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Real Madrid começa época com derrota diante do Atlético na supertaça europeia

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Atletico's players celebrate after Koke scored his sides fourth goal during the UEFA Super Cup final soccer match between Real Madrid and Atletico Madrid at the Lillekula Stadium in Tallinn, Estonia, Wednesday, Aug. 15, 2018. (AP Photo/Pavel Golovkin) Estonia Super Cup Soccer

O Atlético de Madrid venceu o Real Madrid, jogo de abertura de época, a a contar para a super taça europeia, no primeiro grande teste ‘pós Ronaldo’, a formação comandada por Julen Lopetegui que viu-se em desvantagem logo dentro do primeiro minuto, com Diego Costa a apontar um dos grandes golos a que se assistiu na noite desta quarta-feira, na Estónia.

O Real, no entanto, iria conseguir dar a volta ao resultado, com Benzema (27’) e Sérgio Ramos (63’), mas não iriam conseguir suster o ímpeto do rival de Madrid. Diego Costa, aos 79 minutos, fez o bis e empurrou as decisões para prolongamento.

Já após o reatamento, Saúl Niguez (98’) colocou os colchoneros novamente na frente com grande pontapé, e Koke (104’) confirmou a conquista do troféu ao finalizar da melhor forma uma jogada coletiva de grande nível.

De referir que Gelson Martins não saiu do banco de suplentes do conjunto liderado por Diego Simeone.

Bonga festeja 76 anos em setembro com amigos em Lisboa

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O músico angolano Bonga celebra 76 anos no palco da Aula Magna da Universidade de Lisboa no próximo dia 5 de setembro com um espetáculo ao qual se referiu como “uma festa com amigos”.

Em entrevista à agência Lusa, Bonga disse que o espetáculo na Aula Magna “vai ser antes de mais um dia de festa” porque é o seu 76.º aniversário.

“Vou lá ter as pessoas que frequentam a minha casa, os familiares, os amigos e os fãs, que são uns miúdos incríveis, por conseguinte vai ser um espetáculo em que vamos recordar o que se canta lá em casa, desde o ‘Corrumba’ às ‘Frutas de Vontade’, fazendo vibrar num espetáculo que é um reencontro com pessoas que me querem muito”, disse o músico que recordou a carreira de mais de 40 anos.

Uma carreira que se confunde com a música angolana e a história do país, que retrata nas suas canções, e é feita de “muitas cumplicidades musicais”.

Bonga recordou “os tempos difíceis” que viveu, tendo chegado “a ser proibido de atuar, até em Angola”, e quando a música angolana, “de forma pejorativa, era chamada de folclore”.

“Houve um período de preconceito, em que chamavam [à música angolana] o folclore, o que era um bocado pejorativo, e [houve] obstáculos que tive de enfrentar, porque era uma música diferente, que não era valorizada, menos ouvida, e hoje, mais que nunca, tenho a consciência de ter posto um tijolo nessa grande construção que é a divulgação, consequente, desta nossa música angolana/africana”, afirmou o músico, acrescentando que a música angolana, atualmente, “é mais reconhecida e conceituada do que há 20 anos”.

Referindo-se às atuais fusões musicais como os ritmos ‘kizomba’ com ‘kuduro’, o músico considerou que “correm o risco de passar depressa”, ao contrário do género que sempre cantou, “o semba, que está definido, que é angolano, e é intemporal, aliás, mesmo os que fazem essas fusões acabam por vir bater ao semba”.

Bonga referiu-se ao semba como uma música “que tem uma expressão própria e uma vivência muito forte em relação a todo um povo que fez disso a sua forma de vida”.

Relativamente ao povo angolano, o cantor disse “que as populações continuam carentes e com grandes problemas”.

“É degradante saber que há crianças que morrem diariamente”, mas reconheceu que, atualmente, “há uma vontade política, com vista a uma melhor redistribuição da riqueza”.

No palco da sala da Cidade Universitária, Bonga vai ser acompanhado pelos músicos Betinho Feijó (guitarra e direção musical), Ciro Bertini (acordeão), Hernani Lagross (baixo) e Estêvão Gipson (bateria), e pela bailarina Joana Calunga.

No espetáculo, que contará “com algumas participações surpresa”, o alinhamento será feito pelos “temas de sempre”, como “Kissueia”, que definiu como uma “balada nostálgica, cheia de profundidade e recordação da terra de origem”, assim como “Mariquinha”, “Mulemba Xangola”, “Kambua”, “Patxi Ni Ngongo” ou “Uma Lágrima no Canto do Olho”.

Bonga comparou-se ao Vinho do Porto, afirmando que “quanto mais velho melhor” e daí “continuar hoje a ser cantado pelos mais novos”.

