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Moradores do Zango privados de energia devido ao mau tempo

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Mais de dez mil clientes da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) no Zango um, dois e três, no município de Viana, em Luanda, encontram-se privados, desde domingo, do fornecimento de energia eléctrica, devido ao mau tempo.
O porta-voz da ENDE, Pedro Bila, disse hoje,(01) a imprensa que devido aos fortes ventos, acompanhados de chuva, ficou afectada a linha de transmissão de 60 quilowatts da Rede Nacional de Transporte de Energia (RNT).

“ Por ser uma linha de capacidade elevada, os trabalhos de reposição já iniciaram mesmo no domingo e devem ser concluídos ainda hoje. É uma preocupação e temos de resolver rapidamente a situação”, sublinhou.

Devido ao fenómeno, prosseguiu o responsável, registaram-se o corte de electricidade no condomínio Vida Pacifica, parte de Zona Económica Especial, bem como no distrito urbano do Ngola Kiluange, município de Cacuaco.

Neste momento, em termos de potência a província de Luanda esta a ser fornecida com mil 156 Megawatts e a consumir 948 devido as situações de cortes.

O vento forte acompanhado de chuva ocorreu por volta das 14.30 minutos de domingo, nos bairros do Zango e Centralidade do Kilamba, nos municípios de Viana e Belas, causando a queda de árvores.

Fonte: Angop

Rotura da Água na entrada do P11

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Entrada do prédio P11 com fuga de agua no kilamba

KilambaNews alerta a EPAL. Há 4 dias que na entrada do edifício P11, regista-se uma rotura de água e consequentemente o desperdício do precioso líquido. Os moradores do edifício (Bloco P11) já avisaram a EPAL várias vezes mas a empresa não move um pé para ir ao local. Segundo um morador que prefere o anonimato “Estão a espera que a situação agrave mais para custar mais caro aos cofres do estado”.

Recorde-se que os trabalhadores da Empresa Provincial de Água de Luanda (EPAL), filiados à Central Geral Sindicatos Independentes de Angola (CGSILA), paralisaram ontem as actividades, por tempo indeterminado, um movimento que não conta com a adesão de funcionários filiados à União Nacional dos Trabalhadores de Angola (UNTA-CS).

info@kilambanews.com

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Entrada do Predio P11 no kilamba

O impacto das ´Fake News´ entre nós

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Afinal o que são “Fake News” ou “Notícias Falsas” em português? Uma notícia tem a função de informar acontecimentos para sociedade, ela possui vários pontos de vistas contra ou a favor, porém nem sempre os factos são verídicos ou ocorrem da maneira que esta é narrada. Na prática ela (Fake News) é usada para definir boatos, rumores ou notícias imprecisas publicadas na Internet, geralmente.

As Fake News ficaram mais famosas a partir de 2016 – não por acaso – quando o actual presidente dos EUA Donald Trump, ainda candidato, usou bastante a expressão em sua campanha durante as eleições presidenciais. Certamente ajudou a popularizá-la!

Em Angola, elas são disseminadas principalmente nas redes sociais Facebook e WhatsApp e têm estado a aumentar, inclusivamente o número de sites que reivindicam ser “agências noticiosas”, mas que na prática não passam de centros de difusão e propagação de informações falsas, que fazem da calúnia e da difamação o único argumento para captar a atenção de desprevenidos seguidores.

As Notícias falsas, no caso específico angolano, verificam-se com muita incidência no palco político, desde a Presidência da República, órgãos legislativos, judiciais, criminais, ministeriais e partidários. Depois, realça-se também com alguma relevância e preocupação, o palco social, onde as figuras públicas são essencialmente visadas.

No caso das figuras públicas, por exemplo, tivemos uma notícia que abalou o país: o trágico acidente de viação que vitimou mortalmente o jovem músico Fill Jr., integrante do grupo Dream Boyz, que gerou muitos boatos – “tinha ou não falecido? quantas pessoas se encontravam no interior da viatura? estava ou não com os seus parceiros do grupo? o que causou o acidente? etc, etc” – Entretanto, em pesquisas, constatei alguns dados estatísticos bastante interessantes.

