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Zenu em prisão preventiva

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O antigo presidente do Conselho de Administração do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, foi detido preventivamente, por suspeitas de envolvimento em associação criminosa, recebimento indevido de vantagem, corrupção e participação económica em negócio.

O Ministério Público angolano aplicou esta segunda-feira a prisão preventiva a José Filomeno dos Santos, detido pelo envolvimento numa transferência ilícita de 500 milhões de dólares e pela gestão no fundo soberano.

A informação sobre a medida de coação hoje aplicada, consta de um comunicado da Procuradoria-Geral da República de Angola.

Segundo fontes da midia local, o mesmo encontra-se na cadeia de São Paulo.

Messi falha a Gala “The Best”

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Leo Messi não marcará presença, hoje, na Gala The Best, evento que decorrerá mais logo em Londres. Conforme revela o Mundo Deportivo, o craque do Barcelona, que está nomeado para o onze do ano e para o prémio Puskas, não estará presente devido a assuntos pessoais.

Recorde-se que Messi não está nomeado para o melhor jogador do ano. Para esse troféu individual, os três finalistas são Luka Modric, Cristiano Ronaldo e Mohamed Salah.
No entanto, a presença do craque português da Juventus não está garantida.

info@kilambanews.com

Homem é detido por manter as filhas em cárcere privado

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Um homem de 42 anos foi detido pela Polícia no município de Cacuaco, província de Luanda, por suspeita de manter, durante anos, em cárcere privado, duas filhas, com uma das quais manteve uma relação incestuosa, que resultou no nascimento de cinco filhos.

A detenção foi confirmada ontem pelo porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Luanda, Fernando Carvalho, que disse estar o suspeito detido na Cadeia de Viana, desde Abril, por cárcere privado e abuso de menor, agravado pelas circunstâncias de ser pai da vítima.

O cárcere privado começou quando a mais velha, agora com 19 anos, tinha 12 anos e a menor sete, uma informação avançada pela adolescente à Rádio Luanda.

Militar das Forças Armadas Angolanas (FAA), o homem ficou com a guarda das filhas depois de ter supostamente agredido a mulher e mães das meninas, que abandonou a moradia, colocando termo à relação conjugal.

A mais velha disse à Rádio Luanda que apenas ela foi abusada pelo pai, não tendo a irmã passado por este sofrimento por ter fugido de casa, desconhecendo, até hoje, o seu paradeiro. Os abusos sexuais começaram depois da morte da avó materna das meninas, que, apesar de a filha ter saído de casa, decidiu permanecer na moradia para cuidar das netas.

A anciã, de acordo com a adolescente, era vítima de violência física praticada pelo “genro”, uma atitude que a vítima acha ter sido premeditada pelo pai para fazer com que a avó abandonasse a casa.

O calvário começou depois da morte da avó. A primeira gravidez ocorreu quando tinha 12 anos. Em todas as gestações, era o pai quem acompanhava a filha à maternidade, gesto também mantido nos dias do trabalho de parto.

Os cinco filhos vivem. O último tem sete meses. Os restantes têm seis, cinco, três e dois anos. À Rádio Luanda a vítima contou que o pai a torturava quando se recusava a manter relações sexuais. A vítima era trancada dentro de casa. Quando houvesse desconfiança de amigos e vizinhos, o homem mudava-se de bairro.

A caminho de completar 20 anos, em 10 de Outubro, a vítima pediu, por via da Rádio Luanda, ajuda ao Estado para conseguir uma casa para viver com os cinco filhos. Nenhum deles está registado. Aliás, ela própria não está registada.

“Eu gostaria que o Estado tomasse conta de mim”, pediu a adolescente, que disse não saber onde viver, além de desconhecer o paradeiro da sua família.

