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Covid-19: TAAG dispensa colaboradores

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Os colaboradores reformados da transportadora aérea nacional (TAAG), com contratos de continuidade, deverão ser desvinculados contratualmente, nos próximos dias, devido ao impacto negativo do novo coronavírus (covid-19) na actividade dessa empresa, soube a Angop.

Com efeito, segundo uma nota à imprensa, “os distintos directores desta operadora aeronáutica apresentaram, aos seus administradores os nomes dos colaboradores reformados com contratos de continuidade, que deverão ser terminados na generalidade”.

As eventuais excepções serão aprovadas pelo presidente da Comissão Executiva (CE) da empresa, que conta com um Bureau Sindical (BS), Sindicato dos Pilotos de Linhas Aéreas (SPLA), Pessoal Navegante de Cabine (PNC) e Oficial de Operaçõesde Voos (OV’S).

A par dessa medida, os responsáveis de todas as áreas da companhia apresentaram também aos respectivos administradores os nomes dos colaboradores, correspondentes a 30 por cento da força de trabalho, que deverão estar a trabalhar em regime permanente.

Diante desse cenário, a CE da TAAG pretende partilhar com os funcionários, através dos seus representantes sindicais, as dificuldades actuais e as soluções que se impõem para a sobrevivência da firma, que assegurará rigorosamente todos os direitos dos trabalhadores.

Segundo o documento, face ao contexto presente, prevê-se reduzir frequências de voos e até mesmo suspender-se algumas rotas, com vista a uma operação auto-susntável, cujas receitas devem cobrir todos os custos operacionais, para a sobrevivência da companhia.

Todavia, avança o comunicado, o grande desafio situa-se nos custos de estrutura, em que as despesas com o pessoal representam já um valor absolutamente desajustado à dimensão da operação, o que será fortemente agravado pela redução drástica da operação.

Nesse período de excepção temporária, a TAAG está apenas a realizar voos humanitários, essencialmente de carga, a pedido de instituições e sujeitos à autorização da tutela (Ministério dos Transportes), estando grande parte do suporte administrativo a trabalhar remotamente.

Fonte: Angop

Ex basquetebolista forma novos talentos

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Fale de si, quem é Jonilson Londa?
R: João Carlos Cunha Londa, nascido aos 30/12/88, filho de Domingos Cunha Londa e de Domingas Natália e natural de Luanda

Aonde/quando começou o interesse pelo desporto?
R: O meu interesse pelo basquetebol começou na minha rua porque havia um jogador (Chamussa) que hoje ele é meu mentor e eu seguia-lhe, no ano de 2000, depois fui jogar pelo Sporting de Luanda em seguida fui fazer um teste no Petro de Luanda e acabei por ser aceite e fiquei lá na formação.

Quem foram as suas inspirações iniciais?
R: As minhas inspirações iniciais foram Chamussa (meu mentor), Allen Iverson, Tracy Mcgrady, Steve Francis, Zé Neto, Carlos Almeida, Cristóvão Swing, Carlos Adelino, Edmar Victoriano Baduna, Benjamin Romano, etc.

Que perfil deve ter o skill trainer?
R: Perfil do Skill Trainer
Deve ter conhecimento da base, amor ao desporto e especialmente habilidades técnicas e táticas, atitude, disciplina, empenho, eficácia, paciência, perseverança e respeito acima de tudo.

Como começou o projecto LAB BASKETBALL SKILLS?
R: O projeto Lab basketball skills surgiu por meio de uma visão divina em 2017, dia 16 de Agosto, as 16h00 diante do repouso no meu sofá, me via a treinar com um grupo de atletas e a minha esposa e os meus filhos a passarem as bolas para os atletas.
Daí tomei a decisão de abrir mão do meu emprego, gerando assim problemas com a esposa, porque estava concebida na altura e me dizia como é que vás sustentar o teu filho e eu dizia Deus vai prover amor e ela dizia estás maluco isso sim e eu sempre concentrado no propósito, que ela não percebia a visão na altura mas a força de vontade e a certeza do propósito a qual o senhor me confiou deu-me forças para provar que era real o que eu estava a seguir, dai comecei a trabalhar com um atleta sem algum pagamento fui tendo mais e mais até que trabalhei com um atleta da seleção nacional aí começou a grande aventura para este mundo.

