Início Site Página 258

BPM é Cultura…

0

Este artigo, visa promover uma reflecção em torno da importância da cultura organizacional no desenvolvimento de iniciativas de BPM.

Feliz ou infelizmente, toda a minha experiência em BPM tem sido construída no sector Público (Hard Core!!!), famoso pelas práticas organizacionais no mínimo desajustadas ou desfasadas no tempo, tendo como base uma grande influência do modelo de gestão funcional, assente na hierarquia e excessiva burocracia decorrente da visão em “silo”.

Toda vez em que me deparei com grandes dificuldades em projectos de BPM ao ponto de colocar em causa a viabilidade dos mesmos, a causa raiz era maioritariamente relacionada a cultura organizacional.

• A falta de patrocínio, com a liderança muito mais preocupada em exercer e exercer poder, do que promover a auto-suficiência organizacional;
• A falta de suporte das partes interessadas , no levantamento, validação e monitorização dos processos, pois estas estão preocupadas somente com a realização daquilo que entendem ser a sua atribuição (focados no silo), entre outras, são práticas que em nada beneficiam o desenvolvimento de tais iniciativas.

Edgar Schein um dos maiores responsáveis pela divulgação e desenvolvimento do conceito de cultura Organizacional, descreve-a como um modelo de crenças, rituais e valores criados e seguidos por um determinado grupo.

A cultura organizacional remete para comportamentos implícitos que contribuem para a criação características únicas de cada empresa, bem como para a edificação da sua identidade que pode coincidir com uma imagem positiva, revestindo a empresa de prestígio e reconhecimento ou o inverso.
Conforme citei acima é comum vermos instituições públicas governadas por intermédio de um modelo de gestão funcional e obviamente com uma cultura organizacional totalmente identificada com este modelo.

A filosofia da gestão por processos de negócios, tem na sua génese o conceito de valor agregado, ou seja a organização deve prover um produto ou serviço com valor reconhecido pelos seus clientes mediante seus processos de negócio (conjunto de actividades encadeadas e multifuncionais que transformam uma entrada numa saída com valor agregado), materializando toda a estratégia previamente definida.

O dia-a-dia de uma organização orientada a processos, é em suma um ritual que consiste na monitorização do desempenho dos processos, a identificação de oportunidade de melhorias e o refinamento dos processos visados, tendo em vista as oportunidades identificadas.

Portanto, é fundamental não só um estudo prévio da maturidade da organização no modelo de gestão por processos, que aliás pode ser nenhuma, diga-se de passagem (embora eles existam, não estão documentados, institucionalizados e ninguém faz a mínima ideia do que se trata), o que trás ao de cima a necessidade de se estudar também a cultura organizacional e desde logo ir promovendo práticas alinhadas com o modelo de gestão por processos, promovendo uma nova cultura alinhada ao modelo, com práticas como auto a crítica, a partilha de conhecimento, a promoção de ideias de inovação, a responsabilização e sobretudo a comunicação, tudo no sentido de criar um ambiente que suporte a tão necessária transformação organizacional dada a extrema competitividade do mercado e a existência de clientes cada vez mais informados e exigentes.

Nivaldo Van-Dúnem da Gama
Analista de Processos de Negócios / Gestor de Projectos
20/11/2018

Mais de 1000 cidadãos estrangeiros expulsos em uma semana

0

O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) de Angola expulsou, na última semana, 1.014 cidadãos estrangeiros por “decisão judicial e administrativa”, e deteve 650 cidadãos por “permanência e auxílio à imigração ilegal”, anunciou hoje fonte oficial.

Segundo o oficial de comunicação do SME, Orlando Muhongo, no período em análise, foram também notificados e “convidados a abandonar” o país cinco cidadãos estrangeiros por permanência ilegal.

Fazendo o balanço das atividades desenvolvidas pelo SME no decurso da última semana, o oficial de informação disse igualmente que foram “recusados” a entrar no país, e “consequentemente reembarcados”, 475 cidadãos de diversas nacionalidades.

“Desse total, 470 foram obrigados a regressar por falta de documentos de viagem, dois por falta de visto de entrada, um por uso do visto de trabalho rasurado e dois por uso de documento de outrem”, explicou.

