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Falta de água nos bairros de Luanda: Bidon de 25 litros agora custa 200 kz

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Vários bairros e municípios da província de Luanda estão sem água da rede pública há mais de 30 dias e os moradores, desesperados, recorrem aos motoqueiros, “kupapatas”, para conseguir um bidão de 25 litros cujo preço disparou de 50 para 200 kz. A EPAL diz que à falta de água deve-se a um corte numa conduta, desde o dia 14 de Dezembro do ano passado e admite que o problema só ficará resolvido no próximo mês.

Os municípios de Cacuaco, Kilamba-Kiaxi, Cazenga e Viana são os mais afectados, já a parte baixa da cidade e arredores, apesar das falhas, o abastecimento tem sido de forma alternada, soube o Novo Jornal, embora as queixas tenham subido de tom nos últimos dias também nestas áreas.

Enquanto não se resolve a situação, a população tem vivido dias difíceis devido à falta de água nas suas casas, sendo as famílias obrigadas a gastar dinheiro que estava destinado para outras despesas a comprar água em bidões de 25 litros cujo preço subiu abruptamente dos 50 para os 200 kz em média.

Nos municípios do Cazenga e de Cacuaco, como verificou o Novo Jornal, especialmente nos bairros Tala-Hady, 11 de Novembro, Marcelo Caetano, Vila de Cacuaco e do Kikolo, o clamor pela falta de água é gritante e muitas famílias vivem em permanente desespero. Nestes bairros, os motoqueiros, vulgos “kupapatas”, vendem agora o bidão de 25 litros a 200 kwanzas ao contrário dos 50 anteriormente vendidos, o que está a descapitalizar as famílias mais desfavorecidas, estando muitas a serem obrigadas a optar entre comprar água ou alimentos.

Há quem esteja a vender ao preço de quatro bidões de 25 litros por 500 kz, mas a luta para se conseguir adquirir um bidão é grande porque quase todos os “kupapatas” vendem por encomenda aos clientes, que chegam a esperar dias pela sua água. “Estamos mal, desde o mês de Novembro que não corre água no bairro e os kupapatas não facilitam”, disse ao Novo Jornal Amaro João, morador do Cazenga. No Kilamba-Kiaxi, os fontanários estão sem água desde Dezembro último e a situação faz com que muitos munícipes procurem a água nos bairros vizinhos.

2014, o ano dos dólares na IURD em Angola

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Num momento em que o país começava a sentir os efeitos da crise económica provocada pela descida do preço do barril de petróleo, a igreja universal em Angola usava os seus pastores como instrumentos de transportação de dinheiro para o exterior com maior destaque do período que vai de 2014 a 2018. Chamados para depor em tribunal, os pastores na condição de declarantes esclareceram em audiência na sala criminal qual era a quantia monetária e o método utilizado pela extinta direcção da igreja para transferir as receitas arrecadadas para o Brasil, além de clarificarem também sobre a coacção a que estavam submetidos para a realização da vasectomia.

Vicente Cruz, pastor há 21 anos, questionado pelo advogado da acusação sobre o que sabia em relação a saída de dinheiro do país para o exterior, respondeu que a igreja organizava caravanas missionárias onde aos integrantes a antiga direcção brasileira distribuía dinheiro em moeda estrangeira como se fosse parte da bagagem do passageiro, pastor. No destino e com base nas orientações dadas pelo líder espiritual, o dinheiro era entregue ao Bispo Itamar, pastor Divino Mota e sua esposa em quarta de hotel.

Segundo o pastor Vicente, em 2014, integrou uma destas caravanas constituída por 100 pessoas entre pastores e esposas e cada um recebera da extinta liderança da igreja 10 Mil Dólares Norte-Americano. Já o pastor Paulo Pinheiro disse ao tribunal que no referido ano participou em duas caravanas missionárias com destino à Republica Federativa do Brasil, onde a primeira era integrada por 180 pessoas em que cada transportava na bagagem 20 mil dólares e na segunda caravana composta por 150 viajantes, os missionários transportavam 15 mil dólares cada. “Após a entrega nada mais sabíamos sobre o destino do dinheiro”, garantiu o pastor Pinheiro.

