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Detido marido acusado de assassinar mulher na Vida Pacífica

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Uma cidadã de nacionalidade cabo-verdiana foi morta, supostamente, pelo marido, nesta quarta-feira (8), na Vida Pacífica, distrito do Zango, município de Viana, em Luanda, por presumíveis razões passionais.
O facto foi confirmado, nesta quinta-feira, à Angop, pelo porta-voz do Serviço de Investigação Criminal de Luanda, superintendente Fernando de Carvalho.

O oficial da polícia informou que a vítima, funcionária bancária de 42 anos, foi alvejada na cabeça com um disparo de pistola, no interior do apartamento onde vivia.

O acusado, de nacionalidade angolana e 42 anos de idade, tentou suicidar-se com um tiro na cabeça, mas se encontra a receber tratamento médico numa das unidades hospitalares, sob custódia das autoridades policiais.

Nas últimas 24 horas, a polícia deteve, em Luanda, 29 elementos acusados de homicídio voluntário, roubos e ofensas corporais, bem como apreendeu duas armas de fogo, recuperou quatro viaturas roubadas e vários artefactos utilizados para o cometimento de crimes.

Na capital angolana vivem mais de sete milhões de pessoas distribuídas pelos municípios de Luanda, Cacuaco, Viana, Cazenga, Kilamba-Kiaxi, Talatona, Belas, Quiçama e Icolo e Bengo.

Info@kilambanews.com

PR exonera CA da sonangol por falta de combustíveis

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João Lourenço toma medidas e exonera todo conselho de administração da Sonangol, o Presidente da República usou das suas prerrogativas constitucionais, para dissolver um e nomear outro conselho de administração.
Em comunicado de imprensa o PR determina o seguinte: por conveniência de serviço público:

São exoneradas todas as entidades que integram o Conselho de Administração da SONANGOL-EP, para o qual haviam sido nomeados através dos decretos presidenciais de 15 de Novembro de 2017 e 12 de Janeiro de 2018.
Tratam-se nomeadamente de:
Carlos Saturnino Guerra Sousa e Oliveira, exonerado do cargo de Presidente do Conselho de Administração;
Sebastião Pai Querido Gaspar Martins;
Luís Ferreira do Nascimento José Maria;
Carlos Eduardo Ferraz de Carvalho Pinto;
Rosário Fernando Isaac;
Baltazar Agostinho Gonçalves Miguel;
Alice Marisa Leão Sopas Pinto da Cruz; Exonerados dos cargos de Administradores Executivos;
José Gime;
André Lelo
Lopo Fortunato Ferreira do Nascimento
e Marcolino José Carlos Moco; exonerados dos cargos de Administradores Não Executivos.

Noutro decreto, o Presidente da República nomeou para integrarem o Conselho de Administração da SONANGOL-EP, as seguintes entidades:
Sebastião Pai Querido Gaspar Martins – Presidente do Conselho de Administração;

Administradores Executivos:
António de Sousa Fernandes;
Baltazar Agostinho Gonçalves Miguel;
Jorge Barros Vinhas;
Josina Marília Ngongo Mendes Baião;
Luís Ferreira do Nascimento José Maria;
Osvaldo Salvador de Lemos Macaia;

Administradores Não Executivos:
André Lelo;
José Gime;
Lopo Fortunato Ferreira do Nascimento
e Marcolino José Carlos Moco.

CASA CIVIL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA em Luanda, 8 de Maio de 2019.

SIC desmantela rede de prostituição

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O Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Luanda desmantelou um grupo integrado por cinco pessoas, sendo quatro vietnamitas e um chinês, que captava mulheres asiáticas para a prostituição na capital do país.
Dos detidos, fazem parte duas mulheres com idades compreendidas entre 22 aos 44 anos de idade que actuavam na zona do Zango zero, município de Viana, em Luanda.Os integrantes da rede aliciavam as vítimas, a partir dos seus países, com promessas de empregos em Angola.

Na ânsia de realizar um sonho, uma vez em Angola, as senhoras eram cativas numa hospedaria de um Chinês, obrigadas à prostituírem-se com pessoas das referidas nacionalidades para o enriquecimento dos mesmos, de acordo o director do Gabinete Institucional e Imprensa do SIC, Superintendente Fernando Coelho de Carvalho.

O Policial que fazia apresentação do trabalho operativo da polícia, explicou que o cidadão de nacionalidade chinesa ,que mantinha o controlo das captadas, encontra-se em fuga.

info@kilambanews.com

Polícia Nacional apreendeu um cidadão vietnamita com mais de 500 mil dólares

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Os efectivos da Polícia Fiscal e da Administração Geral Tributária prenderam, ontem, em Luanda, no Aeroporto Internaciona 4 de Fevereiro, um cidadão vietnamita, que transportava valores monetários num total de 574 mil e 500 dólares americanos, o mesmo pretendia deixar o território nacional com a quantia referida, e tencionava embarcar para o seu país via Dubai.

