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Investigador revela idade ideal para dar primeiro telemóvel ao seu filho

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Uma ideia com a qual o cofundador da Microsoft, Bill Gates, parece concordar.

Estamos, enquanto sociedade, cada vez mais conectados e as redes sociais – também elas cada vez mais presentes – são hoje em dia um veículo essencial na forma como comunicamos entre nós.

Os telemóveis são o dispositivo de eleição para usar estas plataformas e é natural que comecem a fazer parte da vida de crianças cada vez mais jovens. No entanto, o que acontece quando as crianças têm um telemóvel cedo demais? Aliás, será que há uma idade certa para que uma criança receba o seu primeiro telemóvel.

Zach Rausch, investigador da Universidade de Nova Iorque que participou no livro ‘The Anxious Generation’ de Jonathon Haidt, acredita que há de facto uma idade mais indicada.

“Sugerimos no livro que se atrase o primeiro telemóvel até ao ensino secundário, por volta dos 14 anos”, contou Rausch à CNBC“As redes sociais sugerem atrasar a oferta do primeiro telemóvel até aos 16 anos, por isso talvez um pouco mais tarde”.

Esta é uma noção com a qual o cofundador da Microsoft e filantropo Bill Gates parece concordar. O empresário contou ao Mirror em 2017 que os seus próprios filhos não tiveram acesso ao seu próprio telemóvel até aos 14 anos.

“Muitas vezes definimos um horário após o qual não há tempo de ecrã e, no caso deles, isso ajuda-os a dormir a uma hora razoável”, revela Gates em entrevista.

 

 

Requalificada quadra desportiva no W

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A quadra desportiva, do quarteirão W no Distrito Urbano do Kilamba está devidamente Requalificada e entregue aos praticantes do desporto.

Numa iniciativa da Administração do Distrito Urbano do Kilamba e a Premier Bet, vai massificar o desporto em várias modalidades.

O acto de entrega foi presidido pelo Administrador adjunto para área financeira Adelino Lengrica, na presença dos responsáveis da empresa PREMIER BET, Membros da Administração Municipal e Desportistas.

Info@kilambanews.com

Salários da função pública deste mês poderão atrasar novamente

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A secretária de Estado do Orçamento, Vera Daves, intervém durante a ação de formação para jornalistas realizada pelo Ministério das Finanças, em Luanda, Angola, 06 de outubro de 2018. AMPE ROGÉRIO/LUSA

Os salários da função pública deste mês poderão voltar a mostrar atraso no pagamento.

O anúncio foi feito esta quarta-feira, 14 de Agosto, pela Ministra das Finanças Vera Daves de Sousa, a saída da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros.

Vera Daves de Sousa, afirma que esse cenário é possível por causa da pressão exercida pelo serviço dívida.

Entretanto, a Ministra das Finanças, tranquilizou a população e revelou que estão a ser tomadas todas medidas para se minimizar esta situação.

“Insegurança cibernética em Angola desencoraja investimento estrangeiro”, alerta especialista

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O ambiente de insegurança cibernética em Angola pode desencorajar investimentos estrangeiros e dificultar o crescimento de sectores que dependem da tecnologia digital, considera o especialista em cibersegurança, Fernando Samuel.

“As empresas e indivíduos podem perder dinheiro directamente através de fraudes online, ransomware, phishing e outros tipos de ataques cibernéticos”, disse o especialista, em entrevista à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, apelando às empresas para que invistam em medidas de segurança adicionais, responder a incidentes de segurança e reparar danos causados pelos ataques, o que pode ser bastante oneroso.

Em Angola, segundo o especialista, os ataques cibernéticos geralmente são mais registados em hospitais e instituições de saúde, do governo e agências governamentais, incluindo ministérios, departamentos de defesa e outros órgãos governamentais que possuem dados sensíveis e informações confidenciais, em instituições financeiras públicas, como bancos estatais e outras entidades financeiras que lidam com grandes volumes de transações monetárias, assim como em universidades e escolas públicas, infra-estruturas críticas, sistemas de transporte público.

