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Trabalhadores da Sonangol no Kwanda clamam por socorro

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Pedem que deputados visitem a base central logística para conhecerem a sua situação

Os trabalhadores da base central logística do Kwanda, na vila petrolífera do Soyo, na província do Zaire, clamam por socorro e denunciam despedimentos em massa, na maior parte delas por reclamar as condições salariais que dizem ser deploráveis, enquanto outros são demitidos compulsivamente.

Em declarações à VOA, os trabalhadores informaram que só em 2018, 213 pessoas foram despedidas.

Os salários também não são actualizados desde 2015.

Um dos membros da comissão sindical da empresa no Kwanda, que pediu para não ser identificado temendo represálias, contou que “os trabalhadores vivem uma situação de instabilidade no emprego, os salários não são actualizados há anos e quem tenta reclamar é despedido ou enviado para a reforma compulsiva”.

Agora eles pedem a presença dos deputados da sexta comissão da Assembleia Nacional.

A VOA não conseguiu ouvir ninguém da direcção da base central do Kwanda, no Soyo, nem da Sonangol, em Luanda.

1º de Agosto e Caála empatam a zero

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O 1º de Agosto e o Recreativo da Caála empataram hoje a zero, no estádio 11 de Novembro, para acerto da 24ª jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (GirabolaZap 2018).

Apesar do empate, os militares mantêm-se na liderança, com 50 pontos, seguido do Petro de Luanda, com 47. Os caalenses estão em 13º, com 25.

Outros resultados desta jornada

1º de Maio de Benguela-Progresso do Sambizanga, 0-1

FC Bravos do Maquis-Cuando Cubango FC, 1-0

Académica do Lobito-Sagrada Esperança, 0-2

Kabuscorp-Interclube, 1-1

Sporting de Cabinda-Desportivo da Huíla, 1-0

Recreativo do Libolo-Petro de Luanda, 2-2

Aumenta a lepra em Malanje

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Há falta de medicamentos e técnicos treinados

Os casos de lepra na província angolana de Malanje aumentam e podem tornar a região endémica com incidência nos municípios de Cahombo, Quirima, Luquembo, Malanje (sede), Marimba e Massango.

A situação é agravada pela ausência de remédios há cerca de 2 meses, confirmou o supervisor da patologia, Sousa Augusto.

Dos mais de 40 pacientes infectados nos anos anteriores foram adicionados, no primeiro semestre do ano, 22 novos diagnosticados por meio dos sinais clínicos por falta de laboratórios para verificações científicas.

“É alarmante que neste preciso momento (até Junho) estamos com 49 casos, e não o número real porque se formos aos lugares onde há incidência de casos poderíamos encontrar mais”, advertiu Augusto.

“E estamos com desfalque de medicamentos a caminho de 2 meses”, acrescentou

A acrescentar a esta realidade, a maioria dos técnicos de combate à lepra nos municípios perdeu as práticas de tratamento da doença, as organizações não-governamentais deixaram de financiar projectos de formação de especialistas e o programa provincial não possui qualquer meio de transporte para controlo

Sousa Augusto alerta para a eminência de novas infecções em qualquer localidade de Malanje, tendo em relevância o grau de desenvolvimento da enfermidade em 15 pacientes sem qualquer medicação.

Família da jovem morta no Kilamba move queixa-crime Contra “Panda”

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Não obstante a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter anunciado a abertura de um processo de averiguação do acidente de viação que envolveu o antigo Comandante-Geral da Polícia Nacional, a família de uma das duas vítimas mortais, Noémia Adelina Katuliche, decidiu mover uma queixa-crime contra Alfredo Eduardo Mingas “Panda”.

Para tanto, a família de Noémia Katuliche, 22 anos, procurou os serviços do advogado Nzola Mbambi. Membro da Associação Mãos Livres, este causídico deu a conhecer que os seus constituintes rejeitam quaisquer acordos extrajudiciais com Alfredo Eduardo Mingas, que renunciou ao cargo de Comandante da Polícia Nacional e apresentou desculpas públicas pelo sucedido.

Nzola Mbambi tem fé que há gravidade na colisão em que esteve envolvido o antigo comandante Geral da Polícia Nacional que, segundo o advogado, no momento do acidente se encontrava nas vestes de cidadão civil e não de oficial superior da corporação policial.

