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Joana Lina varreu as ruas do Kilamba

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Sob o lema Mona Luanda, aconteceu hoje uma mega campanha de limpeza na cidade de Luanda, e o Distrito Urbano do Kilamba, não ficou de fora nesta iniciativa e foram vários actores da sociedade local que participaram hoje 15.02.21 na campanha de limpeza em todos os quarteirões da centralidade.A actividade contou com a participação da Governadora da Província de Luanda Joana Lina Ramos Baptista Cândido, Administrador Municipal de Belas Miguel da Silva de Almeida e o Administrador Distrital Murtala Marta, os responsáveis arregaçaram as mangas, pegaram nas vassouras e varreram as ruas do quarteirão V.A Governadora de Luanda, ouviu na voz de Nuno Cruz, presidente da associação Nação Verde toda experiência que a sua associação está a desenvolver na cidade do Kilamba que passa pela instalação de ecopontos, para a recolha selectiva dos resíduos prática que já tem gerado fonte de rendimento aos catadores de resíduos reaproveitados. A governadora louvou a iniciativa e promoteu apoiar no que for possível á Associação.

Fonte: Facebook Adminitração do Kilamba

Petrolíferos já em Conakry para defrontar o Horoya

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Petro de Luanda sagra-se campeão da 1ª edição do torneio Trumunu fora de época

A comitiva do Petro de Luanda que embarcou ontem, de Angola para Guiné-Conacri, a fim de realizar a partida da primeira jornada da fase de grupo da Liga dos campeões africanos frente ao Horoya, equipa local, já se encontra na cidade capital da Guiné Conacri. Lidera pelo presidente Tomás Faría e o vogal Elias Torres, a delegação foi submetida aos testes a covid-19 no aeroporto internacional de “Gbessia”.

A partida será realizada neste sábado, 13 de fevereiro, no estádio General Lansana Conté por volta das 17h00 locais de Angola.

Standard Angola quer posição de Carlos São Vicente

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O Banco Standard está interessado em adquirir a posição do empresário angolano Carlos São Vicente na operação financeira de Angola, que está nas mãos do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE).

De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, o presidente executivo do sul-africano Banco Standard, David-Borha, lembrou o aumento do envolvimento no Quénia e na Nigéria nos últimos dois anos e disse que “se a oportunidade surgir em Angola, será feito o mesmo”.

Em causa está a antiga participação de Carlos São Vicente na estrutura acionista do Banco Standard Angola, na qual o empresário, através da AAA Ativos, detinha 49%, que passou para o IGAPE depois de ter sido detido e acusado de fraude financeira.

O aumento da participação acionista para a totalidade dos ativos detidos por estrangeiros não era possível quando o banco abriu a filial em Angola, em 2010, mas desde então esta regra foi abolida para algumas indústrias, entre as quais a financeira, lembra a Bloomberg.

A operação em Angola é uma das seis que mais contribui para os lucros operacionais do Standard Bank no continente africano, onde está em 20 países.

Na conversa com a Bloomberg, David-Borha disse que o banco quer expandir as atividades na região que o Fundo Monetário Internacional estima que saia da recessão do ano passado e cresça cerca de 3,2% este ano.

A privatização de algumas empresas públicas na Etiópia e os investimentos no gás natural em Moçambique são algumas das razões para o banco querer aumentar o envolvimento nestes dois países, acrescentou o banqueiro, salientando a ajuda que deu aos países e às empresas na angariação de 2 mil milhões de dólares, cerca de 1,6 mil milhões de euros, no Reino Unido nos últimos dois anos.

O empresário luso-angolano Carlos São Vicente está detido desde setembro, em Luanda, por suspeitas de corrupção, tendo a prisão preventiva sido prolongada, segundo um despacho de 20 de janeiro da PGR por mais dois meses.

Carlos São Vicente está também a ser investigado na Suíça por suspeita de branqueamento de capitais.

O despacho que determinou a prisão preventiva do empresário angolano Carlos São Vicente refere que este levou a cabo “um esquema ilegal” que lesou a petrolífera estatal Sonangol em mais de 900 milhões de dólares (cerca de 763,6 milhões de euros).

De acordo com o despacho a que a Lusa teve acesso na altura, o empresário angolano, que entre 2000 e 2016 desempenhou, em simultâneo, as funções de diretor de gestão de riscos da Sonangol e de presidente do conselho de administração da companhia AAA Seguros, sociedade em que a petrolífera angolana era inicialmente única acionista, terá levado a cabo naquele período “um esquema de apropriação ilegal de participações sociais” da seguradora e de “rendimento e lucros produzidos pelo sistema” de seguros e resseguros no setor petrolífero em Angola, graças ao monopólio da companhia.

A AAA Ativos tinha até setembro do ano passado uma posição minoritária de 49% no Standard Bank Angola, onde o empresário era administrador não executivo.

“Rainha da droga”, detida em Luanda

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Ela e esposo coordenavam uma rede que traficava cocaína entre Brasil, Angola e Namíbia

As autoridades angolanas anunciaram nesta quarta-feira, 10, a detenção da “rainha da droga”, por suspeita de dirigir uma rede de tráfico de cocaína entre Brasil, Angola e Namíbia.

De 40 anos de idade, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) acredita que ela é a pessoa que “presumivelmente mais droga introduziu no território angolano e namibiano”.

Junto com a “rainha da droga”, foi detido o esposo, natural da Nigéria e apontado como cúmplice dela.