“Esses setores são frequentemente alvos de ataques, devido ao valor dos dados que armazenam e à criticidade de suas operações, tornando-os suscetíveis a diversas formas de ataque, como ransomware, phishing e ataque de negação de serviço (DDoS)”, referiu.

Entre os crimes cibernéticos mais comuns em Angola, apontou, estão a clonagem de cartões de crédito, transferências ilícitas via internet banking, venda simulada de produtos pela Internet, espionagem e incitamento à violência.

“Esses crimes têm causado significativos prejuízos económicos ao país”, afirmou Fernando Caetano, autor da obra literária “Crimes Cibernéticos”.
Para mitigar esses impactos, defende a necessidade da criação de um Centro de Estudos Respostas e Tratamento de Incidentes Informáticos (CERT) e a adesão de Angola à Convenção de Budapeste sobre crimes informáticos.

“É crucial que Angola invista em infra-estrutura de segurança cibernética, promova a educação e conscientização sobre cibersegurança e desenvolva políticas robustas para proteger contra crimes cibernéticos”.

Relatórios globais de segurança cibernética indicam que os ataques cibernéticos estão aumentando em todo o mundo, com perdas globais estimadas em trilhões de dólares anualmente. Entretanto, em Angola, as perdas financeiras podem estar estimadas em mil milhões kwanzas.

Angola é o segundo país em África com maior registo de ciberataques, conforme declarações do director nacional de cibersegurança do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Hediantro Wilson Mena.

No entanto, no primeiro semestre de 2023, mais de mil ataques cibernéticos foram registados em empresas públicas e privadas do país. A banca foi alvo de 6,9% desses ataques, enquanto os telemóveis representaram 34,9%, principalmente devido à falta de medidas de segurança por parte dos usuários.

Angola foi um dos principais compradores de “fardo” na China

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Quénia, Angola e Gana estão entre os principais destinos da roupa usada exportada pela China, segundo um relatório das Nações Unidas que estima que este mercado represente um volume de negócios superior a 9 mil milhões de dólares.

Em 2021, África foi o principal destino da China para roupas em segunda mão, particularmente Angola, Gana e Quénia, que importou 20% do vestuário proveniente do país asiático, cujas exportações passaram de 53 milhões de dólares (48,5 milhões de euros) em 2020 para 140 milhões de dólares (128,2 milhões de euros) em 2021, salienta-se no relatório da Comissão Económica das Nações Unidas (UNECE) datado de junho de 2024.

Estas peças de vestuário são originárias normalmente dos países mais ricos e vendidas aos mais pobres, sendo os principais exportadores a União Europeia (30%), a China (16%) e os Estados Unidos (15%), enquanto a Ásia, predominantemente o Paquistão, representou 28% das compras, África 19%, (sobretudo o Gana e o Quénia) e a América Latina 16% (sobretudo o Chile e a Guatemala).

No relatório, intitulado “Mudando a direção na crise do vestuário usado: Perspetivas mundiais, europeias e chilenas”, salienta-se que o modelo de produção na indústria têxtil deixou de ser baseado nas fibras naturais e em políticas protecionistas para um modelo em que as fibras sintéticas se tornaram omnipresentes, a produção foi deslocalizada e a velocidade de fabrico e distribuição dos produtos acelerou rapidamente.

Este modelo de fast-fashion (moda rápida) que envolve mais coleções por ano, geralmente a preços baixos, e usadas durante cada vez menos tempo levou a uma sobreprodução e sobreconsumo de roupas, que estimularam o desenvolvimento do mercado de vestuário em segunda mão, com transações avaliadas em 9,3 mil milhões de dólares (8,5 mil milhões de euros) em 2021.
Os volumes de roupas descartadas aumentaram quase sete vezes nas últimas três décadas, segundo o relatório da UNECE.

No documento refere-se igualmente que o aumento da produção de vestuário foi acompanhado de uma redução na qualidade.
Grande parte do vestuário é fabricado a partir de fibras sintéticas misturadas difíceis de separar, reduzindo as possibilidade de reutilização económica e reciclagem particularmente nos países desenvolvidos, salienta.

