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Festival Internacional de Jazz em Cape Town acontece já nos dias 29 e 30 de Março

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O evento de renome mundial ‘Cape Town International Jazz Festival’ acontece já este mês nos dias 29 e 30 de Março, comemorando este ano a sua 20ª edição. O festival terá lugar no Centro de Convenções em Cape Town, com a icónica Table Mountain como pano de fundo, e promete ser um festival fenomenal com artistas de todo o mundo.

Os músicos que farão parte desta edição já foram anunciados, incluindo a vencedora de 10 Grammy Awards e considerada ‘Rainha do Funk’, Chaka Khan (EUA), a premiada pianista de Jazz brasileira Eliane Elias (Brasil), o grupo neo-soul Moonchild (EUA), a primeira girls-band sul-africana The Lady Day Big Band (África do Sul), entre muitos outros. Será ainda feito um tributo ao guitarrista zimbabueano Oliver “Tuku” Mtukudzi, considerado uma lenda musical no Zimbabué e estrela do afro-jazz que faleceu em Janeiro deste ano, aos 66 anos.

De Angola, teremos o artista de Jazz, Ndaka Yo Wini, músico e investigador cultural que fez parte da banda ‘Ngondji’. O músico considerado uma referência no estilo afro-jazz, iniciou a sua carreira em 2011, e lançou no ano passado o seu primeiro álbum ‘Olukwembo’ composto por 11 temas de sua autoria.

Sobre o Cape Town International Jazz Festival:

O Festival Internacional de Jazz da Cidade do Cabo (CTIJF) é o principal evento da principal empresa de gerenciamento e produção de eventos, a Espafrika, que organizou e produziu vários eventos de renome mundial.

Afectuosamente referido como “o maior encontro de África”, o Festival Internacional de Jazz da Cidade do Cabo (CTIJF) é o maior evento musical da África Subsaariana. O festival é famoso por sua linha de artistas locais e internacionais, e actualmente prepara-se para a celebração do seu 20º aniversário.

Este evento produzido orgulhosamente pela África do Sul, é realizado no Centro Internacional de Convenções da Cidade do Cabo (CTICC) todos os anos, no último fim de semana de Março ou no primeiro fim de semana de Abril. O festival tem anualmente 5 palcos com mais de 40 artistas em mais de 2 noites. O festival recebe mais de 37.000 amantes da música durante os dois dias do show.

Mais informações no site:

https://www.capetownjazzfest.com/about

Oh País… E nós?

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Angola é um país grande e belo. Faz parte do continente Africano. Pela sua extensão territorial e ilimitadas capacidades filantrópicas, numa densidade da tez bastante superficial, obriga-nos a olhar para o exterior, alimentar o vasto pasto e terrenos alheios enquanto que os seus vão a conta-gotas padecendo de enfermidades, que em pleno século XXI, posso considerar inconcebíveis.

Sábado último acompanhei até a última morada um ex-aluno vítima de um acidente de viação. Naquele mesmo dia foram 15 funerais num só cemitério. Não imagino a festa de lamúrias e lamentações noutros cemitérios. O meu morreu de acidente; decerto que os outros 14 não foram acidentalmente mortos.

Anos pretéritos, muito próximos da esquina de 2018, milhares de angolanos morreram sob olhar impávido e sereno dos responsáveis da saúde do nosso país por culpa da enfermidade da febre amarela. Qual foi mesmo a razão? Pelo que se dizia, falta de medicamentos e materiais gastáveis. Houve um assalto do erário destinado para se reverter essa situação e os açambarcadores dos mesmos “parece” que estão a contas com a “justiça”.

Temos assistido nos noticiários dos canais públicos nacionais com a alma magoada e a emoção lúgubre a morte de gado bovino ao número de dezenas na província do Cunene. Os habitantes têm estado a trocar milho e massambala por um bovino só para que comam alguma coisa. Há dias que nem comem. O que é que as autoridades têm feito para reverter? Confesso que não sei.

Por razões políticas e assuntos que contrastam com a minha percepção leiga humanista apercebo-me que 52 toneladas de medicamentos e materiais gastáveis serão enviados para a Moçambique por culpa do ciclone que devastou algumas zonas daquele país irmão.

E nós então? Será que não estamos a morrer por falta de medicamentos e os tais gastáveis? É impossível não sermos solidários com os mesmos.