O comandante da Unidade Fiscal Aeroportuária, superintendente-chefe Emílio Kizua, explicou hoje aos jornalistas que o valor foi capturado na terça-feira, por volta das 17 h30, a um cidadão vietnamita, de 49 anos, que pretendia levar o dinheiro até ao Vietname, via Dubai, num voo da Emirates.
O cidadão vietnamita, residente em Angola há mais de 10 anos e que desenvolve actividades comerciais como venda de roupa e eletrodomésticos, escondeu o dinheiro em quatro malas, mas foi detectado na área de visualização das bagagens por raio X do aeroporto.

Para não levantar suspeita, o cidadão vietnamita escondeu os valores dentro de pequenos tubos – sem a autorização do Banco Nacional de Angola, o que constitui uma transgressão cambial segundo o comandante Emílio Kizua.
Nas mesmas malas, a Polícia Nacional e a AGT encontraram carne e marisco, usados no sentido de ludibriar as autoridades de segurança e, posteriormente, levar o dinheiro para fora do país.

Fonte: AGT

Liverpool cilindra Barcelona

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Imogestin desmente realização de sorteio de casas no Lobito

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A Imogestin, empresa gestora de projectos habitacionais na província de Benguela, nomeadamente nos municípios do Lobito e da Baía Farta, desmentiu hoje, ter efectuado qualquer venda pública ou realizado algum sorteio de casas dessas urbanizações.

Em nota enviada nesta terça-feira à Angop, em reacção a informações postas a circular recentemente nas redes sociais, sobre supostos actos de corrupção verificados durante um pretenso sorteio da Imogestin, ocorrido no pavilhão da centralidade do Lobito, a empresa desmente ter realizado tal acto (sorteio).

Segundo o documento, as vendas nas referidas centralidades só estão a decorrer para funcionários públicos e os beneficiários são escolhidos pelos próprios organismos em que trabalham, sendo as respectivas listas aprovadas pelas autoridades locais.

Outrossim, esclarece a nota, à Imogestin compete somente verificar se é respeitada a quota de 30 porcento para candidatos com menos de 40 anos de idade, em protecção da quota da juventude e o cumprimento dos demais critérios aprovados pelo Executivo.

Já em Abril de 2018 circularam igualmente nas redes sociais falsas informações sobre uma suposta venda pública de casas na centralidade do Lobito, na altura prontamente desmentidas pela Imogestin.

As primeiras 118 residências da centralidade do Lobito foram entregues a funcionários públicos em Dezembro de 2017, em acto orientado pela ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Ana Paula de Carvalho.

A urbanização do Lobito ocupa uma área de cerca de 290 hectares e depois de concluída vai contar com três mil unidades habitacionais, entre as quais 856 vivendas unifamiliares de tipologia T3 e 2.144 apartamentos de dois e três pisos, para albergar uma população total estimada em 18.000 habitantes.

O projecto contempla ainda a construção de três jardins-de-infância, duas escolas primárias, uma escola secundária, áreas de lazer, incluindo todos os equipamentos necessários para o seu funcionamento. Já a urbanização da Baía Farta possui mil residências e recebeu os primeiros moradores, igualmente funcionários públicos, também no final de 2017.

INADEC “trava” tentativa de burla imobiliária da Jefran

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O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) apela aos cidadãos a não aderirem aos projectos imobiliários da empresa Jefran, sociedade que opera no sector da construção civil, por esta estar a enfrentar um processo devido ao incumprimento contratual em que um grupo de pessoas terão adquirido, em 2012, residências a esta empresa e até ao momento ainda não viram os seus imóveis.

Por causa dessa atitude, o INADEC, em nota, dá a conhecer a aplicação de uma multa e a suspensão de toda a actividade económica da referida empresa, até um período de 12 meses. Porém, apesar desta medida, o INADEC diz ter tomado conhecimento, com preocupação, por via dos órgãos de comunicação social, da divulgação de um spot publicitário da referida empresa sobre produtos e serviços imobiliários supostamente pertencentes ao objecto do seu negócio, inclusive com exibição de um número de telefone para eventuais contactos, o caso os consumidores manifestarem o seu interesse em aderir aos projectos.

