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Nova bateria da Tesla pode reduzir preço de carros elétricos

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A empresa espera começar por lançá-la no mercado chinês.

AReuters está a avançar com a notícia que a Tesla poderá introduzir ainda este ano através dos seus carros elétricos uma nova bateria que, além de mais barata, também apresenta uma maior longevidade.

notícia indica que a bateria começará por chegar aos carros elétricos da Tesla na China, uma vez que se encontra a ser desenvolvida pela chinesa Contemporary Amperex Technology Co. Ltd (CATL) e por especialistas recrutados pelo fundador e CEO Elon Musk. Com um custo de produção menor, é expetável que esta bateria ajude a reduzir o preço de carros elétricos

O facto de a Tesla estar disposta a estrear esta bateria em território chinês é apenas um indicador da relevância desta mercado, onde as vendas de veículos elétricos continuam em altos níveis e onde se encontra grande parte dos fornecedores da empresa.

Moradores do Kilamba abraçam causa solidária

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Foi dado hoje (15) na tenda do kilamba, o ponta pé de saída de um movimento solidário, uma espécie de SOS Kilamba, que visa ajudar todas as crianças vulneráveis nas ruas da centralidade. sob coordenação da Administração do Kilamba, numa iniciativa dos moradores do quarteirão W, com realce para os do edifício W3.

No âmbito desta causa solidária, hoje (15), foram distribuídas cerca de 100 tigelas de sopa, acompanhada de pão e água, a equipa solidária juntou na tenda do Kilamba mais de 60 crianças até o momento da nossa reportagem, nos próximos dias, a tenda será o local, que vai receber todas as crianças que forem recolhidas das ruas desta urbe, e vão poder ter diariamente uma refeição condigna, “da cozinha solidária do Kilamba”.

Além da alimentação que as crianças vão passar a receber, fruto da solidariedade das várias pessoas e associações, a administração está a cadastrar todas as crianças e adultos e vai criar condições de ter também um posto de saúde móvel para assistir todas as crianças que  estão a beneficiar desta iniciativa,

Várias são as sensibilidades da sociedade civil que estão a mover-se para minimizar a carência de muitas crianças que invadem diariamente os edifícios, contentores e abordam os moradores deste distrito urbano.

Os moradores e a própria administração estão preocupados com o crescente números de famílias incluindo as crianças que estão nas ruas, tendo em conta a pandemia COVID-19, por isso foi criada uma comissão que vai contar com apoio de várias ONGS, associações juvenis, igreja, e a polícia nacional para o asseguramento.

 Paula Mendes, moradora do W3, filha de um dos mentores desta iniciativa, aderiu a mesma, porque também está preocupada com o número de crianças na rua e apela a mais pessoas a juntarem-se a esta onda solidária em prol das crianças pedintes. “Ultimamente estamos a ser invadidos por muitas crianças e sabemos que a situação não está fácil para ninguém, até para quem tem mínimas condições, mas a nossa intenção com esta acção é, de minimizar a situação, porque a fome é a primeira necessidade do ser humano, então decidimos matar a fome destas crianças com uma sopinha, e dizer que não vamos parar por aqui, vamos continuar, até porque temos o apoio institucional da administração, naquilo que podermos ajudar, estaremos aqui estes dias”

A equipa de reportagem do Kilambanews, tomou conhecimento que já existe contactos para quem quiser aderir e participar de maneira individual ou meio de grupos, associações ONGs, podem fazê-lo, dirigindo-se a tenda do Kilamba, ligando para os contactos:

Call center SOS 935209169-912838241

Email:ajudekilamba2020@hotmail.co

Fonte: kilambanews.com

Apoio às crianças de rua no Kilamba em análise

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A directora geral do Instituto Nacional da Criança (INAC) Elisa Gorgel realizou hoje, (14) uma auscultação no distrito urbano do Kilamba, para analisar o grau de implementação de algumas medidas que estão a ser levadas a cabo e que visam o apoio às crianças desfavorecidas do distrito.