Em Angola, mais propriamente em Luanda, quando nos dirigimos para uma unidade hospitalar para resolver alguma situação de ordem pessoal ligada a saúde somos quase que obrigados a obter por conta própria alguns medicamentos caso contrário não veremos a nossa situação resolvida. Qual é a desculpa? Não há material gastável; resposta dada sobre toda a petulância possível do técnico de saúde da instituição. Claro que isto não é percentual na casa dos 100 mas acontece. Mesmo assim vamos doar 52 toneladas de medicamentos e materiais gastáveis. Está bem.

Dra. Ministra da Saúde, que tal se no lugar de 30 toneladas de medicamentos fossem enviados os alimentos cultivados no interior do país e que estão quase a estragar-se por falta de escoamento? Os mesmos contentores que levarão os medicamentos são os mesmos que poderão levar esses alimentos. Não são na sua totalidade perecíveis mas ajudarão no sustento imediato de muita gente.

Somos todos vistos e classificados como insensíveis por pouca ou nenhuma capacidade de análise contextual. Dar de comer o filho do vizinho enquanto o teu filho morre de fome nada tem a ver com filantropia; pelo contrário só pode ser classificado como visão dúbia e incontextualizada dos factos.

Quiçá eu e muitos não compreendemos nada disto; quiçá só é mesmo a minha insensibilidade a gritar sobre o silêncio forçado das minhas entranhas.

Gostaria de terminar por apresentar-me: Olá a todos; eu sou o sarcasmo.

Trabalhadores da EPAL estão em greve parcial

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Trabalhadores da Empresa Provincial de Água de Luanda (EPAL), filiados à Central Geral Sindicatos Independentes de Angola (CGSILA), paralisaram ontem as actividades, por tempo indeterminado, um movimento que não conta com a adesão de funcionários filiados à União Nacional dos Trabalhadores de Angola (UNTA-CS).

Apesar da greve, estarão salvaguardados os serviços mínimos, que passam pela distribuição da água por um período de cinco horas/dia.
O director de Recursos Humanos da EPAL, Domingos de Almeida, afirmou que, apesar de um grupo ter paralisados os seus trabalhos, todos os serviços da empresa estão a funcionar em pleno e sem qualquer interferência.

A Angop constatou a paralisação dos serviços em algumas estações de distribuição da EPAL.
Em causa estão divergências sobre os pontos do caderno reivindicativo apresentado à entidade empregadora, em Janeiro último, que não satisfazem as exigências de melhoria de condições de trabalho e de um aumento salarial imediato na ordem de 200 por cento, reclamado pelo núcleo sindical da CGSILA.

Ala filiada à UNTA-CS, por seu lado, exige apenas 35 por cento, a partir de 2020.

Pura All Star Games na sua 4ª Edição

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Está a chegar o maior evento desportivo organizado pela Federação Angolana de Basquetebol e Pura, a água oficial do desporto.

Em parceria com a Federação Angolana de Basquetebol (FAB), Pura, uma das marcas angolanas de maior referência, apresenta a quarta edição do Pura All Star Games, evento desportivo a realizar nos dias 13 e 14 de Abril e que irá juntar no Pavilhão Principal da Cidadela Desportiva as maiores estrelas do basquetebol.

A Refriango, empresa de bebidas que detém a marca Pura, junta-se a esta que é uma das maiores festas do basquetebol nacional, motivada pela sua habitual ligação aos maiores eventos desportivos que acontecem no País.

O Pura All Star terá início no sábado dia 13 de Abril com o Jogo das Gerações, onde as equipas serão capitaneadas por Jean-Jacques da Conceição e Joaquim Brandão Gomes “Kikas”. Segue-se o Jogo das Celebridades, um dos momentos mais aguardados, que vai juntar na quadra algumas das estrelas mais estimadas do público. Calado Show (Humorista) e Fábio Dance (Músico e Bailarino) irão compor as suas equipas de 12 atletas cada, sendo as mesmas formadas por várias figuras públicas da sociedade angolana.

Domingo dia 14 de Abril, o segundo dia do evento, estará reservado para várias actividades competitivas como concurso de smash, concurso de lançamentos das Estrelas, concurso de triplos para jogadores no activo e veteranos e desafios de habilidades. O Pura All Star Games 2019 encerra em apoteose com o jogo das estrelas cujas equipas terão como de capitães Carlos Morais (Petro de Luanda) e Edson Ndoniema (1º D’Agosto) tendo sido, este último, o MVP (Jogador Mais Valioso) da edição anterior do Pura All Star Games.

