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Municípios de Luanda já podem emitir alvarás

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As administrações municipais da província de Luanda começam, a partir deste trimestre, a emitir alvarás e registo de pequenas superfícies comerciais, confirmou o director do Gabinete Provincial para o Desenvolvimento Económico Integrado, Pedro Palata.

Pedro Palata, que falava ontem no final da quarta sessão ordinária do Governo Provincial de Luanda, informou que será feita a desconcentração para o licenciamento de pequenas superfícies comerciais, procedimento que antes era exclusividade do Governo da Província de Luanda (GPL).

O director acredita que estão, finalmente, criadas as condições em termos legislativos e da plataforma integrada de licenciamento das actividades comerciais, para que o procedimento seja efectuado nos municípios. Explicou que, inicialmente, o processo pode ser feito por via do portal, com a inserção dos dados, sendo o Alvará Comercial entregue por correio electrónico.

Em relação ao município da Quiçama, Pedro Palata explicou que os agentes económicos daquela circunscrição podem fazer o pedido na Repartição local e posteriormente enviar para a província para emissão, até que seja resolvida a questão das comunicações.

Por seu turno, o director do Gabinete Provincial de Tráfego e Mobilidade de Luanda, Amadeu Campos, apresentou soluções pontuais para a melhoria da circulação rodoviária, tendo apontado o largo do Serpa Pinto, em que o trânsito faz-se agora sem constrangimento, porque depois de um ajuste nos semáforo a circulação auto-regula-se.

Amadeu Campos disse ainda que foram encontradas soluções para o Largo da Independência, onde todo o veículo que quiser virar a direita o poderá fazer depois de concluído o trabalho de sinalização vertical, horizontal e marcas rodoviárias.

Petro vence em Saurimo e consolida liderança

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O Petro de Luanda confirmou, este sábado, o bom momento de forma do plantel no Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão, Girabola’2021/22, ao vencer o Clube Desportivo da Lunda-Sul, por 3-1, no Estádio das Mangueiras, na cidade de Saurimo, em jogo de conclusão da 19ª jornada.

Os anfitriões inauguraram o marcador, aos 12 minutos, através de Jaime, após assistência de Liliano, depois de ter passado pelos defensores contrários.

Com o golo madrugador antevia-se uma surpresa, mas a alegria dos adeptos da formação da Lunda-Sul durou pouco. Mindinho, defesa central dos tricolores do Eixo Viário, restabeleceu a igualdade, aos 24 minutos.

Depois do empate, a formação do Eixo Viário pressionou o adversário e beneficiou de um auto-golo do guarda-redes Roxana, para desfazer a igualdade.    

O terceiro tento do conjunto do Eixo Viário foi apontado por Jaredi (44′), antes do intervalo, na sequência da cobrança de um livre.

Com resultado idêntico na primeira volta, o Petro derrotou o adversário no Estádio Nacional 11 de Novembro, para a 4ª jornada do Girabola.

Com este triunfo, os tricolores consolidaram a liderança isolada do Girabola, com 64 pontos, seguido pelo Sagrada Esperança na segunda posição, com 56.

Apesar de já ter conseguido a  manutenção para a disputa da próxima edição do Girabola, o Desportivo da Lunda-Sul está no 13º lugar, com 28 pontos.

O jogo, inicialmente marcado para 16 de Março, disputou-se apenas ontem, em Saurimo, devido ao envolvimento dos tricolores na  fase de grupos da 26ª edição da Liga dos Clubes Campeões Africanos de futebol.

Moçambicanos apertam o cinto devido à subida dos preços

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Famílias de Maputo já levam menos compras para casa e começam a mudar de hábitos alimentares, como deixar a comida do jantar para o pequeno-almoço do dia seguinte, sem pão, devido à subida dos preços no país.

“Eu comprava sete a oito quilos de açúcar, mas hoje só comprei cinco, costumava comprar cinco dúzias de ovos, mas hoje só comprei quatro”, disse à Lusa uma mulher que aceitou identificar-se apenas por Rainha, arrumando no carro sacos de plásticos de compras que fez no mercado grossista do Zimpeto, em Maputo.

