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Standard Bank inaugura agência no Kilamba com novo conceito

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O Standard Bank de Angola (SBAO) conta a partir desta segunda-feira, 14 de Janeiro, com mais um local de atendimento dos seus clientes localizado no Shopping Xyami – Kilamba. O lançamento do novo balcão enquadra-se na estratégia de expansão, promoção de empregos e afirmação do Banco no mercado.

Com 7 (sete) novos postos de trabalho e uma área total 300m2, o balcão número 27 do Standard Bank de Angola irá implementar um novo conceito de atendimento, denominado Move your way, que implica rapidez e dinamismo no atendimento ao cliente.

O balcão do Kilamba conta com uma máquina de depósitos com o mesmo horário de funcionamento que o Shopping Xyami, sendo isso um diferencial. Com dois ATM’s na entrada da agência e mais dois no exterior junto a loja da Worten, o novo balcão irá atender de segunda à sexta-feira entre as 9h e as 16h, e aos sábados das 9h às 12h.

Com uma rede comercial composta por 18 Agências, 3 Centros de Empresa, 3 Postos de Atendimento e 2 Suites Private, o Banco encontra-se adequadamente posicionado no território angolano, nomeadamente nas províncias de Cabinda, Luanda, Cuanza Sul, Benguela, Huíla, Huambo e Namibe. Contando deste modo, com uma distribuição de 26 canais físicos espalhados por 7 Províncias.

O Standard Bank de Angola continua empenhado em expandir a sua marca no mercado local providenciando uma grande variedade de serviços e soluções para clientes e parceiros, e ainda na promoção de emprego. O Banco ambiciona posicionar-se como instituição de referência no contributo para uma economia mais próspera. e oferecer diversidade de opções e serviços na maior centralidade do país.

Mini-autocarros circulam com limites no Kilamba

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A Direcção de Tráfego da Viação e Trânsito negou ter proibido os mini-autocarros de circularem na Centralidade do Kilamba, mas revelou ter imposto limites na circula-ção destes naquele perímetro urbano da província de Luanda, disse ao Jornal de Angola fonte da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola.

Na segunda e terça-feira, um grupo de taxistas de mini-autocarros manifestou-se, no Kilamba, diante dos agentes da Polícia Nacional, que naqueles dias tentaram impor limites na circulação destes veículos que efectuam serviço de transporte de passageiros.

De acordo com o presidente da Nova Aliança dos Taxistas de Angola, os motoristas de mini-autocarros, não organizados e nem legalizados nas associações de taxistas existentes no país, não cumprem com as regras estabelecidas pela Direcção Nacional de Viação e Trânsito sobre paragens obrigatórias.

Os taxistas de mini-autocarros são também acusados de não respeitarem o Decre-to Presidencial 155/15 de 2017, que proíbe que viaturas com 15 a 30 lugares circulem no interior das centralidades ou em perímetros do centro da cidade.
Diariamente, na centralidade do Kilamba, circulam mais de 20 mini-autocarros, a maioria dos quais fazem paragens desordenadas, por baixo dos prédios, em concorrência desleal com os táxis convencionais legalizados para exercer a actividade de transporte de passageiros, disse Geraldo Wanga.

Para o líder da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola, os motoristas de mini-autocarros “criaram um conflito com as autoridades sem razão e de forma negativa, do qual a agremiação não se revê e demarca-se da mesma”.

Geraldo Wanga disse também que o encerramento da principal via da centralidade do Kilamba não visa impedir a circulação dos mini-autocarros, como alguns agentes têm vindo a fazer crer, mas sim para possibilitar a realização de trabalhos de ma-nutenção de uma conduta de água, por parte da EPAL, que deve durar pelo menos cinco dias, segundo o comunicado da empresa divulgado pela comunicação social.

A Associação Nova Aliança de Taxistas de Angola desconhecia o conflito que opunha aqueles agentes transportadores e a Administração da Centralidade do Kilamba e tão logo soube, fez-se deslocar à sede do poder local para se inteirar da situação, onde foi esclarecida sobre o mal entendido que existia. Geraldo Wanga disse que aproveitou o encontro com os responsáveis da Administração do Kilamba, para chamar a atenção dos seus confrades, motoristas de mini-autocarros, para a necessidade de cumprirem com o regulamento estabelecido no Decreto Presidencial sobre mobilidade urbana dos táxis.

