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Assaltantes no Kilamba apanhados em flagrante

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Na manhã de ontem, 07 de Janeiro de 2021, na cidade do Kilamba, dois jovens foram apanhados pelos, moradores depois de protagonizarem um assalto no quarteirão T, os jovens que seguiam numa motorizada, depois de assaltarem a carteira de uma jovem estudante, durante a fuga, embateram contra uma viatura hyundai accent e foram imobilizados por populares que circulavam pela rua.

Os moradores, depois imobilizarem os assaltantes, aguardaram pela polícia, numa breve conversa com os meliantes, à nossa equipa soube que os assaltantes vivem no zango e que actuam pelas várias artérias do kilamba.

O índice de criminalidade na cidade do Kilamba, segundo uma entrevista recente da comandante Goreth Fernando, à TPA, a criminalidade tem vindo a diminuir, mas os acontecimentos relatados nas redes sociais apontam para o aumento do vandalismo de viaturas em alguns quarteirões.

info@kilambanews.com

Governadora de Luanda trabalhou no Kilamba

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A problemática do fornecimento de água potável e do saneamento básico na centralidade do Kilamba, reuniu esta semana em Luanda, a governadora da província, Joana Lina e o secretário de Estado para as Águas, Lucrécio Costa. Na reunião, foram relatados, ao pormenor, os pontos de constrangimentos que afectam o normal funcionamento das infra-estruturas técnicas básicas instaladas pelo empreiteiro naquele conglomerado urbano de Luanda.

Durante a sua intervenção, a governadora de Luanda, Joana Lina, fez saber que, neste momento, o que importa é encontrar uma solução para os problemas que comprometem o bem-estar dos citadinos do Kilamba, tendo reconhecido a capacidade dos quadros do seu governo e do ministério da Energia e Águas na necessidade do trabalho conjunto para se agregar mais sinergias.

Ainda durante o encontro, houve uma apresentação feita pela administração da centralidade do Kilamba, expondo várias situações sobre o saneamento e a rede de drenagem para fora da centralidade.

Por seu lado, o presidente do conselho de administração da EPAL, Fernando Cunha, disse que Luanda ainda não tem abastecimento para atender a totalidade da população. Mas, referiu, a centralidade do Kilamba está bem servida por ter um sistema independente que atende às necessidades da população e quando surgem situações anómalas estão asseguradas soluções pontuais e resolução das avarias.

info@kilambanews.com

Defendida a legalização da “liamba” para efeitos medicinais

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A legalização da “liamba” para efeitos medicinais há muito que vem sendo tema de debates por parte de especialistas em matéria de medicina, e não só, que pedem “o fim da hipocrisia e do preconceito”, que têm impedido a pesquisa e o uso medicinal da “liamba” em Angola.

Trata-se de um assunto, que a par dos médicos, estão também políticos e deputados com assento parlamentar, que, em fóruns restritos, à semelhança do que tem acontecido noutros países, vêm defendendo a liberalização da venda, assim como do consumo, da também conhecida como cannabis ou marijuana.

Por ser um negócio que vem ganhando cada vez mais espaço em todo mundo, em 2019, um dos países vizinhos de Angola, a Zâmbia, o Governo daquele país aprovou a legalização do cultivo para o uso no sector da saúde e como forma de arrecadar receitas para a sua economia. De igual modo aprovou também a legalização do cultivo para sua exportação.

Depois da sua aprovação, as empresas interessadas em cultivar e comercializar o produto, o Governo zambiano fixou um valor de 250 mil dólares, como sendo a taxa a ser paga por ano pelas referidas empresas interessadas, sendo que as licenças para as empresas interessadas no negócio, ficou sob-tutela do Ministério da Saúde daquele país, com a supervisão do Serviço Nacional da Zâmbia.

Nesta segunda-feira, 4 de Janeiro, um dos mais renomados juristas angolanos defendeu, na sua página nas redes sociais,  “a viabilização, com a maior urgência possível, da legalização da marijuana para efeitos medicinais e para a exportação”.

“Muitos países já estão a legalizar. A ONU já retirou da lista de substâncias perigosas… Estados Unidos, Reino Unido, França, África do Sul, Ruanda e outros já legalizaram o produto, Nós estamos à espera de quê?, escreveu, Tito Cambanje, jurista e professor universitário.

Fonte: Correio da Kianda

Inoperância da ETAR dificulta drenagem no Kilamba

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O administrador de Belas, Miguel de Almeida, apontou, neste domingo, o deficiente funcionamento das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) como a causa dos constrangimentos no sistema de esgoto da Centralidade do Kilamba. 