Como é composto?
R: O LAB é composto por um skill Trainer (eu), um preparador físico, e um team coach, uma equipa multidisciplinar.

Objetivos a longo prazo?
R: O nosso objectivo a longo prazo é ter um campo próprio para potencializar o nosso trabalho, dando um desenvolvimento sustentado. Gerar os melhores jogadores em Angola para as maiores ligas do mundo (NBA/Europa).

O que acha do estado actual do basquetebol nacional?
R: Mal, e precisamos sentar todos e juntos traçar metas a longo e médio prazo.
– E na sua opinião qual foi a causa?
R: A falta de criação de sistemas de desenvolvimento a partir das escolas por meio dos professores de educação física voltados ao basquetebol e mas academias extras de desenvolvimento e também a capacitação dos professores

O que faria para mudar?
R: O LAB já tem feito a sua parte como agente activo dando performance técnica individual aos atletas, mas queremos fazer mais.

O que acha da performance de Bruno Fernando na NBA?
R: No meu entendimento o Bruno está num processo de enquadramento na liga, pós embora alguns atletas da geração entraram já com um nível impactante mas ainda assim ele está a trabalhar para cada dia evoluir creio no desenvolvimento do Bruno step by step, mas precisa ser já por conta da demanda de jogadores super bons da mesma posição.

Que conselhos deixa aos principiantes na modalidade?
R: Aos principiantes eu desejo muita coragem, disciplina, paixão, e sacrifício, sonhar sempre sempre e sempre.

Assim foi a conversa com o nosso craque, prometemos trazer outras figuras no nosso desporto

Taxistas queixam-se de “excessos e extorsão” da polícia durante emergência

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Taxistas angolanos queixaram-se hoje de “excessos e extorsão” por parte de alguns agentes da polícia por “má interpretação” do decreto presidencial sobre o estado de emergência, devido à covid-19, principalmente das administrações e comandos municipais, em Luanda.

Segundo o presidente da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA), Francisco Paciente, prevalecem na via pública divergências entre os seus associados, autoridades administrativas e efectivos da polícia na percepção do seu trabalho em estado de emergência.

“Aproveitamos o encontro para apresentar as divergências que estamos a ter na via pública na interpretação do estado de emergência por parte das administrações municipais e dos comandos de polícia”, disse Francisco Paciente em Luanda.

Falando no final de um encontro sobre o sobre o impacto económico da covid-19 nas empresas do sector dos transportes, promovido pelo Ministério dos Transportes angolano, o responsável observou que os taxistas “conhecem os seus limites”.

O presidente da ANATA recordou que a actividade dos seus associados insere-se no âmbito das excepções, com o “respeito ao distanciamento social e a higiene das viaturas e passageiros”.

“Mas, o que verificamos é algum excesso por parte das administrações municipais e de comandos de polícia”, apontou.

Angola cumpre hoje o décimo dia do segundo período de estado de emergência que decorre até sexta-feira, com vista a conter a propagação da covid-19.

A primeira fase do estado de emergência em Angola decorreu entre 27 de Março e 10 de abri.

O país regista já 24 casos positivos do novo coronavírus, nomeadamente 16 casos activos, seis recuperados e dois óbitos.

Em estado de excepção temporária, os transportes públicos devem apenas um terço da sua capacidade de lotação, está proibida o serviço de mototáxi, sendo que a circulação e permanência de pessoas na via pública obedece a certos limites.

Francisco Paciente realçou, no entanto, que neste momento estão apreendidas centenas de viaturas que fazem o serviço de táxi, sobretudo nos municípios de Talatona, Belas, Kilamba e Cuacuaco “onde há muita arrogância por parte da polícia”.

“Apresentamos essas preocupações aqui ao ministro que garantiu, no âmbito da Comissão Interministerial de Controlo e Combate à Pandemia, abordar os ministérios do Interior e Administrações para que se ultrapasse esse diferendo”, notou.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 165 mil mortos e infectou quase 2,5 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 537 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando sectores inteiros da economia mundial.

COVID 19: Aumenta o número de pedintes no Kilamba

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Meninos de rua Kilamba

Desde que foi decretado o estado de emergência em Angola é visível pelas ruas do Kilamba e em particular no exterior de estabelecimentos comercias nas chamadas “Cantinas” e pelas varandas dos rés de chão dos prédios o aumento de pedintes na sua maioria crianças.