Os números de três caravanas entre as muitas realizadas em 2014

Valor Parcial Passageiros Valor total Moeda Destino
10.000 100 1.000.000 USD Brasil
15.000 150 2.250.000 USD Brasil
20.000 180 3.600.000 USD Brasil
Total Geral – 6.850.000 (Seis milhões oitocentos e cinquenta mil dólares

Por outro lado, o pastor Vicente que agora está sob a liderança do bispo Valente Bezerra Luís contou ao juiz da causa que a extinta liderança descontava nos seus salários o valor correspondente à segurança social, porém os descontos não eram depositados na conta do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). O mesmo pastor e como consequência de inúmeras questões colocadas pelo advogado de defesa, Marcelo, revelou que na residência pastoral onde actualmente reside há um cofre de cerca de 2 metros de altura e um metro de largura embutido numa das paredes. Questionado pelo juiz da causa se já tentou abrir, o pastor respondeu que sim, mas não conseguiu.

Nesta 11ª sessão, o tribunal bateu o seu primeiro record ao ouvir num só dia nove declarantes, nomeadamente Aldineiro Emanuel, Márcio Jimbi, Maura de Sá Miguel, João Lemos, Pedro Garcia, Paulo Pinheiro, Vicente Cruz, Tiago Paulo e Ângelo Canga. O caso IURD fez no dia 19 de Janeiro dois meses de julgamento.

Cidadãos no Kilamba escavam buracos em busca de ferros para vender

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Escavar buraco em busca de ferros para vender tornou-se a maior actividade que muitos homens, mulheres e até mesmo crianças, que vivem em bairros adjacentes a centralidade do Kilamba, adoptaram para sustentar as suas famílias.

Em zonas florestais da centralidade do Kilamba, dezenas de moradores, dos bairros junto a cidade, escavam buracos de cerca de 3 metros de profundidade para poderem encontrar ferros e depois “pesar”.

Cada saco cheio de ferro com diversos tipos chega a custar no máximo 500 kwanzas, sendo que o mais barato é comercializado no preço de 250 kwanzas.  No entanto, em média, cada catador leva para a casa pelo menos 4 mil kwanzas por dia.

Uma equipa de reportagem do portal Kilamba News falou com a dona Rita Sebastião, 59 anos, tendo confessado que já está há 1 ano, e que a actividade de escavação para encontrar ferro tem lhe ajudado a sustentar os cinco filhos.

“Já não tenho marido. Eu procuro esses ferros para pesar e quando peso me dão dinheiro. Por dia faço uns 3 ou 4 mil kwanzas. E com esse dinheiro já consigo comprar pão, café e manteiga para dar aos meus filhos”, comentou.

Para fugir do sol ardente que fazia durante a nossa reportagem, Rita Sebastião, natural do Uíge, que aparentava abatida, descansava debaixo de uma das árvores junto ao buraco onde retira os ferros. Passava das 13h e a senhora ainda não tinha almoçado.

“Estamos a sofrer, meu irmão jornalista. Nós só somos importantes em tempo de eleição. Depois de passar já não existimos. Aqui onde estou ainda nem já um bolinho meti na boca”, lamentou.

Para além da dona Maria, Madalena Samuel, 66 anos, também da província do Uíge, é outra catadora de ferro na centralidade do Kilamba. Segundo ela, é melhor escavar buraco para encontrar ferro do que ir à lixeira apanhar “comidas podres para comer”.

“Começo às 6h e paro só no fim da tarde. Eu escavo o buraco com as mãos. Não tenho trabalho. A vida aqui em Luanda é difícil, mas vou lutar para dar de comer os meus dois filhos. O meu marido não trabalha”, relatou a catadora

Os desejos são iguais, pois em uma única voz as famílias pedem apoio ao governo. Teresa António lamenta a falta de apoio por parte das autoridades governamentais.

