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Covid-19: Polícia promete ser mais vigorosa a partir de hoje

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A Polícia Nacional promete, a partir de hoje, ser mais vigorosa contra os cidadãos que não cumprirem o Decreto Presidencial sobre o Estado de Emergência, garantiu, ontem, em Luanda, o porta-voz da Comissão de Defesa e Segurança, subcomissário Waldemar José.

Ao falar à imprensa, na habitual actualização de dados sobre a pandemia da Covid-19 em Angola, o porta-voz disse que as forças de defesa e segurança deixam de ser, a partir de hoje, “pedagógicas” para serem mais pró-activas. “Não vamos tolerar qualquer cidadão que desobedecer as medidas impostas pelo Decreto Presidencial, que pode colocar em risco o bem mais importante, que é a vida”, alertou o subcomissário Waldemar José.


O porta-voz da Comissão de Defesa e Segurança manifestou desagrado pelo facto das celas estarem cheias de cidadãos que desobedeceram e resistiram às orientações pedagógicas dos agentes distribuídos nas várias zonas habitacionais. O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, anunciou, ontem, a recuperação de mais um paciente infectado com Covid -19, elevando-se para sete o número de recuperados. 

De acordo com o secretário de Estado, dois tiveram alta médica e há 18 activos com estabilidade clínica. Franco Mufinda afirmou que o país mantém 27 casos positivos e registou sete recuperados, dois óbitos e 18 internados no Hospital da Barra do Kwanza e na Clínica Girassol. Informou que 708 pessoas estão em quarentena institucional e 283 amostras em processamento.

Moradores das centralidades podem pagar prestações via Multicaixa

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Com o intuito de facilitar a vida dos beneficiários das casas concedidas via Fundo de Fomento Habitacional, o Ministério das Finanças e a EMIS decidiram facilitar os pagamentos das prestações, que agora poderá ser efectuado via multicaixa.

O pagamento pode ser efectuado a qualquer momento e em qualquer multicaixa, desde que o beneficiário tenha a nota de cobrança, para tal o mesmo enviar um e-mail para o: dc.ffh@minfin.gov.ao, ao solicitar a nota de cobrança, deve incluir o NIF/BI, nome completo e mencionar as coordenadas do imóvel.

Como fazer o pagamento no multicaixa?
  1. Passo: Inserção do cartão multicaixa e código de acesso;
  2. Passo: Escolha o menu PAGAMENTOS;
  3. Passo: Deve escolher a opção PAGAMENTO POR REFERÊNCIA (sector) e seleccionar a opção 1;
  4. Passo: Inserção do número/código da ENTIDADE ou REFERÊNCIA, para o caso do Fundo de Fomento Habitacional, a ENTIDADE é 00227, a REFERÊNCIA vem mencionada na nota de cobrança;
  5. Passo: Verificar os dados para confirmação do pagamento (ENTIDADE, REFERÊNCIA da nota de cobrança e valor);
  6. Passo: Retirar o cartão e o talão de confirmação de pagamento feito.

É importante aqui salientar que, o talão deve ser guardado como prova do pagamento efectuado. O beneficiário pode ainda fazer o seu pagamento via Internet banking.

Fonte:MenosFios.com

Covid-19: Registado primeiro caso de transmissão local

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Angola registou, nas últimas 24 horas, o primeiro caso de transmissão local do novo coronavírus (Covid-19).

Trata-se, segundo o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, que falava na habitual conferência de imprensa de actualização de dados da pandemia, de uma jovem de 16 anos de idade.

A mais recente vitíma da Covid-19 é filha de um paciente activo que se encontra internado num dos hospitais de referência da capital do país, ainda, em tratamento.

Com este, eleva-se para 27 o número de infectados pela doença, em Angola.

Até à presente data, há o registo da ocorrência de dois óbitos, seis recuperações (com duas altas médicas), e 19 pacientes em tratamento.

Franco Mufinda informou que 837 pessoas estão em quarentena institucional e 303 amostras em processamento.

