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Salário mínimo para sector privado aumenta 30% e sobe para 21.454 kwanzas

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O Governo de Angola aumentou em 30% o salário mínimo nacional para o sector privado, medida que só entrará em vigor depois da publicação no Diário da República, o que deverá acontecer em Março ou Abril.

Num comunicado da Comissão Económica do Conselho de Ministros, sob orientação do Presidente João Lourenço, refere que o aumento consta no projecto sobre a actualização do salário mínimo nacional no sector privado.

No documento, é indicado que o salário mínimo nacional sobe para 21.454 kwanzas (60,33 euros) no sector da agricultura, para 26.817 kwanzas (74,54 euros) para os trabalhadores ligados ao comércio e para 32.181 kwanzas (90,65 euros) para os funcionários ligados ao comércio da indústria extractiva.

O aumento, segundo o comunicado, surge na sequência de um trabalho de uma comissão integrada por empregadores e sindicatos, com o objectivo de “ajustar o salário mínimo para os trabalhadores do sector privado, recuperar o poder de compra das famílias e manter a estabilidade e o equilíbrio”.

Também as pensões da Protecção Social Obrigatório foram revistas, com a pensão mínima de reforma por velhice a ser ajustada em 57,14%, chegando aos 33.598 kwanzas (94,64 euros).

Em Janeiro deste ano, o Governo angolano ajustou também os salários na Função Pública, em que o salário mínimo subiu 57%, com o ordenado auferido por um auxiliar de limpeza de segunda classe (categoria mais baixa na estrutura de carreiras do regime geral), a passar de 21.000 para 33 mil kwanzas (de 60 para 94,28 euros).

Quanto aos cargos de direcção e chefia, o chefe de secção (função de chefia mais baixa), com um salário actual de 179 mil kwanzas (511 euros), passará a ganhar 250 mil (714 euros).

O director nacional (cargo de chefia mais alto na função pública) sairá de um salário de 340 mil para 394 mil kwanzas (de 871 para 1.125 euros).

Segundo o Governo, a estratégia de ajustamento das tabelas indiciárias e, consequentemente do ajustamento salarial, tem em conta o princípio da diferenciação positiva, ou seja, aplicar maior percentagem salarial às categorias mais baixas da função pública, cujos aumentos médios variaram entre 57,14% e 83,33%.

Papa dita oito passos para acabar com abusos sexuais

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Francisco, que falava no final da cimeira com responsáveis de episcopados e institutos religiosos que debateram o tema, disse ter chegado a hora de “dar directrizes uniformes para a Igreja”, embora não tenha citado medidas concretas ou mudanças na legislação do Vaticano, enumerando apenas vários pontos para a luta contra os abusos a menores.

“Nenhum abuso deve jamais ser encoberto e subestimado, pois isso favorece a propagação do mal e eleva o nível do escândalo”, começou por dizer perante os 190 representantes da hierarquia religiosa e 114 presidentes ou vice-presidentes de conferências episcopais de todo o mundo que estiveram reunidos desde quinta-feira no Vaticano.

De acordo com o Papa, o primeiro ponto prende-se com a necessidade de “defender as crianças”. Para isso, instou “a mudar a mentalidade para combater a atitude defensiva” de salvaguardar a Igreja.

Reiterou a obrigação de “total seriedade” na Igreja na hora de abordar os casos, e assegurou que não se cansará de fazer o necessário para levar perante a justiça qualquer que tenha cometido tais crimes.
“A Igreja nunca tentará encobrir ou subestimar nenhum caso”, assegurou.

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Yuri da Cunha dá show na Casa da Música

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Yuri da Cunha, acompanhado pela sua banda, promove hoje e amanhã, a partir das 21h30, na Casa da Músi-ca, no município do Talatona, em Luanda, dois espectáculos para celebrar os 25 anos de carreira.

Promovidos pela Casa da Música, os dois espectáculos tem a participação do músico e compositor cabo-verdiano Grace Évora e abrem o programa de actividades do ano do espaço cultural de Luanda.

As apresentações de Yuri da Cunha no palco da Casa da Música têm a duração de duas horas, nas quais o mú-sico vai fazer uma incursão pelos seus sucessos musicais, que constam dos discos “É tudo Amor”, lançado em 1999, “Eu”, em 2005, e “Kuma Kwa Kie”, em 2009, de acordo com Estêvão Costa, responsável do espaço cultural.