O advogado promete ir até às últimas consequências para que o caso tramite em julgado. Aliás, a família de Noémia Katuliche pretende que se faça justiça.

Fonte: Correio Angolense

Gravida de 7 meses violada por marginais

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Uma adolescente de 16 anos de idade, foi violentada na madrugada de Domingo, por marginais que invadiram a residência de seus país em Luanda, na qual resultou a morte do chefe da família.

A adolescente sofreu o abuso enfrente aos seus familiares, por seis marginais que invadiram a residência na calada da noite, fortemente armados com arma de fogo do tipo AKM, Sabino Garcia de 43 anos de idade, na tentativa de defender os cinco filhos menores foi alvejado mortalmente.

Fernando Garcia, tio da vitima, contou numa entrevista concedida ao Jornal O País, que só ontem conseguiram levar a menina a uma unidade hospitalar, e neste momento está a cumprir com parte da medicação que lhe foi receitada, a família está sem condições financeiras para custear o resto da medicação. “Não temos dinheiro para comprar todos medicamentos que lhe foram receitados, muito menos para fazer as outras duas análises que nos pediram no hospital, pelo que pedimos ajuda de quem poder ajudar”, disse o tio da vítima.

Durante o assalto e depois de receberem os 29 mil kwanzas do chefe da família, os meliantes não satisfeitos com o mesmo, pegaram na mãe e filha, foram levadas para fora da residência onde foi consumado o acto de abuso contra a menor.

O pai da vítima foi enterrar ontem no Cemitério do Chinguar, próximo do Benfica.
Quanto aos presumíveis autores segundo a família da vítima alguns já se encontram em posse da justiça dentre eles uma mulher, que trabalha com a policia para mostrar o resto do grupo.

Por: Josefa Manuel

Banco BAI lança novo serviço “Levantamento sem cartão”

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O Banco Banco Angolano de investimento(BAI), lança o novo serviço “Levantamento sem cartão”, uma solução ideal para disponibilizar dinheiro para o seu filho menor, pagar a um funcionário que não tem conta bancária ou até enviar dinheiro para quem está longe. Dinheiro à mão, mesmo sem cartão.

O BAI é já uma referência como a entidade bancária que procura oferecer cada vez mais vantagens aos seus clientes, assumindo-se como o banco que cria soluções que satisfaçam as suas necessidades.

Por isso aderimos agora ao serviço Levantamento sem Cartão. Com esse serviço, vai poder disponibilizar quantias monetárias a terceiros através do ATM, sem que estes tenham um cartão multicaixa. Os beneficiários precisarão apenas do código de levantamento e o código secreto para ter o dinheiro à mão.

É uma forma de ter dinheiro à mão, mesmo sem cartão – a solução ideal para dar dinheiro a um filho menor, pagar a um funcionário que não tem conta bancária, ou até enviar dinheiro para quem está longe.

O Levantamento sem Cartão é mais um serviço que torna a sua experiência bancária no BAI cada vez mais positiva. Experimente este serviço e veja o préstimo que terá para si.

Veja os passos simples no documento PDF no link abaixo:
https://www.bancobai.ao/content/files/brochura_digital__sem_carto.pdf

Veja os procedimentos seguindo os seguintes passos abaixo:

Passo N.º01
Passo N.º02
Passo N.º03
Passo N.º04
Passo N.º05
Passo N.º06
Passo N.º07
Passo N.º08
Passo N.º09
Passo N.º10
Passo N.º11
Passo N.º12
Passo N.º13
Passo N.º14
Passo N.º15
Passo N.º16
Passo N.º17

 

 

Homem confessa ter morto três pessoas a mando de Satanás

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Um jovem de 22 anos de idade, confessou no passado sábado na cidade do Lubango, província da Huíla, ter morto três pessoas, devido um alegado pacto que fez com satanas.

Júlio Pereira Ndumbo, um jovem aparentemente calmo, de semblante longe de qualquer suspeita, apresentou-se neste sábado 04 de Agosto à segunda esquadra da polícia nacional da cidade do Lubango, assumindo o homicídio de três pessoas.