Com vista a conter a propagação da pandemia, Angola observa, desde à 00h00 de domingo (26 de Abril), o terceiro período de Estado de Emergência, a vigorar até às 23h59 do dia 10 de Maio, cumprindo-se assim 45 dias consecutivos de isolamento social.

Esta é a segunda prorrogação, de 15 dias, do regime excepcional, desta vez com um aligeiramento das medidas.

O Estado de Emergência foi decretado no dia 25 de Março pelo Presidente da República, João Lourenço, após parecer favorável da Assembleia Nacional, e vigorou de 27 de Março a 10 de Abril.

Na base do novo prolongamento da medida está a necessidade de se preservar, o bem maior, a vida humana, segundo o Chefe de Estado angolano, em mensagem dirigida à Nação.

No quadro da prorrogação, entre restrições e aberturas, volta a estar interdita a circulação e permanência de pessoas na via pública, e passa a ser obrigatório o uso de máscaras para todos que forem à rua ou se mantiverem em espaços públicos.

Entre as imposições, nesses novos 15 dias de cerca sanitária, permanece a obrigatoriedade de os trabalhadores escalados para prestarem serviços essenciais, no sector público e privado, fazerem-se acompanhar de declarações e passes de serviço.

Liberou-se o comércio geral, mantendo-se a redução do tempo de venda nos mercados informal e ambulante, efectuadas apenas às terças, quintas e aos sábados, das 06h00 às 13h00. As aulas e os cultos religiosos colectivos continuam suspensos.

Os bares e restaurantes mantêm-se fechados, contudo, autorizou-se a movimentação inter-provincial em autocarros com até 50% da capacidade, apenas para actividades comerciais, com excepção de Luanda, por ter casos positivos.

Na vigência do Estado de Emergência, a violação da quarentena obrigatória continua a constituir crime de desobediência, num período em que as ruas estarão mais movimentadas, devido ao levantamento de parte das restrições, com realce para a função pública, onde se trabalha com até 50% do pessoal.

Dicas e truques – Progressive web apps

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Esta 4a edição é direcionada a todos os profissionais, entusiastas em tecnologia e empresas que pretendem saber mais sobre as PWA’s (Progressive Web apps) para o desenvolvimento offline.

clique no link abaixo para baixar o pdf com a sessão de demonstração.

Encarregados e estudantes discordam do pagamento de 60% das propinas

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Encarregados de educação e associações estudantis estão indignados com a medida dos Ministérios da Educação e do Ensino Superior, divulgada na terça-feira, que obriga o pagamento de propinas de 60 por cento nas escolas privadas enquanto durar o Estado de Emergência, resultante da pandemia de Covid-19.

A encarregada Júlia Baptista, que tem dois filhos no ensino primário num colégio privado, afirmou que a decisão do Governo contraria o direito do consumidor, uma vez que as pessoas são forçadas a pagar por um serviço não prestado.


Cabeleireira de profissão, a jovem disse que, neste período, ficou sem poder desenvolver a sua actividade, por isso não sabe a quem cobrar para pagar a propina dos filhos. “Por conta das medidas de prevenção, o meu ganha pão encerrou, tal como outros serviços, mas não vou retirar o bem de outrem como se fosse culpado desta paralisação”, explicou.


“O próprio Governo que combate a desonestidade na actividade comercial ou económica está a permitir que o pacato cidadão seja extorquido”, acusou, para acrescentar que os filhos, durante um mês em casa, não receberam aulas, nem por via das ferramentas digitais.


O encarregado Costa Sebastião sublinhou que ainda não está a acreditar na medida tomada pelos Ministérios da Educação e do Ensino Superior, por desconhecer o que os seus filhos consumiram do colégio.


“Todos sabemos que pagamos aquilo que consumimos, mas, neste caso, não encontro explicações”, disse.
“Se o Estado de Emergência durar mais dois meses, vamos pagar sem benefício nenhum. Onde é que já se viu”?

