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1ºD”agosto volta a liderar o Girabola Zap

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O 1.º de Agosto e Kabuscorp do Palanca protagonizaram ontem no estádio 11 de Novembro,  um espectáculo longe de “encher os olhos” da pequena falange de adeptos que esteve sentada nas bancadas  e os que acompanharam o dérbi pela televisão. E tudo porque nem os militares e muito menos os palanquinos foram potentes para “puxar dos galões” e oferecerem uma exibição capaz de corresponder às expectativas.

Melhor que as exibições e um ou outro lance, as grandes recordações que os adeptos das duas equipas levaram para casa, foram as jogadas que resultaram nos golos de Macaia, aos 39 minutos, e Mabululu, aos 46’. Ainda assim, insuficientes para saciar os anseios de um público cada vez mais exigente.

As maiores ocasiões de golo pertenceram aos militares. O  conjunto orientado por Dragon Jovic foi aquela que cedo incomodou a baliza da equipa orientada por Paulo Torres. Umas vezes por Mabululu e outras por Mongo.
A passagem do primeiro quarto de jogo assistiu-se a pior fase da partida, com a bola a ser muito maltratada a meio-campo. As equipas  revelarem incapacidade para segurarem o esférico, com futebol musculado, atabalhoado, ignorando à importância do passe e a posse de bola, como elos primários de “ligação” ao jogo.

Incapaz de descobrir por meio de jogadas as vias de acesso à baliza de Dadão, foi por intermédio bola parada que os militares chegaram ao golo, por Macaia, a desviar muito bem de cabeça a bola, após cobrança de canto.
Na segunda parte esperava-se por um jogo muito mais intenso, sobretudo a julgar pela situação de desvantagem que se encontrava um dos contendores. O que não se esperava era uma enorme passividade do Kabuscorp, nos instantes iniciais dos últimos 45 minutos.

Mais uma vez, os militares viriam a aproveitar muito bem do seu jogo aéreo para dilatarem a vantagem. Mabululu, aos 46′, salta mais alto entre Fabrício e Ebunga, para fazer um cabeceamento perfeito e longe do alcance das mãos de Dadão.
Inconformado, Paulo Torres fez duas mexidas de uma só assentada. As entradas de Cabibi e Balakai viria a acrescentar muito de novo ao futebol do Kabuscorp, que passaram a incomodar mais vezes a baliza de Tony Cabaça.
A verdade é que a equipa do Palanca revelava-se órfão dos seus principais criadores. Faltava arte e engenho as jogadas dos visitantes. Não havia quem repensasse o ataque e municia-se o sector ofensivo. Doutor Lami andou largos períodos de jogo “apagado” pouco esclarecido e vezes sem conta a ficar no chão a reclamar por falta.

Ainda assim, os forasteiros tiveram muito melhor na segunda parte. Nesse período, tentaram provar que os golos consentidos foram acidentais e que podiam dar a volta ao texto. Fruto desta alteração de postura, acabou sendo com mais frequência que a baliza do 1.º de Agosto “abanou” com os ataques do Kabuscorp, mas jamais chegou a cair…

Estrada junto à UGP será encerrada por 24 meses

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As vias provisórias que vão ligar o distrito do Benfica, município de Belas, em Luanda, para outras zonas da cidade de Luanda começaram a ser sinalizadas desde a noite ontem (01), sexta-feira, devido ao início da construção do viaduto na zona do Futungo, no Talatona.

Será encerrado o troço entre a zona do restaurante Fininho e Bombas dos mirantes, nos dois sentidos.

Quem sair do Golfe 2 para o Benfica, através da Avenida Pedro de Castro Van-dúnem Loy, deverá acessar a via principal da Samba através do bairro Morro Bento, tendo a possibilidade de circular pela estrada nova no interior do Futungo.

Entre o Benfica/Golfe 2, os automobilistas deverão fazer um desvio, antes das bombas dos Mirantes, para o interior do Talatona, ou pelo interior do Futungo até a via principal da Samba.

Placas de sinalização, estão já a ser afixadas para facilitar a orientação dos automobilistas. O viaduto vai permitir a ligação do Benfica/Golfe 2 e Talatona/Samba, sem a intercessão de veículos.