“Não temos nada para comer e a administração do Kilamba quer nos tirar daqui. Não vamos aceitar. Ou eles nos matam, ou ficamos aqui”, assegurou, garantindo que após terminarmos nessa zona vamos procurar outra área para vermos se encontramos mais ferros.

A administração do distrito urbano do Kilamba reprovou a atitude desses cidadãos, por conseguinte, garantiu que vai impedir a actividade que considera ilegal.

Administração da centralidade do Kilamba inspecciona padarias e pastelarias

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Um grupo de técnicos da repartição de fiscalização e monitoramento administração do Kilamba efectuou nesta quarta-feita, 19, um trabalho de inspecção em várias padarias e pastelarias da centralidade do Kilamba.

A acção inspectiva dos técnicos da administração do distrito urbano do Kilamba teve como objectivo analisar as condições de higiene dos estabelecimentos comercias, bem como a averiguação da validade dos documentos nomeadamente o certificado de habitalidade e a autenticidade dos documentos dos funcionários, em particular o boletim de sanidade.

Além disso, os técnicos procederam ao trabalho de aconselhamento por parte dos responsáveis dos estabelecimentos sobre a obrigação do uso dos exaustores e extintores.

A repartição de fiscalização e monitoramento, actividades económicas e saúde garantiu que os trabalhos de fiscalização vão prosseguir.

A BIGsales chega a Angola

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Depois do sucesso de vendas em Portugal, Angola ganha o seu primeiro franchising de lojas online.

O e-commerce é o segmento de negócios que mais cresce no mundo

desde 2020, e os números mostram que a expectativa é que continue com um desempenho ascendente. Depois de um excelente resultado desde

fevereiro de 2021, quando foi criada, a BIGsales. O maior franchising de lojas online de Portugal, chega a Angola para repetir o mesmo sucesso.

O pré-lançamento vai acontecer no dia 24 de Janeiro, em Luanda, quando serão apresentados os planos disponíveis e todo o funcionamento das lojas online, cujo processo é inteiramente de responsabilidade da BIGsales, bastando que os lojistas apenas administrem a política de preços e as vendas.

“A BIGsales Angola, entra no mercado nacional com a finalidade de abrir o meio digital. Com toda a competência tecnológica e a integração das

ferramentas digitais disponíveis, a partir da BIGsales Portugal para Angola,

a nossa ambição é oferecer a melhor experiência digital aos nossos futuros franquiados”, informou o CEO da BIGsales Angola, Raúl Silva.

Desde fevereiro de 2021, a BIGsales vendeu mais de 70 lojas em Portugal,

e está a expandir o seu mercado não só para Angola, mas também para Espanha e Brasil. Em Angola, os interessados que pretendam ter a sua própria, loja online podem contar com dois planos, que incluem a montagem da loja e todo o seu funcionamento, desde a gestão de produtos até a logística da entrega.

infokilambanews@gmail.com

INAC promete receber «compulsivamente» crianças a pais que as usam para pedirem dinheiro na rua

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O Instituto Nacional da Criança (INAC) alertou nesta terça-feira,18, que os pais que usam as crianças para pedir dinheiro e comida às pessoas nas ruas de vários municípios podem perder de forma compulsiva a guarda dos seus filhos.

O aviso foi feito pela diretora adjunta do INAC, Elisa Gourgel, durante um encontro com o administrador do distrito urbano do Kilamba, onde salientou que está a ser feito, numa primeira fase, um trabalho de consciencialização dos pais nos municípios de Belas, Talatona e Luanda, com destaque ao distrito urbano do Kilamba, onde, segundo a dirigente, há maior número de crianças instrumentalizadas pelos próprios pais.

