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Fundo habitacional denuncia cobranças ilegais nas centralidades

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Um grupo de indivíduos, que se faz passar por funcionários do Fundo de Fomento Habitacional (FFH), está a efectuar cobranças indevidas de supostas dívidas contraídas pelos moradores das centralidades de Luanda, soube hoje a ANGOP.

Segundo o FFH, que tomou conhecimento, recentemente, da ilegalidade através de denúncias provenientes dos próprios condóminos, os supostos malfeitores têm usado inclusive uniformes com timbre da instituição, efectuando cobranças porta a porta dos inquilinos. 

Soube-se ainda de fonte do FFH, que os infractores têm solicitado aos moradores que procedam ao pagamento imediato via TPA (Terminal de Pagamento Automático), no local das residências. 

Diante dessa irregularidade, o Fundo de Fomento Habitacional afirma que a instituição “não procede a cobranças de prestações referentes à propriedade resolúvel porta a porta”, apelando os moradores a continuarem a denunciar todos os actos que lesam os seus interesses. 

Refere ainda que a regularização das prestações mensais continuam a ser feitas na Conta Única do Tesouro (CUT), através da Referência Única de Pagamento ao Estado (RUPE) ou nos postos de pagamento do FFH, que também tem enviado mensagens (SMS) aos beneficiários das casas.

Em 24 de Dezembro de 2020, o Governo angolano aprovou a tabela de preços para a venda e arrendamento das habitações nos projectos habitacionais construídos com fundos públicos, através da decisão expressa no Decreto Conjunto 209, dos ministérios das Finanças e Obras Públicas e Ordenamento do Território.

De acordo com esse documento, no regime de propriedade resolúvel ou pronto pagamento, os preços variam entre os quatro milhões 980 mil kwanzas (Kz), para a tipologia T3 sem elevadores, na centralidade do Capari (Bengo), e os Kz 23 milhões para T4, na centralidade Vida Pacifica (Zango 0), em Luanda, valores que devem ser pagos em prestações mensais, num período de 30 anos ou 360 prestações.

Na mesma senda, cada vivenda isolada do tipo T3 no Zango 5 (Luanda) custa Kz 11.620.000, a prestação mensal a pagar é de Kz 48.765,07, enquanto uma habitação geminada de tipologia T3, tem o valor de Kz 10.790.000, pagando a prestação mensal de 45.288 kwanzas.

Além dessas tipologias, o custo de cada apartamento do tipo T3 é de 8.300.000 kwanzas, com a prestação mensal de Kz 34.832,19.

Para as centralidades da Marconi (Cazenga, Luanda), Lossambo/Kilomosso (Cuito/Bié), Caála e Bailundo (Huambo), Sumbe (Cuanza Sul), Andulo (Bié) e Luena (Moxico), os apartamentos bem como as vivendas e os duplexes estão no valor de 7.585.000 kwanzas.

Na centralidade do Mussungue, no Dundo (Lunda Norte), os apartamentos custam entre sete milhões 500 mil, e 16 milhões de kwanzas.

Nos casos em que a habitação é adquirida na modalidade resolúvel, o prazo de pagamento é de até 30 anos, ou seja, 360 meses de maturidade (prestações). O preço inclui a taxa de juro  sobre a parcela financeira de 3%, o que eleva o preço fixado na tabela.

Num conjunto de 22 centralidades com imóveis de tipologias diversas, residências térreas e duplex, a lista não inclui as centralidades do Kilamba e Sequele (Luanda), pelo facto de estarem já todas ocupadas ou vendidas por via da renda resolúvel e a pronto pagamento.

Fonte: Angop

Palancas negras vencem o Gabão no 11 de Novembro

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A selecção nacional de futebol venceu, esta sexta-feira, a congénere do Gabão, por 3-1, obtendo o primeiro triunfo nas eliminatórias qualificativas ao Campeonato do Mundo, a disputar-se em 2022, no Qatar.
Em desafio da terceira jornada do grupo F, disputado no estádio 11 de Novembro, em Luanda, com 10 % de espectadores permitidos pela FIFA, Angola até iniciou trémula no sector defensivo, mas ainda ao longo da primeira parte tranquilizou, com golo de Zine, aos 25 minutos.