José Adelino Barceló de Carvalho, de seu nome de registo, adotou na adolescência o nome de Bonga Kuenda, que apontou como o seu “verdadeiro eu”.

A sua estreia musical, em 1972, foi com o álbum “Angola’72”, ao qual se sucederam vários outros e, como disse à Lusa, continua “a ser muito solicitado”, nomeadamente em França, país que o distinguiu com a Ordem das Artes e Letras, grau de cavaleiro, em 2014.

Por Portugal, o músico angolano atuou, este ano, no Rock in Rio, em Lisboa, no Festival Med, em Loulé, recentemente, em Braga, e foi um dos participantes no espetáculo de final do ano, em 2017, na Praça do Comércio, em Lisboa, entre outras atuações.

Lípsia não jáo não vai participar no Miss Mundo

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Lípsia não mais fará parte do referido concurso de beleza, Miss Mundo, conforme contou em entrevista a um programa de TV. Devido a algumas incompatibilidades que constam no regulamento do concurso.

Devido a algumas incompatibilidades que constam no regulamento do concurso. É que a cantora já é mãe e as concorrentes não podem ter filhos.

Fonte:ZAP NEWS

Floyd Mayweather poderá visitar Angola ainda este ano

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A antiga estrela do boxe mundial Floyd Mayweather poderá visitar Angola no final deste ano, com objectivo de auxiliar os pugilistas nacionais na criação de condições e requisitos para participação em provas da Associação Internacional de Boxe (AIBA), garantiu hoje, em Luanda, o presidente da Federação Angolana de Boxe, Carlos Luís. sem avançar a data provável.

Fonte: Angop

Centralidades do Zangos zero e oito mil ainda têm casas para venda

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A ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Ana Paula de Carvalho, anunciou esta semana, que as  oito mil moradias construídas na centralidade do Zango oito mil começam a ser vendidas este ano.

A governante, que falava à imprensa no final de uma visita de constatação às obras em curso nas centralidades do Zango 0, Zango Intermédio e Zango oito mil, referiu que as restantes habitações estarão prontas para venda na segunda fase, após a conclusão das obras da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR).

A ministra disse que a centralidade do zango 0 tem 400 residências disponíveis para venda nesta fase, uma vez que as restantes moradias dependem da conclusão das obras em curso para construção da bacia de retenção das águas pluviais.

Disse estar em fase de concertação a data definitiva sobre o inicio das vendas das referidas moradias, que poderá acontecer antes ou até o mês de Outubro próximo, uma vez que a mesma está a depender do apetrechamento dos equipamentos sociais.

No caso do Zango Intermédio, Ana Paula de Carvalho disse já haver infra-estruturas e um plano para edificação de edifícios de até três andares com parcerias público-privadas, pois da parte do Governo resta apenas a colocação do tapete asfáltico e colocação das tampas da rede de esgoto.

Por sua vez, o governador da província de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho, mostrou-se preocupado com o andamento das obras das valas de drenagem nas centralidades devido a época chuvosa que se aproxima.

Relativamente a continuação das obras embargadas no Zango Intermédio, o governador prometeu que terão uma fiscalização mais forte, para se combater essas práticas e evitar futuros problemas, pelo facto desta população estar a construir por cima de uma bacia de retenção.

“Vamos continuar a fazer chamada de atenção às pessoas para não construírem nesses sítios porque as consequências poderão vir a ser maiores, mas em alguns casos temos que destruir essas mesmas obras”, disse.

Apontou como solução para a venda de sítios e construções ilegais é de ter uma fiscalização mais eficaz e um trabalho para se conversar e sensibilizar as pessoas para deixarem de tais práticas.

Em Abrir do ano passado foram postas a venda 33 mil e 862 casas de várias tipologias em todo o país, pela empresa gestora dos projectos habitacionais do Estado, cujas candidaturas dos interessados em Luanda foram feitas via internet.

Ex-funcionários da AGT condenados à prisão

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O Tribunal Provincial de Luanda condenou hoje, segunda-feira, o réu Nickolas Neto, ex- administrador da Agência Geral Tributária (AGT), a pena de quatro anos e seis meses de prisão maior e a uma multa de um milhão de kwanzas como taxa de justiça.

Segundo o acórdão lido pela juíza da causa, Josina Falcão, foram também condenados a pena de cinco anos de prisão maior os réus Valério Quiohendama e Ngola Mbandi, também antigos funcionários da AGT.

O Tribunal Provincial de Luanda condenou ainda a pena de três anos e seis meses de prisão Txifutxi Sambo e a dois anos João Oliveira, ambos antigos trabalhadores da AGT, sendo os réus em causa acusados de crimes de branqueamento de capitais, fraude fiscal e corrupção passiva.

