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Fundo de Fomento e Habitação alarga prazo de pagamento das casas nas centralidades

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O Fundo de Fomento Habitacional (FFH) uniformizou o período de pagamento das prestações dos beneficiários das centralidades habitacionais de todo o País, ao abrigo dos respectivos contratos de compra e venda com propriedade resolúvel.

Deste modo, os beneficiários que rubricaram inicialmente contratos com o extinto FADEH, SONIP e Kora têm agora a possibilidade de solicitar, por escrito ao FFH, a alteração das clausulas contratuais, dilatando assim o período para 30 anos ou equivalente a 360 prestações.De acordo com a nota entregue à Angop, neste terça-feira, pelo Ministério das Finanças, a medida visa facilitar os beneficiários com contrato promessa de compra e venda na modalidade de propriedade resolúvel que têm assim a vantagem de sofrer uma redução das suas prestações e com isso ajustar a sua taxa de esforço às actuais condições sociais e económicas do país.

O Fundo de Fomento Habitacional manifesta, desta feita, abertura para todo o diálogo com os beneficiários que registem atrasos no pagamento das suas prestações por se encontrem em dificuldades. À estes, o Fundo recomenda, contacto directo com o FFH para regularização da sua situação, sob pena desta instituição accionar os mecanismos sancionatórios previstos nos contratos e legislação aplicável.

O Fundo de Fomento Habitacional encoraja por isso o cumprimento das obrigações contratuais e fiscais que incidem sobre o património.

Fonte: Angop

Luanda volta ao trânsito agitado

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In front of the Viana railway station, a bus of TCUL (Transporte Colective Urbano de Luanda E.P.) a bus of TURA (Transporte Urbano Rodoviario de Angola, privado) Condongeiros (mini-buses, privado) e viaturas individuales

Luanda acordou ontem diferente em relação aos dias em que vigorava o Estado de Emergência. Trânsito rodoviário agitado, sobretudo nas avenidas de acesso ao centro da cidade, muito movimento de pessoas nas ruas, paragens de táxis abarrotadas, muito afluxo de pessoas nas instituições bancárias – sobretudo nos balcões do BPC- , vendedores ambulantes espalhados por todos os cantos, enfim… a capital angolana esteve como nos dias em que não se falava da pandemia da Covid-19.

Ontem, primeiro dia de implementação da Situação de Calamidade Pública decretada pelo Titular do Poder Executivo, o Jornal de Angola andou pelas ruas, ouviu pessoas, que defenderam rigor e fiscalização no cumprimento das medidas de biossegurança para travar o alastramento da pandemia, que no país já fez quatro mortes.

As avenidas 21 de Janeiro e Deolinda Rodrigues serviram de barómetro para determinar Luanda no primeiro dia de Situação de Calamidade Pública.
Os estabelecimentos co-merciais funcionaram dentro dos parâmetros estabelecidos e a venda informal invadiu espaços, atrapalhando o trânsito. Alguns produtos eram mesmo expostos nas pedonais.

Grande parte dos restaurantes, cafés e lanchonetes continuava encerrada. Alguns proprietários evocaram falta de dinheiro para compra de produtos com vista o reinício da actividade e preparação de condições de biossegurança para reduzir o risco de infecção, tanto dos trabalhadores como dos clientes.

Mas o Restaurante São João, no Bairro Maculusso, abriu as portas ao público logo pela manhã. Ana Bela, responsável do espaço, disse que a fraca afluência de clientes deve-se ao temor dos clientes pela pandemia. Ela acredita que aos poucos “tudo voltará à normalidade”.

Afirma que as condições de biossegurança estão criadas. Logo à entrada, os clientes são obrigados a higienizar as mãos com álcool em gel, só depois são encaminhados para as mesas, separadas dois metros uma das outras. As casas de banho dispõem de sabão azul e toalhinhas descartáveis.

Ana Bela assegura que todos os funcionários do restaurante usam máscaras e luvas. “Estamos a ter o má-ximo cuidado de higienizar o espaço”, referiu.