Na reunião foram abordadas as várias medidas e estratégias criadas para mitigar o crescente número de crianças nas ruas do Kilamba, a directora geral do INAC avançou que veio constatar in-loco algumas situações que se prendem com as crianças, quando há informações de crianças que têm aderido à rua, a governante fez saber ainda que obteve informações seguras por parte do senhor administrador do Kilamba Murtala Marta e dos vários responsavéis do distrito, sobre o que se tem feito, que planos já se fizeram no sentido de apoiar as próprias familias e crianças de uma maneira geral.


A directora disse que a resposta que encontrou por parte da administração é satisfatória, porquanto há um trabalho coordenado em equipa com as demais direcções do distrito e as ONGs, por isso toda informação que encontrou lhe satisfaz.

“Nós não podemos de um modo geral retirar as crianças da rua, é preciso fazer um trabalho, e é isto que o distrito tem vindo a realizar com acção social, e saber o que fazer com algumas das crianças que saem de casa para a rua no sentido de conseguirem algo, mas têm o seu habitar e os seus familaires, têm uma casa. Outras são crianças que por necessidade, vão procurando uma forma de sustentação” fez saber Elisa Gourgel.

Murtala Marta adiantou que tudo têm feito para pôr cobro a esta situação ”Esto encontro foi muito produtivo na medida em que apresentamos o quadro real das crianças na rua e tivemos uma boa resposta da equipa do INAC”.

Tudo indica que nos próximos dias, as crianças vão passar a ser recolhidas e conduzidas aos centros de acolhimento e aquelas que tiverem lar, serão levadas ao seu habitar.

Prostituição no povoado do kilamba continua em pleno Estado de Emergêcia

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As trabalhadoras de sexo estão a desrespeitar o Estado de Emergência, a céu aberto e nas barbas dos órgãos de defesa e segurança, nos arredores do kilamba constatamos esta realidade nos últimos dias.

O Povoado está localizado nas cercanias da centralidade do Kilamba. Convergem para aquele ponto prostitutas oriundas de Cacuaco, Viana, Rangel e outras zonas. Transportadas em táxis, elas chegam ao local para uma permanência de pelo menos quatro dias.

Muitas arrendam quartos, entre amigas, onde ficam durante os dias de prostituição. O lugar já foi mais movimentado, como esclarece uma das “funcionárias”. Acrescenta que os clientes são, maioritariamente, moradores do Kilamba. Neste momento de quarentena, as prostitutas também usam as redes sociais, nas quais deixam o endereço e contactos para eventuais contactos. Cerca de dois mil e 500 Kwanzas é o valor que o cliente paga por uma hora. Para qualquer coisa mais do que sexo propriapriamente dito o preço sobe para 6.000 kwanzas.

Por uma noite, a prostituta chega a cobrar 20 mil Kwanzas, sem contar com os gastos com comida, bebida ou outros caprichos. As mais cobiçadas pedem acima disso, atingindo mais de 30 mil Kwanzas.

Em Angola, a prostituição não está tipificada como crime, embora possa ser avaliada como atentado ao pudor. O sociólogo Jorge Camuti disse que fica difícil acabar com a prostituição no país, enquanto a miséria prevalecer. “Reduzir este fenómeno depende muito da melhoria das condições de vida no país”, disse. Porém, lamenta que, em plena quarentena e quando se faz uma cruzada contra a Covid-19, haja jovens a se prostituir. O sociólogo alerta para a necessidade de intervenção das forças de segurança.

DADOS APONTAM QUE, PELO MENOS 10,5% das “trabalhadoras de sexo” de Luanda, Benguela, Cabinda, Cunene e Bié são portadoras do HIV/Sida 2,6% deste grupo vivem com sífilis activa HÁ AINDA INFORMAÇÕES SEGUNDO AS QUAIS HÁ UMA PREVALÊNCIA 7,8% entre as mulheres 2,4% entre os homens que fazem sexo com outros homens. O município de Viana, em Luanda, é tido como o de maior índice de prostituição, em Angola.

Fonte: JA

Covid-19: Angola começou a processar mais de 400 amostras dos bairros com cerca sanitária

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As autoridades sanitárias angolanas já começaram a processar amostras colhidas nos bairros onde se verificaram casos de transmissão local de covid-19, em Luanda, e que estão actualmente com cerca sanitária, anunciou o secretário de Estado para a Saúde Pública.