No tempo regulamentar foi a gestão da posse de bola até Ary Papel concretizar o segundo, aos 56 minutos.

O golo do Gabão foi obtido aos 83 minutos por intermédio de Exel Meye, e quando se pensava que tudo estava feito, Buatu, de cabeça, rubricou o terceiro de Angola, aos 90+1, com que fechou o placard.

O desafio, inicialmente marcado para às 17h00, teve lugar apenas uma hora e meia depois pelo facto de a selecção gabonesa não ter feito os testes da Covid-19, 24 horas antes.

Por orientação da FIFA, a contenda foi mesmo disputada, apesar das manifestações de contrariedade por parte da equipa técnica nacional e de dirigentes federativos.

Quanto ao jogo, a primeira questão que se coloca é aonde andou o atacante Aubameyang, o craque do Arsenal da Inglaterra? e a resposta tem nome, Gaspar.

O defesa central do Sagrada Esperança, que substituiu o indisponível Bastos, foi tremendamente eficaz na anulação do perigoso goleador, uma acção que contou com a solidariedade dos colegas de equipa Karanga, Lépua, e também de Show e Herenilson, este último já na ponta final.

Apesar de ainda longe das exibições expectáveis, hoje a selecção nacional foi enorme, com espírito de ajuda entre os sectores. Ary Papel driblou constantemente a defesa contrária e aos 25 minutos, numa arrancada individual, encontrou Zine para facturar de pé esquerdo.

Nesta altura, com as linhas fechadas, o adversário jogava no erro dos Palancas Negras cuja defesa tremeu em vários momentos, inclusive o guarda-redes Hugo Marques que se mostrou, algumas vezes, inseguro entre os postes.

A vencer por 1-0, o combinado nacional geriu o jogo e não permitiu que o oponente violasse a sua baliza até ao intervalo.

No reatamento, tal como nos 45 minutos inicias, o Gabão entrou fazendo pressão alta com jogadas pelas alas para cruzamentos na grande área, enquanto Angola defendia-se com rasgos inteligentes no contra-ataque até que, aos 56 minutos, Ary Papel concretizou o segundo para os Palancas Negras.

Jogada elaborada no meio campo, Fredy, do Antalyaspor da Turquia, mais uma vez, foi o técnico de laboratório com um cruzamento em que a bola passou por toda defesa contrária para achar a cabeça do médio ofensivo do Ismaily do Egipto.

Jogo de nervos, pela importância de vitória para manter-se na corrida ao mundial, os anfitriões diminuíram o volume ofensivo, fundamentalmente depois das substituições operadas pelo seleccionador.

Pedro Gonçalves substituiu Ary Papel por Zito Luvumbo, Zine por Érico e Fredy por Herenilson resultando daí o abaixamento do jogo ofensivo e como consequência o Gabão marcou, por intermédio de Exel Meye (83’), claramente por distracção da defesa nacional.

A vencer por 3-1, Angola manteve os atacantes gaboneses longe da sua grande área com Aubameyang eficazmente anulado.

Com esta vitória, Angola, que vinha de duas derrotas, ocupa a terceira posição com três pontos, à frente do Gabão com um. O grupo é liderado pelo Egipto com sete após ultrapassar a Líbia (seis pts) por 1-0.

A selecção nacional viaja domingo para Libreville para na segunda-feira defrontar este mesmo Gabão, na quarta jornada das eliminatórias.

Fonte:Angop

WhatsApp, Instagram e Facebook estão fora de serviço

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As aplicações do Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp estão fora de funcionamento desde as 16.30, hora local de Luanda.

O Facebook e as aplicações de redes sociais debaixo da sua alçada, como o Instagram, Messenger e WhatsApp estão fora de serviço nesta segunda-feira, sem qualquer explicação da parte do gigante da media social.