Vamos nos ater as figuras públicas. No ranking (1) (top 10 – dados até 19 de Março de 2019) das celebridades angolanas com mais seguidores nas páginas de Facebook, o destaque vai para (1º) Anselmo Ralph com 2.554.557 likes, seguido da (2º) Pérola com 1.869.153, (3º) Yola Araújo com 1.679.869, (4º) C4 Pedro com 1.287. 533, (5º) Puto Português com 661.676, (6º) Big Nelo com 624.006, (7º) Fredy Costa com 482.608, (8º) Gilmário Vemba com 465.739, (9º) William Carvalho 441.648 e por último (10º) o grupo Dream Boyz com 428.008 seguidores. O que achou dos dados? Interessantes não é?
A mim, particularmente, chamou-me a atenção, os intervalos numéricos entre os seguidores de um e de outro.

Pude ainda encontrar outros dados igualmente interessantes destas mesmas celebridades sobre o ranking das páginas que mais crescem (1) (top 5 – dados até 26 de Fevereiro de 2019). Desta vez o destaque vai para o grupo (1º) Dream Boyz com +18.835 seguidores, (2º) Gilmário Vemba com +3.660, (3º) Big Nelo +3.356, (4º) Telma Lee com +3.088 e por último (5º) Pérola com +3.356.

Nestes últimos dados, o grande intervalo numérico ocorre entre os Dream Boyz e as restantes celebridades. Ou seja nem o somatório dos seguidores das outras 4 celebridades cresceu tanto quanto a primeira. E aqui desperta uma pergunta bastante curiosa! O porquê deste crescimento? O caro leitor consegue responder? Sim ou não?

Cá para mim, o número de seguidores aumentou consideravelmente desde o anúncio da morte de Fill Jr. a partir do dia 23 de Março de 2019. Isto é, em três dias, com a divulgação de fake news – pelos motivos referidos acima – muitos foram os fãs, amigos, interessados ou até mesmo familiares que seguiram o grupo em busca de informação oficial sobre o sucedido. Até arriscaria em dizer que provavelmente muitos seguiram por não conhecerem o cantor ou mesmo o grupo por conta da expansão “viral” do ocorrido.

Outro exemplo é o caso do anúncio da saída da Eng.ª Isabel dos Santos da Presidência do Conselho de Administração da Unitel. Muitos órgãos de comunicação social online, essencialmente, têm estado a veicular esta notícia. Entretanto, segundo fontes internas à Organização, houve de facto uma reunião entre a administração e os accionistas que emanaram algumas medidas ou orientações como: a saída do Director Geral, a eleição de um novo Conselho de Administração, incluindo a PCA. Entretanto, até à data, nenhuma fonte oficial confirmou a saída de Isabel dos Santos. Logo a mesma continua ainda a ser PCA.

Ou seja, esperemos pelos próximos capítulos.

Contudo, para tentar fazer face às Fake News, em Outubro de 2018, o Secretário de Estado angolano das Telecomunicações, Mário Oliveira, anunciou para breve a entrada em funcionamento da Agência Nacional de Protecção de Dados (ANPD).

“Está a ser preparado todo um conjunto de acções que visam a protecção dos cidadãos e das instituições vítimas de falsas notícias que, mal utilizadas, podem pôr em risco a sociedade e as famílias”, disse, reconhecendo que as tecnologias de informação e comunicação trouxeram vantagens para o desenvolvimento da sociedade e das economias dos países, mas também desvantagens, com as notícias falsas nas redes sociais.

“É preciso que se responsabilize o cidadão e as instituições que enveredem pelos caminhos menos bons, utilizando as tecnologias de informação e comunicação”, defendeu o secretário de Estado.

(1) Fonte: https://www.socialbakers.com/

Por:

Valdemar Vieira Dias
Técnico de Comunicação Institucional,
Empreendedor Digital, Colunista e Eng.º Informático.
Telemóvel: (+244) 912 059 361 / 934 458 692
E-mail: eu@valdemarvieiradias.com
Site: www.valdemarvieiradias.com

Festival Internacional de Jazz em Cape Town acontece já nos dias 29 e 30 de Março

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O evento de renome mundial ‘Cape Town International Jazz Festival’ acontece já este mês nos dias 29 e 30 de Março, comemorando este ano a sua 20ª edição. O festival terá lugar no Centro de Convenções em Cape Town, com a icónica Table Mountain como pano de fundo, e promete ser um festival fenomenal com artistas de todo o mundo.

