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Donald Trump terá discutido a demissão do presidente da Reserva Federal

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Conselheiros terão alertado Trump que a demissão de Powell agitaria ainda mais os mercados financeiros, mas disseram que Trump abordou o assunto muitas vezes nos últimos dias.

O presidente dos EUA, Donald Trump, discutiu a demissão do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, escreve a Bloomberg, hoje, 22.

Reserva Federal é o sistema de bancos centrais dos Estados Unidos da América. Entre outras funções, faz a formulação e execução da política monetária.

Citando quatro pessoas familiarizadas com as discussões, a Bloomberg reporta que Trump ficou mais frustrado com Powell após meses de perdas no mercado de acções e a alta da taxa de juros do banco central, na quarta-feira.

Conselheiros terão alertado que a demissão de Powell agitaria ainda mais os mercados financeiros, mas disseram que Trump abordou o assunto muitas vezes nos últimos dias.

As fontes que falaram com a Bloomberg sob condição de anonimato não estavam convencidas de que Trump demitiria Powell, e esperavam que a irritação do presidente sobre a situação diminuísse durante a época festiva.

A Casa Branca e a Reserva Federal recusaram comentar sobre este assunto.

A demissão de Powell aconteceria depois de semanas de grandes perdas nos mercados. Na sexta-feira, as acções encerraram a sua pior semana desde 2011.

Após as eleições intercalares de novembro, Trump tem estado a fazer mexidas na sua administração.Ele anunciou as saídas do procurador-geral Jeff Sessions; do chefe de gabinete da Casa Branca, John Kelly; do secretário do Interior, Ryan Zinke; e do secretário de Defesa, James Mattis.

Directora-geral do FMI elogia Governo e BNA

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A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, saudou , sexta-feira, em Luanda, os esforços do Governo para reduzir o défice fiscal e o Banco Nacional de Angola (BNA) por uma transição ordenada para um regime cambial mais flexível.

“O Programa de Estabilização Macroeconómica do Governo e o Plano Nacional de Desenvolvimento para 2018-2022 estão focados justamente na consolidação fiscal favorável ao crescimento, maior flexibilidade da taxa de câmbio e reformas estruturais para aumentar a produtividade”, declara a directora num comunicado citado ontem pela Angop.

No comunicado, emitido no fim da visita de dois dias a Angola, concluída na sexta-feira, a directora-geral considera que o progresso na mobilização das receitas internas será importante para ajudar a manter sustentável a dívida do Governo.

Christine Lagarde refere que “a diversificação económica é fundamental para o sucesso da estratégia de desenvolvimento do Go-verno” e que “as principais reformas nessa área in-cluem a melhoria do am-biente de negócios, a promoção da concorrência nos mercados internos, o controlo dos monopólios” e a viabilização do investimento estrangeiro directo.

Considera importante desenvolver uma rede de segurança social para proteger os mais vulneráveis e gerar oportunidades iguais em toda a sociedade angolana e manifesta apoio à decisão institucional de melhorar a governação e combater a corrupção, impunidade e o favoritismo, bem como fortalecer a fiscalização e os balanços.

Mostrou-se particularmente satisfeita por, no âmbito do programa recentemente aprovado e apoiado pelo FMI, o Governo Angolano estar empenhado em melhorar as questões de género.
“O programa, no valor de 3,7 mil milhões de dólares, destina-se a apoiar a implementação das políticas das autoridades, fornecendo recursos substanciais, assessoria política e assistência técnica”, declarou Christine Lagarde.

Com este programa, sublinhou, as autoridades pretendem retomar o crescimento económico sustentável e melhorar as condições sociais para todos em Angola.

Reiterou o forte apoio do FMI a Angola e disse aguardar com expectativa a continuação da parceria produtiva entre o país e aquele órgão económico mundial.

A visita ficou marcada pela oficialização do empréstimo, concedido a dez anos, com juros de 3,00 por cento e uma período de graça de quatro anos e meio.

Capacidade reforçada

Ontem, o Bureau Político do MPLA emitiu um comunicado no qual avalia a visita da directora-geral e considera que o Programa de Financiamento Alargado aprovado pelo FMI reforça a capacidade do Executivo para resolver problemas sociais e económicos do país ligados à diversificação da economia, fomento das exportações, aumento das receitas cambiais não petrolíferas e da oferta de emprego.