As exportações de vestuário em segunda mão da União Europeia para mais de 100 países – principalmente na Ásia e África – ultrapassaram 1,8 milhões de toneladas com um valor de 1,66 mil milhões de dólares (1,52 mil milhões de euros) em 2021.

Mosquitos “invadem” o Kilamba

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Os moradores da cidade do Kilamba, pedem com urgência, uma intervenção da Administração do Distrito Urbano do Kilamba, para proceder a fumigação em todos os quarteirões da cidade.

Já há relatos de muitos casos de paludismo principalmente em menores, não é conhecida as causas do aumento de mosquitos pela cidade, uma vez que estamos em tem seco e não há o registo de águas paradas das chuvas. Para precaução alertamos aos moradores a medidas de prevenção como uso de repelentes na pele, fechar mais cedo as janelas dos compartimentos do apartamento, para se evitar a propagação do paludismo e malária.

Kilamba e arredores sem água amanha (14/08)

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A Empresa Pública de Águas, EPAL-EP, comunica aos estimados clientes e público em geral, que devido aos trabalhos de manutenção dos equipamentos electromecânicos, vai proceder a paralisação da Estação de Bombagem do Kilamba no dia 14 de Agosto do corrente, no período das 06h00 às 22h00.

Como consequência desta actividade, ficarão privados do abastecimento de água potável a Centralidade do Kilamba, Blocos da Urbanização KK 5000, bairro Bita Vila Flor e arredores, durante o período de realização dos trabalhos supramencionados.

A EPAL-EP solicita a compreensão dos seus clientes das zonas afectadas pelos transtornos causados, comprometendo-se em normalizar o abastecimento de água o mais breve possível.

Ex Gestor de operações do Parque Nacional do Iona morre no acidente aviação no Brasil

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A informação foi confirmada no Facebook oficial do parque nacional do Iona “É com profundo pesar, tristeza e consternação que informamos do falecimento do Miguel Arcanjo Rodrigues Jr, ex-Gestor de Operações do Parque Nacional do Iona.

O Miguel estava a preparar-se para regressar temporariamente ao Parque Nacional do Iona, com o desejo de voltar a trabalhar connosco, algo que o enchia de alegria. Infelizmente, no dia 09 de Agosto de 2024, pelas 13h25, hora local, o avião em que viajava despenhou-se durante a viagem para Angola, tendo o Parque Nacional do Iona como destino final. O voo ligava Cascavel, sua terra natal, a São Paulo, e não houve sobreviventes. Lamentavelmente, o Miguel estava a bordo.

“O Miguel não era apenas um exemplo de integridade, honra e honestidade no seu trabalho, mas também um grande amigo para muitos de nós. A sua presença era uma fonte constante de alegria e inspiração, e o seu entusiasmo contagiava todos ao seu redor. Ele tinha um carinho especial pelo Parque Nacional do Iona e pela nossa equipa, e estava genuinamente feliz por poder regressar para nos ajudar novamente. A sua memória viverá para sempre nos nossos corações e na história do Parque, onde o seu contributo e dedicação serão eternamente reconhecidos.” – Pedro Monterroso, Gestor do Parque.

 

Kagame tomou posse para o quarto mandato

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O Presidente do Ruanda, Paul Kagame, foi empossado no domingo, 11, para um quarto mandato, depois de ter vencido as eleições do mês passado com mais de 99% dos votos.

Várias dezenas de chefes de Estado e outros dignitários de países africanos juntaram-se à cerimónia de tomada de posse num estádio de 45.000 lugares em Kigali, onde a multidão começou a reunir-se desde o início da manhã.

Kagame prestou juramento perante o Presidente do Supremo Tribunal, Faustin Ntezilyayo, comprometendo-se a “preservar a paz e a soberania nacional e a consolidar a unidade nacional”.

O resultado das eleições de 15 de julho nunca esteve em dúvida para Kagame, que governa a pequena nação africana desde o genocídio de 1994, como líder de facto e depois como presidente.

Kagame obteve 99,18% dos votos expressos e garantiu mais cinco anos no poder, de acordo com a Comissão Eleitoral Nacional.

Os activistas dos direitos humanos afirmaram que a vitória esmagadora do homem de 66 anos foi um lembrete claro da falta de democracia no Ruanda.