Em declarações à imprensa, o responsável disse que, neste momento, devido à avaria, apenas funcionam duas das oito estações existentes, criando sobrecarga numa centralidade com quase 100 mil habitantes.

Referiu que depois da interrupção de dois dias no abastecimento de água à circunscrição, por trabalhos de manutenção, realizados no Coletor Principal da rede de esgoto, localizado no Bloco-A, os trabalhos continuam, devendo estar concluídos dentro de 15 dias.

Por esta razão, Miguel de Almeida, pediu desculpas aos moradores da centralidade pelos constrangimentos criados no corte dos últimos dois dias do ano findo.

Por esta razão, aconselhou o armazenamento do líquido devido aos cortes de curto tempo, que vão surgir, enquanto decorrer os trabalhos.

Por outro lado, lamentou o facto de serem depositados resíduos sólidos nos colectores, que também tem contribuído para a não drenagem das águas. Pois, pediu mais cuidado neste aspecto para os empregados domesticos .

Relativamente à recolha e tratamento do lixo, disse que a Administração vai aprovar um plano  de emergência, em colaboração com empresas privadas da circunscrição, para o transporte até ao aterro sanitário.

Esta situação, vai até à contratação de uma outra operadora por parte do Governo Provincial de Luanda (GPL), que operará na Centralidade do Kilamba.

Defendeu a necessidade de o lixo econômico ser rentabilizado através de empresas especializadas. Por este facto, apela os moradores a selecionar o lixo.

Fonte: ANGOP

Construção de edifício habitacional gera emprego

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Trata-se da construção de um edifício de noventa apartamentos, de tipologias T2, T3 e T4. Em declaração à imprensa depois do lançamento da primeira pedra para construção do imóvel, a directora geral da empresa Kiv Imperial Zaneth Silva, disse que o projecto poderá criar cento e vinte postos de trabalho directos, com realce aos mais jovens.

Segundo a responsável,  o projecto conta com um investimento de USD 4.200.000. “Pretendemos gerar 120 postos de trabalho directos, com esse projecto”, disse e sublinha que, “poderemos realizar o sonho da casa própria de muitos jovens através da renda resolúvel”.

Zaneth Silva garantiu que a conclusão das obras do projecto “Minha Casa” terá a duração de um ano. O lançamento da primeira pedra foi nesta quarta-feira, 30, no interior do projecto Nova Vida, no município do Kilamba Kiaxi.

A directora geral fez saber que os candidatos a uma habitação poderão se informar junto da área comercial da empresa, sobre as modalidades de pagamento e o valor inicial das residências.

info@kilambanews.com

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Interdição da via junto Academia Diplomática

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Com objectivo de proceder a ligação das redes de abastecimento de água para à Academia Diplomática “Venâncio de Moura”, será interdita provisoriamente do cruzamento entre as Ruas 201 e 312 desde o dia 24 de Dezembro de 2020 até o dia 10 de Janeiro de 2021.


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Carro elétrico da Apple começa a ser produzido em 2024

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Fonte próxima adiantou à Reuters que a bateria será a grande novidade deste veículo.

A Reuters está a avançar com a informação de que a Apple pode começar a produzir o seu próprio carro elétrico em 2024.

A publicação refere que a Apple deverá recrutar uma fabricante de automóveis para ajudar na produção, indicando que o veículo terá múltiplos sensores LiDAR para analisar a área circundante do veículo e permitir condução autónoma.

Porém, fonte próxima do projeto adiantou que a grande novidade será a tecnologia da bateria, que oferece mais autonomia e tem menos probabilidade de sobreaquecer. “É próximo nível. Como a primeira vez que viram o iPhone”, afirmou a fonte da Reuters.

Como os catadores melhoram a gestão ambiental das zonas urbanas? Por Mr. Aleksander JF

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“Não são vagabundos, pedintes ou dementes, mas sim Catadores de Resíduos Recicláveis ( Lixo), ganhando assim o pão, trabalhando na melhoria da gestão de resíduos das nossas cidades” (Mr. Aleksander JF)

O CATADOR de lixo, é um trabalhador urbano que recolhe os resíduos sólidos recicláveis, tais como plástico, papelão, alumínio, ferro, vidro e outros, de modo a enviá-los para a Reciclagem.

Com o agravar das condições sócio-económicas do país, muitas foram as famílias que perderam o poder de compra, vendo os seus membros desempregados e/ou sem oportunidades a um primeiro emprego. Desta feita, algumas destas famílias viram na actividade de catação de resíduos recicláveis o seu ganha-pão.

