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Assaltantes do Banco Sol no Jardim de Rosas detidos pelo SIC

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Seis homens, presumíveis autores do assalto da agência do Banco Sol, no condomínio Jardim de Rosas, no município de Belas, em Luanda, foram detidos e apresentados hoje, quinta-feira, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) e Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional.

Na ocasião, os seis homens, com idades entre os 23 e 39 anos, empunhados com armas de fogo evadiram a agência bancária e roubaram 48 milhões de kwanzas e vários pertences de clientes e funcionários.

Durante as buscas e captura, os operativos do SIC apenas conseguiram recuperar 900 mil kwanzas, 12 telemóveis, uma viatura e uma motorizada utilizada durante a acção dos marginais.

Os homens apresentados hoje fazem parte de um grupo de 105 cidadãos acusados da prática de 46 crimes registados, nos últimos 15 dias, em Luanda, com destaque para o roubo de valores monetários, em moeda nacional e estrangeira, em um casino, cantinas, e na via pública, jóias, homicídios com arma branca e por disparos de arma de fogo, fraude nas vendas e burla por deflagração.

Entre os detidos destacam-se ainda 19 outros, com idades entre os 17 e 43 anos, supostamente envolvidos no crime de posse e trafico de droga, cujo tipo de substâncias e quantidades não foram reveladas.

Os operativos do SIC apreenderam, durante as acções, dez metralhadoras do tipo Akm, seis pistolas, sete viaturas roubadas, cerca de um milhão de kwanzas e quatro mil e 900 dólares norte americanos.

Constam ainda das apreensões 111 quilogramas de drogas do tipo Cannabis, 4,3 gramas de cocaína, maquina de contagem de dinheiro, motores de viaturas e electrodomésticos.

Por outro lado, as autoridades policiais em Luanda apelam os citadinos a não reagirem caso sejam vítimas de assalto, já que os meliantes vêm, geralmente, munidos com armas de fogo e sob efeito de drogas, com objectivo de consumar o acto.

O apelo foi feito pelo director do gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa da delegação provincial do Ministério do Interior, Mateus Rodrigues, à margem do acto do SIC, devido ao assassinato de um homem, de 45 anos de idade, ocorrido no distrito da Estalagem, Viana.

O facto aconteceu quando quatro homens, dos quais um já detido, realizavam o roubo de motorizadas e a vítima, que era moto taxista, reagiu, sendo tingido com um disparo de arma de fogo que causou morte imediata.

Com mais de seis milhões de habitantes fazem parte da cidade capital os municipios de Luanda, Cacuaco, Viana, Cazenga, Kilamba-Kiaxi, Talatona. Belas, Icolo e Bengo e Quiçama.

Anselmo Ralph dá rosto à campanha do Unicef

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Anselmo Ralph é o rosto da nova campanha angolana do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O artista convidou os fãs a ajudá-lo a defender e promover os direitos da criança, através das redes sociais. “Quero convidar-vos a seguir a página do Unicef Angola no Twiter, Facebook e Instagram. Vamos dar essa força aqui, nesta promoção dos direitos da criança”, apelou o autor de sucessos como Super Homem, Fanatismo, Há quem queira, entre outras belíssimas canções.

Fonte: JA

Cantor Adi Cudz apoia a prática do desporto

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O músico angolano Adi Cudz, embaixador da marca de desodorizantes ROX irá inaugurar em Luanda, este sábado dia 26 de Janeiro de 2019, a partir das 9h, um campo de basquetebol localizado na Nova marginal.

O espaço já existente, foi requalificado pela ROX, no âmbito da sua responsabilidade social que pretende até ao final do ano repetir esta acção em mais 5 espaços na cidade capital, promovendo a prática de desporto, fomentando a saúde e o bem-estar.

O espaço desportivo contará com uma quadra de basquetebol, espaços de lazer com internet grátis para a comunidade fomentando o acesso à comunicação aos jovens e adultos. No mesmo dia, haverá animação musical para à comunidade, concursos de dança, Freestyle de basquete e oferta do produto.

A marca de desodorizantes ROX, pertence ao grupo NOBLE. A Angomart, rede de supermercados do grupo irá associar-se a esta iniciativa distribuindo lanches para as crianças presentes no evento.

Fonte: WAUCOMUNICAÇÃO

Mintrans pondera substituir grevistas do CFL

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O Ministério dos Transportes (Minstrans) informou, nesta terça-feira, que solicitou ao Executivo Angolano uma requisição civil, ao abrigo da Lei de Greve (23/91 de 15 de Junho), para substituir os trabalhadores grevistas do Caminho de Ferro de Luanda (CFL).