O Bureau Político do MPLA, diz o documento “não pode ficar indiferente a este facto, que, de certo modo, ajuda a credibilizar o programa do Executivo angolano, na sua luta contra a corrupção e pelas boas práticas de governação”.
O comunicado encoraja o Executivo a continuar as reformas políticas e económicas em curso, no quadro do asseguramento do papel crucial do Estado de agente regulador e coordenador de todo o processo de desenvolvimento do país, em concertação com o sector empresarial e a sociedade civil.

Relação com ex-presidente é normal diz João Lourenço

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O Presidente da República, João Lourenço, disse, hoje em Luanda, que as relações com o ex-chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, são normais.

João Lourenço respondia à questão da jornalista da rádio mais sobre o nível de comunicação que tem com o ex-presidente.

O Chefe de Estado respondeu a uma pergunta por cada órgão, num exercício de comunicação que a Presidência da República espera vir a decorrer dentro dos marcos da urbanidade e da cooperação.

Na primeira entrevista colectiva, o PR disse que se sentia bem na sua condição de vice-presidente do MPLA, e respondeu a uma aludida bicefalia entre o Chefe de Estado angolano e o então presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos.

Na altura, o Presidente falou, entre outros assuntos, sobre os seus 100 dias de governo, marcados por profundas reformas económicas.

Fonte: Angop

Yannick Afroman lança novo album 5 anos depois

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Cinco anos depois da publicação de “Terra a terra”, o músico Yannick Afroman regressa ao mercado musical angolano com o terceiro disco “Outros Mundos”, cujo lançamento acontece domingo, 23, na Praça da Independência, em Luanda.

Sob a chancela da Produtora Ngombo Music e da LS, o novo disco do artista conta com 20 músicas trabalhadas a base de uma rítmica diversificada.

Yannick Afroman revelou, em entrevista à Angop, tratar-se de um disco diferente dos demais, por trazer várias abordagens, não só em termos de composição, mas também rítmica.

O músico interventivo e com temas cujas letras trazem mensagens sobre o dia-a-dia dos angolanos, sobretudo socialmente, o músico frisou que “Outros Mundos foi trabalhado para ser expandido além fronteiras.

O CD conta com as participações de Carlos Burity, Samangwana, Anselmo Ralph, Ary, Socorro e Negralha, cabo-verdianos, entre outros convidados.

Yannick Manuel Ngombo “Yannick Afroman” começou a carreira em 1989, em Paris (França), fazendo free-style. Voltou para Angola em 1995, onde se juntou a Mumu e Kitess, dando origem ao grupo Afroman.

Em 1999, com a estreia da música promocional não comercializada “Ta Calor”, o grupo rápido conquistou um espaço entre o público, pela primeira vez fora da comunidade Hip-Hop.

Daí, as portas abriram-se para Afroman que é hoje um dos músicos mais populares em Angola. Bateu recordes: a 21 de Dezembro de 2008 de CD mais vendido até a data no país, com 15 mil cópias vendidas, e consequentemente com o concerto com mais assistência até então, com mais de 22 mil em 7 de Fevereiro no Estádio dos Coqueiros.

Tem no mercado os discos Mentalidade e Terra a terra.

Natural do Uíge, venceu os prémios de Melhor Rap 2001/2003 e 2009 (Rádio Luanda) e, em 2009, ficou em segundo lugar no Top dos Mais Queridos.

Konde lança quinto álbum na Praça da Independência

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O músico e compositor Konde Martins lança, domingo, o quinto álbum de originais, na Praça da Independência, em Luanda. Com o título “Te Amo e Não Nego”, o novo “rebento” comporta 11 temas, da autoria do cantor.

Neste CD, Konde apresenta uma mescla de estilos, mas o semba e o kizomba, que constituem a sua cadência musical, dominam a fusão dos ritmos. “Trago sempre um estilo musical dançante, contagiante para quem gosta de dançar. O semba e o kizomba estão bem pa-tentes nas músicas que compõem o disco, aliás estes dois estilos são o meu emblema musical”, explicou.

Com 38 anos e pouco mais de duas décadas de carreira musical, Konde contou com as participações dos produtores angolanos Presilha Caley, Geovanni Alberto, da Geo Produções, e Pirica Duia, bem como do cabo-verdiano Hugo Pina. O disco tem ainda as impressões digitais dos categorizados instrumentistas Betinho Feijó e Juvenal, da banda guineense Tabanka Jazz.