Orlando Muhongo salientou igualmente que foram impedidos de sair de Angola 16 cidadãos nacionais, sete por falta de meios de subsistência, três por utilização do visto Schengen falso, um por caducidade do passaporte e um por falta de situação militar regularizada.

No domínio do movimento migratório, o SME registou a entrada de 28.556 passageiros de diversas nacionalidades, 13.079 nacionais e os restantes estrangeiros e a saída de 27.044 passageiros, 12.744 nacionais.

Nesse período, o Serviço de Migração e Estrangeiros de Angola aplicou ainda 76 multas a cidadãos de diversas nacionalidades e 16 a empresas.

Angola vence Burkina Faso

0

POSSO TER ASPIRAÇÕES?

0

Posso ou não posso ter aspirações?
Mas me digam se eu posso ou não?
Estou ansioso em obter a resposta!
Enquanto espero vou reflectindo…jor

Saúde tão preocupada com a morte
Homens pobres elogiando a justiça
Corrupção parcialmente nua na rua
Gritando altíssimo «Perdoem-me!»

Unificação na mente dos angolanos
Tribalismo condenado por tribunais
Tchokwe e português matriculados
Fiote e umbundu casados por amor

As raças amorosamente abraçadas
Peitos brancos alimentando mulato
Corpos brancos namorando negras
Mestiços orgulhosos da sua origem

Posso ou não posso ter aspirações?
Mas me digam se eu posso ou não?
Estou ansioso em obter a resposta!
Enquanto espero continuo a sonhar

Bandeira a enxugar tantas lágrimas
Lagrimas de consenso dos cidadãos
Nojenta intolerância com vergonha
Cheia de vergonha da reconciliação

Bajulação enterrada pelo altruísmo
Competência sorrindo de contente
Educação elogiada e tão aplaudida
Instrução ensinada como se espera

Municípios muito bem organizados
População a respeitar a autoridade
Angolano com cidadania angolana
Angolano protegido no estrangeiro

Sede afogada nos recursos hídricos
Terra alimentando inúmeras bocas
Eletricidade e indústria namorando
Namorando à vista das populações

Posso ou não posso ter aspirações?
Mas me digam se eu posso ou não?
Saibam que quero uma pura união
Para construirmos uma bela nação

José Carlos de Almeida
E-mail: jca1203@yahoo.com
11.11.2018

Dívida trava limpeza de Luanda

0

O Governo Provincial de Luanda (GPL) deve cerca de 60 mil milhões de kwanzas as nove empresas de recolha de lixo da capital. Segundo apurou o NG, o GPL não paga as empresas desde Janeiro, deste ano.

Devido à falta de pagamento, nos últimos tempos às ruas da capital voltaram a ser invadidas por grandes amontoados de lixo. Na passada segunda-feira, o vice-governador de Luanda, Júlio Bessa manteve um encontro com os responsáveis das empresas, que garantiram manter os serviços mínimos. O GPL promete pagar a dívida mas não avança datas.

Segundo uma fonte do GPL, aquela instituição tem uma despesa de sete mil milhões de kwanzas mensais só com a recolha do lixo, valor que que não é compensado com arrecadação das taxas de serviço de limpeza, que rondam os 100 milhões de kwanzas mensais. “Não chegam nem sequer a 10 por cento do que se gasta porque as pessoas não pagam o lixo. Pagam apenas a electricidade”, afirma.

Em Luanda, vigora desde Fevereiro o modelo de pagamento de taxas que variam entre 1.500 para áreas sub-urbanas e 2.500 para as urbanas, aos agregados familiares, através da factura de eletricidade.

A partir de Janeiro do próximo ano, o Governo de Luanda vai definir novas formas de taxar e cobrar o lixo, assim como introduzir o conceito de que há fluxos de recolha de lixo da responsabilidade do sistema público e outro industrial. O documento está em fase de aprovação.

Em Março, a ministra do Ambiente, Paulo Coelho revelou que Luanda produz diariamente seis mil toneladas de lixo.