O pároco da Igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro Nelito Soares, garante o iní-cio de algumas actividades. Sublinhou que os cultos e celebrações são uma peque-na parte no leque geral das actividades da igreja, que incluem a catequese, reunião dos grupos, cursos de noivos, etc.

O frei PietroTosatodro assegura que os cultos serão simples e algumas partes serão omitidas, como a troca de abraços no momento da saudação. Acrescentou que a hóstia será dada nas mãos, sem o pronunciamento das palavras habituais.

Sérgio Luther Rescova exonerado hoje

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O Governador de Luanda Sérgio Luther Rescova Joaquim, foi exonerado hoje (26) segundo uma nota do Presidente da República, no mesmo documento, várias mexidas foram efectuadas.

Joana Lina é agora a nova governadora de Luanda em substituição de Rescova, que vai a província do Uíge substituir Mpinda Simão.

O Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, exonerou esta terça-feira [26.5] Joana Lina Ramos Baptista Cândido, do cargo de Governadora da Província do Huambo; Sérgio Luther Rescova Joaquim, do cargo de Governador da Província de Luanda, e Mpinda Simão, do cargo de Governador da Província do Uíge.

Noutro decreto João Lourenço nomeou, Lotti Nolika, para o cargo de Governadora da Província do Huambo; Joana Lina Ramos Baptista Cândido, para o cargo de Governadora da Província de Luanda, e Sérgio Luther Rescova Joaquim, para o cargo de Governador da Província do Uíge.

Também hoje, o Presidente João Lourenço exonerou, a seu pedido, Alberto Paca Zuzi Macosso, do cargo de Vice-Gorvernador da Província de Cabinda para o Sector Político e Social, e nomeou para o mesmo cargo Miguel dos Santos Oliveira.

Por último, o Presidente da República exonerou Samahina de Sousa da Silva Saúde, do cargo de Secretário de Estado para o Planeamento e Ruth Madalena Mixinge, do cargo de Secretária de Estado Família e Promoção da Mulher, nomeando Milton Parménio dos Santos Reis, Secretário de Estado para o Planeamento e Elsa Maria Barber Dias dos Santos do Espírito Santo, para o cargo de Secretária de Estado para a Família e Promoção da Mulher.

Recém-nascido encontrado em contentor no Kilamba-Kiaxi

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Um recém-nascido de dois meses foi abandonado, com vida, em um contentor de lixo, domingo, no município do Kilamba-Kiaxi, em Luanda.

Até ao momento desconhecem-se os autores do crime, mas o Serviço de Investigação Criminal (SIC) trabalha para localizar os criminosos e encaminha-los as autoridades judiciais.

De acordo com o porta-voz dos bombeiros, Faustino Minguês, a criança foi encontrada no distrito do Palanca, região da Igreja do Kimbango.

Segundo o responsável, o bebe de sexo masculino, com aparência de ter nascido há dois meses, foi descoberto por volta das 18 horas, por cidadãos.

Informou que o recém-nascido apresentava, na altura, bons sinais de vida, com um ritmo de respiração aceitável, tal como o batimento cardíaco, embora requer alguns cuidados.

Encontra-se, neste momento, sob cuidados das autoridades sanitárias locais.

Trata-se do quarto caso de abandono de recém-nascido, este ano, em Luanda. Há dois meses  foi encontrado um de dias, igualmente, numa lixeira no município de Belas.

Dos quatro casos registados, apenas uma mulher responde judicialmente, depois de ser localizada pelas autoridades judiciais, após uma denuncia, em Viana.

Hora de ir ao bar. E beijar na boca, já?

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“Já tinha saudades de tomar um cafezinho sentado numa esplanada”. Estas foram as palavras de abertura das hostilidades da segunda fase do desconfinamento por estas bandas da península ibérica, mais propriamente, em Portugal, proferidas pelo primeiro-ministro António Costa. Apesar dos apesares a vida não para e viver pessimista é horrível.