Os músicos que farão parte desta edição já foram anunciados, incluindo a vencedora de 10 Grammy Awards e considerada ‘Rainha do Funk’, Chaka Khan (EUA), a premiada pianista de Jazz brasileira Eliane Elias (Brasil), o grupo neo-soul Moonchild (EUA), a primeira girls-band sul-africana The Lady Day Big Band (África do Sul), entre muitos outros. Será ainda feito um tributo ao guitarrista zimbabueano Oliver “Tuku” Mtukudzi, considerado uma lenda musical no Zimbabué e estrela do afro-jazz que faleceu em Janeiro deste ano, aos 66 anos.

De Angola, teremos o artista de Jazz, Ndaka Yo Wini, músico e investigador cultural que fez parte da banda ‘Ngondji’. O músico considerado uma referência no estilo afro-jazz, iniciou a sua carreira em 2011, e lançou no ano passado o seu primeiro álbum ‘Olukwembo’ composto por 11 temas de sua autoria.

Sobre o Cape Town International Jazz Festival:

O Festival Internacional de Jazz da Cidade do Cabo (CTIJF) é o principal evento da principal empresa de gerenciamento e produção de eventos, a Espafrika, que organizou e produziu vários eventos de renome mundial.

Afectuosamente referido como “o maior encontro de África”, o Festival Internacional de Jazz da Cidade do Cabo (CTIJF) é o maior evento musical da África Subsaariana. O festival é famoso por sua linha de artistas locais e internacionais, e actualmente prepara-se para a celebração do seu 20º aniversário.

Este evento produzido orgulhosamente pela África do Sul, é realizado no Centro Internacional de Convenções da Cidade do Cabo (CTICC) todos os anos, no último fim de semana de Março ou no primeiro fim de semana de Abril. O festival tem anualmente 5 palcos com mais de 40 artistas em mais de 2 noites. O festival recebe mais de 37.000 amantes da música durante os dois dias do show.

Mais informações no site:

https://www.capetownjazzfest.com/about

Oh País… E nós?

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Angola é um país grande e belo. Faz parte do continente Africano. Pela sua extensão territorial e ilimitadas capacidades filantrópicas, numa densidade da tez bastante superficial, obriga-nos a olhar para o exterior, alimentar o vasto pasto e terrenos alheios enquanto que os seus vão a conta-gotas padecendo de enfermidades, que em pleno século XXI, posso considerar inconcebíveis.

Sábado último acompanhei até a última morada um ex-aluno vítima de um acidente de viação. Naquele mesmo dia foram 15 funerais num só cemitério. Não imagino a festa de lamúrias e lamentações noutros cemitérios. O meu morreu de acidente; decerto que os outros 14 não foram acidentalmente mortos.

Anos pretéritos, muito próximos da esquina de 2018, milhares de angolanos morreram sob olhar impávido e sereno dos responsáveis da saúde do nosso país por culpa da enfermidade da febre amarela. Qual foi mesmo a razão? Pelo que se dizia, falta de medicamentos e materiais gastáveis. Houve um assalto do erário destinado para se reverter essa situação e os açambarcadores dos mesmos “parece” que estão a contas com a “justiça”.

Temos assistido nos noticiários dos canais públicos nacionais com a alma magoada e a emoção lúgubre a morte de gado bovino ao número de dezenas na província do Cunene. Os habitantes têm estado a trocar milho e massambala por um bovino só para que comam alguma coisa. Há dias que nem comem. O que é que as autoridades têm feito para reverter? Confesso que não sei.

Por razões políticas e assuntos que contrastam com a minha percepção leiga humanista apercebo-me que 52 toneladas de medicamentos e materiais gastáveis serão enviados para a Moçambique por culpa do ciclone que devastou algumas zonas daquele país irmão.

E nós então? Será que não estamos a morrer por falta de medicamentos e os tais gastáveis? É impossível não sermos solidários com os mesmos.

Em Angola, mais propriamente em Luanda, quando nos dirigimos para uma unidade hospitalar para resolver alguma situação de ordem pessoal ligada a saúde somos quase que obrigados a obter por conta própria alguns medicamentos caso contrário não veremos a nossa situação resolvida. Qual é a desculpa? Não há material gastável; resposta dada sobre toda a petulância possível do técnico de saúde da instituição. Claro que isto não é percentual na casa dos 100 mas acontece. Mesmo assim vamos doar 52 toneladas de medicamentos e materiais gastáveis. Está bem.

