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Sabe quanto custa produzir os novos iPhones?

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O modem 5G é o componente mais caro, seguido do ecrã OLED.

O iPhone 12 e o iPhone 12 Pro são os dois novos topos de gama da Apple e, como tal, não ficarão baratos a quem pretende adquiri-los. Porém, sabe quanto custa à Apple produzir os dois smartphones?

O site japonês Fomalhaut Techno Solutions (via GSMArena) revela que enquanto o iPhone 12 custa 373 dólares (312 euros), produzir o iPhone 12 Pro chega aos 406 dólares (339 euros). De recordar que a versão base do iPhone 12 custa 929 euros e o iPhone 12 Pro tem um preço a partir dos 1.179 euros.

A publicação refere que o componente mais caro destes iPhones é o modem 5G que custa 90 dólares (75 euros), seguido do ecrã OLED que custa 70 dólares (58 euros).

Via interdita no kilamba gera insatisfação

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Os moradores do Kilamba, que utilizam com frequência a Av. Pascoal Luvualu, interdita, desde o dia 18 de Novembro devido desnivelamento do tapete asfáltico, questionam a interdição da via quando os trabalhos ainda não começaram a ser realizados para reverter a situação.

A atitude de precaução do encerramento da via, gera insatisfação por parte dos moradores , porquanto a mesma foi interdita, mas, até agora nada se observa em termos de intervenção. “Porque fechar a via se ainda não começaram às obras”? Questionou uma automobilista a nossa reportagem. “É assim que começa a estragar o bem público, surgem pequenos buracos, pequenas situações e não são resolvidas atempadamente, depois o buraco vai ficar bem maior, vão dizer que não há verba e que estão a espera do governo provincial, por isso quem de direito peço que faça a intervenção o mais breve possível, para não estragarmos a nossa cidade” avançou o munícipe António Ferreira.

Segundo fontes da Administração local,  a interdição foi feita para evitar danos graves as viaturas uma vez que com a circulação constante com veículos até mesmo pesados poderia causar um abatimento do solo ainda mais acentuado, que poderia causar não só danos materiais como físicos aos condutores, quanto ao início das obras e as causas do deslizamento não no foi avançado mais dados. 

A nossa equipa constatou que no mesmo local, no entroncamento que dá acesso ao quarteirão A e D, a água que está na via esta a provocar buracos na estrada, o que se não for feita uma intervenção urgente, teremos mais uma via danificada em breve.   

À circulação rodoviária, da Av. Pascoal Luvualu entre o edifício D12, passando pela 51ª esquadra até ao cruzamento entre os edifícios A e B sentido Kilamba, viaduto da via expressa, está  interdita desde o dia 18 de Novembro de 2020, para intervenção do desnivelamento do tapete asfáltico, fez saber a a Administração, por via de uma nota de imprensa chegada a nossa redação.

Pais sensibilizados sobre os perigos que crianças enfrentam

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Uma comissão multissectorial, composta por técnicos do Gabinete Provincial da Acção Social do Governo Provincial de Luanda, Direcção de Acção Social do Município de Belas, Instituto Nacional da Criança (INAC) e da Administração do Distrito Urbano do Kilamba, iniciou, hoje, 20.11.20, uma campanha de sensibilização que visa chamar atenção aos país e encarregados de educação dos bairros: Camama 2, Santo António, Progresso, Cinco Fios e Vila Flor. Sobre a responsabilização e os perigos que os menores correm, ao circularem pelas ruas da Cidade do Kilamba, sem o acompanhamento de adultos.

A Administradora para área social do distrito Urbano do Kilamba, Ana Augusta e a Directora da Repartição de Acção Social Cultura e Desporto Aida Silva, que falavam durante a campanha de sensibilização junto da comunidade, apelaram aos munícipes a terem mais cuidados com às crianças que muitas vezes são instruídas pelos pais para adoptarem à condição de “pedintes” correndo todos os riscos possíveis e inerentes a pandemia de COVID-19, maus-tratos, atropelamento, abuso sexual, trabalho infantil e uso de substâncias psicotrópicas bem como o envolvimento em outros comportamentos desviantes que os levam a estar em conflito com a Lei.