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão a ter problemas para acessar a aplicação do Facebook”, escreveu a empresa na sua conta de Twitter. Mas por algumas pessoas o Facebook deverá querer dizer milhões, uma vez que a interrupção foi global e há milhões de utilizadores das suas plataformas pelo mundo inteiro que foram afectados.

“Estamos a trabalhar para que as coisas voltem ao normal o mais rápido possível e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, diz o mesmo tweet do Facebook.

O site de rastreamento de interrupções “Down Detector” registou dezenas de milhares de relatórios para cada um dos serviços. O próprio site do Facebook deixou de estar acessível, bem como o Instagram, enquanto a aplicação do WhatsApp abre, mas não permite enviar mensagens, ou carregar novos conteúdos.

Angola e Portugal aprovam protocolo para facilitação de vistos

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Os Governos de Angola e Portugal aprovaram um protocolo bilateral sobre a facilitação de vistos nacionais, em passaportes comuns ou ordinários, para mobilidade jovem, por razões de saúde e de trabalho.

De acordo com o decreto presidencial 240/21, de 29 de setembro, consultado hoje pela agência Lusa, o protocolo tem como objetivo estreitar as relações de amizade e de cooperação nos domínios académico, cultural, científico, técnico e económico com a República portuguesa, bem como eliminar as barreiras existentes ao desenvolvimento das atividades das empresas e do investimento.

Nesse sentido, as partes acordaram facilitar a atribuição de vistos de longa duração, para fins académicos, culturais, desportivos, científicos e tecnológicos, bem como cidadãos em busca de tratamento médico e respetivos acompanhantes, sendo também eleitos os vistos de trabalho de longa duração.

Relativamente aos vistos para fins académicos, culturais, desportivos, científicos, tecnológicos e de saúde são válidos para múltiplas entradas, de longa duração e prorrogáveis.

Já os vistos de trabalho, são válidos para múltiplas entradas, num período de 36 meses, permitindo ao seu titular uma permanência contínua, por períodos de 12 a 36 meses prorrogáveis, para a finalidade que determinou a sua concessão.

Para a atribuição do visto de trabalho de longa duração são considerados os trabalhadores envolvidos em projetos de investimento, designadamente projetos de reconstrução nacional, contratualizados por empresas públicas, privados ou de capital misto de ambos os países.

O decreto presidencial sublinha que os signatários do protocolo deverão conceder os vistos com o objetivo de facilitar a mobilidade dos cidadãos de ambos os países num prazo máximo de oito dias úteis a contar da data da sua solicitação, enquanto para os vistos de trabalho de longa duração, o prazo máximo é de 30 dias úteis desde a data do pedido.

Os signatários devem garantir as condições necessárias para assegurar a permanência dos requerentes no respetivo território durante o período de validade do visto e as renovações ou prorrogações dos vistos concedidos devem acontecer no prazo de cinco dias úteis a contar da data da solicitação.

O protocolo produzirá efeitos a partir da data da sua assinatura, por um período de cinco anos, automática e sucessivamente renováveis desde que não seja denunciado nos termos previstos, “quando um dos signatários manifestar essa vontade, notificando o outro por escrito e através dos canais diplomáticos”.

FONTE: LUSA

Estreia de ‘007 – No Time to Die’ na mira de cibercriminosos

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Foi detetado um aumento de atividade cibercriminosa em torno da estreia do novo filme de James Bond.

Aestreia do novo filme da saga ‘007’ atraiu considerável atividade cibercriminosa, de acordo com um levantamento feito pela Kaspersky.

De acordo com a tecnológica, ‘007 – No Time to Die’ esteve na mira dos cibercriminosos, principalmente antes da estreia, sendo detetados anexos fraudulentos que se estavam a fazer passar pelo novo filme da saga, assim como as páginas web de phishing relacionadas com o universo do cinema.

“Os investigadores da Kaspersky descobriram que houve tentativas de infetar os utilizadores através de diversos tipos de malware e software malicioso, que foram descarregados por aparentemente serem o novo filme de James Bond”, indica o comunicado enviado às redações.