Saio às ruas para obter o barômetro do que agora é chamado de calamidade. Exige-se, mas com cautela, uma saída forçada da pandemia. O regresso a normalidade não pode ser de forma brusca. Entende-se que o aborrecimento já é o maior e o pior inquilino de muitos lares mas se se pretende evitar males maiores ainda é a melhor coisa a fazer.

Em quase todos os cafés que tive a oportunidade de vislumbrar tanto ao longe como aconchegado, o sentimento era de saudade. O sentir as nadegas pousadas numa cadeira, o diálogo com a pessoa que atende, o prazer de poder gastar o mínimo que se pode, o olhar às paisagens enquanto envenena-se os pulmões com nicotina, observar com os olhos e com o coração cada emoção, nunca deu antes tanta satisfação.

As distâncias sempre recomendadas: dois metros enquanto há desconfiança. Lá no bar só a cerveja tem a capacidade de tornar o consumidor imune. Na primeira cerveja, as regras de segurança são exigidas; à segunda, a necessidade de desabafar com o homólogo da caneca, qualquer questão que seja, torna-se basilar. Ao efeito do lúpulo exagerado, abraços e beijos são dados de formas inconscientes. Ali a pessoa questiona-se: afinal é a fé que salva ou nem por isso? Pois claro, o vírus não resiste ao álcool.

Pelas avenidas, a tranquilidade ainda não era fotografia de alguns transeuntes. Rostos amarfanhados, de quem se calhar perdera alguém nesta desgraça, pintavam o dia. Os velhos, os maiores “clientes” desta hecatombe, caminhavam ainda tartarugalmente com olhos presos na esperança. “A vida não é para ser vivida com pressa”. Ouvi da boca de um mais velho que, dito aquilo, abanou a cabeça, enquanto observava fixamente para um algo qualquer. Olhei para a mesma direcção e vi que ele, decepcionado, enxergava dois adolescentes que em plena rua tiraram as máscaras para darem um beijo demorado na boca de um e de outro.

Não sei se era ciúme por parte do sábio velho ou mesmo tristeza ao ver dois imberbes a violarem com paixão as regras de segurança contra o Covid-19. Como diz um bom amigo: “Com calma e com alma” vamos chegar lá. É hora de ir aos bares mas beijar na boca mesmo só com segurança. Ahm, e beber só com responsabilidade.  

Cidadão flagrado a roubar cabos elétricos no Kilamba

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Um cidadão de 23 anos de idade, do sexo masculino, natural de Kwuanza Sul e residente do bairro 5 fios, foi apanhado pelas autoridades, quinta feira (21) em flagrante delito a cometer o  furto de 6,5 metros cabos elétricos, junto ao Multiuso Arena do Kilamba. O mesmo já se encontra sobe custodia da polícia.

Decorre desde o início deste ano, uma campanha de manutenção ao sistema de iluminação pública e equipamentos eléctricos, nas principais avenidas do distrito urbano do Kilamba.

De realçar que na centralidade do Kilamba, já foram derrubados mais 190 postos de iluminação incluindo semáforos devido acidentes de viação e são poucos os cidadãos que se responsabilizam pelos danos causados muita das vezes após o acidente os cidadãos envolvidos colocam-se em fuga, o responsável da Electro Kalabo, garantiu ainda ao KilambaNews que “os danos mais preocupantes são os PS’s, e PT’s, assim como cabos Elétricos e postes de iluminação pública , por conta dos equipamentos acoplados aos mesmos, podemos sem medo de errar que os custos rondam na ordem dos AOA 200.000.000,00”.

info@kilambanews.com

Afinal o administrador não é surdo

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Várias foram as reclamações em relação à sarjeta do quarteirão L, sim, aquelas mesmos que volte e meia está a jorrar água com  cheiro nauseabundo, afinal já foram feitas algumas intervenções, e desta vez, para não variar, por conta das últimas chuvas, parece que aqueles esgotos voltaram a  jorrar água pela avenida abaixo.