A casa onde vivia com o pai era arrendada. Um tio chegou a visitá-la e deixou o número de telemóvel, mas o pai, por temer que a sua história viesse a ser descoberta, rasgou o papel no qual estava o número. Não conhece mais nenhum membro da sua família. Quando conseguiu ganhar coragem, fugiu de casa e dirigiu-se a uma igreja, onde conversou com um pastor, que a aconselhou a contactar a comissão de moradores, por via da qual a Polícia Nacional tomou conhecimento.

INAC promete ajudar

A directora do Instituto Nacional da Criança(INAC) disse ao Jornal de Angola que a instituição pediu uma informação detalhada à sua repartição em Cacuaco, a fim de poder apoiar a jovem e os filhos.

Ana Teresinha garantiu que o INAC vai ajudar a registar as crianças, assim como as duas filhas mais velhas do homem detido.

A directora do INAC garantiu acompanhamento psicológico, trabalho que vai ser feito por técnicos do INAC, e uma moradia, que, de acordo com a responsável, pode ser conseguida com a intervenção de outros parceiros sociais.
O INAC vai trabalhar no caso a partir de segunda-feira, devendo localizar a mãe e restantes membros da família.

WhatsApp decidiu abandonar os iPhones mais antigos

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A empresa responsável pela app de mensagens anunciou que deixará de suportar todos os dispositivos com iOS 7 instalado.

O WhatsApp anunciou que deixará de lançar atualizações para a sua app de mensagens na versão para iOS 7, deixando de parte os utilizadores que continuem a ter um iPhone com este sistema operativo, nomeadamente o iPhone 4.

A app de mensagens continuará a funcionar normalmente mas, caso tenha de apagar dados do smartphone, não será capaz de voltar a instalar a aplicação. É esperado que o WhatsApp só desative a app para iOS 7 em 2020. pelo que terá tempo suficiente até lá para adquirir um dispositivo mais recente.

Como nota o Mirror, caso continue a usar um iPhone com o iOS 7 é bastante provável que não tenha acesso às mais recentes funcionalidades que cheguem ao WhatsApp.

Moda Artística 1ª Edição sob lema “Uma Viagem Ao Mundo da Criatividade”

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Acontece no dia 6 de Outubro pelas 18 horas, a 1ª Edição do evento Moda Artística no Restaurante Alma em Talatona, sob o lema “Uma Viagem Ao Mundo da Criatividade”.

O Moda Artística é um evento cujo o foco primordial é valorizar a criatividade artística, nas mais diversas maneiras de expressão da arte desde em roupas, calçados, pastas, acessórios e quadros. Por isso escolhemos homenagear algumas figuras que têm estado a desempenhar um papel importante no mundo artístico incluindo a moda.

Para tal nesta primeira edição serão homenageados 3 figuras angolanas bem conhecidas que têm dado um grande contributo a arte de criar. Nomeadamente teremos a Apresentadora de Televisão e Estilista Dina Simão, os Artistas Plásticos Sombra Anfgraf e Guilherme Mampuya

Onde no mesmo, cada artista glorificado na noite do evento também apresentará um trabalho de sua autoria.

Na ocasião para além dos homenageados, o Moda Artística vai contar com 6 estilistas nacionais, onde no mesmo cada um vai apresentar modernas colecções assentes na arte acima de tudo. Nomeadamente Nanckova Alves, Ana Paiva da Marca Sisters Paiva, Jofre Cardoso, Isabel Miguel da Marca IM, Képles Acessórios e Rosa Marca Zita e Curche.

Este evento também tem como objectivo criar em cada edição um intercâmbio entre os artistas que já dominam o mercado nacional e talentosos que começam a marcar os seus primeiros passos contribuindo assim para um bom networking e troca de experiência entre os mesmos.

Quanto ao impacto do evento a organização fez saber que perspectiva criar um impacto duplo, primeiro impacto na tomada de consciência de que devemos dar mais valor a arte e que com ela podemos fazer coisas de muito valor e inesquecíveis. Segundo impacto numérico, nesta primeira edição se pretende alcançar um total de 600 amantes da moda e arte.