Franco Mufinda adiantou que estão a ser processadas mais de 100 amostras colhidas no Cassenda (Maianga), seguindo-se outras 300 colheitas do Futungo de Belas (Talatona) onde foram diagnosticados casos de transmissão local do vírus associados ao caso 26.

Angola não registou novos casos nas últimas 24 horas, mantendo-se os 45 positivos, dos quais dois óbitos, 14 recuperados e 29 activos e clinicamente estáveis.

Foram já identificados 18 casos de transmissão local. Encontram-se em quarentena institucional, 803 pessoas e 41 tiveram alta.

Até à data foram processadas 5978 amostras, das quais 45 com resultado positivo, 5521 negativas e 412 estão em processamento.

Franco Mufinda anunciou igualmente que o governo angolano hoje recebeu dez toneladas de biossegurança do Fundo para o Desenvolvimento do Qatar para apoiar a luta contra a pandemia de covid-19.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 292 mil mortos e infetou mais de 4,2 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

O número de mortos da covid-19 em África subiu ontem para os 2.406, com quase 70 mil infetados em 53 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, a Guiné-Bissau lidera em número de infecções (836 casos e três mortos), seguindo-se a Guiné Equatorial (439 casos e quatro mortos), Cabo Verde (267 casos e duas mortes), São Tomé e Príncipe (231 casos e sete mortos), Moçambique (104 casos) e Angola (45 infectados e dois mortos).

Moradores das centralidades terão mais tempo para pagar as novas casas

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O Fundo de Fomento Habitacional (FFH) vai uniformizar o período de pagamento das habitações do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação, passando todas para uma maturidade de 30 anos, acabando assim com os diferentes tempos de amortização existentes entre centralidades e regiões do País.

Esta medida vai permitir que todas as habitações das centralidades adquiridas em regime de propriedade resolúvel sejam pagas em mais tempo, contrariamente ao que acontece actualmente, com alguns contratos a preverem o pagamento em 15 anos e outros em 20.

“O objectivo é desafogar o cidadão olhando para a actual situação económica do País, explicou fonte do Expansão entre os objectivos do alargamento do período de pagamento das habitações estão também a redução do incumprimento do pagamento das prestação mensais e a necessidade de tornar estes projectos auto-sustentáveis.

“É preciso fazer com que os cidadãos cumpram com os pagamentos. Muitos quando adquiriram as casas estavam em situação económica diferente de hoje. Com a redução do valor da prestação mensal o cidadão terá melhores condições de pagar. E mais do que isso, é preciso quer estes projectos sejam auto-sustentáveis. Não podemos estar sempre a por a responsabilidade ao Estado”, disse a mesma fonte.

Covid-19: Hoji-Ya-Henda em via de aperto sanitário

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Com o aumento de casos de transmissão local da covid-19, de 16 para 18, nas últimas 24 horas, a Comissão Multissectorial está a trabalhar para colocar uma cerca sanitária no bairro Hoji-Ya-Henda, município do Cazenga, assegurou hoje a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

Sem especificar a data do início do aperto da cerca sanitária nessa zona da capital do país, a governante informou que ainda este domingo foram identificados mais 75 contactos directos do “caso 31” – um cidadão da Guiné-Conacri, que já infectou cinco pessoas no bairro Hoji-Ya-Henda.

A ministra, que falava em conferência de imprensa de actualização da pandemia no país, deu a conhecer que a maior parte dos infectados são estrangeiros que coabitavam com o “caso 31”, num bairro com forte presença de diferentes comunidades africanas.

A porta-voz da Comissão Interministerial para Resposta à Covid-19 referiu terem sido já tomadas todas as medidas de saúde pública, tendo-se colocado em quarentena institucional os cidadão que tiveram contactos directos com o referido “caso 31”.

O “caso 31” tem a ver com um cidadão guineense, de 36 anos de idade, comerciante e residente no bairro Hoji-Ya-Henda, que também partiu de Portugal para Angola, no voo DT-653, de 17 de Março de 2020, sem, no entanto, obedecer a quarentena domiciliar.