Em Março, Rainha comprou o favo de 24 ovos a 250 meticais (3,65 euros), mas hoje teve de pagar 275 meticais (quatro euros) pela mesma quantidade.

“Estes aumentos desprogramam tudo, quando é para fazer ´rancho` [compras do mês]”, afirmou a mulher, funcionária pública, casada e mãe de dois filhos.

A moçambicana não tem dúvidas de que se a escalada de preços continuar, “vai destruir famílias”, porque “haverá desentendimentos nas casas”.

Mussá Eusébio Bié aguarda no carro, enquanto a mulher faz compras no Zimpeto, mas assume que há dias em que o pequeno-almoço é com comida que ficou do jantar do dia anterior, porque não há dinheiro suficiente para pão.

“A vida está muito cara, as compras que fazíamos antes já não fazemos agora, todos sentem isso, usamos a comida do jantar para o mata-bicho”, relata Bié, enquanto entrega mais notas de meticais à mulher, para o reforço do orçamento familiar.

Lourenço Macuácuá, que vende batata e cebola importadas da África do Sul, observou que o movimento de clientes reduziu-se nas últimas semanas e o negócio vai mal.

“Um saco de batata [de 10 quilos] tinha de estar a 400 meticais (5,8 euros), mas vendemos a 360 meticais (5,25 euro) e 390 meticais (seis euros), porque os clientes não conseguem pagar mais, porque estão sem dinheiro”, declarou Lourenço Macuácuá.

“Em muitas ´machamabas` [campos agrícolas] na África do Sul, não estão a trabalhar, não há gente”, notou.

Com as inundações recentes no sudeste da África do Sul, maior economia do continente,  os proprietários dos campos agrícolas chegam a pedir aos compradores, por conta destes, para “arranjarem” trabalhadores para a colheita, o que agrava os custos, acrescentou.

A subida de preços de produtos básicos sente-se também nos supermercados de Maputo.

“Devolvi muita coisa na caixa de pagamento, porque o dinheiro já não chegava. O meu plano de compras foi desfeito”, disse à Lusa Sonita Ismael, quando saía de um supermercado de Maputo.

A maioria dos aumentos, prosseguiu, é de valores muito baixos por cada produto, mas tudo somado resulta em menor quantidade que se leva para casa.

“Quando os aumentos nos salários deste ano chegarem, já estarão engolidos pelos novos preços, a situação estão difíceis e teremos mais aumentos nos combustíveis, nos próximos dias”, afirmou a funcionária de uma universidade pública, em Maputo.

Carlos Enosse, dono de uma empresa de construção, narrou que está a pagar mais pela mesma quantidade de produtos que a sua família consome, admitindo que a situação está mais sufocante para as classes mais pobres.

“Não estou numa situação pior, porque tenho uma pequena empresa, mas as contas aumentaram para todos e pode ficar pior”, disse, enquanto mete na bagageira do automóvel as compras que acabava de fazer.

No início de Abril, o Banco de Moçambique antecipou uma “aceleração da inflação anual nos próximos meses”, para 6,61%, depois de 6,19% em Fevereiro, devido ao aumento dos preços dos combustíveis e dos alimentos em todo o mundo, decorrente da “escalada do conflito geopolítico na Europa”, numa alusão à guerra na Ucrânia, “e à ocorrência de desastres naturais na região centro e norte” de Moçambique, que provocaram prejuízos no primeiro trimestre.

Invasores de terrenos «aterrorizam» moradores do bairro Cinco Fios 1

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Mais de cinco mil moradores mostram-se preocupados com os invasores de terreno no bairro Cinco Fios 1, em Luanda, zona adjacente ao projecto habitacional do KK 5000.  A equipa de reportagem do  KilambaNews foi até ao local e apercebeu-se dos moradores que os invasores têm recebido casas e terrenos, instando os proprietários a não reagirem sob pena de serem “agredidos e até mesmo mortos”.