Produzido entre Angola e Portugal, o novo álbum de Konde, que inclui as célebres músicas “Morena” e “Juju”, começou a ser divulgado no segundo semestre deste ano, através da faixa promocional “Cadê Você”, que retrata o desespero de um homem face ao fim iminente da relação com a esposa. “Esta música aborda factos conjunturais da nossa sociedade. As minhas músicas são baseadas em factos concretos. Às vezes meto um pouco de drama para as tornar atractivas”, sublinhou.

Konde Martins ganhou notoriedade no cenário musical angolano, logo depois de lançar o primeiro disco “Fina”, em 2001. “Minhas Mágoas”, “Kianda Luanda” e “Dança Comigo”, discos inteiramente compostos por si, fazem furor em várias pistas de dança.

IPU deve ser pago por todos

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A cobrança do Imposto Predial Urbano (IPU) aos imóveis públicos ou privados e que estão sob arrendamento, neste momento, é ainda um tema que diverge as opiniões.

Para muitos, principalmente naqueles casos em que o ocupante é um promitente comprador (possui um contrato promessa de compra e venda), dever-se-ia imputar ao ainda senhorio o cumprimento desta obrigação.
Essa é, aliás, a situação das centralidades construídas pelo Estado, e como defendida por muitos, que se devia deduzir o respectivo imposto às rendas mensais que são cobradas ou ao valor da respectiva renda.

Nesse aparente “braço de ferro” entre ocupantes e autortidades fiscais, há a advertência de que um processo de execução pode ocorrer devido aos incumprimentos, pelo que ao cidadão apela-se ao cumprimento desta obrigação.
Para a estudante universitária de Gestão de Empresas, Fernanda Moura, o Estado devia criar medidas menos coercivas para a cobrança desses impostos, visto que muitos que conseguiram uma casa nas centralidades acabaram no desemprego devido à actual situação económica.

Já Luís Domingos, funcionário em Relações Públicas, entende que se assiste, neste momento, ao crescimento exponencial do parque imobiliário. No entanto, grande parte dos edifícios e condomínios não está registado nas Repartições, o que dificulta quando o Estado quer fazer cobranças. Porém, os imóveis da Centralidade do Kilamba estão na inscrição e na tributação do IPU, situação que ajuda o Estado a fazer a cobrança dos impostos.

Por seu lado, o engenheiro informático Peterson Pitra sublinha que a falta do pagamento do Imposto Predial Urbano (IPU) leva o contribuinte a acumular dívidas fiscais, às quais podem dar origem à instauração de um processo de execução fiscal. “Ao Estado resta cobrar de forma coerciva o imposto em falta. Há quem considera as taxas muito altas, mas deve-se pagar esta obrigação fiscal de uma ou de outra forma”, afirmou.

Cesaltina Domingos, funcionária pública, disse ser uma grande inquietação pagar o Imposto Predial Urbano (IPU), visto que a lei do contrato compra e venda das centralidades estabelecia que deve pagar esse imposto quem é proprietário da casa, nesse caso o Estado. Para ela, pagar uma casa que, legalmente não é sua, é uma situação nada boa.

Entretanto, para o economista José Gaspar o IPU incide sobre o valor patrimonial dos prédios urbanos ou sobre o seu rendimento quando se encontram arrendados. Lembra que todo o cidadão, nacional ou estrangeiro, que possui imóveis deve inscreve-los na Repartição Fiscal da área da respectiva localização. Do mesmo modo, estes devem, todos os anos, durante os meses de Janeiro e Julho, dirigir-se à Repartição Fiscal da área de localização dos imóveis, para liquidar esta obrigação. O economista diz ainda que o benefício é geral, pois a manutenção de determinados serviços é garantida por via da receita fiscal.

IMOGESTIN “fora” da gestão das centralidades

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O Governo afastou a IMOGESTIN da gestão imobiliária das centralidades, tendo a gestão Ministério do Ordenamento do Território e Habitação (MINOTH). Na origem do afastamento estão o fraco retorno dos financiamentos e a não prestação de contas.

A medida compreende também o fim da gestão directa dos dinheiros públicos reservados ao financiamento da construção de novos projectos, a venda de habitações e a execução do processo de cobranças das rendas dos imóveis.