Segundo Júlio, tudo começou em 2017, quando buscava a sua satisfação pessoal, o desejo de ter as coisas fáceis ou seja ter muito dinheiro, decidiu ter pacto com demónio a partir de uma seita denominada “Satan”.

Com o pacto feito Júlio teria seus desejos cumpridos desde que ele honrasse com o compromisso de tirar a vida das pessoas.
Foi daí que o jovem fez a sua primeira vitima, seu primo de apenas sete anos de idade que na altura dormia no mesmo quarto com que o homicida confesso, aproveitando a desavença que tinha com o pai da vítima, Júlio enforcou o seu primo enquanto dormia.

A segunda vítima foi um jovem no bairro da verdinha, confessou Júlio, não satisfeito e porque os crimes praticados nunca houve descoberta nem desconfiança da sua pessoa, o jovem faz a sua terceira vítima, um pescador de 29 anos de idade, que agredia o seu primo, na intenção de apartar a briga Júlio recebe uma bofetada do olho que lhe caiu como uma falta de respeito. Contou o mesmo.

Na calada da noite em forma de revanche Júlio ataca a sua vítima com um martelo na nuca fatal.” No dia seguinte ouvi que no bairro foi encontrado um jovem morto, fui para lá confirmar e era mesmo a minha vitima”, adiantou.

Contei estes crimes ao meu amigo e queria saber se Deus me perdoaria, foi daí que o meu amigo aconselhou-me a procurar a polícia caso eu queira o perdão de Deus. “Eu estou aqui não pela vontade do homem, mas porque o crime que cometi homem nenhum sabia, eu me entreguei por vontade própria não foi a polícia que me deteve”, frisou.

A socióloga e docente Universitária Aida Nelson, aconselha o governo a investir mais nas zonas rurais para a estabilidade social. Segundo a profissional os níveis de pobreza na sociedade aumentam cada vez mais, fazendo com que os jovens se tornem vulneráveis a qualquer promessa virada a resolução dos seus problemas.

Hacker obtém informações secretas sobre caças F-35 através do Tinder

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Um hacker invadiu a conta de uma funcionária da Força Aérea do Reino Unido no popular aplicativo de namoro Tinder para roubar dados secretos sobre o caça norte-americano F-35 Lightning II, informou o diário Daily Mail.

Segundo o diário britânico, após obter acesso aos dados pessoais da mulher, ele entrou em contacto, em nome dela, com um seu colega de trabalho para conseguir detalhes sobre o novo caça.

Apesar de a funcionária declarar que sua conta tinha sido hackeada, uma parte da informação secreta foi vazada. Ainda não se sabe quem está por trás desse roubo de dados secretos. A Força Aérea Real (RAF, sigla em inglês) confirmou o vazamento de dados do F-35.

As autoridades britânicas planejam comprar 138 caças F-35 Lightning II aos EUA. O Reino Unido recebeu o primeiro de quatro lotes destes aviões em junho deste ano.

Fonte: Sputnik / EB

TAAG explica subida de preços de voos internacionais com câmbio flutuante

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O câmbio flutuante do kwanza e o aumento dos custos operacionais estão na origem da recente subida nominal dos preços das passagens aéreas para os voos internacionais da companhia aérea angolana TAAG, indicou o porta-voz da empresa.

Citado pelo jornal angolano Valor Económico, Carlos Vicente indicou que a TAAG não mexeu nas tarifas, garantindo que qualquer aumento dos preços dos bilhetes só pode ser definido pelo Ministério das Finanças.

Às inúmeras reclamações dos clientes, o porta-voz da TAAG lembra que as mexidas nos preços começaram em janeiro deste ano, logo após a introdução da taxa de câmbio flutuante pelo Banco Nacional de Angola (BNA), salientando que as políticas da empresa só podem mudar “depois de um estudo aprofundado”.

“A questão é mesmo o câmbio flutuante. Os preços dos bilhetes somente podem ser alterados pelo Ministério das Finanças”, detalha.

De 15 a 30 deste mês, os preços da classe económica para Luanda-Lisboa, por 15 dias úteis, custam cerca de 700 mil kwanzas (cerca de 2.333 euros) na classe económica e acima dos 1,3 milhões de kwanzas (4.300 euros) na executiva.