Ouvidos pela equipa de reportagem do KilambaNews, os menores entre os 5 e 12 anos de idade que normalmente andam em grupo e afirmam na nossa reportagem que são oriundos dos bairros periféricos adjacentes a centralidade do Kilamba nomeadamente “Camama 2” e “Povoado”, nos seus pedidos de socorro são unanimes em garantir que têm fome e que em casa não há nada para comer.

Numa altura em que se pede para as pessoas ficarem em casa, devido ao risco de contágio do COVID 19, estes cidadãos andam pelas ruas do Kilamba sem qualquer tipo de proteção para evitar o contágio.

Administração local fez recentemente uma doação nos bairros dos arredores do Kilamba, mas pelos vistos não foi suficiente para a demanda. Os moradores do KIlamba vão fazendo o que podem, ajudando com alimentos, mas estes pedintes por vezes não têm outra alternativa e comem mesmo o resto de alimentos encontrados no contentor do lixo.

info@kilambanews.com

OKUKALA – Condomínios Inteligentes

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O projecto Okukala desenvolveu um sistema totalmente, virtual para a utilização de administradores e moradores na gestão de condomínios em prédios ou vilas.

Os condomínios exigem gestão para os serviços e áreas comuns que implicam o trabalho de administração e participação dos moradores com a prestação de uma taxa e a participação na comunicação e organização.

O Okukala permite que, da forma mais evoluída e simples seja feita a gestão de pagamentos, recebimentos, contas bancárias, gestão de unidades e moradores e eliminação de despesas com a emissão de facturas, recibos, relatórios, gráficos e avisos com envio automático e sem nenhuma impressão de papel.

O Okukala permite, também, a comunicação multilateral entre os administradores e os moradores. Esta comunicação é feita através de uma rede social dedicada ao condomínio, de avisos automáticos e de mensagens direccionadas, inclusive, entre moradores.

O projecto Okukala pertence ao consórcio angolano SilcoBytes que trabalha no desenvolvimento de sistemas virtuais de alto desempenho.

O Okukala já está disponível para utilização imediata com um mês de utilização grátis e com planos pagos acessíveis a todos os condomínios e prédios do país. O acesso é feito através do site www.okukala.com

Okukala

COVID-19: 500 Médicos em formação na Multiperfil

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Quinhentos médicos, a nível da província de Luanda, iniciaram, nesta segunda-feira (13), na Clínica Multiperfil, um curso de medicina intensiva, para reforçarem as unidades hospitalares no quadro da prevenção e do combate ao Covid-19.

A abertura da formação, dirigida essencialmente a recém-formados, coube a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, segundo a qual o número de quadros especialistas em cuidados intensivos em Angola é insuficiente.

“Essa  formação ajudará os profissionais na identificação rápida de doentes críticos, seu tratamento e monitorização de casos graves, observando os mais elevados padrões de qualidade e de gestão cuidada”, frisou a ministra.

Na ocasião, Sílvia Lutucuta referiu que estudos recentes indicam que mais de 80 por cento dos casos de Covid-19 são considerados leves, enquanto 15 por cento são classificados como graves e cinco por cento críticos.

Deste modo, sublinha a também porta-voz da Comissão Multissectorial de Resposta à Pandemia, há necessidade da preparação de todo o sistema de saúde para uma gestão adequada de casos, sobretudo graves e críticos.

Por sua vez, a coordenadora do curso de medicina intensiva para não intensivista, Lídia Dembi, disse que a acção formativa, com carga horária de 20 horas, em dois dias (segunda e Terça), na clínica Multiperfil, vai decorrer em todo país.  

A mesma formação poderá estender-se, a nível de Luanda, ao Instituto Nacional de Emergências Médicas de Angola (INEMA) e à Faculdade de Medicina da Universidade Antonio Agostinho Neto.

Os formandos terão, dentre outras matérias, o manuseamento de ventiladores mecânicos, monitorização hemodianâmica básica, choques sepsis e séptico e correcção de distúrbios metabólicos.

De igual modo, vão aprender técnicas de correção de distúrbios electrolíticos, bem como interpretação básica de gasometria. 

Antes de oficializar o arranque da acção formativa, que abarcará 500 técnicos, a ministra Sílvia Lutucuta visitou os laboratórios de simulação do centro de formação da clínica Multiperfil, postos à disposição dos formandos.