“O evento nasce da necessidade de se criar projectos que agregam valor a arte no seu todo e promovam valores culturais e sociais. É preciso que nós angolanos possamos valorizar mais a cultura e acima de tudo arte porque por intermédio dela podemos transmitir sentimento e nos comunicar com futuras gerações”, disse a directora do projecto Nádia Aragão. O público para além de desfrutar de um desfile bastante interessante, vai poder apreciar actuações musicais de artistas nacionais.

Não pretendemos fazer uma gala, mas sim um evento com um ambiente aconchegante e confortável para os que lá forem possam querer voltar para a segunda edição em 2019.

Zenú e Valter Filipe foram acusados de vários crimes

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O ex-presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, e o ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, foram formalmente acusados pelo Ministério Público dos crimes de burla por defraudação, peculato, associação criminosa, tráfico de influência e branqueamento de capitais.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou ontem que encaminhou para o Tribunal Supremo, o processo de José Filomeno dos Santos, ex-presidente do conselho de administração do Fundo de Desenvolvimento Soberano de Angola (FDSA), e de Valter Filipe, ex-governador do Banco Nacional de Angola (BNA), para se pronunciar e marcar a data de julgamento.

José Filomeno dos Santos e Valter Filipe estão acusados formalmente pelo Ministério Público (órgão dirigido pelo PGR) dos crimes de burla por defraudação, peculato, associação criminosa, tráfico de influência e branqueamento de capitais. A PGR indicou que o processo foi concluído e encaminhado ao Supremo.

A constituição dos cidadãos em arguidos deriva do facto de ter havido uma transferência irregular de 500 milhões de dólares de Angola para o exterior, recuperados posteriormente pelo Executivo.

A acusação deduzida pelo Ministério Público – juízo de probabilidade – resulta do facto de ter sido confirmada a suspeita pela prova reunida na fase de instrução. Com a acusação, o processo deve ser introduzido em juízo e assumir a natureza de processo judicial, caso o juiz confirme o juízo de probabilidade formulado pelo Ministério Público, concordando com a acusação e pronunciando os acusados.

No processo, que deve ser julgado pelo Supremo em função do fórum especial que os réus gozam, se houver necessidade de novas diligências de prova para completar a investigação, pode ser aberto oficiosamente ou a requerimento da acusação (do Ministério Público – titular da acção penal) ou da defesa (advogados dos arguidos) uma nova fase de instrução (contraditória), devendo, neste caso, ser devolvido ao Ministério Público para reformular a acusação.

No processo concluso ao tribunal, depois da fase de instrução preparatória do Ministério Público, estão também arrolados os cidadãos Jorge Valdez Sebastião, António Samalia Bule Manuel e João Domingos dos Santos Ebo.

TAAG passa a empresa de domínio público

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O Presidente da República, João Lourenço, aprovou a transformação da TAAG- Linhas Áreas de Angola, E.P em Empresa com Domínio Público.

Segundo uma nota da Casa Civil do Presidente da República, a TAAG, SA, sucede, sem quebra de identidade e personalidade jurídica, a TAAG-Linhas Aéreas de Angola. EP.

Deste modo, no quadro do processo de reestruturação da empresa TAAG, o Presidente da República decidiu exonerar o seu Conselho de Administração.

Num outro decreto, João Lourenço nomeou Hélder da Silva Gonçalves de Moura e Preza- Presidente do Conselho de Administração (Não Executivo), Rui Paulino de Andrade Teles Carreira- Presidente da Comissão Executiva e Eulália Maria Cardoso Policarpo Bravo da Rosa – Administradora Executiva.

Nomeou também Luís Ferreira de Almeida – Administrador Executivo; Hugo Alberto Pinto dos Santos Amaral -Administrador Executivo, Fernando Alberto da Cruz -Administrador Executivo e Adelaide Godinho Administradora Executiva.