Em comparação com outras companhias aéreas que operam os voos internacionais para Angola, tendo em conta uma consulta aos respetivos sítios na Internet, os preços estão todos abaixo dos praticados pela TAAG.

A TAP, a segunda companhia usada por angolanos, cobra, na classe económica, para Lisboa, 691 mil kwanzas (2.303 euros), mais caro do que a Royal Air Maroc, que custa 439 mil kwanzas (1.463 euros), mas via Casablanca, e a KLM, cujo bilhete para Lisboa fixado nos 434 mil kwanzas (1.446 euros), com escala por Amesterdão.

Carlos Vicente adiantou que os preços “vão manter-se inalterados” enquanto vigorar o regime flutuante.

No entanto, sublinhou, nada será alterado enquanto a companhia não fizer um estudo de mercado sobre a viabilidade da alteração das tarifas.

“Para rever as políticas, temos de fazer um estudo aprofundado. Não vamos baixar as tarifas de um dia para outro. Temos de ver a viabilidade”, argumentou.

JSD // JMC

Lusa/Fim

Produtos portugueses falsificados vão ser retirados de circulação

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Vários produtos portugueses estão incluídos numa lista que a Associação Angolana dos Direitos do Consumidor (AADIC) pediu para que fossem retirados de circulação ou verificada a proveniência, uma vez que detetou datas de fabrico e de caducidade aparentemente falsificadas.

A posição está expressa numa nota de imprensa enviada hoje à agência Lusa, em que a AADIC exorta as autoridades a pronunciarem-se “o quão breve possível”, porque, adianta, “está em causa a vida de milhares de cidadãos que, em Luanda e não só, terão consumido esses produtos”.

Nesse sentido, a AADIC “exige” um pronunciamento do Ministério do Comércio angolano sobre a quantidade de bens alimentares comercializados e/ou apreendidos, entre laticínios, papas e bebidas energéticas, cujas datas de fabrico e caducidade estão supostamente falsificadas.

“Devem informar precisamente a sociedade em geral e os consumidores sobre quantos lotes foram comercializados, quantos foram apreendidos, onde exatamente possam estar e onde estavam a ser comercializados e os cuidados ou procedimentos que os consumidores devem ter”, defende a Associação.

Segundo a AADIC, as práticas de falsificação de datas de fabrico e de caducidade não se ficaram somente por Luanda, sendo extensiva a todo território angolano, pelo que a associação apelou aos consumidores a “absterem-se de consumir os produtos enquanto o Ministério do Comércio não se pronunciar”.

Entre os produtos englobados na lista da AADIC está a marca de leite portuguesa Mimosa, bem como outras como as papas Maizena e Nestlé, Cornflakes e flocos de aveia, os cereais Estrelitas, a bebida energética Redbull, o feijão Tio Lucas, o milho doce Condi, o óleo alimentar Cozinheiro Tempero, o ketchup Nhan Nhan, as manteigas Pastora, Puro Sabor e Soya, o sumo Bongo, os cogumelos Anna, o caldo de carne Maggi e as fraldas Pampers.

Nesse sentido, a AADIC apela também ao Ministério do Comércio angolano que explique quais os procedimentos que o consumidor deve seguir no caso de já ter consumido tais produtos ou se ainda deles dispuserem.

Na semana passada, a AADIC indicou ter apresentado uma queixa-crime junto da Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola contra uma “rede criminosa” suspeita de falsificar datas de fabrico de bens alimentares, conforme noticiou a Lusa.

A suposta rede criminosa, adianta a Associação Angolana dos Direitos do Consumidor, integra cidadãos nacionais e estrangeiros que adulteram bens e produtos para as grandes superfícies comerciais.

Os alegados falsários, refere a AADIC, têm como preferência produtos ou bens com a designação “consumir de preferência antes de 24/01/2018 ou 08/2018”, datas mais fáceis de adulterar.

Após a falsificação, acrescenta o documento, os produtos são vendidos em todas as cantinas e pequenas lojas espalhadas pela cidade de Luanda e ainda em restaurantes e casas noturnas, uma prática classificada pela AADIC como “crime de envenenamento”.