Os taxistas de mini-autocarros foram, na ocasião, aconselhados a fazerem parte de uma das associações de taxistas existentes em Luanda para continuarem a exercer as suas actividades de forma legal, porque, nos últimos meses, tem-se notado muitas irregularidades na forma de actuação desses meios de transporte de passageiros.

Os motoristas que fazem a rota Golfe II/Kilamba de-vem deixar os passageiros nas imediações ou nas paragens obrigatórias, disse o líder da ANATA, que referiu que, além de circularem pelo interior da centralidade, os mesmos estacionam debaixo de alguns prédios, o que não é permitido.

“Tanto os táxis azul e branco como os mini-autocarros têm limites estabelecidos dentro das centralidades de Luanda, e os mini- autocarros não cumprem, o que está a preocupar as autoridades locais”, afirmou Geraldo Wanga.

Os profissionais vão exercer a sua actividade de forma legal, disse a propósito Ge-raldo Wanga, que garantiu que os mini-autocarros vão continuar a circular na centralidade do Kilamba, mas de forma limitada.

Fonte: JA

Ética nas nomeações e exonerações

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1.NOMEAÇÕES

Quando se quer nomear alguém para um cargo, deve-se falar com a pessoa em causa, de modo a que ela possa reagir, aceitando ou declinando o convite. Em alguns casos, a pessoa proposta (ou já nomeada) pode não ter disponibilidade para a assunção do cargo ou não se sentir preparada para o efeito.

Quando uma pessoa não tem competência para assumir um determinado cargo, ela, humildemente, pode redigir uma carta com um conteúdo similar ao apresento em seguida:

«Vossa Excelência, Senhor Presidente da República, muito obrigado pela consideração que tem pela minha pessoa, ao me ter proposto para exercer o cargo de Ministro da Sabedoria. Seria uma honra fazer parte do seu Executivo. Contudo, não me sinto preparado (competente) para desempenhar o cargo que me propõe.

Estou disposto a desempenhar outras funções, que não sejam nas áreas X e Y, pois, pela razão mencionada. Para mim, é importante que eu me sinta à vontade para a assunção de um determinado cargo, de modo a melhor servir.

Vossa Excelência, independentemente da sua reacção, desejo-lhe bons êxitos na sua actividade política e governativa! Com elevada consideração, Joaquim Peixe Cru da Silva».

Não deve haver nomeações feitas de surpresas. Tampouco não deve haver atitudes persecutórias a uma pessoas que tenha recusado desempenhar determinado cargo, visto que, como disse a pessoa a quem é dirigida (ou imposta) a nomeação poderá, por várias razões, não estar disposta, disponível ou, ainda, não ter competência para tal. Impor o exercício de um determinado cargo constitui uma violação dos direitos e liberdades de cada cidadão. Por outro lado, o impositor perde a moral para apresentar críticas à eventual má governação do Ministro por imposição.

Para a nomeação e tomada posse de um indivíduo a um determinado cargo é necessário que:

  1. Sobre o qual haja a presunção de poder vir a desempenhar o cargo que é lhe proposto, com base em determinados factores;
  2. O mesmo tenha sido formalmente convidado, nomeadamente, por carta ou correspondência electrónica;
  3. Ele manifeste formalmente o seu prévio acordo;
  4. Se certifique que o mesmo não esteja abrangido por quaisquer incompatibilidades; e
  5. Ele faça uma declaração de como não está impossibilitado de exercer do cargo que lhe tinha sido indicado, por ter sido condenado a pena de prisão ou por contra si estar pendente um processo, cujo desfecho poderá dar azo a sua exoneração, nomeadamente, crimes de homicídio, corrupção e crimes conta a segurança do Estado.

Quanto à parte final do ponto 5. Dependerá da posição do Presidente da República, tendo em conta a presunção de inocência.