Segundo João dos Santos, Responsável de Comunicação Institucional e Assessoria de Imprensa da Refriango, este evento resulta do compromisso da Refriango com a promoção do desporto e atletas nacionais: “Somos uma empresa muito ligada ao dia-a-dia das pessoas, procurando proporcionar momentos memoráveis, por isso procuramos fazer do Pura All Star Games uma verdadeira celebração em torno do basquetebol, que além de prestigiar os praticantes e amantes da modalidade, reforça muito a ligação da nossa marca Pura com os seus consumidores com um evento único em angola, que adicionalmente à vertente desportiva terá vários passatempos, animações e muita música. Por isso o Pura All Star Games é um evento para toda a família”.

Sobre a aposta da Refriango no desporto:
A Refriango, uma das maiores empresas angolanas da indústria de bebidas, tem na sua estratégia de atuação a aposta no desporto nacional, com projectos que vão desde o Pura All Star ao VoleiBlue.

O Pura All Star, na sua terceira edição, reúne todos os anos as estrelas do basquetebol angolano de diferentes épocas, um evento considerado entre os praticantes e amantes da modalidade como a maior festa do basquetebol.

Para a promoção do voleibol a Refriango desenvolveu em 2015 o projecto VoleiBlue, uma iniciativa de Responsabilidade Social que promove a prática desportiva como factor de inclusão cultural e social. Até ao momento, cerca de 4.000 crianças, dos 8 aos 12 anos de idade, beneficiam das infra-estruturas criadas pelo projecto, incluindo 11 campos desportivos espalhados por Luanda e arredores, todos requalificados para a prática da educação física com formação em Voleibol.

Lançado em Luanda livro que aborda a violencia doméstica

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A obra “A Violência Doméstica no Contexto Angolano: Uma Visão Jurídica e Policial” da autoria de Conceição Nhanga, foi lançada na passada terça-feira, dia 26 de Março, pelas 15H00, no Memorial Dr.
Agostinho Neto.

A apresentação do livro publicado pela WA Editora, esteve a cargo da Dra. Luzia Sebastião, que afirmou durante a sua exposição que a obra está dividida em duas partes: Enquadramento teórico do problema e
apresentação empírica através de experiências de dados diários em processos reais.

Por outro lado, Conceição Nhanga, não deixou de agradecer o público que aderiu em massa a actividade.
O evento de apresentação da obra contou com a presença de altas patentes da Polícia Nacional e membros de associações, como foi o caso da Associação de Mulheres de Carreira Jurídica, que foram agraciados com vários momentos culturais.

Conceição Gonçalves Nhanga é Mestre em Direito na especialidade Jurídico-forense pela Universidade Jean Piaget de Angola em parceria com a Universidade do Minho, é Mestre em Ciências Policiais Criminais na
especialidade de Criminalística pelo Instituto Eliseu Rez Rodrigues da República de Cuba.

Licenciada em Direito pela Universidade Jean Piaget de Angola nos anos 2001-2005, docente universitária, lecionou a disciplina de Criminalística e Direito Processual Penal no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais entre 2007 e 2014.

Vodafone junta-se a Movicel para uma parceria técnica

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 A Vodafone e a Movicel anunciaram esta semana um acordo de consultoria estratégica como parte do programa Vodafone Partner Markets em África. Segundo nota chega a nossa redação, este acordo que não envolve compra de participações (“non-equity”), a Vodafone irá fornecer suporte estratégico e operacional num conjunto de áreas, incluindo marketing de consumo, tecnologia e operações de negócio.

Esta parceria estratégica permitirá a ambas as companhias colaborar em potenciais oportunidades adicionais em benefício dos seus clientes. Diego Massida, Director Executivo da Vodafone Partner Markets afirmou: “estou muito contente em iniciar esta parceria estratégica com a Movicel, e espero trazer o melhor da Vodafone em inovação, serviços e conhecimento para Angola, para desenvolver ainda mais os negócios e a economia digital em geral.