O convidado Grace Évora vai ter uma apresentação de meia hora, acompanha-da pela banda do anfitrião, tendo no alinhamento temas conhecidos dos angolanos, como “Lo Lita”, “Nos Ro-mance”, “Lembra na bo” e “Si Deus kizer”.

Estêvão Costa disse que as actividades na Casa da Música em Talatona são realizadas mensalmente com um artista angolano consagrado com créditos firmados no mercado nacional e internacional.
A ideia principal da gerência do espaço é trabalhar com cantores nacionais consagrados, ao invés de promover jovens talentos, pois “importa é realizar concertos com músicos que têm uma legião de admiradores considerável”.

As condições para os espectáculos de hoje e amanhã, de acordo como o responsável pela produção do evento, estão todas criadas, em termos logísticos e equipamentos de som para apoiar o concerto.

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Cidadã suicida-se por contrair uma dívida de 20 mil kwanzas

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A cidadã Domingas Capundo, 50 anos, suicidou-se na noite de quarta-feira na sua residência, no bairro da Boa Esperança, município de Cacuaco, em Luanda, por alegadamente ter contraído uma dívida de 20 mil kwanzas a uma vizinha.

Daniel Tiago, sobrinho da malograda, afirmou ao Jornal de Angola que se presume que o suicídio esteja relacionado com uma dívida contraída a uma vizinha, há já algum tempo, que estava a ser pressionada para a restituição do montante em causa.

“Fomos informados do infortúnio por um familiar com quem a malograda vivia e, quando nos deslocámos a casa desta, encontramo-la já sem vida. Enforcou-se com uma corda, contou a fonte.
O Jornal de Angola apurou que a malograda, que comercializava peixe seco, em frente da sua residência, devia dinheiro a uma vizinha, que era a principal fornecedora do produto.

Uma das sobrinhas da falecida, Domingas Capundo, confirmou que a tia dependia exclusivamente da venda de peixe seco, para sustentar os quatro filhos e dois netos, uma vez que era viúva. Contou que, nos últimos dias, antes de ter cometido o suicídio, apresentava um semblante de tristeza.

Há dias, continuou, a malograda confidenciou a um membro da família que estava farta de viver em Luanda e que pretendia regressar à terra natal, Bié, devido ao alto custo de vida na capital do país.

Efectivos da direcção provincial do Serviço de Investigação Criminal (SIC), que removeram o corpo no dia seguinte, trabalham no sentido de apurar “as reais causas que levaram ao suicídio da malograda”.

Policia do distrito urbano do Kilamba fornece contactos

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Prezados Coordenadores e Munícipes do Distrito Urbano do Kilamba.

Para melhor fluidez de denúncia em várias vertentes, eis os n° telefónicos dos Rondantes por áreas de patrulhamento atribuídos, viaturas caracterizadas para lem das viaturas descaraterizadas, ao longo deste Período.

50 Esquadra
Rondante-925704070
Área de Patrulhamento,
Avenida Cdte Gika Vice versa.

51Esquadra
Rondante-947625812
Área de Patrulhamento/Quarteirões -D,E e F.

Rondante 941164334
Área de Patrulhamento /Quarteirão -A, B e C

Rondante 944321284
Área de Patrulhamento /Quarteirões, G, J, H e K

52Esqusdra
RONDANTE 921434368
Áreas de Patrulhamento/
W, Y, V, U, X e Z

Rondante- 932361347
Área de Patrulhamento / Projecto KK5000.

53 ESQUADRA
Rondante 926699117
Áreas de patrulhamento/Quarteirões: L, M, N e P.

Rondante 924291972
Áreas de Patrulhamento/ Quarteirões- Q, R, S e T.

Esquadra do Bita Progresso

Rondante 993777105
Área de Patrulhamento/ Interior do bairro do Bita Progresso.

Trânsito
Rondante 923150070
Área de Patrulhamento
Restaurantes/ e Projecto KK5000.

= PELA ORDEM É PELA PAZ AO SERVIÇO DA NAÇÃO =

O COORDENADOR PELA POLÍCIA NACIONAL DO DISTRITO URBANO DO KILAMBA

Raul Mandavela Viti
Insp.Chefe

Pegado Motors apresenta linha de automoveis ao público

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O Grupo Bruno Miguel Pegado, propriedade do jovem empreendedor angolano Bruno Pegado apresenta no próximo dia 25 deste mês, em Luanda, às 14 e 30 minutos, no Hotel a marca de automóveis Pegado Motors, com o seu próprio nome.