Fonte: Angop

Instagram:Já pode ver ‘lives’ através do computador

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The Instagram application is seen on a phone screen August 3, 2017. REUTERS/Thomas White

É mais uma funcionalidade exclusiva da versão mobile que chega ao ‘desktop’.

Depois de várias críticas apontadas pelos utilizadores, o Instagram está (finalmente) pronto para permitir que veja ‘lives’ através da versão ‘desktop’ da rede social. De notar que está disponível apenas a capacidade de assistir, não de começar uma transmissão propriamente dita.

De notar que a capacidade de ver transmissões em direto era, anteriormente, exclusiva da versão mobile. Porém, com mais pessoas a fazerem ‘lives’ neste período de pandemia, parece que o Instagram decidiu alargar a capacidade de visionamento.

Esta não é a única funcionalidade da versão mobile do Instagram que ficou disponível para a versão desktop. A capacidade de enviar e receber mensagens também já pode ser desfrutada no computador.

A morte de uma cientista ou o nascimento de um ser político?

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O conceito de “animal político” foi mencionado por Aristóteles fazendo referência ao homem. Ele afirmou que o homem é um ser que necessita de coisas e dos outros, sendo, por isso, um ser carente e imperfeito (…)


Nos últimos dias vimos, aquando do novo pacote de exonerações e nomeações protagonizado pelo governo encabeçado por sua excelência o presidente João Manuel Gonçalves Lourenço, alguns cidadãos e habitantes deste nobre país e proximidades a debaterem sobre as novas escolhas que o executivo decidiu ter no seu novo elenco governativo. Alguns já não são tão novos assim dado o currículo de benevolentes actos governativos misturados a algumas trapaças administrativas que levaram a visitar locais onde a justiça é debatida com rigor e onde o martelo faz ordem. Nas variadas abordagens que proliferaram as redes sociais e que levaram cidadãos conscientes a esboçarem opiniões sensatas e, umas até, com carácter frívolo, tocou-se muito no ponto da nomeação da mais nova detentora da pasta governativa do pelouro da Cultura, Ambiente e Turismo, a bióloga Adjany Costa. As diferentes vozes escritas faziam menção a idade, outros a sua “incapacidade” administrativa e outros até a pouca experiência política para arcar com o peso que é agora o aglutinado de ministérios. A referida sumidade reconheceu na sua tomada de posse que os desafios que se avizinham devem ser encarados com muita responsabilidade, o que é óbvio, acto que é pedido a todos os detentores de cargos públicos. É claro que é uma tarefa difícil, a priori, por ser um novo ministério porque todos cidadãos e habitantes de boa índole desta nação auguram o sucesso. Espera-se que a mesma comece a formar uma equipe de trabalho competente capaz de dar respostas as inúmeras questões que inquietam os cidadãos e habitantes deste país que dependem directamente dos actos administrativos pouco rentáveis, ou não, que daí advêm.


Há um ditado que diz: “Quem trabalha naquilo que ama não está a trabalhar, está a divertir-se”.

A então nova Ministra da Cultura, Ambiente e Turismo é uma renomada cientista, bióloga, ictiologista e conservacionista. Tem também o mestrado em biologia marinha. Até antes da sua nomeação, ela actuava como directora de projectos do Okavango Wilderness Project (Projecto da região selvagem de Okavango) que é um esforço plurianual para explorar e pesquisar a bacia do rio Okavango em África para proteger o seu ecossistema vital. Quem a acompanha nos seus projectos sabe-a como uma amante daquilo que faz pelo empenho que emprega na execução das tarefas. Trabalha(va) naquilo que gosta. A natureza, ao que tudo indica, é o seu escritório natural.


Cogitou-se também se a mesma foi contactada para assumir este desafio ou a nomeação foi feita no imperativo. Ouve-se muito pouco ou quase nada mesmo sobre governantes que se negaram a estar a frente de um determinado cargo admistrativo. A princípio todos foram contactados para os mesmos.