As co-rés Rita Sebastião, ex-mulher de Francisco Olo, ex-funcionário da AGT (em fuga), Soraia Neto, mulher de Nickolas Neto, e Celisa Francisco, mulher de Ngola Mbandi, foram condenadas a três anos de prisão com pena suspensa durante quatro anos devendo cada uma delas pagar uma taxa de justiça de um milhão de kwanzas.

As três rés são acusadas de encobrimento da fraude fiscal e facilitação de branqueamento de capitais levada a cabo pelos cinco ex- funcionários da AGT, uma vez que foi provado que as suas contas bancárias serviram para efectivação de transacções monetárias fraudulentas.

Os réus João Oliveira e António Bastos Mendes, este último administrador da empresa Tecnimed – Equipamento e Materiais Hospitalar foram condenados a dois anos de prisão com pena suspensa, devendo de igual modo pagar uma taxa de justiça de um milhão de kwanzas.

O acórdão refere que será emitido um pedido à Interpool no sentido de deter e encaminhar para Angola o réu Francisco Olo, ex-funcionário da AGT que se encontra em fuga no estrangeiro.

Todos os réus deverão de igual modo devolver ao Estado, como fundo de solidariedade no prazo de seis meses, a quantia de pelo menos 600 milhões de kwanzas sob a condição de verem agravadas as suas penas caso não cumpram com este requisito.

Em causa está uma suposta negociação, em 2016, entre os arguidos e a empresa Tecnimed para a redução de uma dívida tributária de 581.621.828 kwanzas (1,9 milhões de euros), referente ao exercício fiscal de 2014, para 9.650.265 kwanzas (33 mil euros), sem qualquer fundamento legal.

Os réus são acusados de causar ao Estado angolano um prejuízo de 1.583.026.907,08 kwanzas (5,4 milhões de euros).

O processo será ainda avaliado pelo Tribunal Supremo que poderá atenuar ou agravar as penas aplicadas aos respectivos réus.

Os advogados de defesa não prestaram declarações à imprensa, assim como não fizeram qualquer pronunciamento após apresentação do acórdão do Tribunal Provincial de Luanda.

Familias abandonadas no Zango apontam corrupção como causa

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Deslocados e sinistrados encontram-se em campos nos arredores de Luanda

Milhares de angolanos encontram-se instalados em situação de riscos em Luanda, depois de terem sido retirados das suas áreas de residência a favor de empresas ou porque se encontravam em zonas considerads de risco.

São cerca de 126 famílias colocadas numa via pública, no Zango 3, desde 2012, enquanto outros estão instaladas atrás do cemitério municipal de Viana, e na Zona do Calumbo, todos nos arredores de Luanda.

Evaristo António, conhecido por “Cassumuna”, que vivia no antigo Gika, distrito da Maianga, disse que as famílias têm sofrido muito.

“Nós passamos mal, debaixo das águas da chuva, sol, poeira e muitos têm sido atropelados”, lamentou António.

Outra moradora, Catarina Francisco, mãe de 8 filhos, que com eles partilha uma casa de chapa, perdeu a oportunidade de ter uma casa por não estar presente no dia do cadastro.

“O problema é a corrupção das entidades que estão à frente e que nunca deixa as autoridades visitarem esta zona para não conhecerem o nosso”, denunciou.

Alberto Chaves, morador da zona, preocupado com a situação chama a atenção as autoridades pelo perigo por que passam os cidadãos.

“O Governo só vai pôr o pé aqui quando um carrinha perder os travões e destruir estas `bate-chapas”, alertou.

A VOA tentou contatar o governador da província de Luanda e o administrador Municipal de Viana, mas não obteve qualquer resposta.

No Zango existem cerca de seis campos de sinistrados em estado de abandono.

MCK: Novo álbum, novas críticas

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O rapper MCK acaba de lançar um novo álbum, “Valores”. Apesar de reconhecer alguma abertura política em Angola, o músico de intervenção social diz que ainda não se pode falar em mudanças profundas no país.

Há mudanças políticas em Angola? “A série é a mesma, só estamos numa nova temporada”, responde MCK.

O rapper angolano tem um novo álbum, intitulado “Valores”. O trabalho foi apresentado este domingo (12.08) em Luanda e sucede-se a “Proibido Ouvir Isto”, lançado há cinco anos, o disco que tornou célebre o tema: “O País do Pai Banana”.

Com o novo álbum, MCK quer ajudar a “devolver” a Angola valores culturais, económicos, sociais e morais. O disco, com 16 faixas musicais, aborda temas como a liberdade, a integridade, a justiça e a transparência.

O rapper diz que não espera muito do novo Governo, passado quase um ano desde as últimas eleições, a 23 de agosto de 2017.