 EXONERAÇÕES

Da mesma forma que um individuo é convidado, formal ou informalmente, para desempenhar um determinado cargo, demonstrando consideração e alguma ética, em caso de exoneração, ele deve ser previamente comunicado da sua exoneração. Não é aceitável que um dignitário, estando num convívio familiar com grandes emoções ou estar a atravessar uma situação de saúde com consequências psicológicas positivas, receber a comunicação da sua exoneração, via rádio ou televisão (noticiários). Que falta de ética! Que falta de consideração!

Durante a liderança do Presidente José Eduardo dos Santos as exonerações via comunicação social eram frequentes. Houve vezes, que o mesmo exonerava e viajava, como se quisesse dizer: «Não quero ouvir lamentações!». Devido ao culto de personalidade ou mera imitação, muitos governantes com poderes de exonerar, faziam o mesmo.

É importante dizer que um Ministro, quando pretende pedir demissão, deve redigir uma carta ao Presidente da República, manifestando as razões da sua desistência. Contudo, ainda assim, ele deve ficar à espera da sua aceitação. Ora, se os Ministros demissionários têm de apresentar formalmente a sua pretensão, a Presidência da República (Presidente), através dos seus serviços, eticamente, deve enviar uma comunicação prévia. E havendo necessidade de a comunicação da exoneração ser mais célere, há sempre a possibilidade de se garantir essa celeridade, de modo a se evitar que o Ministro exonerado pratique determinados actos de gestão ou destrua elementos de prova da prática de crimes, que tenham servido de fundamento do seu afastamento.

 3.DEMISSÕES


Todos as pessoas que desempenhem determinado cargo têm a possibilidade de pedir demissão, por várias razões, designadamente, desacordo com a política, governação ou gestão levada a cabo pelo seu chefe ou incongruências frequentes de posições do órgão colegial de que faça parte.

Em Angola, amiúde, o poder acaba por ser reduzido, limitando, assim, o poder de uma determinado governante, que, à partida tinha imenso poderes. Porém, ainda assim, os Ministros que exercem as suas funções com contragosto, mantêm-se cargo. Eu não entendo e nunca entendi esse tipo de desgosto e sofrimento. A ideia que se tem em, Angola, é a de que  «ser Ministro Kuia», ou seja, é muito bom.


Se vários Ministros pedem demissão ou ameaçam pedir demissão, geralmente, tira-se ilações sobre a personalidade ou poder executivo do líder. Ele a caba por ser paulatinamente contestado.

Cada Ministro deve ter consciência de que os cargos não são eternos e de que os mesmos devem exercidos com o principal escopo de servir o País, mas não de se servir. Quando os Ministros tiverem, de facto, consciência disso, pedirão demissão em casos de desacordo com posições e políticas contrárias às suas convicções e poderão ter uma vida normal, como a de ir a um restaurante, conviver com os amigos, sem ter necessidade de se esconder ou esperar que a «poeira sente».


Não faz sentido um Ministro continuar a fazer parte de um órgão colegial com contragosto. Se ele for exonerado, perde a legitimidade ou a moral para convocar a impressa com o fito de expor as eventuais razões da sua exoneração ou apresentar críticas à governação. Esse governante perde a consideração social. O que se diz em relação à governação central, é válido em relação à governação local e à gestão de instituições e empresas, publicas e privadas.

Espero que os Ministros tenham coragem de pedir demissões em caso de incompatibilidade de ideias, de modo a terem credibilidade em caso de possíveis a presentação de críticas e sugestões positivas.

Por amor ao próximo e de forma pedagógica, redijo este texto.

Por:José Carlos de Almeida

(Joseca Makiesse)

Kilamba acolhe matutino ecológico

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A Associação Nação Verde, realizará o matutino ecológico, na centralidade do Kilamba no proximo Sábado, 19 de Janeiro de 2019, a partir do Largo dos noivos defronte ao quarteirão D, com início as 7:30 min. O objetivo da actividda é sensibilizar e conscientizar a sociedade na redução dos resíduos sólidos com o destaque ao plástico.