A informação é avançada pelo semanário Expansão, que cita uma fonte governamental. Segundo o semanário, a IMOGESTIN foi afastada da gestão, bem como da construção e venda de projectos habitacionais públicos adjudicados pelo Governo.

A falta de prestação de contas do Fundo de Activos para o Desenvolvimento Habitacional (FADEH), por parte da promotora imobiliária está também na origem da rescisão do contrato de gestão e construção das 14 centralidades e outros projectos habitacionais, revela ainda o Expansão, que aponta o fraco retorno dos financiamentos públicos aplicados no quadro do Programa de Fomento Habitacional Social em Angola como um dos motivo0s para o fim da relação do Estado com a IMOGESTIN.

“De acordo com fonte da IMOGESTIN, a imobiliária contratou, nos últimos anos, um sindicato de bancos para captar investimentos e financiamento e para captar os pagamentos das habitações vendidas ao público no quadro da política do Executivo da promoção da habitação social. No entanto desconhece-se quer o montante já depositado no Fundo de Activos pelos inquilinos das centralidades, quer por aqueles que compraram casas com dinheiro público”, escreve o jornal, que adianta que o “FFH explicou que pessoas que compraram apartamentos nas novas centralidades com financiamento do Estado não estão a fazer os reembolsos, situação que põe em causa a continuidade da implementação do Programa de Fomento à Habitação Social em Angola”.

O Fundo funciona de forma autónoma e os dados indicam que 50% dos inquilinos de apartamentos das centralidades do Kilamba e Sequele, em Luanda, têm as rendas resolúveis em atraso, apesar dos descontos feitos pelo Estado, em 2017. O FFH é um fundo público, criado em Setembro de 2007.

Polícia expulsa mais de 120 agentes por prática de crimes

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A Polícia Nacional (PN) de Angola expulsou nesta sexta-feira, 18, 127 efectivos da corporação por alegados crimes de roubo e extorção de bens da população e de cobranças ilícitas a motoristas.

Mais 46 elementos encontram-se presos por mais crimes, de acordo com o comandante-geral da Polícia Nacional, comissário geral Paulo de Almeida, ao presidir o acto simbólico de despromoção e expulsão de 10 polícias.

Almeida disse haver oficiais superiores implicados em esquemas de recrutamento fraudulento para a corporação que deverão proximamente ter o mesmo destino.

“Comigo as coisas têm que andar na linha e a todo aquele que se enveredar por estas vias repugnantes vamos dar este fim. Temos de ter uma polícia recta, correcta e disciplinada”, advertiu o comandante-geral da PN.

Em jeito de comentário, o sociólgo João Lukombo Zatuzola considera que a corporação carece de uma “prévia formação humana aos efectivos com base nos princípios da moral, da ética e dos direitos humanos”.

Restos mortais de Savimbi só serão exumados em 2019

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Os restos mortais do líder fundador da UNITA, abatido na guerra civil angolana em 2002, só serão exumados provavelmente em 2019, disse hoje à agência Lusa o porta-voz do partido do “Galo Negro”.

Alcides Sakala, que falava a Lusa à margem da IV Reunião da Comissão Política da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), que começou hoje e termina domingo de manhã em Viana (arredores de Luanda), salientou, porém, que estão a decorrer discussões entre o partido e o Governo para a definição de um calendário para a operação.

Em agosto, na sequência de uma reunião inédita entre o Presidente de Angola, João Lourenço, e o líder da UNITA, Isaías Samakuva, o chefe de Estado angolano garantiu o “empenho pessoal” para que o processo de exumação dos restos mortais de Jonas Savimbi ficasse concluído ainda este ano.

Apreendida droga com foto de Ronaldo

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A Polícia de Bouches-du-Rhône, na zona de Marselha, apreendeu 517 gramas em barras de haxixe.

Até aqui nada de especial, não fosse a droga estar estampada com a foto de Cristiano Ronaldo. Será marketing? Será apenas mais um fã? A inusitada apreensão envolvendo a imagem do craque português, com a camisola da Juventus vestida, está a ser investigada, avança o jornal franco-suíço Le Matin.

A resina de cannabis foi descoberta depois de as autoridades francesas terem realizado uma busca na casa de um traficante que já havia sido sinalizado. Além das barras de haxixe, a Polícia encontrou ainda 50 gramas de cocaína. O suspeito acabou por ser detido e aguarda agora o julgamento – que deve acontecer a 21 de Janeiro – em prisão preventiva.