“Nós estamos a ser governados por um partido que está no poder há mais de 40 anos. Então, estamos a falar das mesmas pessoas. Houve uma transição presidencial-partidária, não temos ainda uma transição de regime”, conta em entrevista à DW África.

“O filme é o mesmo”

Também o rapper Mente Mágica, conhecido no mundo lusófono por ganhar batalhas no concurso de freestyle “Reis do Rompimento” e amigo de MCK, não vê ainda grandes mudanças, apesar de reconhecer “um pouco de mais abertura” no país.

“Até agora o filme é o mesmo. Houve troca de personagens”, embora seja ainda cedo “para fazermos um julgamento sério do novo Governo porque ainda não tem um ano”, admite. “Mas a verdade também é que não devemos alimentar esperanças falsas. Melhor do que tudo é esperar para ver.”

MCK espera mais da população do que da governação: “Só se tem democracia forte quando tu tens boas exigências. Então essa é a altura, pelas aberturas políticas que temos – temos de tirar a nossa cidadania do ‘modo de voo’ e meter no vibrador ou deixar tocar alto”.

Formado em Filosofia e Direito, o músico admite a possibilidade de abraçar um projeto político nos próximos tempos, à semelhança do rapper moçambicano Edson da Luz “Azagaia” que, em 2009, se candidatou a deputado pela lista do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) no círculo eleitoral de Maputo.

“Não descarto a possibilidade de me candidatar, uma vez que reúno os requisitos suficientes para que, no futuro, abrace um projeto político”, diz.

Centralidade da Vida Pacifica tem nova Escola

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Com capacidade para de 16 mil e oitenta alunos, a escola do ensino da Centralidade da Vida Pacifica (Zango Zero), município de Viana, vai receber os seus primeiros alunos em Fevereiro de 2019, por altura do inicio do ano lectivo.

A entrega oficial da instituição escolar construída pela empresa chinesa Internacional Fund Limited (CIF) ao Governo Provincial de Luanda (GPL) aconteceu nesta segunda-feira, com a recepção das chaves pelo governador Adriano Mendes de Carvalho.

A escola vai funcionar com três turnos (manhã, tarde e noite), sendo que o ensino primário terá quatro mil e oitenta crianças, que vão ocupar 34 salas de aulas, I ciclo com cinco mil e 280, em 44 compartimentos, e II ciclo com seis mil e 720 educandos, em 56 divisórias.

Com varias áreas de serviço, gabinetes e pátio, a infra-estrutura custou ao Estado mais de 200 milhões de dólares norte-americanos.

Em declarações à imprensa, após a recepção da infra-estrutura, o governador de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho, disse que as crianças acabam de ganhar uma nova escola.

Para o gestor, receber a escola foi bastante gratificante, apesar de haver algumas questões técnicas que vão ser revistas numa fase a posterior, como o apetrechamento, bem como a preparação do orçamento para a instituição funcionar sem constrangimentos.

Quanto a perspectiva de funcionamento, Adriano Mendes de Carvalho precisou que primeiro é importante haver uma boa planificação, equipar, montar bem os laboratórios, para que seja uma escola no real sentido da palavra.

Já o director do gabinete provincial de Educação, Narciso Benedito, considerou como sendo de grande importância a instituição escolar, que vai albergar três níveis de ensino, referindo que Luanda ganha, mas que o maior ganho é para as crianças do município de Viana.

Disse que os meses que restam para o fim de 2018 vão servir para o apetrechamento, com o equipamento necessário e material escolar, referindo que depois de tais procedimentos vão criar as condições administrativas para o inicio das aulas, em de Fevereiro de 2019.

A instituição escolar faz parte da Urbanização Vida Pacífica, que encontra-se implantado na zona sul do Município de Viana, estendendo-se por uma área aproximada de 22 hectares. O Projecto consiste no desenvolvimento de uma nova urbanização para a localidade do Zango I, onde foram projectados 2.464 fogos habitacionais, distribuídos por 22 edifícios.

info@kilambanews.com

Xyami do Kilamba recebe projecto cultural Jam Session

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Para promover o desenvolvimento da arte, em particular da arte musical, no âmbito educacional e da interactividade da comunidade e do país, realiza-se entre os dias 24 deste mês e 14 de Setembro apresentações musicais denominado Jam Session, com Selth Mainsel, no Xyami do Kilamba, anunciou nesta segunda-feira, em Luanda, fonte da organização.

Em nota enviada à Angop, a organização avança que para o feito será também promovida uma abordagem, como resultado de uma pesquisa científica, sobre o processo de criação artístico musical.

O Jam Session é um conceito que visa despertar a criatividade a espontaneidade e a interactividade de quem faz arte e de quem aprecia.