A comissão multissectorial fez saber às comunidades que, nos próximos dias, depois do período de sensibilização, em que também estarão envolvidas às igrejas e outros actores sociais, será feita a retirada dos menores, que forem encontrados a deambular pelas ruas do distrito com o apoio da Polícia Nacional e serão encaminhadas para um centro de acolhimento e os pais serão responsabilizados.

De recordar, que o distrito Urbano do  Kilamba acolheu uma reunião sobre “ A situação da criança na rua” orientada por sua Sua Excelência Dr. Dionísio Manuel da Fonseca, Vice- Governador da Província de Luanda para o sector Político e Social. Onde foi recomendada acções concretas para mitigar este fenómeno. 

FONTE: RDI- DISTRITO URBANO DO KILAMBA

BPC: Pensionistas com balcão exclusivo

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Os clientes do Banco de Poupança e Crédito (BPC) serão contemplados com um novo conceito de espaço de atendimento da rede comercial do banco, de forma exclusiva, para pensionistas, denominada ” O Meu Balcão”.

Com a implementação do referido programa, pretende-se tornar o BPC um banco sustentável, menos dependente de injecções de capital dos seus accionistas, de forma a contribuir para um ambiente financeiro estável, de modo a potenciar o desenvolvimento das empresas e do país.

O projecto está em fase piloto de implantação. Segundo uma fonte daquela instituição, o objectivo é a melhoria da qualidade dos serviços prestados aos clientes, com realce para os pensionistas. Segundo a nota, o BPC vai alargar, a médio prazo, o referido serviço a todas as regiões do país, de forma a proporcionar uma melhor experiência aos clientes pensionistas na relação com o banco.

Angop

Autópsia revela causa da morte prematura de Larama

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Já são conhecidas as causas da morte de Luís Larama. De acordo com a autópsia, realizada pelas autoridades, o vencedor do primeiro Big Brother Angola terá morrido devido a complicações de saúde relacionadas com a dependência do álcool.

” Dizem que tem a ver com cirrose aguda, infecção pulmonar e intoxicação por álcool”, disse um amigo próximo da família com acesso aos resultados da autópsia, em declarações à revista portuguesa Vidas.

O vencedor do primeiro Big Brother Angola e ex-concorrente dos reality show portugueses “A Quinta” e “A Quinta: O Desafio”, foi encontrado morto em casa na passada Segunda-feira.

O funeral decorreu esta Quinta-feira de manhã, no cemitério de Benfica. De acordo com a mesma fonte, enquanto decorriam as cerimónias fúnebres, os familiares receberam outra notícia triste: o tio-avô de Larama faleceu esta Quinta-feira, também em casa.

info@kilambanews.com

Circulação Interdita na Av. Pascoal Luvualu

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À circulação rodoviária, da Av. Pascoal Luvualu entre o edifício D12, passando pela 51ª esquadra até ao cruzamento entre os edifícios A e B sentido Kilamba, viaduto da via expressa, estará interdita a partir de hoje, dia 18 de Novembro de 2020, para intervenção do desnivelamento do tapete asfáltico.

Por este motivo a secção de trânsito e segurança rodoviária do distrito, apresenta as seguintes alternativas: Para os condutores que circularem na rua Oliver Tambo (rua dos restaurantes) para ao viaduto, deverão virar à direita para a Av. Cmdt Pedalé  no sentido vivendas -Kero, fazendo o primeiro retorno e entrarem para a rua da Liga Africana (entre os edifícios D, e E e os Edifícios A e C , para alcançarem a Av. Imperial Santana (Rua do Kero) 

Por outra via os condutores que circularem na Av. Cmdt Pedalé no sentido edifício T12 ao edifício D12, para atingirem o viaduto poderão usar a saída do A-17, virando  à direita na rua da Liga Africana ou podendo também continuar até as vivendas e virar  à direita saindo pelo mercado.