“Nós estamos aqui para dizer basta. Estamos a realizar trabalhos para pôr fim a esse fenômeno. Entretanto, vamos primeiro consciencializar os pais numa primeira fase. Ora, se os pais insistirem e persistirem que os filhos fiquem na rua vamos tomar novas medidas que serão da retirada compulsiva dos filhos”, avisou, Elisa Gourgel, acrescentado que “as medidas servirão para que os pais percebam dos erros que estão a cometer”.

A responsável reconheceu ainda que existem famílias em condições difíceis em vários municípios do país, mas afirmou que de nada serve esse tipo de prática que usam para o ganho fácil de dinheiro.

“Nós sabemos que muitas famílias estão numa situação de vulnerabilidade, mas é necessário que cada pai se consciencialize a dar atenção aos seus filhos e não utilizando-as na via pública pois estão numa situação fácil de serem violentadas e agredidas”, alertou.

O INAC é uma instituição que tem como objectivo defender os direitos inerentes às crianças.

Ambulância ‘desiste’ de doentes para transportar dinheiro

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Durante a 9.ª sessão do julgamento do caso IURD, Valente Bezerra Luís, actual líder da igreja universal em Angola, informou aos juízes que a extinta liderança brasileira comprara uma ambulância que era utilizada na transportação do dinheiro que os templos situados fora da capital do país arrecadavam sem dar aso aos depósitos bancários. “As ofertas arrecadadas pelos templos da igreja eram canalizadas para o condomínio Laranjeiras, no apartamento onde residia o pastor Belo Kifua. Pois, ele tinha a orientação do ex-líder espiritual, Honorilton Gonçalves, para depositar a pequena parte do dinheiro na conta bancaria em nome da igreja e a maior parte dos kwanzas trocar em dólar no mercado informal e de seguida enviar para o Brasil, África do Sul e Portugal”, revelou o bispo.

Questionado sobre as receitas arrecadadas pela igreja, o presbítero-geral explicou que o dinheiro arrecadado provinha das ofertas, dos dízimos e da venda de bens móveis e imóveis doados por fiéis e salientou em tribunal que pastores e bispos brasileiros e angolanos levavam para o exterior avultadas somas monetárias em dólar. Valente Luís disse que pela via terrestre o dinheiro era também transportado por viaturas de média e alta cilindrada que era blindada com o dinheiro a transportar até a República Sul Africana, pelo avião privado do bispo Macedo e por caravanas missionárias.

Indagado pelo juíz da causa, a título de exemplo, sobre o valor que a Catedral do Maculusso arrecadava, o bispo Valente Luís revelou que o referido templo situado em Luanda arrecadava mensalmente mais de 245 milhões de kwanzas.

Quanto à prática da vasectomia, líder reformista disse aos juízes que os pastores eram coagidos pelos ex-líderes de forma directa ou indirecta e caso rejeitassem eram castigados ou despromovidos. “Eu fiz a vasectomia sob coacção do bispo Marivaldo de nacionalidade brasileira e então líder espiritual”, contou o bispo Valente.

O julgamento prossegue com as audições dos declarantes e testemunhas no dia 19.

PR EXONERA COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA

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Quatro anos depois, o presidente da República, João Lourenço, exonerou nesta segunda-feira,17, o Comissário-Chefe, Paulo de Almeida, do cargo de comandante geral da Polícia Nacional (PN). Em substituição, o Chefe de Estado nomeou Arnaldo Manuel Carlos.

Além do comissário, segundo um decreto do Presidente da República, foram igualmente exonerados o comissário de investigação criminal, António Paulo Bendje, do cargo de director geral adjunto do Serviço de Investigação Criminal (SIC) e comissário de investigação criminal Pedro Lufunfula, do cargo de director de combate ao crime organizado do mesmo órgão.

Em face disso, o Presidente da República, por decreto, promove o comissário António Paulo Bendje ao posto policial de Comissário-Chefe de investigação criminal. Enquanto o comissário de investigação criminal, Pedro Lufunfula, para o cargo de director geral adjunto do SIC.