Dra. Ministra da Saúde, que tal se no lugar de 30 toneladas de medicamentos fossem enviados os alimentos cultivados no interior do país e que estão quase a estragar-se por falta de escoamento? Os mesmos contentores que levarão os medicamentos são os mesmos que poderão levar esses alimentos. Não são na sua totalidade perecíveis mas ajudarão no sustento imediato de muita gente.

Somos todos vistos e classificados como insensíveis por pouca ou nenhuma capacidade de análise contextual. Dar de comer o filho do vizinho enquanto o teu filho morre de fome nada tem a ver com filantropia; pelo contrário só pode ser classificado como visão dúbia e incontextualizada dos factos.

Quiçá eu e muitos não compreendemos nada disto; quiçá só é mesmo a minha insensibilidade a gritar sobre o silêncio forçado das minhas entranhas.

Gostaria de terminar por apresentar-me: Olá a todos; eu sou o sarcasmo.

Trabalhadores da EPAL estão em greve parcial

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Trabalhadores da Empresa Provincial de Água de Luanda (EPAL), filiados à Central Geral Sindicatos Independentes de Angola (CGSILA), paralisaram ontem as actividades, por tempo indeterminado, um movimento que não conta com a adesão de funcionários filiados à União Nacional dos Trabalhadores de Angola (UNTA-CS).

Apesar da greve, estarão salvaguardados os serviços mínimos, que passam pela distribuição da água por um período de cinco horas/dia.
O director de Recursos Humanos da EPAL, Domingos de Almeida, afirmou que, apesar de um grupo ter paralisados os seus trabalhos, todos os serviços da empresa estão a funcionar em pleno e sem qualquer interferência.

A Angop constatou a paralisação dos serviços em algumas estações de distribuição da EPAL.
Em causa estão divergências sobre os pontos do caderno reivindicativo apresentado à entidade empregadora, em Janeiro último, que não satisfazem as exigências de melhoria de condições de trabalho e de um aumento salarial imediato na ordem de 200 por cento, reclamado pelo núcleo sindical da CGSILA.

Ala filiada à UNTA-CS, por seu lado, exige apenas 35 por cento, a partir de 2020.

Pura All Star Games na sua 4ª Edição

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Está a chegar o maior evento desportivo organizado pela Federação Angolana de Basquetebol e Pura, a água oficial do desporto.

Em parceria com a Federação Angolana de Basquetebol (FAB), Pura, uma das marcas angolanas de maior referência, apresenta a quarta edição do Pura All Star Games, evento desportivo a realizar nos dias 13 e 14 de Abril e que irá juntar no Pavilhão Principal da Cidadela Desportiva as maiores estrelas do basquetebol.

A Refriango, empresa de bebidas que detém a marca Pura, junta-se a esta que é uma das maiores festas do basquetebol nacional, motivada pela sua habitual ligação aos maiores eventos desportivos que acontecem no País.

O Pura All Star terá início no sábado dia 13 de Abril com o Jogo das Gerações, onde as equipas serão capitaneadas por Jean-Jacques da Conceição e Joaquim Brandão Gomes “Kikas”. Segue-se o Jogo das Celebridades, um dos momentos mais aguardados, que vai juntar na quadra algumas das estrelas mais estimadas do público. Calado Show (Humorista) e Fábio Dance (Músico e Bailarino) irão compor as suas equipas de 12 atletas cada, sendo as mesmas formadas por várias figuras públicas da sociedade angolana.

Domingo dia 14 de Abril, o segundo dia do evento, estará reservado para várias actividades competitivas como concurso de smash, concurso de lançamentos das Estrelas, concurso de triplos para jogadores no activo e veteranos e desafios de habilidades. O Pura All Star Games 2019 encerra em apoteose com o jogo das estrelas cujas equipas terão como de capitães Carlos Morais (Petro de Luanda) e Edson Ndoniema (1º D’Agosto) tendo sido, este último, o MVP (Jogador Mais Valioso) da edição anterior do Pura All Star Games.

Segundo João dos Santos, Responsável de Comunicação Institucional e Assessoria de Imprensa da Refriango, este evento resulta do compromisso da Refriango com a promoção do desporto e atletas nacionais: “Somos uma empresa muito ligada ao dia-a-dia das pessoas, procurando proporcionar momentos memoráveis, por isso procuramos fazer do Pura All Star Games uma verdadeira celebração em torno do basquetebol, que além de prestigiar os praticantes e amantes da modalidade, reforça muito a ligação da nossa marca Pura com os seus consumidores com um evento único em angola, que adicionalmente à vertente desportiva terá vários passatempos, animações e muita música. Por isso o Pura All Star Games é um evento para toda a família”.