Produtora “Som d’Ouro” a nova aposta de Heavy C

0

Notabilizado como grande produtor e cantor da Bué de Beats, o músico Heavy C marca uma nova fase na sua carreira com a criação, em parceria com o empresário Emerson Raposo, da produtora musical Som d’Ouro, cuja apresentação oficial aconteceu quarta-feira num dos restaurantes da Ilha de Luanda.

A nova produtora possui instalações modernas, é constituída por áreas de agenciamento, produção musical, videoclips, publicidade, edição e comercialização de obras discográficas.
“A Bué de Beats é para sempre. Foi um projecto mais para o mercado adolescente, para o hip hop e r&b. A Som d’Ouro é diferente. Com esse nome, queremos que os nossos músicos sejam dourados, disciplinados e uma família”, explicou, acrescentando que a Som d’Ouro não estará apenas focada nos seus agenciados, mas também na criação e produção musical, de material publicitário e videoclips de quem não seja da produtora.

Criada entre Junho e Julho deste ano, a Som d’Ouro prepara-se para lançar, em Fevereiro do próximo ano, os álbuns do próprio Heavy C, de Ivan Alexei e de Cilana Manjenje, integrante das Afrikanas.
“Os discos do Ivan Alexei e o meu estão praticamente concluídos, faltando apenas pequenos acertos. O álbum a solo da Cilana está a ser finalizado”, disse o cantor em ex-clusivo ao Jornal de Angola, à margem da apresentação da produtora, onde foram exibidos os videoclips promocionais do seu CD e de Ivan Alexei e assinados os contratos entre a Som d’Ouro e os músicos.

O empresário Emerson Raposo diz que com a produtora pretendem, aliada à grande capacidade e qualidade de Heavy C como produtor, dar uma “outra cara” à arte de fazer música em Angola.
“Queremos levar a música a outros patamares. O mercado musical em Angola está a crescer e exige um outro nível de qualidade. E a qualidade da música não está apenas na sonoridade. Está também na harmonização dos conteúdos, ou seja, das letras”, disse o empresário.

Emerson Raposo garante que a produtora não é mais uma no mercado “a juntar grupos de músicos”, mas sim uma instituição guiada por “critérios elevadíssimos” para a selecção dos músicos com quem vai trabalhar. “Entre esses critérios, temos a humildade, a visão musical e, acima de tudo, a disciplina”, frisou.

Para o empresário, a indisciplina no mundo da música está a tornar-se “num grave problema”, numa altura em que os músicos são acusados de condutas menos correctas perante os seus fãs.
“Primamos muito pela disciplina. Não estamos a fazer colecção de músicos. Queremos bons músicos e boas músicas no mercado. Seremos muito criteriosos na selecção dos cantores com quem iremos trabalhar. Eles devem ter uma postura profissional nos compromissos que assumirem”, reforçou.

Erro humano contaminou com virus HIV criança de 7 anos

0

Um “erro humano” está na origem da contaminação com o vírus HIV de uma menina angolana de 7 anos, depois de uma transfusão de sangue numa unidade pediátrica de Luanda, admitiu ontem fonte governamental de Angola.

O caso ocorreu na segunda-feira numa unidade hospitalar de Luanda, quando a criança, cuja identidade tem sido preservada, deu entrada com problemas de estomatologia e com sintomas de anemia, tendo recebido uma transfusão de sangue, aparentemente contaminado com o vírus HIV.

O caso foi detetado menos de 24 horas depois da transfusão e hoje, o secretário de Estado para a Área Hospitalar angolano, numa conferência de imprensa, assumiu que houve “erro humano” e que a equipa que estava então de serviço foi suspensa, tendo-se iniciado um inquérito para apurar responsabilidades.

Leonardo Europeu Inocêncio, que falou em representação da ministra da Saúde angolana, Sílvia Lutukuta, ausente do país em missão de serviço, indicou que, segundo as primeiras informações, o dador do sangue contaminado “desconhecia” que era seropositivo, mas não explicou por que razão o sangue não foi, entretanto, analisado.

De qualquer forma, Leonardo Inocêncio adiantou que, para já, os exames médicos feitos à criança dão resultados “negativos” em relação à contaminação com o vírus HIV/Sida.