A obra, a ser concluída em 24 meses, está orçada em 55 milhões 491 mil 726 dólares, e visa a construção de uma intercessão e um desnivelamento de cruzamento, que permitirá aos automobilistas saírem do Benfica, sentido Golfe 2 e vice-versa, passar pelo túnel, evitando o cruzamento com os veículos que saírem do Talatona e da Samba.

Os automobilistas que saírem da Samba/Golfe 2, Benfica/Samba, Golfe 2/Talatona irão usar a estrada superior, passando pela rotunda que os permitirá aceder às vias pretendidas.

Info@kilambanews.com

Instituto Superior “Venâncio de Moura” abre no Kilamba

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O Instituto superior de Relações Internacionais Venâncio de Moura, inicia o ano lectivo 2019, no dia 26 de Fevereiro na centralidade do Kilamba. Localizado na rua  Imperial Santana Zona NE, junto ao Hiper mercado Kero.

O processo de inscrições dos candidatos para o exame de acesso aconteceu de 03 a 19 de Janeiro. A publicação da lista dos candidatos foi feita no dia 23 de Janeiro e o exame de acesso aconteceu hoje (01), as matrículas dos candidatos aprovados vão desde o dia 18 até o dia 23 de Fevereiro.

O Instituto  Superior Venâncio de Moura foi formalmente criado como instituição pública do ensino superior afecta ao Ministério das Relações Exteriores por Decreto Presidencial N.º 228/17 de 27 de Setembro.

O grande objectivo da instituição é de criar no futuro uma Academia Diplomática que vai ministrar os cursos de mestrado e doutoramento, com o objectivo de elevar os níveis de conhecimento dos especialistas em Relações Internacionais e dos quadros do Ministério das Relações Exteriores. A proposta para a criação da Academia já foi apresentada ao Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação.
Além da licenciatura em Relações Internacionais, o instituto superior ministra também cursos profissionais para técnicos do Ministério das Relações Exteriores.

info@kilambanews.com

SIC efectua busca na casa do ex-director-geral do INEA

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O antigo director do Instituto de Nacional de Estradas de Angola, Joaquim Sebastião, foi convocado a comparecer hoje no Departamento contra Crimes Económicos do Serviço de Investigação Criminal (SIC), para para prestar informações sobre o período em que geriu a empresa afecta ao Ministério da Construção. Até ao momento ainda não saiu do edifício no Kinaxixi, segundo informações o mesmo já encontra-se detido.

Afastado do cargo no início de Dezembro de 2010 pelo então Ministro da Construção e Urbanismo, Fernando Alberto de Lemos da Fonseca, Joaquim Sebastião foi ontem surpreendido na sua residência, em Talatona, por um grupo de mais de 10 elementos do SIC com um mandado de apreensão e busca.

Segundo garantem algumas fontes, durante a primeira investida, no período da manhã, os efectivos do Serviço de Investigação Criminal não terão levado qualquer documento ou bens depois de terem feito uma vistoria na residência do antigo director-geral do Instituto Nacional de Estradas.

No período da tarde, isto das 15 às 16 horas, segundo apurou a nossa fonte, os investigadores fizeram-se novamente presentes no mesmo local.

‘O SIC esteve lá com a intenção de levá-lo’, contou uma fonte, salientando que ‘não fazia sentido porque ele tinha a notificação para ser ouvido’ hoje no Departamento contra Crimes Económicos.

Ainda sem nenhuma medida de coação ou ter sido constituído arguido, sabe-se que Joaquim Sebastião deverá prestar informações apenas hoje sobre a sua gestão à frente do INEA, particularmente num período em que esta instituição jogava um papel importante no processo de reconstrução das estradas no país.

 

Centro de Oncologia beneficia de donativos do Standard Bank de Angola

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O Centro Nacional de Oncologia, situado em Luanda, recebeu ontem vários donativos, do Standard Bank de Angola, no âmbito de sua responsabilidade social que esta instituição bancária tem desenvolvido  um pouco por todo país, no apoio à Luta contra o Cancro. O banco possui igualmente neste âmbito alguns eventos regulares como a promoção de acções de saúde na comunidade com as associações Médicos Pela Vida e Cárie Not e a promoção de aulas de alfabetização, com a associação ABC Alfabetizar.