A empresa sublinha, porém, que o número de lesados foi reduzido. Ainda assim, as ciberameaças detetadas não foram apenas ao nível do adware, tendo sido encontrados: “trojans”, programas maliciosos que permitem os cibercriminosos aceder pela via menos convencional a dados confidenciais dos utilizadores; “trojan-PSW”, programas para roubar dados de acesso; e, inclusivamente, ransomware. 

Foram também detetadas várias páginas web de phishing, criadas para roubar os dados bancários dos espectadores.

FFH lança concurso orçado em 23,8 milhões de KZ para reabilitar edifícios vandalizados

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O Fundo de Fomento Habitacional (FFH) angolano lançou um concurso público, de 23,8 mil milhões de kwanzas (33,5 milhões de euros), para a reabilitação de 21 edifícios vandalizados, na Urbanização Vida Pacífica, em Luanda, apreendida no combate à corrupção. Segundo o anúncio de abertura do procedimento deste concurso público, publicado hoje no Jornal de Angola, a empreitada de reabilitação dos imóveis, subdividida em seis lotes, tem o prazo de execução de oito meses e está aberta à participação de entidades estrangeiras.

A Urbanização Vida Pacífica, localizada no Zango Zero, município angolano de Viana, em Luanda, foi apreendida pelo Serviço Nacional de Recuperação de Ativos da Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana, no âmbito das ações de combate à corrupção, e alguns edifícios têm sido vandalizados por estarem desabitados. Para a empreitada de reabilitação dos 21 edifícios, o FFH refere que o concurso, cujo prazo de entrega de candidaturas decorre até 29 de outubro próximo, implica a celebração de um contrato público.

A empreitada prevê a reabilitação dos referidos edifícios “vandalizados, desprovidos de diversos elementos internos, incluindo infraestruturas técnicas internas e externas, instalação, recuperação, ensaios, pintura e arranjos exteriores”. Certidão contributiva original, emitida pelo Instituto Nacional de Segurança Social, comprovativo da regularização da situação tributária perante ao Estado angolano são alguns dos requisitos aos concorrentes que devem apresentar “propostas economicamente mais vantajosas”. Os candidatos devem pagar 60.000 kwanzas (84,5 euros) para a obtenção das peças do procedimento.

O FFH, entidade contratante, é uma pessoa coletiva de direito público, que integra a administração indireta do Estado, que goza de personalidade e capacidade jurídica e é dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, tutelada pelo Ministério das Finanças e pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território angolano.

FONTE:LUSA

Alunos pedem anulação do aumento de propinas

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A Associação dos Estudantes de Universidades Privadas de Angola (UEPA) promove uma campanha para recolher assinaturas de forma a solicitar, junto do Presidente da República, a revogação do Decreto Executivo conjunto nº 420/21, de 14 de Setembro, que autoriza o reajuste das propinas e emolumentos nas instituições de ensino geral na ordem de 15 por cento e de 25 para as instituições de ensino superior.

O presidente da UEPA, Joaquim Caihombo, disse, ontem, à Rádio Nacional, que os estudantes acreditam que o Presidente irá revogar o Decreto, que ameaça o  sonho de se formar.

“A vida económico e social das famílias não está em condições para suportar o aumento de mais 25 por cento no ensino superior e 15 no ensino geral”, disse.

    Acrescentou que perto de dois mil estudantes já subscreveram a petição via Internet e que muitos poderão não aparecer nas universidades, se nada for feito em prol da revogação dos novos preços.

Cidadã detida por falsa qualidade de agente da Polícia

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Por volta das 12horas e 30 minutos do último sábado 25 de Setembro, foi detida a cidadã nacional, identificada com o nome. Felizarda José Gonçalves Bernardo, solteira de 28 anos de idade, por falsa qualidade de agente da polícia.   