A ameaça por catanas, facas e até mesmo arma de fogo é uma forma que os invasores encontraram, como descreve Ana Júlia Pedro a equipa de reportagem do KilambaNews. “Sentimos medo. Já fui vítima dessa acção, mas infelizmente não conseguiram tirar-me da minha casa. Para tal, tive que dar dinheiro e implorar aos invasores que não tinha para onde ir com os meus filhos”, descreveu a morador.

Segundo Ana Júlia, no mês passado, os invasores receberam cerca de 20 terrenos e casas. Um dos moradores citado por Ana, Carlos Rangel, fez saber que são mais de 200 invasores que vivem em várias zonas do “Kilamba bairro” que praticam estes actos que, considerou, desumano. “Não tem sido fácil. Não podemos fazer nada. Quando eles chegam, somos obrigados a fugir para não sermos questionados sobre a legalização das nossas casas e terrenos”, disse Carlos Rangel.

Os moradores contaram ainda que recentemente um casal foi agredido em casa por se recusarem entregar uma parte do terreno. “O quintal da senhora é grande. Quando os invasores chegaram queriam que o casal vendesse a outra parte do terreno, mas eles recusaram-se a vender. Visto isso, os invasores começaram a agredir os dois e depois puseram-se em fuga”, disseram.  

Contactado pelo KilambaNews, o representante da comissão dos moradores dos Cinco Fios, que preferiu o anonimato, disse que a polícia nada faz para tomar o controlo da situação triste porque passam os moradores.

“A polícia aqui não entra, fica com medo dos grupos de marginais que existem aqui nesse bairro”, explicou, pedindo a intervenção da polícia. Por outro lado, queixou-se da falta da actuação das autoridades.

info@kilambanews.com

Reserva Estratégica Alimentar ainda não comprou bens alimentares no País

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Já foram injectados no mercado 128 mil toneladas de produtos diversos, das 390 toneladas importadas até agora. O País espera receber nos próximos dias 19 mil toneladas de feijão e 30 mil toneladas de farinha de trigo. O lançamento da REA é contestada por uns e aprovado por outros, mas todos defendem que o mercado interno de bens deve ter prioridade nas aquisições.

Até agora, a Gescesta, empresa que gere a Reserva Estratégica Alimentar e que conta com um capital de 200 milhões USD, ainda não comprou nenhum produto de origem nacional e o recurso às importações parece o caminho certo para garantir a estabilidade de produtos alimentares no mercado interno. A informação foi avançada ao Expansão, pelo coordenador da comissão de Gestão do Entreposto Aduaneiro e presidente da comissão para a contratação da entidade gestora da REA, Eduardo Machado, que garantiu que estão em curso estudos para o cadastramento do quanto é produzido no País e o seu custo real, ou seja, decorre o processo de avaliação dos custos de aquisição de bens alimentares no mercado interno.

Além disso, acrescem os custos por tonelada métrica, que pesam no preço. Eduardo Machado disse que uma tonelada métrica de milho, em Angola chega a custar 400 USD, enquanto noutras latitudes o mesmo produto chega ao preço de 270 USD.

O investigador da Universidade Agostinho Neto, Fernandes Wanda, diz que a pirâmide foi invertida, ou melhor, “o processo deveria ter começado de dentro e não ao contrário (começando de dentro o Governo poderia ter trabalhado com os produtores nacionais com vista à redução dos custos de produção e aumento da competitividade igualando depois aos preços dos produtos importados, faltou, em nosso entender, paciência e visão para se criar capacidade produtiva interna)”.

Já Eduardo Machado disse que, antes da guerra na Ucrânia, o País recorria ao mercado russo para aquisição de cereais, mas agora o mercado das importações da REA é a Argentina. Esta mudança, como esclareceu, chega a custar 70 USD a mais do que os bens adquiridos na Rússia. Reconhece, por isso, que os efeitos da guerra já se fazem sentir nos alimentos e lembra que é preciso criar competitividade com os produtos nacionais para reduzir as importações.