Para o INADEC, o conteúdo do referido anúncio constitui um acto de desobediência à decisão administrativa tomada por um órgão que goza do estatuto de autoridade nos termos dos artigos 35º da Lei de defesa do consumidor, tratando- se de uma publicidade enganosa e com indício de burla. Neste sentido, a instituição pública apela aos consumidores a não aderirem aos projectos divulgados na referida campanha enquanto durar o processo, sob pena de os cidadãos que assim procederem verem as suas expectativas de obtenção da casa própria a serem frustradas.

Falta de combustíveis faz disparar preços no mercado paralelo

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A falta de combustíveis em Angola, que começaram a rarear na passada sexta-feira, fez disparar os preços do litro de gasolina e gasóleo um pouco por todo o país, atingindo, nalguns casos, quase o quádruplo.

Hoje, em Luanda, grande parte dos postos de combustíveis das diferentes empresas de abastecimento estava encerrada, enquanto as abertas contam com grandes filas de automóveis ligeiros, veículos de transporte de mercadorias, táxis, motociclos e jovens com dezenas e dezenas de bidões que, depois de o adquirirem ao preço oficial, vão vendê-lo mais caro nos bairros periféricos.

Isso mesmo foi confirmado à agência Lusa por um punhado de jovens que aguardou, num posto de combustíveis de uma das principais artérias de Luanda, a Avenida Ho Chi Min, quase sete horas para encher inúmeros bidões de 30 a 50 litros que colocaram numa carrinha de caixa aberta, estacionada mais à frente.

Um litro de gasolina custa, oficialmente, 160 kwanzas (0,44 euros), enquanto o de gasóleo ascende a 135 kwanzas (0,37 euros), valores que os jovens garantiram à Lusa conseguirem duplicar, triplicar e, nalguns casos mesmo, quadruplicar no mercado paralelo.

Os táxis de Luanda, à semelhança do que está a acontecer noutras províncias de Angola, duplicaram o preço das tarifas (de 100 para 200 kwanzas – de 0,27 para 0,54 euros), estando a circular um número substancialmente inferior ao habitual – são cerca de 24.000 os que circulam diariamente na capital angolana.

No sábado, num comunicado, a Sonangol, principal distribuidora de combustível em todo ao país, admitiu a falta de gasolina e de gasóleo, garantindo, porém, que a situação será ultrapassada em breve, havendo a perspetiva de regularização até quarta-feira.

No documento, o único difundido até hoje, a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola – Sonangol EP referiu que a empresa se viu com dificuldades no acesso às divisas para a cobertura dos custos com a importação de produtos refinados, uma das razões que levaram à escassez de gasolina e gasóleo em todo o país.

A Sonangol EP adiantou que procede à importação de derivados mediante pagamento em divisas para venda no mercado nacional em kwanzas.

Outro fator está relacionado com a elevada dívida dos principais clientes do segmento industrial que, segundo a Sonangol EP, consome cerca de 40% da totalidade do combustível e cuja falta de pagamento condiciona também a disponibilidade de kwanzas para a aquisição de moeda estrangeira.

Por outro lado, as avarias sistemáticas nos navios de cabotagem, sendo que cada anormalidade no abastecimento implica um período para a reposição da rotina dos mercados, é outro problema apontado pela Sonangol.

Associados a estes fatores existem outros como o estado técnico das estradas nacionais, que condicionam o abastecimento por esta via, única alternativa para algumas regiões do país, assim como as condições atmosféricas que, em determinados períodos, dificultam a atracação dos navios, lê-se na nota.

Não obstante a situação, a Sonangol assegurou “total e permanente empenho” na regularização dos mercados, garantindo ter já efetuado o pagamento aos fornecedores de produtos importados, estando, desde sábado, em processo de descarga de quantidades suficientes para repor as condições de abastecimento.

País volta a registar escassez de combustível

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A escassez de combustível voltou a criar sérios embaraços aos automobilistas e não só em algumas províncias do país, com maior ênfase em Luanda, num curto espaço de um mês. A primeira registou-se em Março último.

Nas bombas onde ainda era possível encontrar gasolina e gasóleo havia, como sempre, registo de enormes filas de carros, motorizadas e pessoas com recipientes em mão.

Vários automobilistas foram obrigados a deslocar de pontos muito distantes para abastecer a viatura. Foi o caso de Júnior Guilherme, que só conseguiu o produto no posto de combustível da Sonagalp da Dona Xepa, no Futungo, depois de ter passado pelas bombas do Patriota, onde não havia o produto.

A cidadã Rosa Marisa, também, teve de transpirar para atestar o deposito da sua viatura. Explicou a reportagem do Jornal de Angola que antes de se deslocar às bombas da Dona Xepa, foi obrigada a cumprido com uma enorme fila num posto de combustível que fica no Lar do Patriota. “Não tive sorte, porque quando chegou a minha vez o produto acabou. Só faltavam três carros. Foi horrível”, lamentou.