Segundo o Minstrans, o Executivo poderá determinar a requisição civil, em caso de justificado interesse nacional e a título excepcional, visando a substituição dos trabalhadores em greve, que reclamam, entras outras medidas, um aumento salarial na ordem de 80 por cento.

Dá a conhecer que as medidas estão a ser tomadas em coordenação com o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social e o órgão de defesa e segurança nacional, para assegurar a tranquilidade e normalizar a circulação ferroviária do CFL o mais rápido possível.

Para tal, adverte, serão desencadeados todos os actos que se acharem convenientes, do ponto de vista disciplinar, civil e criminal para a responsabilização de todos aqueles que tiveram como fim último prejudicar os interesses da empresa, da população e da economia nacional.

A propósito da paralisação, o ministério e o conselho de administração do CFL lamentam o facto de não se ter alcançado o entendimento necessário para o levantamento da greve geral, decretada unilateralmente, no passado dia 08 de Janeiro, pelos trabalhadores afectos ao Sindicato Independente dos Ferroviários de Angola (SIFA).

Os grevistas observam uma paralisação dos serviços com base num caderno reivindicativo que inclui a melhoria das condições de trabalho, revisão da tabela salarial, actualização das categorias laborais e o aumento dos salários na ordem de 80 por cento.

Acidente na via Expressa causa oito feridos

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Aconteceu hoje (23) na Avenida Fidel Castro, mais conhecida como via expressa, um acidente por colisão protagonizado pelo Toyota Hiace, azul e branco,com a chapa de matricula LD.13.91.FM. A ocorrência deu-se no sentido de que sai da centralidade do Kilamba para o Benfica, por volta das 06:20 da manhã, defronte ao condomínio Jardim de rosas, a negligência da parte do condutor do Toyota Hiace vulgo quadradinho, esteve na base deste acidente em cadeia, causando 8 feridos dos quais 2 ligeiros e 6 graves.

No local estiveram os agentes da Brigada Especial de Trânsito, que socorreram os feridos, encaminhando-os a unidade hospital mais próxima, algumas pessoas no local, afirmaram que a pressa do azul e branco em apanhar mais passageiros esteve na base deste acidente que até ao momento não verificou nenhuma morte.

Tomás Ramos, disse a nossa reportagem que ” o motorista do quadradinho estava com muita pressa, mesmo já na paragem da ponte do 11 de Novembro, vimos a forma como ele saiu da paragem ao entrar na via principal, quase atropelava uma senhora que estava a atravessar”.

A nossa equipa, não conseguiu declarações dos  automobilistas envolvidos, no caso os donos das viaturas Toyota prado de cor branco, LD.56.89.AG, Mitsubishi L200, branco,LD.04.13.BA, no Kia Soul, branco, LD.84.23.Go, no Toyota prado, branco, LD.21.99.Ft, no Hyundai Tucson, branco,LD.09.16.Gp, e no Toyota Corolla, cinzento, LD.04.39.Gp. salientar que os condutores ainda não foram identificados em função de terem sido levados para o km25/BET. que embateram-se uma atrás da outra por causa da velocidade que trazia o candongueiro.

info@kilambanews.com

 

DNTV anuncia para breve novo modelo de matrículas

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A polícia Nacional apresentou ontem em Luanda, o novo modelo das matrículas que vai passar a vigorar no país, a medida está inserida no Decreto Presidencial n° 202/2016 de 27 de Setembro, que regula as atribuições de chapas de matrículas, para veículos automóveis e seus reboques.

O Inspector-Chefe, Domingos Satchitela, que é o  Chefe do Departamento de Telecomunicações e Informática da  Direcção Nacional de Viação e Trânsito (DNTV)  fez saber  que o país vai contar, brevemente, com um novo modelo de matrículas.

O representante da DNTV esclareceu, ainda, que, as matrículas actualmente usadas em Angola não contêm nenhum elemento de segurança.

“Existe um elevado número de falsificações e duplicações de matrículas, o que resulta em elevadas perdas fiscais e quebra na segurança pública”, justificou. Esse novo dispositivo irá suprir todo défice que havia, pois trás consigo elementos de segurança que anteriormente não se faziam acompanhar, como a identificação da placa e outros.

Segundo o Inspector-Chefe, os dados das viaturas matriculadas, actualmente, estão parcialmente registrados em formato electrónico, em Luanda, e outros Centros de Atribuição em Livros, mas, está em curso um processo de digitalização de todos os dados das viaturas numa base de dados central.