Para  Gianvittorio Maselli, Director Geral da Movicel, avançou: ”estamos muito contentes em iniciar esta relação estratégica com a Vodafone, como parte do processo de transformação da Movicel em Angola. Esta parceria irá trazer à Movicel conhecimentos técnicos e de marketing que irão melhorar a qualidade dos serviços oferecidos aos nossos clientes e acelerar a expansão dos serviços digitais em Angola. Estou entusiasmado em trabalhar com um líder global em telecomunicações, e alavancar a sua experiência e conhecimento.”

A Vodafone Group é uma das maiores companhias de telecomunicações mundiais e fornece uma gama de serviços incluindo voz, mensagens, dados e comunicações fixas. O Vodafone Group tem operações móveis em 25 países, parceiros com redes móveis em mais 43, e operações de banda larga fixa em 19 mercados. Em 31 Dezembro 2018, o Vodafone Group tinha cerca de 700 milhões de clientes móveis e 21 milhões de clientes de banda larga fixa, incluindo todos os clientes das parcerias e associados da Vodafone. Sobre a Vodafone Partner Markets A equipa de Partner Markets da Vodafone trabalha para estabelecer alianças estratégicas com operadores em todo o mundo, fazendo parcerias para oferecer uma gama de produtos e serviços globais que aumentam a penetração da Vodafone em mercados locais. Os acordos da Vodafone Partner Markets vão desde o roaming e revenda de serviços até à imagem total do parceiro. Fundada em 2002, a Vodafone Partner Markets tem agora parcerias com 29 companhias em 43 países.

 A Movicel foi pioneira na telefonia móvel em Angola tendo iniciado as suas operações em 1992 e adoptado o nome actual em 2004, ainda como divisão da Angola Telecom. Em 2008 tornou-se uma empresa autónoma, com 80% do capital privado e os restantes 20% do Estado Angolano. Com cerca de 2 milhões de clientes, a Movicel é actualmente o segundo operador móvel no país com 20% de quota de mercado e tem cobertura em todas as 18 províncias de Angola. Nos últimos anos, a Movicel teve o seu foco no benefício dos clientes, oferecendo vantagens em voz, SMS, serviços de dados e acesso a redes sociais.

Ao estabelecer uma parceria com a Vodafone, a Movicel pretende oferecer aos seus clientes um novo conjunto global de serviços inovadores e modernos, focado em produtos abrangentes, procurando ir ao encontro das necessidades de comunicação dos clientes corporativos e de consumo.

 

Angola vai exporta Etanol hidratado para a Europa

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A empresa de Biocombustíveis de Angola(BIOCOM) anunciou hoje em Luanda, numa nota chegada a nossa redação, que a companhia vai exportar uns dos seus produtos, a par do açúcar e energia, no caso o Etanol é que vai ser a Commodities a ser comercializado para algumas companhias européias e vai arrecadar cerca de USD 3,5 milhões de dólares norte americanos.

Pela primeira vez na história, Angola vai exportar etanol. O facto será possível devido a assinatura de um contrato entre a Biocom e uma das principais produtoras européías de etanol de alta qualidade, especialmente utilizado para fins industriais, e também produtora de biocombustível. A exportação irá decorrer no mês de Abril deste ano.

“Estamos alinhados com as políticas do Programa de Apoio à Producão, Diversificação das Exportações e Substitituição de Importações (PRODESI) e temos procurado dar o nosso contributo para a substituição das importações, diversificação da economia, melhoria do ambiente de negócio, produção nacional de bens de primeira necessidade e aumento das exportações”, fala o director geral da Biocom, Luiz Gordilho.

“Esta é a primeira vez que Angola exportará etanol. Estamos muito satisfeitos pela Biocom ter alcançado este feito e esperamos ser a primeira de muitas outras exportações que o país irá realizar”, destaca Luis Bagorro Júnior, Director Geral Adjunto da Biocom.

Ao todo serão exportados nesse primeiro momento 8.500 m3 de etanol hidratado a partir do terminal localizado no Porto de Luanda, perfazendo um faturamento total de aproximadamente USD 3,5 milhões de dólares norte americanos. Toda a logística e preparação para a exportação está sendo tratada com o apoio do Ministério do Comércio, Ministério da Indústria, Porto de Luanda, Terminal marítimo, Biocom e Cliente, de forma a garantir que o embarque ocorra dentro da normalidade, cumprindo com a legislação do País e com a agilidade que o Cliente precisa.

Actualmente, a Empresa possui uma área plantada de 24.090 hectares de cana de açúcar. No ano Agrícola 2018 foram produzidas 73 mil toneladas de cana de açúcar e 17 mil m³ de etanol.

