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Psicólogos assistem crianças desfavorecidas no kilamba

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Um grupo de jovens de  psicólogos, existentes a três anos,       composto por 25 elementos, entre psicólogos clinico e criminal,  que criaram   o projeto solidário ” Psicologia na banda “ que  presta  assistência de saúde mental as crianças desfavorecidas  na tenda do kilamba, onde funciona neste momento uma cozinha comunitária.

Há mais de um mês que este grupo de jovens profissionais de saúde,  presta assistência psicológica as crianças com idades compreendidas entre os  5 aos 17 anos, o projecto também trabalha na luta  e combate contra á  violência doméstica,  abuso sexual, e todos aspetos ligados á saúde mental e a desenvolver afetos cognitivas emocionais das crianças que se encontram na tenda.

Gelson Daniel, psicólogo e coordenado do grupo,  diz  que a principal finalidade neste período de confinamento é  ajudar psicologicamente as pessoas que não têm condições financeiras de procurar um psicólogo, e outras áreas do saber inexistente nas comunidades.  

O projeto solidário ” Psicologia na banda “ decidiu  abraçar essa causa por constatar que varias crianças e idosos batiam constantemente as portas dos moradores da centralidade, pedindo alimentação, e desta maneira sentiram a necessidade de orientá-los.

Para realização deste trabalho, o grupo geralmente elabora um inquérito, onde a cada fim-de-semana assiste mais de duzentas crianças, das quais  o maior número de atendimento tem sido do sexo feminino.

Os jovens apelam aos pais, que prestem maior atenção  as  crianças,  uma vez que o maior número de casos tem sido os  de abuso sexual a menores, esta é uma realidade vivenciada  por eles.

Marinela António

Uso obrigatório de máscara nos táxis

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Taxistas exigem a utilização de máscara aos passageiros devido os números de casos têm aumentado consideravelmente a cada dia que passa.

   O uso obrigatório das máscaras serve para todos e é de Lei segundo o decreto presidencial, porque estando os taxistas exposto na rua todos os dias acabam colocando as suas próprias vidas, dos passageiros e dos seus familiares em risco, para os taxistas é proibido fazer uma viagem com passageiros desprotegidos, porque se não cumprirem com essas medidas também podem ter problemas com os  policias de trânsito,  são multados por não cumprirem  com as medidas obrigatórias.

Na via Golfe 2 kilamba, não tem sido fácil a relação entre taxistas e passageiros, por que  os passageiros  são  muitos  desobedientes, aceitam usar as máscaras antes de subirem no táxi,  postos  dentro do táxi começa a desobediência  por parte   dos passageiros,  uma vez que os taxistas   também sensibilizam diariamente aos passageiros ao  uso da máscara de forma correta,  muitos deles  encaram como faltas de respeito a chamada de atenção dos cobradores,  por serem  adultos criam um ambiente não muito agradável no  decorrer na viagem.

Os passageiros do kilamba não têm dado problemas não há reclamações de queixas estão sempre protegidas levando consigo a máscara e álcool gel, visto que até as empregadas domésticas têm mostrado que estão bem informadas sobre os cuidados que obrigam o distanciamento físico e social.

 O taxista Manuel Segunda, diz que não tem sido uma tarefa fácil lidar com os Passageiros, muitos tiram as máscaras para fazerem refeições e falarem ao telefone no interior dos táxis, esta é uma realidade que constatamos.

A outra situação que muito ocorre, é a de muitas mães estão devidamente protegidas mas as crianças completamente desprotegidas. Quando são chamadas atenção, dizem sempre que é uma criança e que o cobrador tem de deixar passar por ser um ser indefeso, quando lhes pedem para descerem, os passageiros revoltam-se contra o taxista.

Os taxista precisam também da colaboração de todos passageiros para juntos vencermos esse vírus que assola Angola e  o mundo.