Foram ainda indicados Américo Borges -Administrador Executivo, Luís Eduardo dos Santos – Administrador Não Executivo, Arlindo de Sousa e Silva -Administrador Não Executivo, Mário Jorge da Silva Neto -Administrador Não Executivo e Lourenço Manuel Gomes Neto -Administrador Não Executivo.

O decreto presidencial, de acordo com a nota da Casa Civil, refere que são delegados poderes ao Ministro dos Transportes, para conferir posse as entidades acima nomeadas.

Zungueiras e o senso de oportunidade

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O comércio é uma das actividades mais antigas da história da humanidade, desde a comercialização de escravos a prostituição, as trocas intercontinentais estimuladas pela procura de novas oportunidades.

Bem, oportunidades, parece que cá na banda temos PHDs que nunca sentaram na carteira ou estudaram por correspondência neste campo, analisemos a perspicácia e asertividade das nossas “Zungueiras”, em cada nova paragem de táxi ou vulgo “Kandongueiro” elas se fazem presente para oferecerem aos seus clientes os seus vastos produtos facilitando assim a vida de muitos cidadãos que sem tempo aproveitam para adquirir o que falta na geleira.

Vezes há que ficamos com a impressão que elas estudaram os 4 Ps (Price, Place, Product, Promotion) da essência do marketing mix por saberem sempre aonde implementarem as suas bancadas ou bacias para efectuarem a sua actividade.

Vários são os negócios que pecam neste quesito de localização, que tal organizarmos uma conferência sobre gestão de oportunidades de negócios palestrada por várias zungueiras? Apenas um pensamento!

A verdade é que estás bravas mulheres nos ensinam diariamente como vender persuadindo sempre seus clientes com a melhor “bazófia” e os melhores descontos possíveis, quem nunca debateu desconto com zungueira na rua? Pagaste ou não?

Bem fica aqui a dica de que devemos sempre aprender com todos, letrados ou não a verdade é que a experiência por vezes fala mais alto que o caderno. As oportunidades devem ser aproveitadas da melhor maneira possivel para explorarmos o nosso potencial, bem ou mal é isso que as Zungueiras fazem.

Sonho da casa própria é ainda uma miragem para muitos jovens

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O sonho da casa própria está cada vez mais distante para muitos jovens em Angola, tudo porque uns estão de-sempregados e outros não têm salário capaz de concor-rer aos projectos imobiliários do Estado.

Outra preocupação está na reduzida disponibilida-de de casas que o programa ha-bitacional do Estado pôs, até hoje, à disposição da população, estando o número de moradias à venda muito aquém da grande procura por pessoas que sonham, há anos, pela casa própria, mas em áreas que asseguram qualidade de vida.

A Imogestin, a imobiliária que substituiu, desde 2015, a Sonip na gestão dos projectos imobiliários do Estado, anunciou, recentemente, em comunicado, a venda em Outubro de mais moradias na província de Luanda.

Desta vez, os beneficiários vão ser apenas trabalhadores da Função Pública e de empresas, públicas e privadas, porque a venda livre ao público já foi feita, com a comercialização de 1.300 casas no ano passado.

Ao contrário da Sonip, que havia determinado o recurso à ida à fila para a obtenção de moradias, a Imogestin criou três modalidades de acesso às casas existentes em centralidades construídas em algumas províncias, nomeadamente, a “Venda Dirigida ao Público”, “Venda à Função Pública” e “ Venda às Empresas”, públicas e privadas.

Pessoas de várias idades abordadas pelo Jornal de Angola convergiram no se-guinte ponto: embora tenha havido muita desorganização, ainda é melhor o recurso à fila porque nenhuma das três modalidades dão inteiramente garantias de transparência.

Na fase de vendas em Ou-tubro, 70 por cento das casas vão ser comercializadas à Função Pública e 30 por cento a trabalhadores de empresas interessadas. Além disso, 40 por cento das vendas em cada modalidade têm de ser para pessoas com menos de 40 anos. No Zango Oito Mil estão disponíveis 2.627 moradias, no Zango Zero 336 e 338 no KM44.