Para Costa Sebastião, os colégios realizam uma actividade comercial importante, tal como os moto-taxistas que também viram a sua actividade paralisada. “O Governo tinha de orientar também para que os passageiros pagassem pelos dias que os mototaxistas ficaram parados”.

Já a encarregada Marta Teixeira considerou que os professores de colégios merecem um salário, tal como os outros profissionais que estão desempregados durante o período do Estado de Emergência. “Uma medida do género beneficia um grupo. Valia a pena se o Estado anulasse o ano lectivo, porque o encarregado que não trabalhou vai pagar com que dinheiro se não teve salário?”


O presidente da Associação dos Estudantes das Universidades Privadas, Joaquim Costa, disse que tomaram conhecimento por via da comunicação social, sem serem consultados pelo Ministério do Ensino Superior.


O líder estudantil afirmou que a decisão foi muito imperativa, tendo em conta que o processo estava em negociação. “Ontem tivemos reunidos com a Associação dos Promotores das Universidades Privadas em vídeo conferência. Ainda ontem recebemos uma mensagem por telefone do ministério que confirmava a recepção da nossa carta”, disse, para admitir que a organização acredita que foi uma medida talvez imposta ao ministério.


“Assustamos os pronunciamentos do secretário de Estado do Ensino Superior, porque somos parceiros e não fomos convidados para participar em nenhuma reunião”.


Joaquim Costa assegurou que muitos estudantes, sobretudo do primeiro ano, não tiveram a oportunidade de conhecer os professores todos, porque foi a primeira semana de aulas, quando se decretou o Estado de Emergência.


“Mesmo sem nenhuma aula já tinham pago o mês de Março. Agora estão a ser obrigados a pagar os meses que não tiveram aulas. É muito triste…”
Joaquim Costa afirmou que aguardam pelo esclarecimento do Ministério do Ensino Superior, para saber os indicadores aplicados que influenciaram na decisão.


“Queremos pedir calma à comunidade académica que apela à via da manifestação. Vamos primeiro dialogar”, avançou, para admitir que, desde as primeiras horas de ontem, estão a receber forte pressão dos associados.

Angomart continua ajudar famílias carenciadas de Luanda

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O Presidente do conselho de administração do grupo Angomart Nazim Charania, Sukant Kumar e mais 8 empresários tornam a prevenção ao covid-19 ainda mais pessoal.

Para além, dos esforços que o grupo de empresários Indianos  faz em nome das empresa que gerem, os mesmo decidiram a título pessoal apoiar  a prevenção do covid-19 com a entrega de 11.000.00 caixas de cestas básicas à campanha  Luanda Solidária, no Posto Aduaneiro da Petrangol.

A entrega foi recebida por Sua Excelência Sr. Governador da Província de Luanda,  Sérgio Luther Rescova Joaquim que agradeceu o esforço e apoio dos empresários .

Parte das cestas básicas entregues a campanha, destinam-se também a apoiar  os sinistrados das chuvas que se abateram sobre a capital no sábado passado.

Solidários com o povo Angolano o grupo de empresários prometeu continuar com o apoios a esta causa.

info@kilambanews.com

Moradores do Kilamba são a favor da prorrogação do Estado de Emergência

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Há 3 dias do fim da segunda etapa do Estado de Emergência, à nossa equipa foi a rua e ouviu as opiniões dos moradores da cidade do Kilamba, sobre a prorrogação ou não do isolamento social (EE- Estado de Emergência). A maioria que ouvimos é de opinião há favor da prorrogação por mais 8 ou 15 dias, por uma questão de segurança.

Para o senhor Lucas César, de 52 anos de idade, militar de ocupação, diz que numa perspectiva de prevenção, há necessidade de prorrogação, apesar de estarmos já numa segunda fase do EE, ainda assim, senhor Lucas pede que o Estado deve rever todas as nuances desta medida, porque entende que há pessoas que estão a sentir mais na pele do que as outras. “ Há sim necessidade da prorrogação do EE, pois que estamos a verificar o aumento de casos, então por uma questão de prevenir o governo deve sim avançar com esta medida”.