UMA NORMA COM EXCEPÇÃO AO DESCONHECIDO

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Uma verdade que o mundo gostava que fosse mentira, as pessoas independentemente da sua cultura e identidade não sabem como viver os próximos dias. Ninguém sabe se na circunferência desse todo embaraço haja alguém que pense diferente quanto ao seu modo de vida para além de comer, beber e dormir, pedir a Deus que nos acuda, ou implorar que as suas misericórdias alcancem-nos todos os santos dias de forma urgente. Esta práctica pode ser a forma mais acertada para maioria.

Tantas expectativas deitadas ao lixo, tantas situações vistas como uma mistura de tintas reservadas para colorir o futuro, mas que atendendo a nebulosidade dos dias agitados que correm são travados na hora da sua belíssima composição. Um facto cheio de enredo, parece um clima de sol intenso no meio de uma nuvem carregada de infortúnio.

 Agora tem sido assim, uma vida fechada numa gruta de novidades, parece noite bruta e infinita. Um círculo de indagações implorando equilíbrio na forma de ser, de estar e de fazer do ser humano, numa instância em que devia-se no entanto arremessar a visão ao cume da preparação das autarquias em seguida as eleições. Mas o terror invisível e inimigo universal atraiçoou-nos sem pelo menos dizer-nos que medidas tomar no céu procedente, mas que atendendo as necessidades do ser humano há apenas uma única razão para se perceber o seu percurso rotulado pelas normas. 

A norma é uma palavra originária do latim que significa”esquadro” definida como regra que deve ser respeitada, permite ajustar toda e qualquer conduta do ser humano na sociedade. Todavia, é a maneira eficaz para se viver em comunidade, num lugar onde vivem pessoas com distintos hábitos e costumes mas que se agrupam para definir os ideais do indivíduo ou da colectividade.  

Neste contexto, é importante criar outro plano de vida, deixar para traz a forma costumeira, preferir mudança comportamental que nos leva andar concludentemente a exercer e desenvolver novas formas de vivências, numa fase que a realidade nos chama a razão para encarar novos tempos, perceber que o dinheiro ou riqueza nem sempre é capaz de acrescer alguma coisa, ou capaz de disciplinar homem algum. Uma norma que favoreça toda a humanidade, se possível for até outros seres que não contenham o juízo para julgar alguém, ou ser de sua espécie, uma norma que não esteja a favor de alguns e julgamento os outros. Deve ser proeminente para todo e qualquer estado democrático de direito por ser o órgão que garante o respeito pelos direitos humanos através de regulamento jurídico. O que significa que ninguém está acima da lei.

Contudo, a norma é o espelho de um País, é nela onde se reflecte a sua história, onde a sua estrutura é vista e analisada desde a base, onde toda e qualquer política deve ser medida no início da sua fundamentação e na sua prossecução. Porém uma norma com excepção ao desconhecido.

Covid-19: Angolano morre em Lisboa

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Mais um angolano, que se encontrava em Portugal ao abrigo da Junta Médica, morreu, no sábado, em Lisboa, vítima de Covid-19.

De acordo com as autoridades sanitárias portuguesas, com essa vítima, sobe para quatro o número de angolanos que perderam a vida devido a pandemia neste país.

Existem, até agora, 70 casos de Covid-19 entre a comunidade angolana em Portugal.

Destes, 36 continuam activos, entre os quais 19 residentes, onze não residentes e seis da Junta Médica.

Há ainda o registo de 30 pessoas recuperadas e 4 óbitos.

FONTE: ANGOP

Messi e Ronaldo na mesma equipa?

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A ‘vecchia signora’ pretende diminuir a massa salarial do plantel.

Depois do Real Madrid, Cristiano Ronaldo pode voltar a Espanha, mas desta vez mais para o norte…

De acordo com o jornalista espanhol Guillem Balague, em declarações à BBC Radio 5, a ‘vecchia signora’ quer aliviar a massa salarial do seu plantel e a saída do português muito ajudaria nesse alivio. Desse modo a ‘Juve’ já ‘ofereceu’ o capitão da Seleção Nacional a vários clubes, incluindo ao Barcelona.

“A Juventus quer ver-se livre ao salário dele. É tão drástico quanto isso. Ele foi oferecido a vários clubes, incluindo ao Barcelona. Não sei se vão conseguir ver-se livres dele tão facilmente, com o dinheiro que ele recebe: 23 milhões de euros. (…) Quem vai pagar esses valores?”, disse Balague.