O Instituto Angolano de Controlo de Câncer recebe em média, diariamente, 200 pacientes para consultas, e é composto por 72 camas de internamento. O seu serviço de pediatria atende crianças dos 0 aos 18 anos de idade, e os casos mais preocupantes são os de leucemia e linfomas, e ainda os de transplantes da medula óssea que não são realizados em Angola. Cadeiras de rodas, medicamentos, materiais gastáveis, produtos alimentares, produtos de higiene pessoal, produtos de limpeza e vestuários constaram do leque de produtos entregues.

Paula Domingos, Directora Administrativa do IACC avançou que ” “É muito importante para nós este gesto do Standard Bank de Angola, mas o mais importante é a preocupação com que o banco sempre nos tem tratado. temos participado com o Banco em várias acções, entre estas o “Novembro Azul”, que é um projecto que visa a consciencialização do Cancro da próstata, e recebemos de braços abertos todas as ajudas que nos possam ser feitas. Vão ser de muita utilidade e é de facto muito bom”.

Por seu lado, Isabel Cândido, Directora Clínica interina do Instituto de Câncer, na ocasião, abordou sobre o défice que o hospital tem em recursos humanos e de equipamentos para o bloco operatório, realçando que o IACC recebe pacientes provenientes de todo o país o que tem sido uma das suas maiores preocupações, “tendo em conta que muitos vêm acompanhados dos seus familiares e não têm onde hospedar-se”.

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Estado injeta 280 milhões para garantir atividade do BPC

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O Estado angolano vai injetar 280 milhões de euros no Banco de Poupança e Crédito (BPC) para garantir que o maior banco do país mantenha a atividade normal, segundo um decreto presidencial a que a Lusa teve hoje acesso.

De acordo com um decreto assinado pelo Presidente da República, João Lourenço, de 30 de janeiro, para este efeito foi autorizada uma emissão de Obrigações do Tesouro, com prazo de reembolso a quatro anos e uma taxa de juro anual de 16,5%.

O decreto presidencial autoriza o Ministério das Finanças a recorrer a uma “emissão especial” de Obrigações do Tesouro em Moeda Nacional (OTMN) no valor de até 100.000 milhões de kwanzas (279,5 milhões de euros), para, lê-se, “possibilitar que o mesmo (BPC) cumpra na sua plenitude a missão para a qual foi criado”.

Em 2017, o BPC registou um buraco de 5.200 milhões de dólares (4.530 milhões de euros), de ativos com baixo desempenho e em incumprimento, essencialmente crédito malparado, o segundo pior registo da história da banca em Angola.

O Estado angolano é acionista do BPC, através do Ministério das Finanças (75%), do Instituto Nacional de Segurança Social (15%) e da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (10%).

Segundo dados anteriores, o Estado angolano necessitava de injetar 31.500 milhões de kwanzas (115 milhões de euros, à taxa de câmbio de então) no BPC, para completar o capital social, conforme análise da auditoria externa às contas de 2017 daquele banco, elaborada pela UHY – Auditores & Consultores.

Essa auditoria alertava desde logo que a “capacidade do banco para continuar as operações depende do sucesso das suas atividades futuras, da manutenção dos depósitos dos seus clientes e da continuação do suporte financeiro dos seus acionistas”.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) assumiu em junho de 2018 a preocupação com o crédito malparado no BPC, recomendando ao Governo que nova injeção de liquidez ficasse condicionada à concretização do plano de reestruturação e mantendo-se proibida a concessão de novos empréstimos.

A informação constava das conclusões, de junho, da missão do FMI no âmbito das consultas regulares com as autoridades angolanas, ao abrigo do Artigo IV, e que abordam com preocupação a situação da banca angolana, e a sua falta de liquidez.