Outra alternativa para sair da cidade do Kilamba sem transtornos é a Av. Cmdt Gika, ( via que liga o KK 5000 a via expressa , passando pelo Kero xyami)

Fonte: info@kilambanews.com

FFH “esconde” valor das dívidas dos moradores das casas

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O valor da dívida dos moradores das centralidades construídas no País continua no segredo dos deuses. Apesar das várias tentativas feitas pelo Expansão junto do Fundo de Fomento Habitacional, não foi possível apurar o montante em falta, mas sabe-se que mais de metade dos beneficiários têm dívidas, sobretudo nas centralidades comercializadas antes de 2019.

O Expansão apurou que os funcionários públicos representam parte considerável do incumprimento no pagamento das casas das centralidades.

“A maioria das habitações pertence aos funcionários públicos, que têm sido contemplados pelas suas instituições. Sem medo de errar, posso afirmar que mais de metade da dívida é destes trabalhadores”, revela uma fonte do ministério da tutela ao Expansão.

“O problema está na forma de pagamento. A estes funcionários não é debitado directamente nos salários o valor da prestação mensal. É com base numa instrução que dão ao banco e a relação entre o fundo e o banco não tem funcionado como deveria”, concluiu.

No entanto, de acordo com a instituição afecta ao Ministério da Construção e Ordenamento do Território, os beneficiários que registem atrasos no pagamento das suas prestações, por se encontrarem em dificuldades, podem optar pelo diálogo para uma resolução amigável da situação. Caso contrário, serão “accionados os mecanismos sancionatórios previstos nos contratos e legislação aplicável”.

Recentemente, o Executivo alargou para 30 anos o tempo máximo de pagamento destes imóveis, independentemente da idade do beneficiário, contrariamente ao que acontecia até então. No entanto, fonte do sector imobiliário considera que o incumprimento no pagamento das habitações das centralidades resulta do Estado estar a praticar o regime de renda resolúvel, que deveria ser uma opção para os agentes privados.

“O Estado não deveria vender imóveis no regime de renda resolúvel, porque dificilmente recupera o investimento feito que muitas vezes é obtido através de endividamento externo. O Estado deveria apostar na infraestruturação de terrenos. Este regime de renda resolúvel deveria ser praticado pelas imobiliárias e os cidadãos teriam que recorrer a um empréstimo bancário para aquisição das suas habitações”, disse.

Irregularidades no mercado imobiliário angolano

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À luz do processo revolucionário então em curso, quem se ausentasse de Angola, por mais de 45 dias, sem qualquer autorização passada por entidade pública competente, perdia a favor do Estado os seus bens imóveis. Foi por causa desta lei, que o Estado angolano, num ápice, se tornou proprietário de centenas e centenas de imóveis que davam corpo às maiores cidades do País, de municípios, comunas, vilas e vilarejos estendidos pelo território nacional afora. Para agravar o quadro, no âmbito das políticas habitacionais da época, por intermédio do Ministério da Construção e da Habitação, o Estado angolano construiu de raiz um considerável número de fogos habitacionais, como são conhecidos, por exemplo, os “prédios dos cubanos”. Tanto os primeiros, os que ingressaram para a esfera patrimonial do Estado por via do confisco, como os que foram por ele, Estado angolano, construídos, a posteriori, foram arrendados aos seus ocupantes, tendo, para tanto, se institucionalizado a Secretaria de Estado da Habitação, que procedia à gestão deste vasto património imobiliário que, repete-se, havia ingressado para a esfera patrimonial do Estado por via do confisco e da construção directa.

Mais tarde, com a falência das políticas de economia centralizada, o Estado angolano, deu início a um processo inverso, o de privatização ou alienação (venda) do seu património imobiliário, tendo, para tanto, criado a Comissão Nacional para a Venda do Património Habitacional do Estado, por intermédio da conhecida Lei 19/91, de 19 de Maio. Porém, e não deixa de ser curioso, até hoje grande parte dos imóveis ainda se encontra numa situação dúbia, na medida em que a maioria dos ex-inquilinos da Secretaria de Estado da Habitação que se haviam candidatado para compra dos imóveis, até hoje, não possuem o título que comprova a propriedade do imóvel.