Apaixonado por motores, Bruno Pegado iniciou-se nas bicicletas e motorizadas com o seu próprio nome, tendo agora apostado na produção de viaturas ligeiras no âmbito de um programa de diversificação da economia num investimento de 50 milhões de dólares para a instalação de uma fábrica de montagem dos automóveis a partir de Waku Kungo, na província do Cuanza-Sul, em Angola.

Durante a primeira Feira Intra-Africana, realizada recentemente no Egipto, em Dezembro do ano passado, o stand da empresa angolana Pegado Motors foi um dos mais visitados, tendo recebido elogios de empresários participantes de vários países, responsáveis governamentais angolanos que lá estiveram e outras entidades ligadas ao sector dos automóveis no continente e no mundo.

A Pegado Motors pretende criar nos próximos anos 1000 postos de trabalho, implementar um programa de estágios e bolsas de estudo para os estudantes e engenheiros angolanos nas fábricas de empresas parceiras que produzem os seus componentes e viaturas na China.

Nos próximos dias, a Pegado Motors irá abrir também, na Centralidade do Kilamba, Bloco W, Edifício N.º 15, a loja onde os interessados terão acesso às informações sobre os modelos disponíveis para comercialização nos próximos dias em Luanda.

A Pegado Motors é uma empresa 100 por cento angolana, com sede social no Largo do Atlético, em Luanda.

Cheque tailandês de USD 50 mil milhões é falso

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O Departamento de Negócios Estrangeiros da República das Filipinas e o Banco Central Filipino já notificaram as autoridades angolanas sobre a falsidade do cheque de USD 50 mil milhões, peça “chave” no julgamento do caso “Burla Tailandesa”.

Segundo fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR), já foram introduzidas no processo provas remetidas por aqueles dois órgãos filipinos, que comprovam a falsificação do Certificado de Autenticação e do Cheque que os réus afirmam ser verdadeiro.

Documentos obtidos com exclusividade pela Angop atestam que, após investigações para verificar a autenticidade do Cheque Nº 4518164, o Banco Central das Filipinas detectou que a prova dos réus, supostamente originária daquela instituição, é falsa.

A 22 de Janeiro último, a equipa de juízes do Tribunal Supremo, encarregue de julgar os dez réus implicados no caso, solicitou ao Banco Nacional de Angola para avaliar, junto da congénere das Filipinas, a autenticidade do cheque e se o mesmo tinha cobertura.

A decisão respondeu a um requerimento de Carlos Salumbongo, advogado de Raveeroj Rithchoteanan (considerado o mentor da tentativa de burla), para confirmar a autenticidade do documento.

O pedido surgiu dias depois de órgãos de comunicação social terem avançado supostas provas do Banco Filipino, datadas de Fevereiro de 2018, que atestavam a validade do Cheque de USD 50 mil milhões e do Certificado de Autenticação do Departamento de Negócios Estrangeiros das Filipinas.

A defesa de Raveeroj Rithchoteanan considerou fundamental que o Banco Nacional das Filipinas, ou o seu representante legal em Nova Iorque, EUA, apresentassem esclarecimentos sobre o Cheque Nº 4518164, datado de 24 de Novembro de 2017.

Entretanto, a Embaixada de Angola nas Filipinas remeteu, ao Departamento de Negócios Estrangeiros da República das Filipinas (DFA), uma Nota Verbal a solicitar a verificação da autenticidade do seu suposto Certificado de Autenticação.

Em resposta à Nota Verbal nº 19-0192 relativa a essa solicitação com o número de série 17 A – 0453980, datada de 28 de Fevereiro de 2018, o DFA informou que a Carta de Confirmação e Autenticação Verborrágica emitida à Centennial Energy é “espúria”, ou seja adulterada.

Os dicionários registam que verborrágica é uma pessoa que usa uma quantidade excessiva e, geralmente, irritante de palavras, para dizer coisas de pouco conteúdo ou sem importância.

Por sua vez, o Banco Central das Filipinas respondeu à Embaixada de Angola, a 24 de Janeiro último, que o Cheque Nº 4518164 foi remetido para o Departamento de Integridade Cambial e para o Gabinete de Emissão de Moeda e Integridade do Banco Central das Filipinas, para efeitos de investigação.

Segundo aquela instituição financeira, as cópias do Cheque supostamente emitida por si (banco) a favor da Centennial Energy foram consideradas “falsas”.

De acordo com o Banco Central das Filipinas, as assinaturas dos seus funcionários que aparecem nos documentos mencionados são falsificadas, sublinhando que não emite Cheques / Certificados de Autenticação e Carta de Confirmação, nem transaciona directamente com pessoas físicas / corporações.