Messi e Ronaldo na mesma equipa? Resta esperar para ver o que este agitado mercado vai trazer.

Fonte:SAPO

Morreu músico Carlos Burity

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Morreu, nesta quarta-feira, numa unidade sanitária de Luanda, vítima de doença, o músico angolano Carlos Burity.

O autor de temas como Malalanza”, “Tia Joaquina”, “Tona Cashi”, “Manazinha” e “Mucangiami”, morreu na Clínica Girassol.

Segundo o agente do artista, Maló Jaime, o músico deu entrada no Banco de Urgência, já em estada grave, onde acabou por morrer.

Biografia

Carlos Fernandes Burity Gaspar se iniciou na música em 1968 e gravou, em 1974, sucessos como ” Ixi Iami” e “Recado”.

Natural de Luanda, cidade onde nasceu em 1952, Burity integrou, em 1968, a formação pop–rock “Cinco mais um”, com Catarino Bárber e José Agostinho, o último do Duo “Missosso, com Filipe Mukenga.

Em 1974 grava, com o Grupo Semba, uma selecção de músicos angolanos que ficou na história da Música Popular Angolana, o seu primeiro single, que inclui os temas “Ixi Iami” e “Recado”.

Neste mesmo ano divide o palco com David Zé e Artur Nunes, num grande espectáculo realizado na Cidadela Desportiva de Luanda, promovido pelo empresário Palma Fernandes e Ambrósio de Lemos Pereira Gama (ALPEGA).

O single “Inveja” e “Memória de Nelito” surge no mercado em 1975, enquanto o disco “Especulador”, um tema de pendor satírico que marca a entrada de Carlos Burity no universo da música de intervenção, e a canção “Desaparecimento de Moreno”, gravada com o agrupamento os Kiezos, surgem em 1976.

Em 1983, Burity junta-se ao “Canto Livre de Angola”, um projecto do cantor brasileiro Martinho da Vila e do empresário Fernando Faro, que levou ao Brasil nomes como Filipe Mukenga, André Mingas, Dina Santos, Pedrito, Elias dia Kimuezo, Rebita do Mestre Geraldo, Mamukueno e Joy Artur, acompanhados pelo agrupamento Semba Tropical, e participa, integrado no mesmo projecto, na gravação do LP “Semba Tropical in London”, interpretando, com assinalável, sucesso, os temas “Mon’ami” e “Tona kaxi”.

O álbum “Carolina” surge em 1991, com os temas “Uabite Boba”, Maria “Alukaze”, “Narciso” (de Mamukueno), “Carolina”, “Monami”, “Adeus” (Filipe Zau) e Kilundo (Filipe Mukenga).

Em 1994 surge com “Angolaritmo “, que aparece sob a forma de CD em 1994, pela editora VIDISCO, com o título “Ilha de Luanda”.

Carlos Burity tem ainda publicados os álbuns “Wanga”, “Ginginda”, “Massemba”, “Zuela o Kidi”, “Paxi Iami” e “Malalanza”.

Incumprimento das Normas do Estado de Calamidade Pública

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À nossa equipa de repórteres, andou hoje pelas ruas de Luanda, onde alguns cidadãos pronunciaram várias opiniões sobre o tema “ Incumprimento das normas do estado de calamidade pública.


Por causa da covid-19 os convívios familiares, tiveram de ser cancelados ou restritos por conta das medidas de prevenção implementadas pelo nosso governo, uma vez que os riscos de contaminação é cada vez maior, e os números de casos têm aumentado dia-a-dia.

É sabido que o Governo Angolano vem adoptando medidas necessárias para conter a propagação do novo corona vírus, dentre elas a declaração do primeiro estado de Emergência, decretado no passado dia 27 de Março de 2020, e agora o recém prorrogado Estado de calamidade pública, que se estende até o dia 08 de Setembro do corrente ano, que tem como base os direitos e obrigações para gerir a vida da população nesta fase crítica, infelizmente tem se registado um nível acentuado de incumprimento destas normas de carácter obrigatório, por parte da população, que na verdade são ou devem ser os maiores beneficiários destas medidas de prevenção.