“Pois, em caso de acidentes, a título de exemplo, o automobilista deve comunicar a DNVT, que teve um acidente, e as autoridades é que vão, por sua vez, enviar a informação ao centro para poder fabricar a chapa. Isso para deminuir o índice de clonagem e falsificações”. Avançou ainda que, neste momento, a área que dirige está a trabalhar com o seu parceiro, e que, o primeiro Centro de matrícula já se encontra erguido, faltando apenas o seu apetrechamento.

“Vamos ter vários pontos para o procedimento da troca, no qual todos os veículos vão passar por uma inspecção, pois nós queremos com esta campanha detectar o maior número de carros roubados”, rematou.

Manuais proibidos “resistem” nas ruas

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A venda ilegal de manuais escolares continua “viva” nas ruas e nos mercados da província de Luanda, apesar da efectivação da “Operação Resgate” e do reforço da fiscalização dos agentes do Ministério da Educação.

(Por Marcela Ganga Mateus)

Os livros do ensino primário, de distribuição gratuita, são facilmente encontrados nos principais mercados da capital do país, colocados em bancadas improvisadas ou em panos estendidos no chão, muitas vezes próximos de esquadras da Polícia.

O negócio é feito à luz do dia, nos mercados do Asa Branca e Kikolo, bem como na zona do São Paulo e noutros pontos da cidade, num claro desafio às autoridades nacionais.

Nestes pontos, há autoridades policiais para combater o negócio, mas a persistência dos vendedores continua a “furar” a estratégia dos agentes da ordem.

Por exemplo, no Asa Branca (município do Cazenga), a venda de livros, principalmente os gratuitos, é feita a menos de um metro de uma esquadra policial.

Devido à abundância de material, o mercado do Asa Branca é um dos principais pontos de concentração de revendedores que adquirem livros em grandes quantidades e baixos preços, para revender a valores exorbitantes no centro da cidade e no interior do país.

Na zona do São Paulo, o cenário é semelhante. O negócio é feito em mais de 75 por cento da sua extensão, mesmo com a presença de fiscais e agentes da Polícia Nacional que timidamente amedrontam as comerciantes.

Apesar da presença de fiscais e polícias, vendedoras circulam com o material proibido sobre a cabeça e nos ombros; outras os escondem em panos embrulhados.

Para ludibriar as autoridades, levam apenas alguns volumes de amostra, enquanto a maioria é depositada em casas de processo, para não pôr em risco o negócio.

Já no interior do mercado do Kikolo, considerado também um dos grandes pontos de venda de material de distribuição gratuita, o comércio é feito com tranquilidade.

A Angop constatou que, em nenhum momento, se verifica a presença da Polícia no local, apesar de, à semelhança do Asa Branca, haver uma esquadra junto do mercado.

Nestes locais, o conjunto de livros da 1.ª e 2.ª classes é vendido no valor de mil kwanzas, enquanto os da 3.ª e 4.ª classes custam três mil. Já os da 5.ª e 6.ª classes custam 3.500 kwanzas.

Já o kit de cadernos de actividades (composto por apenas três livros da 1.ª à 3.ª classe) custa 15 mil kwanzas no mercado do São Paulo, enquanto os da 1.ª e 2.ª classes estão a ser comercializados por 2.500 kwanzas.

O kit de cinco livros da 4.ª custa três mil kwanzas, ao passo que os da 5.ª e 6.ª classes (compostos por oito livros) estão a ser vendidos ao preço de quatro mil.

Ainda no mercado do São Paulo, cinco cadernos pequenos, no formato de meia folha A4, estão a ser comercializados a mil kwanzas, enquanto a mesma quantidade de cadernos no tamanho A4 custa entre dois mil e dois mil 800 kwanzas.

No mesmo espaço, um caderno de mola aspiral, que pode ser usado para 15 disciplinas, está a ser vendido no valor de quatro mil kwanzas.

Para o presente ano lectivo, o Ministério da Educação prevê distribuir 28 milhões e 267 manuais em todo o país, quer para o ensino normal, quer para o especial.

Os manuais actualizados serão distribuídos na ordem de 63 por cento, e os não-actualizados em 37, em todas as províncias e salas de aula.

A actualização dos manuais orçou em 1,1 mil milhões de kwanzas.

Falhas na distribuição

Embora sejam de distribuição gratuita nas escolas públicas, encarregados de educação são obrigados a recorrer aos mercados para a aquisição de manuais.

Lamentam o facto de, há muitos anos, verem os educandos reclamarem por nunca serem contemplados com os livros nas suas instituições de ensino.

O problema é do conhecimento das autoridades do Ministério da Educação, que há anos buscam soluções consistentes para acabar com o desvio de material didáctico.