Nos últimos três meses, entraram no País 390 mil toneladas métricas de diversos produtos definidos para a reserva e deste total, 33%, ou seja 128 mil toneladas, já foram injectadas no mercado, restando actualmente 263 mil toneladas, entre feijão, milho, trigo, óleo alimentar, açú[1]car e outros produtos. Eduardo Machado lembrou que o País aguarda a chegada, nos próximos dias, de 19 mil toneladas métricas de feijão e 30 mil de farinha de trigo. O objectivo, disse Machado, é atingir as 520 mil toneladas métricas de diversos produtos e manter a estabilidade dos preços.

Reconhece que, na segunda fase da implementação da REA, parte dos produtos importados serão adquiridos no País. Constituída com o objectivo de regular o mercado dos preços dos produtos da cesta básica, a REA foi entregue à Gescesta, empresa constituída em Maio do ano passado e que actualmente é apenas do grupo Carrinho

Executivo anuncia medidas “mais duras” contra quem gere mal o dinheiro do Estado

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A ministra das Finanças, Vera Daves, anunciou em Luanda, que o Executivo vai aplicar medidas “mais duras” para quem gere mal o dinheiro do Estado, sublinhando que, as regras definidas para o orçamento em execução são para serem cumpridas à risca.

A ministra falava na abertura do seminário sobre “as regras de execução orçamental” dirigidos aos gestores de unidades orçamentais dos órgãos da Administração Central e Local do Estado.

“As regras de execução orçamental são aperfeiçoadas todos os anos em função dos contributos que vamos recebendo de quem tem a responsabilidade de as aplicar”, esclareceu citada pela Rádio Nacional de Angola (RNA).

De acordo com Vera Daves, a disciplina e o rigor que se exige a todos os gestores públicos são incompatíveis com qualquer atitude de facilidade ou facilitismo.

Fonte: RNA

Erik Ten Hag assume comando técnico do Man United

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O Manchester United confirmou esta manhã a contratação do holandes Erik Ten Hag como novo treinador para a próxima época.

Ten Hag vai assinar um contrato de três épocas, com mais uma de opção. O Ajax, equipa onde o técnico actuava desde 2018, já confirmou o acordo entre os dois clubes. De acordo com o Mirror, Paul Pogba, Jesse Lingard, Edinson Cavani, Nemanja Matic, Juan Mata e Lee Grant, que estão em final de contrato, vão todos partir de Old Trafford.

 Marcus Rashford, Anthony Martial, Aaron-Wan Bissaka, Eric Bailly, Phil Jones e Alex Telles são jogadores que vão ser colocados no mercado para os seus passes serem vendidos.

Angonix assinala recorde de 26GB de tráfego

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A maior plataforma de troca de tráfego de internet do país, o Angonix, atingiu nesta quarta-feira (13) um novo recorde ao processar 26 gigabytes de tráfego. Este pico representa um crescimento de 85% do consumo interno de internet, em comparação aos 14GB verificados em 2019. O marco na plataforma sediada em Luanda que hospeda gigantes tecnológicos como Facebook, Microsoft e G-Core Labs foi assinalado entre as 09 e 12 horas, estando integradas actualmente neste ecossistema digital mais de trinta empresas entre as quais o Banco Nacional de Angola, Africell e Chevron.

“Há mais pessoas e empresas a beneficiarem dos ganhos económicos e sociais da internet, com o Angonix a alavancar a troca de tráfego entre redes nacionais e internacionais activas na plataforma. Este é um dos principais barómetros para o crescimento do volume de tráfego de internet no país, mantendo o tráfego local”, esclareceu Crisóstomo Mbundu, Coordenador do projecto de Gamig da Angola Cables.