Sobre a aposta da Refriango no desporto:
A Refriango, uma das maiores empresas angolanas da indústria de bebidas, tem na sua estratégia de atuação a aposta no desporto nacional, com projectos que vão desde o Pura All Star ao VoleiBlue.

O Pura All Star, na sua terceira edição, reúne todos os anos as estrelas do basquetebol angolano de diferentes épocas, um evento considerado entre os praticantes e amantes da modalidade como a maior festa do basquetebol.

Para a promoção do voleibol a Refriango desenvolveu em 2015 o projecto VoleiBlue, uma iniciativa de Responsabilidade Social que promove a prática desportiva como factor de inclusão cultural e social. Até ao momento, cerca de 4.000 crianças, dos 8 aos 12 anos de idade, beneficiam das infra-estruturas criadas pelo projecto, incluindo 11 campos desportivos espalhados por Luanda e arredores, todos requalificados para a prática da educação física com formação em Voleibol.

Lançado em Luanda livro que aborda a violencia doméstica

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A obra “A Violência Doméstica no Contexto Angolano: Uma Visão Jurídica e Policial” da autoria de Conceição Nhanga, foi lançada na passada terça-feira, dia 26 de Março, pelas 15H00, no Memorial Dr.
Agostinho Neto.

A apresentação do livro publicado pela WA Editora, esteve a cargo da Dra. Luzia Sebastião, que afirmou durante a sua exposição que a obra está dividida em duas partes: Enquadramento teórico do problema e
apresentação empírica através de experiências de dados diários em processos reais.

Por outro lado, Conceição Nhanga, não deixou de agradecer o público que aderiu em massa a actividade.
O evento de apresentação da obra contou com a presença de altas patentes da Polícia Nacional e membros de associações, como foi o caso da Associação de Mulheres de Carreira Jurídica, que foram agraciados com vários momentos culturais.

Conceição Gonçalves Nhanga é Mestre em Direito na especialidade Jurídico-forense pela Universidade Jean Piaget de Angola em parceria com a Universidade do Minho, é Mestre em Ciências Policiais Criminais na
especialidade de Criminalística pelo Instituto Eliseu Rez Rodrigues da República de Cuba.

Licenciada em Direito pela Universidade Jean Piaget de Angola nos anos 2001-2005, docente universitária, lecionou a disciplina de Criminalística e Direito Processual Penal no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais entre 2007 e 2014.

Vodafone junta-se a Movicel para uma parceria técnica

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 A Vodafone e a Movicel anunciaram esta semana um acordo de consultoria estratégica como parte do programa Vodafone Partner Markets em África. Segundo nota chega a nossa redação, este acordo que não envolve compra de participações (“non-equity”), a Vodafone irá fornecer suporte estratégico e operacional num conjunto de áreas, incluindo marketing de consumo, tecnologia e operações de negócio.

Esta parceria estratégica permitirá a ambas as companhias colaborar em potenciais oportunidades adicionais em benefício dos seus clientes. Diego Massida, Director Executivo da Vodafone Partner Markets afirmou: “estou muito contente em iniciar esta parceria estratégica com a Movicel, e espero trazer o melhor da Vodafone em inovação, serviços e conhecimento para Angola, para desenvolver ainda mais os negócios e a economia digital em geral.

Para  Gianvittorio Maselli, Director Geral da Movicel, avançou: ”estamos muito contentes em iniciar esta relação estratégica com a Vodafone, como parte do processo de transformação da Movicel em Angola. Esta parceria irá trazer à Movicel conhecimentos técnicos e de marketing que irão melhorar a qualidade dos serviços oferecidos aos nossos clientes e acelerar a expansão dos serviços digitais em Angola. Estou entusiasmado em trabalhar com um líder global em telecomunicações, e alavancar a sua experiência e conhecimento.”