A Associação Nação Verde é uma associação filantrópica de beneficência, sem fins lucrativos apartidaria e não-governamental com personalidade jurídica e de autonomia administrativa e financeira de cidadãos interessados em acções de sustentabilidade do ambiente com vista ao desenvolvimento sustentável das comunidades e respeito do meio ambiente, que se rege pelo presente estatuto e legislação em vigor.

https://www.facebook.com/ANacaoVerde/

info@kilambanews.com

Via do Shopping Xyami obstruida por cinco dias

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A Empresa Pública de Águas EPAL-E. P, informa ao público em geral, que devido aos trabalhos de interligação da conduta de água de diâmetro nominal DN 500 milímetros a partir do Centro de Distribuição de Água do Vila Flor, localizado no distrito urbano da Vila Flor, até a via principal do Shopping Xyami (Kilamba), procederá o corte de estrada na referida via no período de 07 à 11 de Janeiro de 2019.

A EPAL-E.P, agradece a compreensão do utentes da via pelos transtornos causados, comprometendo-se em repor o pavimento e consequentemente a normal circulação o mais breve possível.

NOTAS DE IMPRENSA EPAL E.P. INTERVENÇÃO NA VIA PUBLICA (JANEIRO DE 2019)

IMOGESTIN garante que ainda não foi notificada da rescisão do contrato

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A IMOGESTIN contesta a alegação de que não presta contas, apontada como uma das causas para a transferência da gestão das centralidades para o Fundo de Fomento Habitacional (FFH), e garante que não foi, até ao momento, notificada pelo Governo da rescisão do contrato, decisão que se comprova a partir do novo estatuto orgânico FFH. O documento determina que é a esta instituição que está reservada a titularidade da gestão dos projectos habitacionais do Estado.

O novo estatuto orgânico do Fundo de Fomento Habitacional confirma este órgão da administração indirecta como actual responsável pela venda e gestão dos projectos habitacionais do Estado, entre elas as centralidades e urbanizações, ao abrigo do Programa Nacional do Urbanismo e Habitação (PNUH), apurou o Novo Jornal.

O assessor jurídico e porta-voz da IMOGESTIN, Mário Guerra, disse ao Novo Jornal que aquela imobiliária não foi, até ao momento, informada de qualquer rescisão de contrato que mantém com o Estado nos domínios da gestão, construção, vendas e outras formas de transmissão de habitações, espaços comerciais e outros activos imobiliários dos projectos habitacionais que integram o PNUH.

A razão do afastamento, de acordo com o semanário Expansão, está associada ao fraco retorno dos financiamentos públicos aplicados no quadro do programa de Fomento Habitacional.

O jornal relatou também que a falta de prestação de contas do Fundo de Activos para o Desenvolvimento Habitacional, por parta da IMOGESTIN, contribuíram igualmente para a rescisão do contrato de gestão e construção das 14 centralidades e outros projectos habitacionais.

O porta-voz da IMOGESTIN, Mário Guerra, negou ao Novo Jornal que a imobiliária não presta contas, tendo avançado que brevemente vai ser divulgada uma nota de imprensa esclarecendo o assunto.

Banco Postal nega situação de falência

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Os accionistas do Banco Postal negaram, neste sábado, que a instituição esteja “em situação de falência”, sublinhando que têm “fundos próprios regulamentares positivos, claramente suficientes para suprir todas as suas responsabilidades”.

A instituição cessou sexta-feira as actividades, por incumprimento do aviso 2/2018, do Banco Nacional de Angola (BNA), que obrigava o aumento do capital social e dos fundos próprios regulamentares de AKZ 2,5 mil milhões para 7,5 mil milhões, até 31 de Dezembro de 2018.

O BNA obrigou os bancos comerciais a triplicarem o capital social, para adequar o Capital Social Mínimo e os Fundos Próprios Regulamentares das Instituições Financeiras Bancárias.

O Banco Central solicitou a falência dos bancos Postal e Mais, e revogou as respectivas licenças bancárias no dia 02 deste mês, pelo facto de “os seus promotores ou accionistas não terem demonstrado capacidade financeira para dar seguimento à actividade bancária”.

Entretanto, os accionistas do Banco Postal reagiram em comunicado de imprensa e declararam que a situação patrimonial, económica e financeira da instituição “não representa risco para o sistema financeiro bancário angolano”, nem “para a carteira de depósitos dos clientes”.