Com a Comissão Nacional para a Venda do Património Habitacional do Estado entrou no “léxico” do negócio imobiliário em Angola um documento chamado “de ” Termo de Quitação”, cuja força e validade jurídica até hoje se encontra por esclarecer. Para muitos, o “Termo de Quitação” é uma mera factura, que comprova ter, determinado inquilino, pago o valor pela venda de um imóvel. Para outros, o “Termo de Quitação” é um mero contrato promessa de compra e venda. Seja o que for, o “Termo de Quitação” não é uma escritura de compra e venda. Não tem valor de escritura pública de compra e venda.

Ora, e como se sabe, a compra e venda de bens imóveis só é válida quando celebrada por escritura pública; assim impõe o art.º 875.º do Cód. Civil. O que pressupõe dizer, por outras palavras, que o negócio de compra e venda de bens imóveis que não tiver por base um contrato de compra e venda é nulo, e, como tal, não produz os efeitos jurídicos que as partes desejariam.

Em Angola, agravada com a falta de cultura jurídica dos cidadãos, reforçada com o silêncio de instituições de direito, como a Ordem dos Advogados de Angola, como a Associação dos Bancos de Angola, Procuradoria-Geral da República, Provedoria Geral da República e outras instituições e associações públicas, os cidadãos andam convencidos que a posse do “Termo de Quitação”, documento passado pela Comissão Nacional para a Venda do Património Habitacional do Estado, faz deles proprietários. Mas não!

Por: Luis Martinho Lunga- Advogado

Moradores sem poder sair de casa devido inundações

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Devido à forte chuva que caiu na madrugada de quinta-feira, com duração de três horas, dezenas de edifícios da Centralidade Vila Pacifica, no Zango Zero, em Luanda, ficaram inundados com as viaturas submersas.

A inundação foi tanta que deixou vários edifícios em banho maria, incluindo os elevadores no reis de chão, facto que está a dificultar a normal circulação dos moradores daquela localidade.

De recordar que o Presidente da República autorizou em Outubro de 2020 a despesa de 5,5 mil milhões de kwanzas para obras urgentes de reabilitação das infra-estruturas de drenagem das águas residuais e pluviais da Urbanização Vida Pacífica, na Centralidade do Zango 0, em Viana, Luanda, de modo a evitar “calamidade pública”.

Para justificar a abertura do procedimento de contratação simplificada pelo critério material, no diploma é referido que a decisão teve em conta “as constantes inundações na Urbanização Vida Pacífica e no Zango 0”, situação que tem criado “inúmeros problemas de salubridade do meio, com consequências danosas à saúde dos moradores daquela localidade e não só”.

O motivo apresentado para as constantes inundações é o facto de a bacia de retenção existente “não estar a receber as águas pluviais e residuais, devido ao não funcionamento da ETAR, da moto-bomba para transvazo e outros problemas de ordem estrutural”.

De acordo com o texto do diploma, o problema agrava-se “a cada dia que passa”, o que está a tornar-se “num potencial vector de calamidade pública, caso não haja intervenção imediatamente, face à envolvência de milhares de habitações existentes naquele perímetro urbano e a existência de algumas culturas agrícolas nos terrenos adjacentes”.

A urgência é também justificada com a aproximação da época chuvosa, “altura em que os esgotos transbordam e se misturam com as águas residuais e pluviais”.

info@kilambanews.com

Imagem: whatsapp

Lançado o projecto “Meu Resíduo Minha Responsabilidade”

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A Associação Nação Verde, em parceria com Agência Nacional de Resíduos e a Administração do Distrito Urbano do Kilamba, lançaram o projecto “Meu Resíduo Minha Responsabilidade” na Centralidade do Kilamba, Quarteirão U. O projecto tem como objectivo a promoção da economia circular e integração social dos “Cantadores de Lixo” em cooperativas. No âmbito do projecto, está em curso um processo de identificação e cadastramento dos “Cantadores de Lixo”, com o objetivo de inseri-los em cooperativasO lançamento da iniciativa ficou marcada de uma acção de sensibilização no dia 07.11.20 sobre a importância da separação da separação dos resíduos a partir de casa.