Além desse, também existe o “caso 26”, cuja referência já infectou 13 pessoas, sendo a maior parte membros da sua família.

Por causa desse caso, o distrito urbano do Futungo (município de Talatona) e o bairro Cassenda, distrito da Maianga, em Luanda, estão, desde terça-feira última, em “cerca sanitária extraordinária”, para conter a propagação da contaminação local do novo coronavírus (covid-19) nessas zonas.

O “caso 26” envolve um cidadão angolano, que veio de Portugal no dia 18 de Março e também não cumpriu com a quarentena domiciliar.

Angola regista 45 casos positivos confirmados dessa pandemia, dos quais 30 doentes activos (estáveis), 13 recuperados e duas mortes, apontando a  estatística para a existência de 18 casos de transmissão local, sem o registo, até ao momento, de ocorrências nas comunidades.

Telefones da Samsung apresentaram falha de segurança desde 2014

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A atualização já chegou a alguns dos modelos mais recentes da marca.

ASamsung terá lançado uma atualização para os seus smartphones que corrige uma vulnerabilidade existente desde 2014, conta o GizmoChina.

A vulnerabilidade em questão permitia que os dispositivos fossem invadidos por hackers, aproveitando o formato Qmage (.qmg) usado nos temas presentes em todos os smartphones Galaxy desde o final de 2014. Desta forma, os invasores conseguiriam aceder à bibilioteca gráfica do sistema.

De momento a atualização foi lançada para o Samsung Galaxy S20, Galaxy Z Flip, Galaxy Fold, Galaxy Note 10, Galaxy S10 e Galaxy A50, sendo que mais modelos deverão receber o software em breve.

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“Zunga” rompe a paz da Centralidade do Kilamba

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Mais de duas dezenas de vendedoras ambulantes, vulgo “zungueiras”, vendem produtos alimentares no interior da Centralidade do Kilamba sem máscaras, o que é um incumprimento às medidas de biossegurança para a prevenção da Covid-19.

A venda de produtos alimentares na Centralidade estava proibida pela Administração, alegadamente, para evitar uma concorrência desleal com os comerciantes das unidades formais.


A fase de confinamento está a ser aproveitada pelas “zungueiras” para realizar o comércio informal na Centralidade. As vendedoras são vistas, amiúde, com bacias de peixe, hortícolas, frutas, às voltas pelos quarteirões.
“É carapau fresco, carapau fresco”, gritam logo pela manhã, irrompendo o silêncio. Maria Fátima é uma delas e vende sem máscara. Diz que aproveita a fase em vigor para vender o pouco que transporta. “Aqui há muitos clientes”, disse.
Maria Fátima prefere vender o peixe lambula, que, financeiramente, adapta-se a ela e à maioria dos clientes. Ela faz o negócio a escassos metros de uma cantina.


Do outro lado da rua está Maria Catarina. É outra vendedora de frutas. Passa com a sua máscara pendurada ao pescoço. “Quero algum dinheiro para comprar comida”, justifica-se, acrescentando que “alimentar a família é o nosso principal objectivo”.
Ao lado está a jovem Feliciana, com uma bacia cheia de múcua. Também tem a Cidade do Kilamba como zona de eleição para zungar. Anteriormente, a sua actividade comercial era feita no seu “Povoado”, no outro lado da Centralidade.


O Kinito, proprietário da cantina, vezes sem conta fica enfurecido, chegando mesmo a pedir que as “zungueiras” se afastem do seu estabelecimento. “Pago taxa e renda ao Estado e vocês vendem à vossa maneira. Assim não funciona”, reclama.


A moradora Palmira Gaio defende, entretanto, que essas incansáveis trabalhadoras, apesar da imprudência, reduzem distâncias e a deslocação de pessoas, que iriam aos mercados.
“Nesta fase de confinamento, para evitar andar, o papel das senhoras é bom. Mas, devem estar protegidas”, observou.


A presença das zungueiras é, contudo, contrariada por Joaquim Franco, que considera uma invasão e perturbação, por causa dos gritos a anunciar o produto.


“Acho que devia se evitar a entrada das ‘zungueiras’ aqui. Já temos cantinas e supermercados. Além disso, não acrescentam valor à base tributária”, sustentou.