Sendo a mais alta mandatária do sector, terá, ao que tudo indica, suas actividades coordenadas e bem delimitadas não dando a possibilidade de, enquanto estiver a dirigir o ministério, ter de sair para voltar as atividades que sempre fez com muita satisfação e profissionalismo. Neste interím, a questão que se coloca é a seguinte: Não estará o governo a “matar” os desideratos de uma cientista colocando-a a trabalhar longe do seu habitat de “eleição”? Angola conta com apenas dois biólogos renomados, o Dr. José Luís Mateus Alexandre e a agora ministra Adjany Costa. Não seria mais fácil continuar a apostar na sua carreira como cientista injectando somas financeiras para dar continuidade do trabalho que até ao momento antes da nomeação ela fazia com brio? Ou existe uma vontade enorme de “matar” uma cientista e fazer nascer um ser político com capacidades ainda por descobrir? Esperamos todos que ela tenha capacidade de pensar com a própria cabeça, coisa que não parece ser assim tão fácil ou permitida nos meandros políticos partidários.

Que não seja nem uma nem outra. Que seja a vontade do governo em conduzir o país para novos paradigmas e que a maioria governada sinta os benefícios das inúmeras remodelações que têm estado a acontecer de forma muito frequente, muitas até sem darem a possibilidade de elaboração e execução de projectos.

Por: Edy Lobo

Administração do Kilamba oferece cesta básica às famílias carenciadas

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Em conformidade com o Decreto Legislativo Presidencial 81/20 de 25 de Março, que declara o estado de Emergência Nacional, a Administração do Distrito Urbano do Kilamba efectuou, nesta Quinta-feira, 09 de Abril de 2020, a oferta de bens essenciais às famílias carenciadas da circunscrição, numa parceria com o Supermercado Angomart que, preocupado com o momento de isolamento que o país vive face à Pandemia do COVID-19, decidiu oferecer 500 Cestas básicas, com produtos de primeira necessidade às populações do Bita Progresso, Bita Santo António, Vila Flor e Terra nova.

O Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Murtal Marta e o responsável da área comercial do supermercado Angomart, testemunharam o momento.

A Administração do Distrito Urbano do Kilamba apela aos cidadãos a permanecerem nas suas residências em cumprimento do Estado de Emergência e a acatar as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades sanitárias do País.

Governo apoia famílias vulneráveis com bens da cesta básica

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A Comissão Económica do Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira [09.04.2020], um financiamento de 315 milhões de Kwanzas para apoiar as famílias mais carenciadas com bens da cesta básica.

Orientada pelo Presidente da República, João Lourenço, a Comissão Económica aprovou a implementação, em Maio, da primeira fase do Programa de Transferência Social Monetária, em benefício das famílias mais carenciadas.

Ainda no âmbito do apoio às famílias, à Comissão Económica autoriza as empresas privadas a transferirem para o salário dos trabalhadores o valor descontado para a segurança social, correspondente a 3 por cento do seu salário, em Abril, Maio e Junho.

Recomenda, também, às empresas do sector da energia e água a não cortarem o fornecimento destes serviços durante o mês corrente.

A Comissão Económica aprovou um conjunto de medidas de implementação imediata de apoio às empresas, em resposta aos efeitos da Covid-19 e da queda acentuada do preço do barril no mercado internacional.

As medidas incluem desanuviar a pressão sobre a tesouraria com obrigação tributárias (alívio fiscal), através do alargamento dos prazos limite para a sua liquidação, e com o pagamento de contribuições para a segurança social (alívio no pagamento de salários), através do diferimento do pagamento da contribuição para a segurança social referente ao segundo trimestre de 2020, para o pagamento de seis parcelas mensais durante os meses de Julho a Dezembro do ano em curso, sem juros.

Incluem, também, assegurar o apoio financeiro para a manutenção mínima dos níveis de actividade das micro, pequenas e médias empresas do sector produtivo, através da alocação de cerca de 448 mil milhões de Kwanzas.

Remover procedimentos administrativos que incidem sobre o processo de constituição de empresas, tais como o registo estatístico e o requerimento do alvará comercial para o exercício de determinadas actividades consta igualmente entre as medidas tomadas pelo Executivo.

Uma das decisões saídas da reunião da Comissão Económica foi acelerar a transição da actividade informal para o sector formal, com a implementação “urgente” das acções previstas no programa de reconversão da economia informal.

Entre as medidas tomadas, constam ainda assegurar a mobilidade mínima necessária de trabalhadores durante a fase de estado de emergência, através de credenciamento do pessoal das empresas privadas cuja actividade laboral não está suspensa.

Fonte: Página Oficial do Vice-Presidente da República de Angola