Na avaliação, a missão do Fundo — que no final de 2018 chegou a acordo com Angola para um programa de assistência – concluiu que os bancos angolanos, e sobretudo os detidos pelo Estado, enfrentam um cenário de crédito malparado muito elevado, apontando o caso do BPC como o caso mais crítico: “Permanece fracamente capitalizado, dependente do BNA para liquidez, e o ritmo da sua reestruturação operacional tem sido lento”.

De acordo com o FMI, desde 2014, com o início da crise do petróleo, que colocou em evidência a gestão dos bancos, que Angola tem investido anualmente mais de 4% do Produto Interno Bruto na recapitalização das instituições financeiras. Em 2018, segundo o FMI, Angola gastaria 1% de toda a riqueza produzida nesta recapitalização.

Em 2016, especificamente para atuar sobre a situação crítica no BPC, o Governo angolano lançou a sociedade pública Recredit, uma espécie de ‘banco mau’ para comprar o crédito malparado, injetando assim liquidez naquele banco e tentando depois recuperar esses ativos considerados tóxicos.

Inicialmente foi definida a aquisição pela Recredit de cerca de um terço dos ativos problemáticos do BPC, num total de cerca de 300 mil milhões de kwanzas (mais de mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), mandato que foi entretanto alargado pelo Governo para a compra – recorrendo à emissão de dívida pública – de mais 180 mil milhões de kwanzas (620 milhões de euros) de crédito malparado a outros bancos angolanos.

Em 2015, o BPC tinha 406 agências em todo o país, com 5.354 trabalhadores, números que subiram, respetivamente, para 443 e 5.530 até final do ano seguinte. Entretanto, a instituição iniciou um processo de redução do número de agências em todo o país.

Indústria das bebidas contesta novo imposto 31 de Janeiro, 2019

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A Associação das Indústrias de Bebidas de Angola (AIBA) reagiu ontem o estabelecimento do Imposto Especial de Consumo (IEC) – que visa também o tabaco e os artigos de luxo -, declarando que a medida vai resultar no aumento dos preços desses produtos e coloca em risco os empregos.

A AIBA revela pela primeira vez que a crise do preço do petróleo, que se prolonga desde 2014, já levou à perda de mais de cinco postos de trabalho só na indústria de bebidas e que não se deve “aumentar ainda mais esse número dramático com este novo imposto”.

“A efectivação desta medida constitui um choque brutal para o nosso sector já fragilizado com a questão de divisas e com uma quebra muito forte no consumo de-vido à inflação e redução do poder de compra da população”, adverte a associação.

A AIBA declara ter sido “surpreendida” pelo instituição do IEC por não ter sido envolvida de forma efectiva na discussão deste novo imposto, considerando que, e invés de ser penalizada depois dos investimento que elevaram o seu potencial exportador, deveria ser apoiada.

Solicita a reversão do imposto, declarando-se disposta a trabalhar nesse sentido com a Administração Geral Tributária.

Fonte: Angop

Dakaza inaugura nova loja em Luanda e cria mais de 40 novos empregos

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O Governador de Luanda, SérgioLuther Rescova inaugurou  na semana passada em Luanda, a 7ª loja DAKAZA, criando  45 novos postos de trabalho. Na inauguração da nova loja foi também lançado o projecto “Raízes”, que reforça a lado social da empresa ora inaugurada.

O director de operações da Dakaza, André Torres, explica que a nova loja reforça a aposta na produção nacional e promoção da cultura, mantendo o seu compromisso de uma oferta de qualidade acessível a todos. Por outro lado, o responsável esclareceu que em 2018, através do programa “Raízes”, que tem como objectivo valorizar e apostar na promoção e desenvolvimento da cultura e da produção nacional, a Dakaza realizou 10 exposições de artistas angolanos, vendeu 1 700 artigos e recebeu 30 000 visitas nas suas lojas.

A 7ª loja conta com uma área bruta de construção de 2.000m2, estacionamento dedicado e uma oferta variada de mobiliário e decoração nas diferentes áreas, como quarto, sala, mesa e cozinha, têxtil, ar livre, decoração, iluminação, entre outras, e surge depois de se ter feito um investimento que ronda em 1 300 milhões de kwanzas.

