O impacto da Pandemia no meio ambiente

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Desde que sucedeu o fenómeno e espalhou-se ao universo a Organização Mundial
da Saúde (OMS) declarou ser estado de pandemia para o covid 19, procurando
formas imprescindíveis que contenha a devastação do vírus tendo em conta o
isolamento social da população que concludentemente resultou na fraca actividade
humana e uma série de consequências e impacto no meio ambiente devido ao
período de quarentena. O impacto do meio ambiente pode ser negativo ou positivo.
Negativos pelo facto das pessoas em casa não produzirem suas actividades
quotidianas de forma progressiva, como no caso de camponeses que apesar de
produzirem alimentos nos campos de cultivos necessitam vender os seus productos
para outras regiões do País, a obesidade originária do consumo excessivo e
exacerbado de alimentos importados e industrializados ao invés de naturais, a ampla
dificuldade da venda dos seus productos nas diversas áreas do País causando
apodrecimento demasiado dos productos de campo e congestionamento ao sector
agrícola, a elevação dos gases originários da estufa (radiação – ultra violeta
aquecimento da superfície por meio da retenção de calor) que afecta os campos de
cultivo
Quanto ao impacto positivo do meio ambiente, pode estar relacionado a atmosfera
limpa devido a diminuição das queimadas nas florestas e não só, mas também aos
outros paradigmas que impossibilitam a degradação do meio ambiente. E os
paradigmas são os métodos estudados e posterior implementado de lés em lés para a
resolução de situações deste meio ambiente onde o ser humano é o autor da sua
própria história. A personagem que comunga as mudanças do seu seio, que perfila
nas distintas situações do universo para o seu bem, para a natureza que o sustenta,
que protege a humanidade das tempestades e oscilações dos tempos.
Todavia, precisa mudar primeiramente o seu status no sentido de poder servir-se de
um lugar que lhe permita respirar, criar condições que lhe garanta protecção, que lhe
faça enxergar com satisfação o fruto da sua coragem, levantar a cabeça para o alto e
sentir na pele os calos do seu sacrifício que não fora em vão.
Assim, também deve-se reflectir com essa visão nessa época o fenómeno que surgiu
para causar-nos insónia, mas que afinal é também um daqueles exercícios que
descobriremos seu ponto fraco depois de algumas buscas, acharemos nessa coragem
valentia que nos permitirá derrubar seu terror. Será mais um dos pesadelos que
dorme defronte os nossos olhos, que descobriremos depois que a ressaca da
fragilidade do medo for mais uma vez destruída. Não podemos aceitar que um vírus
contrarie o nosso espírito, que ofusque a luz da humanidade com desejo de mutilar
nossos sonhos, nosso eco de falar para os ventos o quanto podemos ser gente faceas dificuldades do dia-a-dia, face as guerras de século em século, para encontrarmos
o caminho que nos levará novamente a casa da nossa alegria. Afinal é essa a missão
do homem lutar insistentemente para salvar-se, ser livre das ameaças do temporal,
das forças contrárias que advêm para derruba-lo, para transporta-lo ao chão sem que
possa apoiar-se a luz para levantar-se, mas é um ser que adapta-se a cada momento
para vencer, contudo já vencemos essa guerra.

Por: Denise Kangandala

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