Os encarregados questionam, igualmente, o facto de, até hoje, aparecerem tantos livros de distribuição gratuita fora do circuito normal (mercado paralelo e ruas), pelo que pedem às autoridades do sector para reforçarem a fiscalização.

Segundo António Fernando, encarregado de educação, em virtude da deficiência no sistema de distribuição das escolas, teve de recorrer ao mercado paralelo para a compra de materiais para os seus três filhos.

Já Antónia Soares avança que, nas livrarias, os preços são muito elevados, daí ter, igualmente, recorrido ao mercado, onde se encontram manuais a preços mais acessíveis.

A também vendedora do mercado do Kikolo mostrou-se indignada com o preço do kit da 9.ª classe, comercializado no valor de 30 mil kwanzas, afirmando que, desta forma, muitos pais ficam sem possibilidades de adquirir o material para os filhos.

Procura satisfaz vendedores

Para quem faz da venda de material educativo nos mercados o ganha-pão para o sustento familiar, o período de começo das aulas torna-se o mais desejado.

Nesta altura do ano, o cenário é de grande procura por parte dos encarregados de educação que, sem opções, acabam por ceder à “tentação” da compra ilegal na rua.

Apesar de se reconhecer a ilegalidade dessa prática, aumenta, diariamente, o volume de livros proibidos nos mercados e nas ruas da capital angolana.

Luísa Machado é uma das vendedoras do mercado do Kikolo e manifesta a sua satisfação pelo aumento de clientes nesta altura do ano.

Sem revelar a proveniência dos manuais que vende, diz tratar-se de um negócio rentável, principalmente nesses dias que antecedem o começo do ano lectivo.

Neste período, de acordo com a vendedora, os livros mais difíceis de se encontrar são os cadernos de actividade do ensino primário e os da 7.ª classe em diante.

Domingas Manuel, vendedora na zona do São Paulo, diz que, apesar dos riscos, a venda de material escolar proibido compensa no final do dia.

Já Rosa da Conceição, vendedora no São Paulo, lamenta apenas o facto de, nalgumas ocasiões, perder o produto aquando das operações da Polícia e da Fiscalização.

Adianta que, quando assim acontece, perdem grandes quantidades de produto, representando um grande rombo nos planos financeiros.

Polícia nega passividade

Conquanto seja criticada pela população, devido à venda ilegal de livros à volta dos seus postos oficiais, a Polícia nega estar a ser passiva no combate a essa prática.

Waldemar Paulo, director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério do Interior, promete que vão afinar os mecanismos para contrapor a venda ilegal, procurando descobrir a origem e levar os responsáveis às barras do tribunal.

Na óptica do oficial, o combate deve começar pelo fecho das fontes de distribuição dos manuais escolares nos mercados paralelos. “Só assim se poderá pôr fim à venda nestes locais”, expressa.

O responsável adianta que a luta será inglória se não se fechar “a torneira” a partir da fonte, na medida em que “os revendedores nos mercados são apenas a ponta do iceberg neste processo de venda de material escolar nos mercados”.

No âmbito da “Operação Resgate”, o oficial avança que deverão ser criados mecanismos e acções concretas para combater a venda ilegal de material escolar nos mercados.

Lamentos no ensino privado

Se, para os encarregados de educação e pais de crianças matriculadas em instituições públicas o princípio de cada ano lectivo tem sido uma dor de cabeça, o cenário é quase de “terror” para quem tem os educandos inscritos em escolas privadas.

Sem direito a livros gratuitos, pais e encarregados de educação de alunos matriculados nos colégios lamentam o facto de terem de comprar manuais bastante caros, fora do circuito do Ministério da Educação, e com algumas diferenças em termos de conteúdo.

Por essa razão, dizem, nem conseguem recorrer ao paralelo para a aquisição de livros.

Em defesa da casa, o presidente da Associação Nacional do Ensino Particular (ANEP), António Pacavira, pede o apoio do Ministério da Educação (MED), no que à produção de manuais para o ensino primário diz respeito.

Diz haver disponibilidade das escolas privadas para poderem negociar com as autoridades a compra dos livros da Reforma Educativa, na base de um preço justo, uma vez que a gratuitidade só abrange o ensino público.

A Lei de Base n.º 17/16 estabelece que “apenas as crianças matriculadas no ensino público têm direito a manuais gratuitos, medida que exclui as escolas do ensino privado”.

António Pacavira lamenta a situação das instituições do ensino privado e avança que, há quatro ou cinco anos, recebiam do MED material destinado aos alunos do ensino primário.

Para o responsável, devido à melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, há necessidade de se uniformizarem os conteúdos dos manuais, razão pela qual considera ser tarefa do Estado produzir maior volume de livros.