O Ministério da Cultura é agora o parceiro directo da Dakaza, através do projecto “Raízes”, que foi apresentado na Quinta feira em Luanda, na inauguração da 7ª loja. Constituído actualmente por 10 expositores, o programa “Raízes” contribui para preservação da Identidade das comunidades, bem como o empreendedorismo e empregabilidade de vários artistas e famílias, que através do seu talento promovem a cultura do país. “Embora esta seja já a 7ª loja da insígnia, este novo espaço apresenta- se com um ambiente, vivência e experiência de compra totalmente único e diferenciador. O novo conceito de loja tem como ponto principal a “Praça Central”, onde se pretende promover a Identidade e Riqueza da Cultura Nacional, através do Programa Raízes” Afirmou André Torres.

Carolina Cerqueira, ministra da Cultura, avançou  que esta parceria vai gerar empregos para a juventude e o desenvolvimento das indústrias criativas e culturais, através da melhor divulgação do artesanato, da música tradicional e outras expressões da cultura e tradição do povo, de todas as regiões do país, e esta loja será um lugar privilegiado para o efeito. De ressaltar que desde o início do programa já foram realizadas 10 exposições temáticas que receberam 30.000 visitantes.

A Dakaza assume assim um papel activo e próximo das comunidades, partilhando e promovendo o talento artístico nacional. A Dakaza é uma rede de lojas criada em Angola em 2014. Tem como missão levar aos seus clientes produtos de qualidade e as principais novidades do mercado, aos melhores preços, contribuindo para o seu bem-estar e para melhoria do seu dia-adia.

Ady Cudz inaugura campo de basquetebol em Luanda

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O músico angolano Adi Cudz, inaugurou na manhã de sábado passado em Luanda, dia 26 de Janeiro de 2019, um campo de basquetebol, localizado na Nova Marginal. O evento começou a partir das 9h e contou com vários atractivos culturais: animação musical, concursos de dança, Freestyle de basquetebol com Ady Cudz e oferta dos produtos Rox, que proporcionaram alegria e diversão a comunidade que marcou presença em peso.

Segundo o director de marketing do grupo Noble, Dario Santos, o espaço já existia, foi requalificado pela ROX, no âmbito da sua responsabilidade social, que pretende até ao final do ano repetir esta acção em mais 5 espaços na cidade capital, promovendo a prática de desporto, fomentando a saúde e o bem-estar.

ADY CUDZ, dirigiu – se a comunidade e seus fãs, dizendo que os mesmos podem usar a internet para falarem com seus familiares e amigos, encorajando o uso racional do espaço desportivo.

Para Dario Santos, (Director de Marketing do Grupo Noble), o objectivo deste projecto é incentivar as comunidades a prática do desporto, proporcionando a inclusão digital com acesso a internet grátis.

Operadora Zap actualiza tarifário de todos serviços

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A  operadora de televisão por cabo Zap anunciou hoje, em comunicado de Imprensa, que vai actualizar o preço dos seus serviços por causa das dificuldades financeiras criadas pela desvalorização da moeda nacional.

O comunicado chegado à nossa redacção, não especifica o valor da actualização que vai fazer aos seus serviços, a ZAP indica que a mesma vai ser efectivada progressivamente porque, face às dificuldades “no pagamento a fornecedores externos” de canais, ela é “essencial” para manter a qualidade dos serviços que presta.

Essa actualização é considerada pela empresa como “vital” para a sua sustentabilidade.
Sublinhando que, enquanto operadora de televisão por satélite, os canais que compõem a sua grelha “são comprados internacionalmente” bem como “pagos montantes elevados” pelos direitos de transmissão, a ZAP informa que não lhe foi permitido, nos últimos dois anos, “ajustar os preços”.

Por esta razão, e apesar das sucessivas desvalorizações do Kwanza, a operadora lembra que pratica os mesmos preços desde 2016 e que, desde então, a moeda nacional já depreciou cerca de 80 por cento, acrescentando que a inação acumulada já vai nos 45%.
Face a este cenário, a ZAP diz que vê-se na “premente necessidade de actualizar os preços”, assumindo que o valor dessa actualização vai ser anunciada progressivamente.
A ZAP conta hoje com 1500 trabalhadores directos e 6500 indirecto.