Paulo de Almeida foi nomeado comandante geral da polícia em 2018, após substituir Alfredo Eduardo Manuel Mingas “Panda”, exonerado a seu pedido.

REGRESSO ÀS AULAS NA CENTRALIDADE DO KILAMBA COM MEDIDAS APERTADAS

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Sete horas da manhã, abrem-se os portões das escolas da centralidade do kilamba e do projecto habitacional KK 5000, em Luanda. Ninguém passa pelo portão sem desinfectar as mãos, sem usar máscara facial e sem a apresentação do cartão de vacinação contra a covid-19.

Foi este o cenário que a equipa de reportagem do Kilamba News constatou em alguns estabelecimentos de ensino público e privado nesta segunda-feira,17, na centralidade do kilamba e do projecto KK 5000, depois de um período de contenção imposto pelo Governo para travar o aumento de contágios de covid-19 no país.

Durante a reportagem, o KN teve a oportunidade de entrevistar alguns alunos e o receio de contagiada foi precisamente a razão apontada por uma das poucas alunas que afirmou que preferia manter-se, por enquanto, em casa até que os casos da covid-19 no país reduzissem.

Numa turma de aproximadamente 13 alunos, cinco admitiram que prefeririam continuar em casa, quando questionados pelo KN.

“Penso que ainda é melhor ficar em casa, estou mais protegida contra o vírus da covid-19, salientou a estudante da 6.º, sendo contrariada por um outro colega da mesma turma que admitiu “sentir falta dos colegas e das explicações presenciais dos professores”.

Para além dos alunos, a nossa equipa de reportagem falou com os encarregados de educação e estes, por sua vez, estão confiantes, entretanto, defendem ser “revistas algumas condições de biossegurança para garantir o bom funcionamento das escolas na centralidade e no projecto KK 5000.

“É fundamental que as escolas tenham um bom sistema de biossegurança para o bem dos alunos, professores e de toda a gente que se encontra na escola”, atirou Eduardo João, encarregado de educação.

Por outro lado, os professores e diretores de algumas escolas do Kilamba nomeadamente a escola do secundária do 1. ciclo Sagrada Esperança garantiram “haver motivação para um novo normal das aulas”.

Bispo Gonçalves nomeava e exonerava só com a ‘boca’

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Eleito em Assembleia geral com a homologação do INAR (Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos), Bispo Valente, respondendo as questões do juíz da causa, conta que a sua nomeação para o cargo de vice-presidente do Conselho de Direcção, na extinta liderança brasileiro, foi de maneira estranha se se olhar para as normas administrativas. “Fui surpreendido quando soube que era vice-presidente. Mas antes me tinham dado um papel branco para assinar e assim o tinha feito. E numa conversa descontraída com o Bispo Pedro Correia é que ele me informou que eu era o vice da igreja”, explicou Valente Luís

O Presbítero Geral da IURD em Angola afirmou que até antes da destituição da antiga liderança a igreja nunca tinha realizado Assembleia para eleição dos membros de direcção. O bispo esclareceu que o extinto líder espiritual, Bispo Honorilton Gonçalves (já destituído), e violando o estatuto interno era a pessoa que indicava os membros do Conselho de Direcção, pois era a autoridade máxima com plenos poderes espirituais e administrativos.

Nas vestes de vice-presidente não era tido nem achado, pois “recebia as orientações do antigo líder por via do pastor Fernandes Teixeira que era administrador e braço directo do bispo Gonçalves. “Várias vezes questionei sobre procedimentos incorrecto, porém fui considerado rebelde e como consequência das discordâncias fui parar no Congo Democrático transferido compulsivamente”, revelou em tribunal o bispo

Nesta sessão esteve ausente o advogado da acusação, David Mendes, por cumprimento de tarefas parlamentares e o arguido Honorilton Gonçalves, que se encontra no Brasil sua terra natal.