Chandinho Moco de 60 anos de idade e já reformado, entende que apesar de sermos um país jovem, não podemos descurar as medidas de prevenção e segurança e temos que aprender com os erros dos outros. Por isso ”É necessário que seja prorrogado o EE e tendo em conta as situações que já tivemos no passado, como é o caso da Febre-amarela, onde demoramos a agir, não cumprimos com todos os procedimentos e vimos no que deu, por isso é uma grande lição que tiramos daí e nós aprendemos, agora com o COVID-19 começamos a agir cedo, e temos que continuar com EE por pelo menos mais 15 dias para termos o sucesso que almejamos”.

José António de 33 anos de idade, Director financeiro de uma instituição e André Salgado de 32 anos, dirigente desportivo, são unânimes há favor da prorrogação do EE, para o dirigente desportivo o estado deve prorrogar por mais 8 dias, para melhor controlo da pandemia, em função dos 5 novos casos que surgiram, para o gestor financeiro é imperioso que se prorrogue o EE, uma vez que estamos próximo da época de cacimbo, onde muitos casos poderão vir a tona.

Bráulio Guedes, engenheiro informático, de 23 anos, diz que os primeiros 30 dias de EE já nos ajudou muito a não atingirmos números assustadores, por isso é de opinião que o presidente da República, João Lourenço deve sim prorrogar o Estado de Emergência.

Várias opiniões foram apresentadas, uns concordam, outros nem por isso, por exemplo, as senhoras Nilda Costa, de 37 anos de idade, assistente administrativa. E a Júlia Fonseca de 40 anos, educadora de infância, são de opinião que não deve ser prorrogado o EE, uma medida que até o momento, independentemente de ser boa, já criou muitos constrangimentos.

Dona Nilda acabava de pagar os impostos da firma que representa e nos confidenciou que a nível da empresa que trabalha, estão neste momento a estudar soluções para o pagamento dos salários, mas que não está fácil, para ela “O Estado de Emergência não deve ser prorrogado, e se for prorrogado, deve haver algumas excepções” para dona Nilda, as escolas, restaurantes e salões de festa devem funcionar normalmente. Dona Júlia diz estar cansada de estar em casa, porém a prevenção e as medidas devem ser seguidas” Trabalho com crianças e entendo que o estado de Emergência não deve ser prorrogado sob pena de afectar a saúde mental das crianças, porque elas precisam interagir com outras crianças”

Do inquérito que fizemos, mais de 40 pessoas disseram-nos que é mesmo necessário prorrogar o Estado de Emergência e tudo porque nos últimos dias termos verificado o aumento de mais cinco novos, importa realçar que estes casos foram de contágio por pessoas que já estavam em isolamento no hotel kilamba, neste momento o país está a 4 dias sem novos casos, mas há informações ainda não oficiais de que um dos médicos cubanos está infectado de COVID-19, o que pode influenciar na decisão do estado em prorrogar o Estado de Emergência por pelo menos mais 15 dias.

info@kilambanews.com

Escola virtual: Uma ameaça à escola convencional?

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Já lá se foram os tempos em que a escola era considerada como a “segunda casa” e os professores “os segundos pais”. As perspectivas e seus ângulos posicionais alteraram significativamente. As instituições escolares convencionais hoje, vista pelos seus usuários, é tida como um centro de castigo e de aborrecimento total. Alguns alunos querem estudar mas não querem ir à escola e muitos professores querem ganhar dinheiro mas não querem trabalhar. Um dilema dos novos tempos causados por inúmeros factores que devem ser avaliados dentro de um sistema social contextualizado. 