“Ninguém está em condições de dizer que a paciente se tornou seropositiva. O diagnóstico, neste momento, é negativo”, disse, sublinhando, porém, que só dentro de cerca de seis meses se poderá saber o diagnóstico real da criança, que se encontra a receber tratamento médico no Hospital Pediátrico David Bernardino, em Luanda.

Leonardo Inocêncio reconheceu ter havido, “infelizmente, erro humano” no caso, lamentando a situação e solidarizando-se com a família da menor, tendo garantido a continuidade do tratamento tanto no país, como no exterior.

Desconhece-se ainda se será necessário transferi-la para o exterior, estando, entretanto, já em curso, alguns procedimentos administrativos, nomeadamente a emissão dos documentos de identificação (bilhetes de identidade e passaportes, entre outros) dos familiares, cujos trâmites estão a ser efetuados em cooperação com o Ministério da Justiça angolano.

Segundo o governante angolano, o quadro clínico da vítima é “satisfatório e clinicamente estável”, tendo enfatizado que, antes das 72 horas após a ocorrência, que é o recomendado, a menor iniciou o tratamento profilático.

“Em situações do género, segundo dados científicos, há a probabilidade de mais de 90% de não contrair a doença”, referiu, apelando à população para “continuar a confiar” nos serviços de saúde em Angola, em particular dos médicos, defendendo que o caso é o primeiro que se conhece no país.

O Governo angolano vai proporcionar todo o apoio social à vítima e à respetiva família, assegurou.

Em relação a uma responsabilização civil e, eventualmente, criminal, o caso está já nas mãos da Procuradoria-Geral da República, a quem competirá conduzir essa parte do processo.

“O Ministério da Saúde lamenta profundamente o sucedido e reitera o seu compromisso em detetar as vulnerabilidades do processo que tornaram a falha possível e corrigi-las para evitar a sua repetição. Manifesta a sua total solidariedade com a paciente e família à qual prestará, como está a fazer, toda a assistência no sentido de evitar que ela venha a se contaminar”, lê-se, entretanto, num comunicado oficial.

A divulgação do incidente tem dominado grande parte dos debates nas redes sociais em Angola, tendo a deputada Welwitschea dos Santos, também conhecida por “Tchizé”, filha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, manifestado à família da criança “total disponibilidade” para custear a “medicação e controlo” do tratamento.

“Zungueiras” de Luanda lamentam pressão da Operação Resgate mas mantêm actividade

0

A venda ambulante desordenada na capital angolana persiste, uma semana após o início da Operação Resgate, com maior incidência na zona do Bairro de São Paulo, onde as vendedoras continuam a efetuar o comércio em passeios ou berma das estradas.

Nem mesmo da presença policial inibe as conhecidas “zungueiras” em comercializaram os seus produtos na via pública, desde o ovo à bicicleta, argumentando que, apesar da “pressão diária das autoridades”, é dai onde conseguem o “sustento dos filhos”.

Numa ronda efetuada, a Lusa constatou a presença maciça das vendedeiras, espalhadas um pouco pela capital angolana, mas com uma presença considerável na zona do São Paulo, um dos maiores centros comerciais a céu aberto em Luanda.

A Operação Resgate, que teve início a 06 de novembro, tem como propósito, segundo as autoridades angolanas, combater as transgressões administrativas, venda ambulante desordenada, a imigração ilegal e ordenar a circulação rodoviária entre outros.

Para as “zungueiras”, a “luta pela sobrevivência” obriga-as a enfrentar as correrias diárias dos “agentes da fiscalização e da polícia nacional”, porque a persistência em comercializar produtos na via pública acontece devido à “falta de mercados e ou de feiras”.

“É muita corrida, estamos desapontadas. Aos que roubaram o dinheiro do país [as autoridades] deram-lhes noves meses para devolver o dinheiro. Nós, que estamos aqui a trabalhar para sustentar os filhos, somos obrigadas a sair em menos de uma semana”, disse à Lusa a vendedora Luísa Luciano António, de 51 anos.

A vendedora lamenta a “pressão diária” dos agentes da polícia e da fiscalização, afirmando não existirem espaços nos mercados adjacentes para efetuar o comércio com normalidade.