Apresentaram os indicadores de desempenho, com destaque para um rácio de solvabilidade “de 67,51 por cento, muito superior ao mínimo exigido pelo regulador, que se situa nos 10 por cento”.

O rácio de liquidez, “situa-se nos 303 por cento, igualmente acima do exigido pelo regulador, que se fixa num mínimo de 100 por cento”. A “taxa de incumprimento de crédito é de 0 por cento”.

Para cumprir com o mínimo exigido pelo BNA (AKZ 7,5 mil milhões), os accionistas informaram que reuniram em Assembleia Geral Extraordinária, a 17 de Dezembro, e aprovaram um plano mitigador que previa a injecção de AKZ 3,8 mil milhões.

Parte deste plano envolvia um financiamento internacional.

Referiram que, no seu último plano de negócios, aprovado por unanimidade em assembleia geral, em Maio de 2018, previa-se o aumento do capital social, já em 2019, para AKZ 19 mil milhões.

Sustentam que esse aumento já foi subscrito por todos os accionistas, sublinhando que, até 2023, a previsão do banco era aumentar o capital social até AKZ 24 mil milhões.

Esses montantes, referem no comunicado, previam também respeitar os mínimos regulatórios impostos pelo BNA nesta matéria, nomeadamente os que derivam do aviso 2/2018.

Quanto à medida do Banco Central, os accionistas do Banco Postal argumentam que as contravenções do género devem ser “sancionadas com multa e nunca com a revogação da licença bancária, tal como determinado pelo BNA”.

Por discordarem da decisão, prometeram recorrer na justiça.

O Banco Postal foi criado em Setembro de 2016 e abriu ao público em Março de 2017, através do lançamento da sua unidade de negócio Xikila Money.

O BNA tomou todas as medidas para que o Procurador-Geral da República requeresse a declaração de falência dos bancos Postal e Mais, junto do Juiz da Comarca Provincial de Luanda, para que o juiz possa indicar a entidade liquidatária dos referidos bancos.

Para salvaguardar os direitos dos depositantes e demais clientes, a entidade liquidatária, a ser indicada pela Comarca de Luanda, dará indicações sobre o tratamento a dar aos depósitos e créditos de clientes ou de qualquer outras obrigações, ou direitos das referidas instituições, incluindo a regularização da situação laboral dos seus colaboradores.

1º D´agosto volta a liderar o Girabola Zap

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Depois da vitória apertada ontem no estádio 11 de Novembro diante do Sporting de Cabinda, o 1º D`agosto volta a liderar a tabela classificativa com 19 pontos os mesmos que o Desportivo da Huíla.

O golo da Vitória suada da equipa militar, foi apontado por  Show, aos 43´ com um autêntico míssil, que  colocou um fim na onda de três empates consecutivos da equipa do 1º de Agosto, ontem, diante do Sporting de Cabinda, que vendeu cara a derrota, com uma postura ofensiva, complicou a vida dos agostinos, que com este resultado reassumem a liderança do campeonato.

A jogar em reduto alheio os sportinguistas não se inibiram e entraram dispostos a complicar a vida dos tri-campeões, inclusive foram os primeiros a criar situações de perigo, uma delas negadas pelo capitão Dany Massunguna, que tirou a bola da direcção da baliza.

A atitude positiva dos pupilos de Emena Kuanzambi justificaram as palavras de Ivo Traça, no lançamento do jogo, pois obrigaram o 1º de Agosto a vestir o fato-macaco para equilibrar as coisas no relvado.
Aos poucos começaram a criar problemas para o guarda-redes Leo, com Ary Papel, Mabululu e Mongo a serem os principais protagonistas e só não marcaram por falta de eficácia, os remates passavam por cima da baliza ou paravam nas mãos do “keeper” leonino que foi o grande heroi da equipa de Cabinda.

Os técnicos justificaram desta forma o resultado do jogo:

Ivo Traça
“Foi importante regressar às vitórias”

“O resultado só foi magro porque conforme tiveram a oportunidade de ver, tivemos muitas oportunidades para marcar. Mas vamos esquecer o resultado, o importante foi voltarmos às vitórias que reassumirmos a liderança do campeonato. É um resultado que vai nos ajudar a ter uma postura diferente doravante na competição. Foi um bom jogo, o Sporting esteve bem tal como nós previmos, mas felizmente vencemos o desafio”.