Quais seriam alguns dos factores desmotivacionais? As razões são várias: “…Os jovens não gostam de ir à escola. Aprender não é divertido. O aprendizado é doloroso. Em geral, os professores são chatos e são um dreno do entusiasmo e da paixão pela vida dos alunos. Os chamados professores populares, na verdade, não ensinam nada aos alunos. E os raros professores inspiradores realmente afirmam as deficiências da escola: são inspiradores justamente porque têm êxito em transformar a sala de aula ou a escola em um ambiente de aprendizagem desafiador. Os moderados argumentarão que chegou a hora de priorizar o bem-estar na escola. O objetivo, dizem, é encontrar o equilíbrio certo entre trabalho e lazer, e o ideal é, e continua sendo, a “aprendizagem lúdica”; Jan Masschelein e Marteen Simons, “Em defesa da escola” (2013). 

Não há como não fazer menção aos órgãos máximos de uma nação quando a questão fundamental é a educação. Esforços consideráveis têm estado a ser envidados de forma a colocar o que realmente deve ser feito nos padrões exigidos mas ainda falta uniformização de pensamentos e quereres para se fazer o considerado certo. Ensino e aprendizagem não possuem outros paladares intelectuais que não sejam a formação integral do homem. Assim sendo, urge termos professores preparados ao mais alto nível tendo em conta os desafios que se nos são apresentados. Seria engraçado se não fosse jocoso mas ainda temos professores que não dominam algumas questões tecnológicas, tais como o uso de um computador e/ou das redes sociais. 

É obrigação de qualquer profissional acompanhar o meio em que vive para que não seja ultrapassado pelos desafios que lhes são impostos. 

Vivemos uma época que poderá ser considerada como o maior teste de estabilidade económica, emocional e administrativa de qualquer nação. Está quase tudo parado. Quase tudo porque nem tudo pode manter-se estagnado. A escola pode fechar mas o aprendizado não pode parar. Assim sendo, é necessário moldar os meios de apresentação dos conteúdos e adaptar aos variadíssimos níveis sociais dada a heterogeneidade de cada estado-nação. 

Portugal, mais especificamente, tem estado a efectuar uma série de tele-aulas e aulas no sistema on-line para alguns alunos, por causa da pandemia do Covid-19. Angola, no quesito das tele-aulas, tem estado também a dar alguns passos, tendo sido considerado pela crítica, como uma mais valia. Mas será que os procedimentos têm sido de benefício geral? Quantos alunos têm a oportunidade de fazer parte do sistema de aulas televisivas? Quantos professores em Angola, digo Angola e não Luanda, teriam a capacidade financeira, inclusive, para dar aso a um sistema de monitorização de aulas via internet? Já ouvi falar do projecto “Água para todos”. Será que existe um projeto “Luz eléctrica para todos?”. 

Está claro que condições ainda não estão criadas para um avanço no sistema de ensino concernente ao uso dalgumas tecnologias de informação. O que se deve antes demais é melhorar o sistema convencional que alberga um número maior de participantes e com o tempo prepararmos profissionais da educação e seus principais “jogadores” para um novo sistema de ensino-aprendizagem, desta, à distância. 

Portanto, saibamos que, o comprometimento é geral e não apenas dos responsáveis governamentais do sistema de ensino-aprendizagem. 

Por: Edy Lobo 

Hábitos e Comportamentos dos Angolanos na Internet em 2018

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Conheça os Hábitos e Comportamentos dos Angolanos na Internet em 2018.
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WhatsApp permitirá videochamadas com máximo de oito participantes

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É o que indica a mais recente versão beta disponível para Android e iOS.

OWhatsApp pode estar a preparar-se para aumentar o limite máximo de participantes em videochamadas de quatro para um total de oito.

Quem o diz é o site WABetaInfo, que encontrou o novo limite na mais recente versão beta do WhatsApp disponível para Android e iOS. Como pode ver na imagem abaixo, para conseguir participar em videochamadas com oito participantes os utilizadores terão de descarregar a mais recente atualização.

Ainda não é conhecida a data em que será lançada esta atualização mas, dado que a funcionalidade já está presentes nas duas versões do WhatsApp, é possível que não demore muito mais.