A Srª Olga Barbosa Silva, exprimiu que “Tem havido a realização de eventos familiares em várias casas e apartamentos aqui no kilamba, e até nos espaço adjacentes aos edifícios, por conta disto, verifica-se de maneira inconsequente as aglomerações de pessoas, nestes casos, é comum verificarmos o uso de máscara em algumas pessoas, porém há quem não respeita às medidas de biossegurança nem tão pouco ao distanciamento físico que é exigido, e tantas outras situações que em nada ajudam na contenção do vírus”.

A dona Cleide Mateus confessou-nos que comemorou o seu casamento com apenas dez membros da família, ” Cumprimos com as medidas exigidas pelo Ministério da saúde, inclusive, tivemos que utilizar a plataforma Zoom Meeting para que os outros familiares pudessem acompanhar a cerimónia por vídeo conferência, confesso que foi um momento muito lindo, gostaria que todos se fizessem presentes, ainda assim,mesmo distante senti a felicidade dos meus familiares”.

A recém casada apela a todos a cumprirem com as medidas recomendada, pois, este incumprimento das normas do decreto presidencial tem resultado na detenção de vários cidadãos e desde então as forças de defesas e segurança tem vindo a desenvolver uma intensa actividade de sensibilização, vigilância e fiscalização para garantir o cumprimento das medidas de biossegurança e manter a população saudável.

Nos dia de hoje, o incumprimento que mais se verifica é o uso incorreto da máscara, que dá direito a uma multa entre cinco e dez mil kwanzas, realização de encontros em casas de parentes com mais de 15 pessoas, até antes da prorrogação do Estado de Calamidade, uma outra situação que se constatava, era o não cumprimento do horário de encerramento dos restaurantes, o decreto orientava o encerramento as 16 horas, mas clandestinamente muitos iam mesmo até as 20 horas de maneira camuflada, felizmente o o Governo alterou esta medida e agora os restaurantes passam a encerrar as 21 horas, para o bem dos empresários deste ramo.

Mas nas ruas, continuamos a constatar senhoras a vender em dias e horários não autorizados. o mercado do kikolo é o mau exemplo deste incumprimento.

Pelo Kilamba temos assistido o reduzir de zungueiras que se afixavam nas paragens de táxi, fruto de um trabalho que a fiscalização desta cidade tem estado a realizar e fala-se na criação de um mercado mesmo no kilamba, para encaminhar todas estas senhoras, a nossa equipa ainda não sabe exactamente em que local será, mas sabe-se que o espaço já está identificado, segundo uma fonte da administração, que garante também que no mesmo mercado serão criadas as condições mínimas de biossegurança.

Por Marinela António (Estagiária)

Negociação entre TikTok e Microsoft pode ser ‘manobra de diversão’

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O processo judicial pode ser apresentado esta terça-feira, dia 11.

Aameaça de o TikTok vir a ser bloqueado nos EUA fez com que a empresa mostrasse disponibilidade para negociar com potenciais compradores como a Microsoft e o Twitter. Porém, uma publicação chinesa dá conta que estas negociações podem apenas ser ‘manobras de diversão’.

Diz o South China Morning Post (SCMP) que é improvável que as negociações entre a ByteDance (detentora do TikTok) e a Microsoft/Twitter cheguem a uma conclusão, apontando que a empresa está a preparar terreno para processar a administração Trump. Isto porque, de acordo com fontes da publicação, a oferta inicial da Microsoft equivalia a “roubar o dono de uma casa a arder”.

O SCMP não é a primeira publicação a dar conta desta possibilidade, circulando rumores de que o processo pode ser apresentado esta terça-feira, dia 11.

Não obstante, a ordem executiva assinada pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, refere que a aquisição deve ser negociada até ao dia 15 de setembro, pelo que a ByteDance ainda tem tempo para evitar o bloqueio do TikTok.