E fomos saber o que se passa de concreto, e qual foi o nosso espanto! Depará-mo-nos com uma realidade diferente, imagens da quantidade de lixo que saiu da mesma sarjeta, o pessoal da administração mostrou-nos estas imagens que nos levaram a reflectir, afinal, de alguma forma, algum  trabalho tem sido realizado.

Mas nós como cidadãos, afinal também não fazenmos bem a nossa parte, que é de cuidar o bem público que é de todos nós, porque senão vejamos, apontamos o dedo, reclamamos, dizemos que a administração não faz nada, mas a verdade e que quem coloca ou colocou este lixo todo nas sarjetas que em princípio é só para o escoamento das águas residuais? Hamm pois, somos nós moradores, que passamos a vida a reclamar mas sem apontar soluções, mas claro às nossas reclamações muitas vezes são legítimas e outras vezes  são eivadas de más intenções.

Sim! Reclamámos, e afinal o administrador não é surdo, ouve as reclamações, muitas delas, feitas de maneira exacerbada, com alguma falta de respeito e sem a ponderação necessária, ainda assim, o homem como servidor público, engoliu a seco as reclamações e  meteu a sua equipa a trabalhar, e lá está o resultado, esgoto entupido, com bastantes resíduos, sacos com lixo, roupas velha, absolvente, enfim, objectos que deviam ser deitados no contentor, mas estavam lá nas condutas dos esgotos, significa que alguém os colocou lá.Quem será?

Concluímos que nós os moradores é que também ajudamos a estragar, danificar, destruir um bem nosso e depois somos os primeiros a apontar as falhas e a dizer que a administração não faz nada.

Vamos reflectir nisto, devemos continuar a criticar sim, mas com urbanidade, respeito e educação e mais, devemos também ajudar na gestão do bem de todos nós. Devemos apontar soluções, reclamar nas entidades de direito e não nos escondermos nas redes sociais para insultarmos aqueles que de alguma maneira fazem o seu trabalho.

Vamos fazer a nossa parte, mas sem precisar chocar com ninguém, afinal, a cidade é de todos nós, governantes e governados.

Por:Hélder Ganga

OMS pede investigação rigorosa à epidemia em Angola

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) pede uma investigação rigorosa em Angola para averiguar um eventual foco de transmissão comunitária depois de um caso suspeito que resultou na terceira morte registada no quadro da epidemia no país.

Angola ainda está num cenário de transmissão local com casos esporádicos da Covid-19, garantiu à Lusa o representante da OMS em Angola, mas sublinhou a necessidade da investigação antes de declarar transmissão comunitária.

Na segunda-feira, o secretário de Estado para a Saúde Pública de Angola, Franco Mufinda, anunciou dois novos casos de infeção por covid-19 no país, dos quais um de possível transmissão comunitária e que resultou em morte, elevando para 50 o número total de infetados.

Em declarações à Lusa, o representante da OMS, Javier Aramburu adiantou que, para haver transmissão comunitária, é necessário que ocorram vários ciclos de contágio durante algum tempo (pelo menos, um mês) e que não foram identificados.

“Ainda estamos a tempo de conter a transmissão. Angola, neste momento, está numa fase de transmissão local com casos esporádicos. Para dizer que já se passou a outro cenário é necessário fazer uma pesquisa pormenorizada e muito rigorosa”, adiantou o especialista.

Neste momento é o que está a ser feito pelo ministério da Saúde angolano (MINSA), com apoio da OMS, esse é o procedimento correto, acrescentou o mesmo responsável, estimando que estejam disponíveis resultados preliminares ainda esta semana.

“É preciso esperar pelos resultados para definir as medidas de intervenção mais adequadas”, salientou.

Segundo as autoridades sanitárias angolanas, os mais recentes casos de infeção são uma mulher, de 25 anos, enfermeira num dos centros de tratamento do setor privado e um homem de 82 anos, com várias patologias, incluindo doença pulmonar obstrutiva crónica, que morreu poucas horas depois de dar entrada na unidade de saúde.