As instituições privadas recorrem, anualmente, à Plural Editores para a produção de materiais que chegam às mãos dos encarregados de educação a preços exorbitantes.

Têm, ao todo, mais de um milhão de alunos, maioritariamente no ensino primário. Para atender à demanda, carecem, anualmente, de quase cinco milhões de manuais.

Com a ajuda ou sem ajuda imediata do Estado, a certeza é que, dentro de dias, as escolas públicas e privadas terão de encontrar soluções para distribuir manuais escolares.

Até lá, fica em aberto a questão que, há anos, não encontra resposta: Quem sairá vencedor nesse combate nas ruas, entre autoridades e vendedores ilegais de livro?

Avião da TAAG força aterragem para socorrer a passageiro

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A Aeronave DT-573 da companhia nacional de bandeira (TAAG) forçou hoje, por volta das 12h00, uma aterragem de emergência no Aeroporto de Mukanka, na província da Huila, devido a um passageiro que sentiu um mal-estar geral.

De acordo comAngop, trata-se de um aparelho do tipo Boeing 737-700, que operava a rota Luanda/Windhoek (República da Namíbia), com 101 passageiros a bordo, mas que devido ao incidente teve de atrasar quase uma hora para permitir os primeiros socorros ao passageiro.

De acordo com o porta-voz da TAAG, Carlos Vicente, que preferiu manter o nome e a nacionalidade do passageiro no anonimato, depois de uma rápida assistência no avião, o mesmo foi transportado para um hospital do Lubango (sede provincial).

Por outro lado, a TAAG e a Sonair tiveram de interromper também, no último domingo (dia 20), os seus voos para Catumbela, província de Benguela, por causa de um curto-circuito no barramento da UPS que alimenta a pista do aeroporto local.

Como consequência da falta de iluminação, os aviões da companhia nacional de bandeira e da Sonair, que diariamente operam na rota Luanda/Catumbela, foram forçados a regressar ao ponto de partida, causando transtornos aos passageiros.

Por esta situação, já superada, foi aberto um inquérito para se apurarem responsabilidades, reporta um comunicado de imprensa da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e navegação Aérea (ENANA), a que a Angop teve hoje acesso.

“Aproveitamos a ocasião para reiterarmos o nosso engajamento na prestação dos melhores serviços aéreos e aos passageiros que utilizam os aeroportos nacionais, bem como para pedir desculpas pelos transtornos causados aos lesados”, lê-se na nota.

info@kilambanews.com

SOS Racismo vai apresentar queixa ao Ministério Público devido a intervenção da PSP

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A associação anti-racismo condena “veementemente” a actuação policial de domingo no Bairro da Jamaica. De acordo com a SOS Racismo, não se pode “procurar ilibar os agentes e incriminar as vítimas”.

A associação SOS Racismo vai apresentar uma queixa ao Ministério Público na sequência da intervenção policial no domingo no bairro da Jamaica, concelho do Seixal, distrito de Setúbal, da qual resultaram vários feridos e um detido.

Em comunicado, a associação sublinha que as agressões “são absolutamente injustificáveis e inaceitáveis” e, por isso, o caso deve ser esclarecido e as responsabilidades apuradas.

No domingo de manhã, a polícia foi alertada para “uma desordem entre duas mulheres” no Bairro da Jamaica, tendo sido deslocada para o local uma equipa de intervenção rápida da PSP de Setúbal.

“Grandes e Grandes Mundos” é o novo programa de rádio de Salú Gonçalves

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Uma das citações mais comuns do cantor Matias Damásio integra o nome do novo programa radiofónico do respeitado Jornalista Salú Gonçalves, na Rádio Mais.

A emissora 99.1 FM lançou esta segunda-feira, 14, o programa “Grandes e Grandes Mundos” que tem como locutores o radialista e apresentador Salú Gonçalves e uma nova voz no mundo radiofónico, Jéssica Fernandes.

Conforme apurou o SAPO, trata-se de um programa de entretenimento onde a música, interacção com o público, entrevistas e debates em torno de diversos temas são ingredientes principais.

O “Grandes e Grandes Mundo” carrega um nome que por coincidência é uma das citações mais usadas por Damásio, figura com quem o jornalista já teve alguns “dissabores”.

De recordar que na última edição do “Show do Mês” ficou patente que os mesmos têm alguns desentendimentos. O facto de o cantor se ter recusado a actuar quando era cabeça de cartaz do evento confirmou ao público as alegadas desavenças.

O “Grandes e Grandes Mundos” está a ser emitido de segunda a sexta-feira, das 14 às 16 horas, na Rádio Mais, emissora do grupo Media Nova.