O assessor jurídico e porta-voz da Imogestin, Mário Guerra, disse ao Jornal de Angola que, em Outubro, das 2.627 moradias disponíveis no Zango Oito Mil apenas 1.839 vão ser comercializadas e, no Zango Zero, das 336 disponíveis 224 são destinadas à Função Pública e 112 a trabalhadores de empresas. No KM44, das 338 habitações disponíveis, 237 vão ser para funcionários públicos e 101 para trabalhadores de empresas. O maior número de casas do Zango 800 que vão ser vendidas em Outubro, o que corresponde a 70 por cento do total disponível, é para funcionários públicos.

Lamento de jovens

Mãe de duas meninas, Lurdes Tchanique, funcionária de uma concessionaria de vendas de automóveis no município de Viana, é o reflexo da desolação da maioria dos jovens, marcada pela falta de esperança.
As condições impostas para a aquisição de moradias deixa Lurdes Tchanique sem alguma esperança. O seu salário não é compatível ao custo de vida, além de que a empresa para a qual trabalha “não está nem aí” com as condições de habitabilidade dos seus funcionários, ao contrário de outras que aparecem como fiadoras dos seus trabalhadores.

A viver numa casa arrendada, por 25 mil kwanzas/mês, a jovem faz, com o magro salário, um ginástica financeira para sustentar as filhas, às quais deseja dar um melhor conforto, sonho que pretende concretizar numa das novas urbanizações construídas na província de Luanda.

Lurdes Tchanique afirma que a política habitacional do Executivo deveria ser mais inclusiva, com o objectivo de facilitar a vida das pessoas, muitas das quais, além de serem novos no mercado de trabalho, não têm bons salários para solicitar crédito à habitação aos bancos comerciais.

Também inquilino, Marcelo Quintas tem uma vida paradoxal. Trabalha para uma imobiliária, sendo, por este motivo, alvo, às vezes, de chacota, em tom de brincadeira, por amigos e familiares, que acham absurdo ele não ter casa própria quando trabalha para uma imobiliária em Luanda.

Marcelo Quintas só não obteve uma moradia, em 2013, por não ter acreditado no processo da Sonip, numa altura em que trabalhava para uma empresa petrolífera, que o dispensou, no âmbito de um plano de redução de pessoal devido a crise económica e financeira instalada no país, há quase quatro anos. “Quando abriram as inscrições, em 2013, não levei muito a sério”, disse Marcelo Quintas, que, além de estar arrependido, reconhece que as possibilidades já não são as mesmas.

O jovem disse esperar que o Executivo crie outras políticas para salvaguardar a situação dos jovens que trabalham para pequenas em-presas, a maioria das quais evita comprometer-se com a Imogestin. Além disso, defende créditos à habitação bonificados.

Propriedade resolúvel

O porta-voz da empresa Imogestin, Mário Guerra, disse que o termo correcto para definir a forma com que a maioria dos habitantes já aderiu aos projectos habitacionais do Estado é “propriedade resolúvel” e não “renda resolução” e ele explica o porquê. O conceito real é “propriedade resolúvel”, porque o arrendamento não é venda.

População deve estar atenta aos burlões

A Imogestin pede às pessoas interessados em obter uma moradia que utilizem a via oficial, sob pena de serem enganadas por burlões, que se aproveitam da aflição de quem quer uma casa a todo o custo. Há burlões que, para enganarem os mais incautos, garantem ter relações privilegiadas com responsáveis da Imogestin, por via dos quais, dizem eles, conseguem moradias com facilidade.

As únicas modalidades de venda de habitações são “Ven-da à Função Pública”, por via da qual as candidaturas são submetidas através do contacto directo do organismo da Função Pública com a direcção comercial da Imogestin, “Vendas Dirigidas a Empresas” – as candidaturas são apresentadas pelos representantes das empresas elegíveis, e “Venda ao Público Livre” – as candidaturas são efectuadas através do portal www.imocandidaturas.co.ao.