírito, que ofusque a luz da humanidade com desejo de mutilar
nossos sonhos, nosso eco de falar para os ventos o quanto podemos ser gente faceas dificuldades do dia-a-dia, face as guerras de século em século, para encontrarmos
o caminho que nos levará novamente a casa da nossa alegria. Afinal é essa a missão
do homem lutar insistentemente para salvar-se, ser livre das ameaças do temporal,
das forças contrárias que advêm para derruba-lo, para transporta-lo ao chão sem que
possa apoiar-se a luz para levantar-se, mas é um ser que adapta-se a cada momento
para vencer, contudo já vencemos essa guerra.

Por: Denise Kangandala

Covid-19: Nove mortos só em Junho de 2020

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O mês de Junho, o primeiro da época de cacimbo favorável para disseminação da Covid-19, registou nove das 13 mortes provocadas por essa pandemia, em Angola.

Os óbitos ocorridos, numa média de dois por semana, envolveu pacientes com idades entre os 25 aos mais de 60 anos de idades, na sua maioria padecentes de outras doenças crônicas.

Nos três meses anteriores, o país contabilizava apenas quatro mortes pela covid-19 doença, que afecta o mundo desde dezembro último, com o epicentro primário fixado na China.

Como já se prévia, o mês de Junho, o primeiro da época de cacimbo, registou uma subida vertiginosa de casos de infecção pela covid-19, num total de 182 ocorrências em Angola.

Ao contrário de Abril e Maio, em que se registou 19 e 51 infecções, respectivamente, o mês de Junho bateu todos os recordes desde Março (16 casos), início da pandemia de em Angola.

A província de Cuanza Norte, mais de 200 quilômetros de Luanda, entrou na estatística  igualmente em Junho, com três casos de transmissão local e um óbito, vinculados à antiga cerca sanitária do bairro Hoji-Ya-Henda, município do Cazenga, Luanda.

Deste modo, o Junho termina com 284 casos confirmados, dos quais 178 activos, 93 recuperados e 13 óbitos, em Angola. Cinco dessas vítimas requerem cuidados especiais.

Fonte: Angop