“A polícia diz que a Operação Resgate é para as pessoas não venderem na rua, mas não há mercados, não há emprego, tenho filhos, e receio que eles se desvirtuem para o roubo e prostituição”, lamentou, afirmando desconhecer a versão das autoridades, que afirmaram haver disponíveis 31.000 lugares em mercados e feiras no país.

“O Estado tem de ver isso. Primeiro tem de resgatar o dinheiro que está no exterior”, defendeu.

Ancião engravida neta de 12 anos de idade

0
Young African American Woman Pregnant isolated on a black background

Um ancião, de 85 anos de idade, engravidou a sua neta, de 12 anos de idade, com quem vivia no bairro Cawango, em Caxito, província do Bengo.
Em declarações à imprensa, o pai da menor, Pascoal António Lopes, disse que tomou conhecimento da gravidez da sua filha pelas vizinhas, que comentavam a situação, e mais tarde foi confirmada pelo seu próprio pai.

Nesta altura, a menor está com cinco meses e o acusado encontra-se detido.

A menor frequentava a 3ª classe, mas deixou de ir a escola por causa do preconceito, lamentou o pai, que disse estar chocado por não esperar este comportamento do seu progenitor.

O psicólogo Paulo Paím reprovou o comportamento do pai, pois pode causar desestruturação familiar.

Acrescentou que entre as consequências para a menor está a formação académica comprometida, o isolamento social e um possível suicídio.

Sublinhou que, nesta altura, deve-se fazer o acompanhamento psicológico da menor, frisando que a família e a comunidade devem desempenhar um papel fundamental para confortar a menina.

Por sua vez, a parteira chefe da Maternidade do Hospital Provincial do Bengo, Margarida Tavares, explicou que por ser menor de idade, a menina poderá ter algumas complicações naltura do parto, visto que os seus órgãos reprodutores não estão completamente desenvolvidos e que provavelmente a mesma será submetida a uma cesariana.

Apelou aos pais a ter melhor controlo dos seus filhos e primarem pelo diálogo para evitar que situações do género aconteçam.

A directora do Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género do Bengo, Felisberta da Costa, disse que estão a par da situação e prometeu apoio à menor e à família.

Fonte: Angop

Convocatoria de Wilson Eduardo à seleção gera (muita) polémica

0

Sp. Braga anunciou a convocatória do extremo, mas os responsáveis do federação garantem que este não integra a lista.

Está instalada a polémica na seleção de Angola. Esta segunda-feira, o Sp. Braga anunciou a estreia de Wilson Eduardo nos convocados dos Palancas Negras, mas, pouco depois, os responsáveis da seleção… negaram.

Em declarações à agência Lusa, fonte da Federação Angolana de Futebol garantiu que o jogador não está entre os 26 eleitos.

De resto, a mesma fonte assegurou que os únicos jogadores que atuam em Portugal e que foram chamados por Srdan Vasilevic foram Mateus (Boavista), Gelson Dala e Buatu Jonathan (Rio Ave) e Freddy (Belenenses).

Perante esta situação, a dúvida sobre a chamada de Wilson Eduardo persiste, até porque o nome dos restantes convocados foi divulgada pela agência – Djalma (Alanyaspor), Bastos Quissanga (Lázio), Stélvio da Cruz (Dudelange), Ndulu (Desportivo da Huíla), Vá, Wilson, Mira, Tó Carneiro e Herenilson (Petro de Luanda), Show, Tony Cabaça, Dany Massunguna, Paizo, Buá, Ary Papel, Mário, Mingo Bile, Guelor, Geraldo e Mabululu (1.º de Agosto), Landu e Paty (Interclube).

Recorde-se que o jogador bracarense nasceu no Porto, mas é filho de pais angolanos e apenas representou Portugal nos vários escalões de formação – doze internacionalizações nos sub-16, outras tantas nos sub-17, vinte nos sub-19, três nos sub-20 e catorze nos sub-21.

No próximo domingo, a seleção de Angola disputa a quinta jornada do Grupo I de qualificação para a Taça das Nações Africanas (CAN) diante do Burquina Faso.