A Vodafone Group é uma das maiores companhias de telecomunicações mundiais e fornece uma gama de serviços incluindo voz, mensagens, dados e comunicações fixas. O Vodafone Group tem operações móveis em 25 países, parceiros com redes móveis em mais 43, e operações de banda larga fixa em 19 mercados. Em 31 Dezembro 2018, o Vodafone Group tinha cerca de 700 milhões de clientes móveis e 21 milhões de clientes de banda larga fixa, incluindo todos os clientes das parcerias e associados da Vodafone. Sobre a Vodafone Partner Markets A equipa de Partner Markets da Vodafone trabalha para estabelecer alianças estratégicas com operadores em todo o mundo, fazendo parcerias para oferecer uma gama de produtos e serviços globais que aumentam a penetração da Vodafone em mercados locais. Os acordos da Vodafone Partner Markets vão desde o roaming e revenda de serviços até à imagem total do parceiro. Fundada em 2002, a Vodafone Partner Markets tem agora parcerias com 29 companhias em 43 países.

 A Movicel foi pioneira na telefonia móvel em Angola tendo iniciado as suas operações em 1992 e adoptado o nome actual em 2004, ainda como divisão da Angola Telecom. Em 2008 tornou-se uma empresa autónoma, com 80% do capital privado e os restantes 20% do Estado Angolano. Com cerca de 2 milhões de clientes, a Movicel é actualmente o segundo operador móvel no país com 20% de quota de mercado e tem cobertura em todas as 18 províncias de Angola. Nos últimos anos, a Movicel teve o seu foco no benefício dos clientes, oferecendo vantagens em voz, SMS, serviços de dados e acesso a redes sociais.

Ao estabelecer uma parceria com a Vodafone, a Movicel pretende oferecer aos seus clientes um novo conjunto global de serviços inovadores e modernos, focado em produtos abrangentes, procurando ir ao encontro das necessidades de comunicação dos clientes corporativos e de consumo.

 

Angola vai exporta Etanol hidratado para a Europa

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A empresa de Biocombustíveis de Angola(BIOCOM) anunciou hoje em Luanda, numa nota chegada a nossa redação, que a companhia vai exportar uns dos seus produtos, a par do açúcar e energia, no caso o Etanol é que vai ser a Commodities a ser comercializado para algumas companhias européias e vai arrecadar cerca de USD 3,5 milhões de dólares norte americanos.

Pela primeira vez na história, Angola vai exportar etanol. O facto será possível devido a assinatura de um contrato entre a Biocom e uma das principais produtoras européías de etanol de alta qualidade, especialmente utilizado para fins industriais, e também produtora de biocombustível. A exportação irá decorrer no mês de Abril deste ano.

“Estamos alinhados com as políticas do Programa de Apoio à Producão, Diversificação das Exportações e Substitituição de Importações (PRODESI) e temos procurado dar o nosso contributo para a substituição das importações, diversificação da economia, melhoria do ambiente de negócio, produção nacional de bens de primeira necessidade e aumento das exportações”, fala o director geral da Biocom, Luiz Gordilho.

“Esta é a primeira vez que Angola exportará etanol. Estamos muito satisfeitos pela Biocom ter alcançado este feito e esperamos ser a primeira de muitas outras exportações que o país irá realizar”, destaca Luis Bagorro Júnior, Director Geral Adjunto da Biocom.

Ao todo serão exportados nesse primeiro momento 8.500 m3 de etanol hidratado a partir do terminal localizado no Porto de Luanda, perfazendo um faturamento total de aproximadamente USD 3,5 milhões de dólares norte americanos. Toda a logística e preparação para a exportação está sendo tratada com o apoio do Ministério do Comércio, Ministério da Indústria, Porto de Luanda, Terminal marítimo, Biocom e Cliente, de forma a garantir que o embarque ocorra dentro da normalidade, cumprindo com a legislação do País e com a agilidade que o Cliente precisa.

Actualmente, a Empresa possui uma área plantada de 24.090 hectares de cana de açúcar. No ano Agrícola 2018 foram produzidas 73 mil toneladas de cana de açúcar e 17 mil m³ de etanol.

Com um efectivo de  2.500  trabalhadores, a Biocom é a maior empresa privada do sector não petrolífero do País, participando, desta forma,  no aumento do índice de emprego.  Vale ressaltar que 97% dos Integrantes da Biocom são cidadãos nacionais, sendo que os 3% de expatriados têm o compromisso de transmitir conhecimento, melhorando assim, a formação técnica dos angolanos.

Para além dos empregos directos, a Biocom fomenta, no município de Cacuso – Malanje, milhares de empregos indirectos, criando desta forma uma verdadeira cadeia de geração de renda para várias fámilias, gerando inúmeros benefícios socio-económicos para a região.