Emena Kuanzambi
“Perdemos com dignidade”

“Em primeiro lugar quero dar os parabéns aos meus jogadores pelo jogo que fizeram em campo. Sabíamos que iríamos defrontar uma equipa muito experiente, o campeão em título, tem muitos argumentos, mas os meus atletas deram o seu máximo e infelizmente sofremos um golo numa jogada em que houve falta de marcação. Perdemos com dignidade. Mas dedico esta exibição ao meu falecido pai, partiu recentemente”.

Quiosques do Xikila Money encerram a partir de segunda-feira

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Os quiosques da rede Xikila Money instaladas nas províncias de Luanda e Huambo encerram a partir de segunda- feira, face ao aviso do BNA que declara como falido o Banco Postal.

Espalhados pelos passeios de avenidas e em largos de referência, as quiosques que captam depósitos e pagam operações de levantamento de até 20 mil kwanzas, com base no telemóvel do cliente, eram até à data uma iniciativa que agregava populares do segmento informal e de baixa renda.

A este respeito, Rui Minguêns vice- governador do BNA disse que a sua instituição vai assegurar-se, junto da entidade liquidatária, que a iniciativa da rede Xikila, conhe- cida como banca no telemóvel ou mobile banking, possa ser retomada por outros operadores, por se tratar de uma nova forma de prover serviços bancários aos clientes.

O vice-governador insistiu em que, a partir de segunda-feira, em clara obediência ao aviso do BNA, as agências do Banco Postal e redes de quiosques Xikila estão proibidas de prestar atendimento ao público. A entidade liquidatária, a designar pelo juiz responsável pelo caso, é que vai indicar a forma de contacto dos clientes. É junto destes que os clientes vão confirmar os seus depósitos para que sejam ressarcidos.

“A população vai acolher esta medida com muito mais confiança no nosso sistema, porque vai perceber que ele está bem regulado e que as regras são claras para todos os operadores e são para serem aplicadas e cumpridas”, declarou.

Desde que iniciou a sua actividade, em Setembro de 2016, e com o lançamento do primeiro segmento de negócio, o pagamento por telefone, o banco captou mais de 125 mil clientes e cerca de 1.600 estabelecimentos comerciais.

Dois funcionários do Xikila Money, que pediram o anonimato, garantiram a este jornal que até terem largado, por volta das 17 horas de ontem, não tinham tomado conhecimento da informação de falência, nem de um eventual desemprego.

Jovens protestam contra taxa da UAN

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Pelo menos 20 jovens, membros do Movimento de Estudantes Angolanos, marcharam nesta quinta-feira, em Luanda, para protestar contra a aplicação de uma taxa de inscrição de AKZ quatro mil, pela Universidade Agostinho Neto (UAN).

A marcha, que se previa terminar no Ministério das Finanças, foi interrompida no Largo da Independência, depois de negociações entre os manifestantes e a Polícia Nacional.

No quadro das negociações, cinco integrantes do grupo de manifestantes, acompanhados da Polícia Nacional, encaminharam-se àquele ministério, para proceder à entrega da reclamação.

Os manifestantes consideram excessiva a taxa aplicada pela UAN e apontam o facto de, em 2017, a taxa cobrada ter sido inferior a quatro mil kwanzas.

O porta-voz da marcha, Francisco Teixeira, explicou à Angop que esse acto de repúdio resultou de uma recusa da UAN de responder a carta dirigida, recentemente, por aquele movimento.

Disse que uma segunda carta foi endereçada aos responsáveis do Ministério do Ensino Superior, que se mostraram disponíveis para dialogar com o grupo na sexta-feira (4 de Janeiro).

Entretanto, o director do gabinete de comunicação institucional da UAN, Arlindo Isabel, declarou que a taxa de AKZ quatro mil (para uma opção) e seis mil (para duas opções) “tem fundamento científico”.

Explicou que as taxas derivam de um estudo que data de 2015 sobre os custos administrativos e logísticos de um processo não coberto pelo Orçamento Geral do Estado (OGE), que, por conseguinte, se auto sustenta através da taxa cobrada aos candidatos.