Com um efectivo de  2.500  trabalhadores, a Biocom é a maior empresa privada do sector não petrolífero do País, participando, desta forma,  no aumento do índice de emprego.  Vale ressaltar que 97% dos Integrantes da Biocom são cidadãos nacionais, sendo que os 3% de expatriados têm o compromisso de transmitir conhecimento, melhorando assim, a formação técnica dos angolanos.

Para além dos empregos directos, a Biocom fomenta, no município de Cacuso – Malanje, milhares de empregos indirectos, criando desta forma uma verdadeira cadeia de geração de renda para várias fámilias, gerando inúmeros benefícios socio-económicos para a região.

 

 

Faleceu agente que foi agredida pelo ex-marido

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Elsa da Costa, agente da Polícia Nacional, agredida à facada pelo ex-companheiro, há mais de 15 dias, faleceu, ontem, no Hospital Militar Principal de Luanda, confirmou ao Jornal de Angola uma fonte familiar.

A agente esteve internada em estado grave depois de ter sido esfaqueada várias vezes pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento, do qual nasceram dois filhos. Depois da agressão, o ex-marido, também agente da Polícia Nacional, afecto à Escola Nacional de Polícia de Protecção e Intervenção (ENPPI), abandonou a moradia em que vivia, na cidade do Kilamba, e está foragido até hoje.

A agente da Polícia Nacional foi esfaqueada no interior do apartamento da sua mãe, também localizado na cidade do Kilamba, para onde foi viver depois da separação.

O ex-marido entrou no apartamento na madrugada de uma quarta-feira, pela lavandaria, tendo escalado até ao segundo andar, por cuja via chegou à sala, onde esfaqueou a ex-mulher em várias regiões do corpo.
Quando agentes da Polícia Nacional chegaram ao local, o agressor já tinha desaparecido. Fotografias do agressor foram colocadas nas redes sociais, supostamente por amigos e familiares da vítima, para que a população colabore na divulgação das imagens com vista à detenção do ex-marido de Elsa da Costa.

Depois de agredir a ex-mulher, o indivíduo abandonou o local da forma como entrou, após ter reparado que uma irmã da vítima havia saltado de uma das janelas do apartamento com o aparente objectivo de salvar a própria vida e pedir socorro aos vizinhos.

A agente Elsa da Costa, que estava destacada no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais Osvaldo Serra Van-Dúnem, em Luanda, de acordo com uma irmã, chegou a fazer várias queixas, mas sem sucesso, à Polícia, porque recebia ameaças de morte.

Rádio Despertar debate o dia-a-dia do Kilamba

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A rádio Despertar debateu ontem o dia-a-dia do Kilamba, no programa de Claudio In onde o tema foi “Kilamba a Nova Babilônia” de Angola.

Assuntos como Álcool, drogas e prostituição foram levantados, os moradores do Kilamba dizem que a “situação é crítica” em relação aos índices de criminalidade.

O Comandante da Divisão de Polícia do Kilamba, Alberto Paulo “Bala”, diz que a “situação no Kilamba é tranquila”.

O apresentador pediu o contributo dos moradores num post no Facebook: “Se moras no Kilamba, conheces o Kilamba ou frequentas o Kilamba, diz-me, como é que está o Kilamba em relação à criminalidade, drogas e prostituicão?

info@kilambanews.com

Governo vai responsabilizar empreiteiros de projectos habitacionais

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O Executivo vai responsabilizar os empreiteiros incumpridores dos contratos de construção de 100 casas sociais, inseridas na primeira fase do projecto de edificação de 200 fogos habitacionais, em nove dos 10 municípios da província do Cuanza Norte, garantiu a ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Ana Paula de Carvalho.

A ministra instou ao governo local, no sentido de se determinar o grau de execução financeira e física das obras para a aferição do nível de implementação dessas empreitadas.

Durante a sua estadia na província, visitou o município de Samba Caju, onde o empreiteiro ergueu, sem concluir, 59 moradias das 100 previstas na primeira fase e que se encontram presentemente abandonadas em voltas de capim.

Enquadrado no Programa do Executivo de Fomento Habitacional, o referido projecto contempla a construção de 200 fogos habitacionais, em nove dos 10 municípios da província, num total de 1800 habitações, das quais foram edificadas e entregues 739 unidades.

Fonte: Angop