Apesar de serem facilmente confundidos como pessoas que apanham lixo ou dementes, os profissionais desta área “Catadores de Resíduos Recicláveis”, desempenham um papel de grande importância na melhoria da qualidade ambiental dos centros urbanos e não só, pois, são fundamentais na gestão de resíduos sólidos, agregando valor ao processo da recolha selectiva, triagem, processamento e comercialização de materiais recicláveis como plásticos, metal, papel, papelão, vidro, ferro, etc.

Funcionamento do Processo de Catação

Os profissionais desta área, sem qualquer treinamento específico e desprovidos de qualquer equipamento de protecção e, em muitos casos, procuram de casa à casa, contentor a contentor, lixeira à lixeira e até algumas vezes nos aterros sanitários, resíduos que possam ser reutilizados, reparados para uso próprio ou venda, bem como resíduos que podem ser pesados e enviados para reciclagem, servindo posteriormente como matéria-prima para produção de novos produtos. Estes profissionais trabalham individualmente, ou algumas vezes em pequenos grupos de pessoas afectivamente próximas, em alguns casos criam-se Cooperativas (práctica bastante avançada no Brasil), que dá um outro estatuto e possibilita alcançar um número maior de resíduos recicláveis e por sua vez maior renda dos associados.

Em Angola, é cada vez mais crescente o número de pessoas que vão realizando esta actividade, na sua maioria pessoas de baixa renda e de baixo nível de escolaridade, mas que procuram ganhar dinheiro para sustento das suas famílias de forma digna, sem recorrer à práticas pouco abonatórias. Todos os dias enfrentam preconceito, maus tratos, ofensas e violência de outras pessoas. Infelizmente, estas pessoas não têm a capacidade de perceber o benefício que a actividade de catação, quando bem feita, trás para elas e para o Ambiente. Uma solução à violência sofrida, as condições precárias de trabalho e ao não pagamento justo dos resíduos catados e a criação de Cooperativas Municipais de Catação; esta melhoraria as condições de trabalho dos catadores e defenderia os interesses dos associados juntos dos órgãos competentes, bem como aumentaria a renda das famílias envolvidas.

Benefícios ambientais da actividade de Catação

É mediante o processo da catação que mais facilmente assegura-se o reaproveitamento dos resíduos através da aplicação de 3 princípios básicos da Gestão de Resíduos, “Princípio dos 3 R´s (Redução, Reutilização e Reciclagem), pelo que em países muito avançados no processo de reciclagem como o Brasil, a actividade de catação é responsável pela reciclagem de cerca de 90% (fonte: Instituto de Pesquisa Económica Aplicada – IPEA). A nível nacional, apenas 15% dos resíduos são reutilizados ou reciclados (Joaquim Manuela – Secretário de Estado do Ambiente, 2019) e de acordo com o levantamento feito pelo NPEGA (Núcleo de Pesquisa e Educação de Gestão Ambiental), cerca de 98,5% dos resíduos reciclados em Luanda, a recolha é feita pelos Catadores de Resíduos Recicláveis.

A maior parte das pessoas que trabalham nesta actividade têm um nível de instrução muito baixo, o que de certa forma impacta negativamente na maneira como realizam a actividade de catação. Daí, ser importante o apoio do estado, da sociedade e sobretudo dos agentes ambientais de forma a munirem estes profissionais com recursos necessários e elevarem o nível de conhecimento dos mesmos. Se assim for, os benefícios ambientais serão enormes, entre eles:
-Redução na exploração dos recursos naturais para produção de matéria-prima;
-Menos poluição atmosférica por parte das indústrias;
-Menor consumo de água e energia;
-Menos poluição plástica no solo e nos cursos de água;
-Calçadas e parques recreativos mais limpos;
-Menos sargetas e valas de drenagens obstruídas com resíduos sólidos;
-Praias mais limpas;
-Contribuição para redução da proliferação de mosquitos, eliminando condições para estagnação de água;
-Aumenta o tempo de vida útil dos aterros sanitários e diminui o volume de lixo nas lixeiras, uma vez que parte dos materiais que iria a estes locais são reciclados ou reutilizados;
-Criação de postos de trabalho, aumentando a renda de muitas famílias e diminui a mendicidade nos centros urbanos.

Desta feita, não há dúvidas de que os Profissionais de Catação de Resíduos, apesar dos recursos escassos disponíveis, realizam honestamente uma actividade de grande utilidade pública, de que todos nós, directa ou indirectamente nos beneficiamos. Por este facto, o mínimo que cada um de nós deve fazer é trata-los com respeito.

“Cuidar do Ambiente é uma responsabilidade de todos”

Por Aleksander Mr. JF