A massificação do teletrabalho e do ensino à distância e a actualização da infraestrutura são os principais factores que contribuem para a tendência de crescimento da economia digital, o que representa maior eficácia, qualidade e redução dos custos dos serviços de internet. O Angonix, gerido pela Angola Cables, permite a optimização do tráfego gerado a partir de Angola, reduzindo a necessidade dos dados transitarem por conexões internacionais, resultando desta forma em múltiplos ganhos para os operadores activos na plataforma e uma melhor experiência para os utilizadores de internet.

Tratando-se de uma plataforma agregadora de redes locais e globais como provedores de serviços de internet (ISPs), redes de distribuição de conteúdo digitais (CDNs), o Angonix proporciona também um conjunto de valências para entidades com necessidades especiais, sensíveis à baixa latência, nomeadamente saúde com Telemedicina, segmento financeiro com a interligação a bolsas de valor, sistema de ensino-aprendizado com tele-aula e outros sectores no intuito de minimizar custos e maximizar a qualidade de navegação à internet.

CASA-CE acusa CNE de ignorar partidos da oposição

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A Convergência Ampla de Salvação de Angola — Coligação Eleitoral (CASA-CE) acusou a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de não facilitar o diálogo com os partidos da oposição, pedindo que “mude de postura” por ser um órgão com um papel importante no processo fracturante para a estabilidade nacional.

A acusação surgiu durante uma conferência de imprensa realizada pelo Presidente da coligação, Manuel Fernandes.
Segundo o político, a CNE fechou-se em “copa” e não permite com que a oposição e outros actores do processo nomeadamente a sociedade civil e organizações internacionais sejam esclarecidos sobre as condições do processo eleitoral deste ano.

“Isso não é positivo”, lamentou Manuel Fernandes, sublinhando que “como sinal de transparência é importante que se crie condições de abordagem das matérias de esclarecimento de todo o processo.  O silêncio da CNE vai fazer com que se levantem  suspeições em relação ao processo eleitoral e isso cria elementos negativos à própria estabilidade nacional”, disse.

Por outro lado, salientou ainda que “não será desta vez que vamos ter uma comissão desejada, infelizmente, parece-nos que vamos para as eleições com uma CNE que reflete a composição do pleito de 2012.
“O que é democrático seria evoluirmos para um equilíbrio dessa mesma comissão no sentido de se propiciar maior confiança”, atirou, Manuel Fernandes.

O colégio presidencial da CASA-CE apresentou recentemente a  direcção geral da campanha eleitoral para o pleito de Agosto próximo.

CASA-CE acusa CNE de ignorar partidos da oposição

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A Convergência Ampla de Salvação de Angola — Coligação Eleitoral (CASA-CE) acusou a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de não facilitar o diálogo com os partidos da oposição, pedindo que “mude de postura” por ser um órgão com um papel importante no processo fracturante para a estabilidade nacional.


A acusação surgiu durante uma conferência de imprensa realizada pelo Presidente da coligação, Manuel Fernandes.
Segundo o político, a CNE fechou-se em “copa” e não permite com que a oposição e outros actores do processo nomeadamente a sociedade civil e organizações internacionais sejam esclarecidos sobre as condições do processo eleitoral deste ano.


“Isso não é positivo”, lamentou Manuel Fernandes, sublinhando que “como sinal de transparência é importante que se crie condições de abordagem das matérias de esclarecimento de todo o processo.  O silêncio da CNE vai fazer com que se levantem  suspeições em relação ao processo eleitoral e isso cria elementos negativos à própria estabilidade nacional”, disse.


Por outro lado, salientou ainda que “não será desta vez que vamos ter uma comissão desejada, infelizmente, parece-nos que vamos para as eleições com uma CNE que reflete a composição do pleito de 2012.
“O que é democrático seria evoluirmos para um equilíbrio dessa mesma comissão no sentido de se propiciar maior confiança”, atirou, Manuel Fernandes.


O colégio presidencial da CASA-CE apresentou recentemente a  direcção geral da campanha eleitoral para o pleito de Agosto próximo.