Franco Mufinda disse que este homem tinha regressado de Portugal no mês de fevereiro, numa altura em que não se registavam ainda casos de covid-19 e “há todo um trabalho à volta do mesmo” para apurar possíveis ligações a outros contactos.

Angola regista até agora 52 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, dos quais três óbitos, 17 recuperados e 30 ativos em situação clínica estável.

Entre estes, 22 são de transmissão local, faltando ainda o enquadramento do caso anunciado na segunda-feira.

Até ao momento foram recolhidas 6.605 amostras, das quais 50 positivas, 6.508 negativas e 547 em processamento.

Há 442 casos suspeitos investigados até à data e mais de mil contactos a ser seguidos, encontrando-se a cumprir quarentena institucional 1214 pessoas.

Fonte:LUSA

Associação nação verde doa sabão no Kilamba

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Hoje (19) o dia ficou marcado com mais uma acção de solidariedade que consistiu na distribuição de sabão gratuita, na Tenda do Distrito Urbano do Kilamba, às famílias carenciadas;

Foram no total distribuídas 150 barras de sabão artesanal à 150 famílias e a iniciativa não vai ficar por aqui.

A Associação nação verde agradece a todos que directa ou indirectamente nos têm ajudado com o mínimo que podem, sobretudo os nossos parceiros incansáveis como a Ecoangola, Projecto Cambeu, I love Angola, Associação Fazer o Bem Sem Fronteiras, Associação de Defesa Global da Biodiversidade, Administração do distrito urbano do Kilamba, Associação Amigos do Futuro, Associação das Mulheres Ambientalistas de Angola, Conselho da Juventude do Distrito do Kilamba e a Rede Maiombe.

info@kilambanews.com

Mais de 190 postes de iluminação foram derrubados no Kilamba

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Decorre desde o início deste ano, uma campanha de manutenção ao sistema de iluminação pública e equipamentos eléctricos, nas principais avenidas do distrito urbano do Kilamba.

Na centralidade do Kilamba, já foram derrubados mais 190 postos de iluminação incluindo semáforos, devido acidentes de viação e são poucos os cidadãos que se responsabilizam pelos danos causados muita vezes após o acidente os cidadãos envolvidos colocam-se em fuga, o responsável da Electro Kalabo, garantiu  ao KilambaNews que “os danos mais preocupantes são os Postos de Seccionamento, e Postos de Transformação, assim como cabos Elétricos e postes de iluminação pública, por conta dos equipamentos acoplados aos mesmos, podemos sem medo de errar que os custos rondam na ordem dos AOA 200.000.000,00”.

A equipa de reportagem do Kilambanews, ouviu o responsável da empresa Electro Kalabo, Eng.° Rildo Pinto, que garantiu que “a  duração dos trabalhos de manutenção vão de seis a oito meses, caso não hajam situação ou outras avarias causadas por oscilações no sistema Elétrico, interrupções fruto de vandalismo. De realçar que alguns trabalhos até aqui efectuados, foram duplamente executados, o que recua o nosso plano de acção”.

Para empreitada no Kilamba, a equipa tem alocado, sete técnicos, dois de média tensão para garantir a manutenção nos PT’s e cinco de baixa tensão, para garantir a manutenção de Iluminação pública.

Desde de dezembro de 2018, a Electro Kalabo realiza manutenções preventivas, até a data presente foram recuperados, cinco PT’s de Iluminação pública, dezassete semáforos e mais de noventa e nove Postes de iluminação pública, foram gastos para a manutenção dos equipamentos até ao momento 15.345.675,56 (Quinze milhões, trezentos e quarenta e cinco mil e seiscentos e setenta e cinco mil kwanzas).

Os custos para a reposição dos semáforos, postes de IP, estão avaliados em AOA trezentos e cinquenta milhões de kwanzas,  AOA 350.000.000,00


info@kilambanews.com