Apenas dois candidatos foram autorizados a concorrer contra ele, de entre oito inscritos, e vários críticos proeminentes de Kagame foram barrados.

O líder do Partido Verde Democrático, Frank Habineza, ficou em segundo lugar com 0,5% dos votos contra 0,32% do independente Philippe Mpayimana.

Conversações de cessar-fogo na RDC

Kagame é considerado o responsável pela reconstrução de uma nação arruinada após o genocídio, quando extremistas hutus desencadearam 100 dias de sangrenta carnificina contra a minoria tutsi, matando cerca de 800.000 pessoas, principalmente tutsis, mas também moderados hutus.

Mas os activistas dos direitos humanos e os opositores afirmam que Kigali governa num clima de medo, esmagando qualquer dissidência com intimidações, detenções arbitrárias, assassinatos e desaparecimentos forçados.

Kigali é também acusado de fomentar a instabilidade no leste do seu vizinho muito maior, a República Democrática do Congo.

O Presidente angolano João Lourenço, entre os presentes na cerimónia de domingo, deveria manter conversações privadas com Kagame sobre o acordo de cessar-fogo na RDC, informou a Presidência angolana.

Luanda mediou o acordo no mês passado após uma reunião entre os ministros dos Negócios Estrangeiros da RDC e do Ruanda, que é acusado de apoiar o grupo rebelde M23 que combate as forças armadas de Kinshasa.

Mas a 4 de agosto, o dia em que o acordo deveria ter entrado em vigor, os rebeldes do M23 – que conquistaram território no leste desde que lançaram uma nova ofensiva no final de 2021 – capturaram uma cidade na fronteira com o Uganda.

Com 65% da população com menos de 30 anos, Kagame é o único líder que a maioria dos ruandeses alguma vez conheceu.

“Votei com orgulho no Presidente Kagame e fiz questão de estar aqui hoje para testemunhar esta tomada de posse histórica”, disse Tania Iriza, uma comerciante de 27 anos, uma das dezenas de milhares de pessoas que compareceram à cerimónia.

“A sua liderança tem sido transformadora para a nossa nação. Sob a sua liderança, o Ruanda ergueu-se do seu passado trágico e forjou um caminho para a prosperidade, a unidade e a inovação.”

Kagame ganhou todas as eleições presidenciais que disputou, sempre com mais de 93 por cento dos votos.

Em 2015, supervisionou as controversas alterações constitucionais que encurtaram os mandatos presidenciais de sete para cinco anos, mas que reiniciaram o relógio do líder ruandês, permitindo-lhe governar potencialmente até 2034.

SIC alerta para sequestro de contas no WhatsApp por falsos funcionários de empresas públicas e bancos

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O Serviço de Investigação Criminal (SIC) lançou uma alerta para esquemas de roubo de dados de acesso às contas do WhatsApp envolvendo falsos funcionários de alguns bancos e empresas públicas.

Entre as empresas usadas no esquema está a UNITEL, a ENDE, a EPAL, o BAI ou o BFA, recorrendo os meliantes ao argumento de que estão a tratar da actualização de dados, solicitando aos clientes elementos que dão acesso ilegítimo à sua conta do WhatsApp.

Este problema agrava-se quando, a partir desta conta, os criminosos têm acesso a outros dados, como, por exemplo, de contas bancárias, imagens íntimas que permitem chantagens ou, entre outros, fazer pedidos de dinheiro a “amigos” ou “familiares”.

Segundo o SIC, nos últimos dias, várias pessoas viram as suas contas do WhatsApp sequestradas depois de terem recebido chamadas e seguiram as instruções dos criminosos, fornecendo os seus códigos durante a conversa.

Ao Novo Jornal, o director de comunicação institucional e imprensa do SIC-geral, o superintendente-chefe Manuel Halaiwa, disse que várias pessoas foram também burladas ao acederem aos falsos formulários de actualização do aplicativo bancário “BAI Directo”.

“Os criminosos praticaram outros crimes, como extorsão online, chantagem, furtos em contas bancárias e burlas, pois introduziram-se na vida particular, íntima e reservada das pessoas”, disse.