Acrescenta que apenas o faz com contrapartes autorizadas, como bancos e instituições financeiras que tenham sido devidamente credenciadas, mediante cumprimentos de certos requisitos.

O Banco Central das Filipinas esclarece que, de acordo com as leis daquele país, é considerado presumível autor material da falsificação quem tiver em seu poder um documento falsificado e fizer uso deste, aproveitando-se do mesmo e lucrando com isso.

O Banco Central das Filipinas acrescenta que emitiu, várias vezes, avisos sobre documentos comerciais fraudulentos, a fim de que o público não fosse vítima dessas actividades fraudulentas.

Meandros da “trama”

O caso Burla Tailandesa, em tribunal desde 17 de Janeiro, envolve 10 réus e 38 declarantes.

Neste processo, o destaque recai para a presença, na condição de arguido, do ex-director da extinta Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia.

Os réus são acusados pelo Ministério Público (MP) de terem praticado crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.

O esquema foi revelado em 2017, quando supostos investidores tailandeses, com cumplicidades de cidadãos nacionais, tentaram “burlar” o Estado angolano com um Cheque de USD 50 mil milhões.

Na altura, o Tribunal Supremo aplicou a medida de coacção processual de prisão preventiva a oito arguidos, no qual constam quatro tailandeses, igual número de angolanos, um canadiano e um eritreu.

Os mesmos chegaram a receber 53 propostas de empresas angolanas, das quais uma resultou em burla.

O grupo terá simulado dispor de acesso a uma linha de crédito aberta no Banco Central das Filipinas, no valor de 50 mil milhões de dólares.

Segundo fonte da PGR, desde cedo o Banco Nacional de Angola (BNA) e o Banco de Negócios Internacional (BNI) vêm declarando que o cheque de USD 50 mil milhões é falso.

A fonte informou à Angop que as novas provas das autoridades das Filipinas, introduzidas em julgado, já foram entregues à defesa, na última terça-feira (19).

As mesmas foram remetidas ao Vice-Procurador Geral da República, Mota Liz, pelo facto de, na altura da solicitação da informação às autoridades filipinas, o Procurador-geral da República se ter ausentado do país, em missão de serviço.

Em função disso, o Vice-Procurador Geral da República assinou os documentos em sua substituição.

Com as evidências do Departamento de Negócios Estrangeiros da República das Filipinas e do Banco Central das Filipinas, fica no ar a dúvida sobre a autoria material da falsificação.

Assim, as atenções centram-se no imperativo de a justiça identificar os autores da falsificação do cheque, se os advogados ou os réus, ou se as duas partes.

Novo concurso público na Educação em Julho

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O Ministério da Educação (MED) prevê realizar, entre Junho/Julho, um novo concurso público para o ingresso de novos docentes no sistema nacional de ensino, anunciou, nesta segunda-feira, a directora dos recursos humanos da instituição, Laudmira de Sousa.

O MED conta, actualmente, com 206 mil e 624 professores, para garantir o processo de ensino e aprendizagem.

Dados disponibilizados apontam que os subsistemas de ensino Pré-escolar, Geral, Formação de Professores, Técnico Profissional e Educação de Adultos têm um défice de pelo menos 40 mil professores.

Em 2018, o Executivo disponibilizou 20 mil vagas, porém, apenas 18.650 candidatos aprovaram, tendo ficado 1. 492 lugares por preencher.

Para atender às necessidades do sector, o Executivo cabimentou, por via do Orçamento Geral do Estado (OGE2019), a verba de Akz 662.441.894.770,00 à educação.

No OGE 2018, ao sector da educação foi cabimentada a fatia de 559.585.075.476,00 kwanzas.

Segundo a directora dos recursos humanos do Ministério da Educação, de acordo com as normas orçamentais, o concurso público deve ser realizado no segundo trimestre de um ano e efectivado no primeiro semestre do ano seguinte.

Apesar de não avançar a quota, explicou que se acrescerá a cada província o número de vagas que ficaram por preencher em 2018.

Disse, por outro lado, que pelo menos 3 mil professores não foram ainda admitidos por insuficiência nas categorias por eles escolhidas, o que poderá ser colmatado com concurso interno.

Anunciou, por outro lado, a extinção da carreira de professor auxiliar, sublinhando que, durante cinco anos, irão beneficiar de uma formação (equivalente ao ensino médio).

Quem superar, deverá subir de categoria, enquanto os outros serão enquadrados como funcionário normais.