O facto ocorreu por volta das 12h e 30 na Vila de Viana defronte a loja da Unitel, quando o Chefe da referida Esquadra com a equipa em serviço deparou-se com uma suposta Oficial subalterna, interrogada sumariamente a mesma afirmou que a farda foi lhe entregue pelo namorado supostamente polícia afecto ao Comando Provincial do Cuanza Sul de Nome Fernando Luís Neto.

De referir que a mesma se dedica em promessas de enquadrar elementos na Polícia Nacional em troca de valores monetários equivalente entre cinquenta 50.000.00 a Cem mil Kwanzas 100.000.00 Kz

Diligências prosseguem para mas informações sobre a origem do fardamento e a localização das possíveis vítimas.

Info@kilambanews.com

Presumível marginal perde a vida em confronto com às forças da ordem

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m cidadão nacional de 21 anos de idade perdeu a vida na tarde deste domingo 26, por disparo de arma de fogo de agentes policiais, ao reagir com tiros a uma abordagem das forças em serviço de patrulhamento motorizado na na Av. Hoji-Ya- Henda, município de Luanda.

De acordo com informações de testemunhas no local, o facto aconteceu na rua Soba Mandume, onde os suspeitos a bordo de uma motorizada de marca Kawasek, de cor preta protagonizaram roubo, na via pública, de um aparelho electrônico (Telemóvel), com recurso a arma de fogo, do tipo pistola, de marca Star e de seguida colocaram-se em fuga.

Minutos depois, fruto de uma denúncia pública, as forças da ordem, em serviço de patrulhamento – motorizado, deram início a um trabalho de inteligência policial e perseguição dos presumíveis meliantes, que, tão logo, se aperceberam da presença policial efectuaram disparos e, em resposta policial, um dos suspeitos foi atingido na região lombar e teve morte instantânea enquanto que, o outro acabou detido.

Refira-se que, na acção, foi apreendido o referido meio bélico, a motorizada e um telefone de marca Samsung, presumivelmente roubado, que se encontrava em posse dos supostos meliantes.

Diligências investigativas prosseguem de forma a esclarecer-se a proveniência da arma de fogo e o possível envolvimento dos suspeitos em outros crimes ocorridos na província de Luanda.

Facebook pagou 4,2 mil milhões para “proteger” Zuckerberg de escândalo

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O valor foi pago para evitar que o CEO fosse nomeado ou forçado a prestar depoimento na queixa da Federal Trade Comission (FTC) relacionada com o escândalo da Cambridge Analytica.

O Facebook pagou pagou quase cinco mil milhões de dólares (cerca de 4,2 mil milhões de euros) à FTC para proteger Mark Zuckerberg de ser processado individualmente pela agência norte-americana no âmbito do escândalo da Cambridge Analytica, refere um grupo de acionistas num processo que foi tornado público esta terça-feira e que foi reportado pelo Politico.

Estes 4,2 mil milhões foram pagos adicionalmente aos 90,3 milhões de euros de um acordo estabelecido neste caso porque a Facebook não alertou os seus investidores sobre a recolha de dados da Cambridge Analytica.

“Zuckerberg, Sandberg, e outros diretores da Facebook concordaram em autorizar o acordo de milhares de milhões de dólares com a FTC como um ‘quid pro quo’ expresso para proteger Zuckerberg de ser nomeado na queixa da FTC, ser responsabilizado pessoalmente, ou até ser obrigado a prestar um depoimento”, aponta o processo do grupo de acionistas da empresa.

Na introdução deste processo, os acionistas argumentam que “Zuckerberg encheu metodicamente a administração de amigos, compinchas e funcionários”. “Quando diretores reúnem a coragem de enfrentá-lo ou falar, Zuckerberg afasta-os”, acrescentam os acionistas.

“Sem surpresa, a administração nunca fez um controlo sério à autoridade sem restrições de Zuckerberg. Em vez disso, habilitou-o, defendeu-o, e pagou milhares de milhões de dólares dos cofres da Facebook para livrá-lo dos seus problemas”, pode ler-se ainda no processo dos acionistas.