Fonte:NAM

O MUNDO EM PÂNICO E A HUMANIDADE EM GRITANTE DEVANEIO

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Foi exactamente neste período (MMXX) no ano bissexto do século XXI que surgiu no mundo a doença respiratória aguda causada pelo corona vírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS.COV-2), identificada pela primeira vez em Wuhan na província de Hubel, República Popular da China dia 01 de Dezembro de 2019. Apesar de algumas contrariedades, alguns estudiosos afirmam surgir de vírus produzido no laboratório, outras informações atestam ser originária de frutos do mar de Huanan lugar onde praticava-se a venda de animais vivos. Facto espalhado pelo mundo inteiro e tem mexido com a natureza em geral, um ataque sistémico que um pequeno vírus tem causado contra a humanidade levando milhares à morte.

A morte que se refere aqui é na verdade vista em distintos âmbitos. Os que de todas as formas afectam a humanidade, quer social, económico e psicológico causado pelo isolamento social.

 No sector social a manifestação do repúdio ao isolamento é o caminho ou via para o cumprimento das normas de prevenção face ao problema que o mundo vive, causando no entanto transtorno a saúde mental pelo facto de não se poder responder a habitual euforia do nosso quotidiano que o povo acostumou-se mesmo na bola de funge e molho de cebola sem peixe em pequenos e grandes grupos no seio familiar ou da vizinhança, e na ausência dessa e de outras actividades que o fazia viver surge neles sintomas de sofrimento psíquico concernente ao stress, a depressão a ansiedade e tantos outros problemas de saúde.

Quanto ao económico, é o facto do ser humano como parte da sociedade ter capacidade na medida do seu crescimento acertar sua vida, influenciar com a sua atitude no sentido de contribuir positivamente, ter ideias assertivas que culminam no bom nome da sociedade, ser paradigma para alguém ou o seu próximo, somar cada vez mais no intuito de poder ver a terra que o viu nascer brilhar. Sendo que no âmbito psicológico, a saúde mental é a condição sine qua nom para dar resposta as situações sociais, é primordial para a humanidade.

No campo de acção psicológica, enfrenta-se uma série excessiva de informações que em vez de melhorar a saúde acelera o avanço de doenças comportamentais e psicológicas. Assim sendo, há uma proliferação de estado de pânico social de forma global desencadeando medo e terror que suspeita-se durar por muito tempo e causar transtornos de stress pós traumático, sintomas psicóticos, depressão e por último o suicídio.

Todavia, a saúde mental leva o mundo inteiro (a humanidade) para fora a realizar de forma voluntária as suas habilidades, emocionar-se, interagir com outras pessoas, poder lidar com situações divergentes da vida, trabalhar produtivamente, etc.

Porém, a saúde mental é importante nessa fase da pandemia para ultrapassarmos não somente o isolamento social, mas também todos outros problemas que podem advir desse fenómeno. Por isso aconselha-se as pessoas em estado de vulnerabilidade (pessoas de risco) devem ter acompanhamento dos especialistas, o governo deve também criar para além de programas de segurança, programas de intervenções psicoterapêutica adaptáveis a realidade da pandemia no sentido de se abrandar o facto que é um terço das preocupações deste povo num país subdesenvolvido que para se alcançar o pão é necessário sunguilar primeiro que a madrugada, marcar primeiramente a presença de uma longa bicha com os olhos amarrados ao vento que negro que muitas vezes sopra a tempestade da chuva da noite sangrenta (tempo escuro que parece sem esperança).  

Um período bravo, uma realidade imprecisa quase sem vida, agora é a hora da humanidade ir esconder-se, enquanto outros seres da natureza possam espreitar o mundo fora, dialogar com o nosso silêncio, ocupar também nossos discursos do tempo de vaidade em que todos desfilavam ao palco de quem é mais importante que o outro. Agora é a vez da própria vida indicar o animal que deve desfrutar depois de tanto tempo encarcerado na boca dos homens. Agora é o momento da humanidade deixar que a terra brinde uma vez mais com autonomia de mudar o percurso da história do coronavírus em todo mundo. É a hora de sermos uma humanidade forte cheia de luz e destemida.