“A detenção do casal ocorre na sequência das investigações em curso, que culminaram com a detenção de oito funcionários da Ghassist e mais um indivíduo, que por meio de um esquema devidamente delineado, facilitava a introdução das drogas no interior das aeronaves provenientes do Brasil”, confirmou o porta-voz do SIC,

Manuel Halaiwa explicou que, com o apoio dos trabalhadores daquela empresa de serviço em terra a aviões, a droga era introduzida nos aparelhos da TAAG, no Brasil, particularmente em São Paulo, e retirada no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda.

Com fortes ligações a diferentes fontes, a partir da casa no Cazenga, em Luanda, “o casal tem sido citado de forma recorrente como aliciadores e recetores da droga retiradas do interior das aeronaves”, de acordo com Halaiwa.

A “rainha da droga”, cujo nome não foi revelado, nem do esposo, tem “dois processos-crime registados em 2014 e 2015”.

Recorde-se que 11 pessoas já foram detidas em relação à actuação dessa rede.

Detidos ladrões de cabos eléctricos do Kilamba

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A Polícia Nacional, deteve 14 elementos de  um grupo que se dedicava à vandalização de locomotivas e roubo de metais, cabos eléctricos, cabines eléctricas, condutas de água, componentes de autocarros públicos e locomotivas dos CFL em diversos pontos da cidade de Luanda, o cabecilha do grupo está foragido, avançou o porta-voz do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional, inspector-chefe Nestor Goubel.

Os assaltantes foram detidos no âmbito de uma operação denominada “Domínio P”, que teve início no dia 27 de Janeiro deste ano, com o objectivo de recuperar os bens vandalizados na via pública, bem como deter todos os elementos afectos a este grupo criminoso. o cabecilha do grupo está foragido “Está operação começou no dia 27 de Janeiro e vai continuar. Não tem uma data para terminar, tem um caracter permanente porque visa combater e esclarecer todos os crimes que vem acontecendo por toda a cidade de Luanda de vandalização dos bens públicos”, afirmou o oficial.

Nestor Goubel salientou que durante a operação a Polícia Nacional apreendeu um camião que servia de apoio de transporte de travessas de linhas férreas, bem como a recuperação de 280 travessas.

“Nesta operação foi possível esclarecer o crime de vandalismo do posto de transformação de energia eléctrica da centralidade do Kilamba. E também o, esclarecimentos de roubo de tampas de sarjetas na via pública… eles (os marginais) vendem as tampas de sarjetas por 15 mil Kwanzas em certos revendedores clandestinos”, afirmou.

Fonte: NJ

Aumente as suas vendas com o KilambaNews

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O portal de notícias KilambaNews, é a montra perfeita para os empresários mostrarem os seus negócios aos moradores do Kilamba, e arredores que actualmente são mais de 20 mil, na sua maioria jovens com idade activa e poder de compra. O público alvo ideal para o aumento das suas vendas.

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Vinhos da Africa do Sul degustados em Luanda

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A Wines of South Africa traduzido em portugues Vinhos da Africa do Sul , empresa

responsável pela promoção de exportação de vinhos sul-africanos, realizou no dia 02 de Fevereiro 2021 uma prova de vinhos da Africa do Sul . A prova teve inicio

as 18H00 e terminou ás 21h00 com uma lotação mínima de 35 pessoas devido a  COVID

19.

Desta vez  o restaurante escolhido foi o Infinitus Gastrobar que serviu petiscos

composto por bruschettas queijo e presunto, asinhas agridoce mel & linhanca, asinhas de

frango picante , tiras de choco frito que  harmozinaram com os vinhos .

Nas boas vindas os amantes de vinhos foram brindados com um refrescante JC Le Roux

La  Fleurette Rose espumante  , tambem estiveram  a disposição para prova os vinhos

Nederburg 56 Hundred Chenin Branco 2013 , ouse of Mandela Cabernet Sauvignon 2016 ,

House of mamdela Siraz 2016 , Nederburg Winemasters Sauvignon blanc 2019  ;House of

mandela Merlot, House of Mandela Pinotage Chenin Blanc 2017, Protea Chenin Blanc

2019,   sem esquecer o coleção real  Bayede (vinho e marca do rei dos Zulus ).

Essas atividades fazem parte de uma visão coletiva da Vinhos da Africa do Sul para

aumentar a divulgação no mercado angolano e ja fazem parte da agenda cultural da

capital Luanda ha 9 anos .

Angola e um dos  mercado prioritarios para Vinhos da Africa

do Sul . Para alem de oferecer uma experiência inesquecível aos amantes de vinho , o

nosso  objectivo e de continuar a colocar a disposição do mercado Angolano o que a

Africa do sul tem para oferecer no mundo dos vinhos ,criar relações  proximas quer seja

com profissionais e consumidores locais, como  importadores.

FONTE: ARTM LDA

PornHub intimado a explicar conteúdos de pornografia infantil e violações

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Os responsáveis pela plataforma de conteúdos pornográficos PornHub não conseguiram responder às questões dos deputados canadianos sobre a razão pela qual foi distribuída pornografia infantil e conteúdos de violações naquele ‘site’, e sobre o atraso na retirada destes conteúdos.

Odirigente do grupo responsável por esta e outras plataformas pornográficas, Feras Antoon, e o diretor de operações, David Tassillo, assim como o vice-presidente da empresa, Corey Urman, estiveram na sexta-feira e responder às questões dos parlamentares do Canadá sobre as acusações lançadas em dezembro pelo The New York Times.

Apesar de se autointitularem líderes éticos do setor, os responsáveis não conseguiram responder às questões-chave dos deputados, como, por exemplo, a razão pela qual várias mulheres acusam o ‘site’ de demorar meses a retirar fotografias e vídeos em que são violadas e torturadas. Uma das mulheres que apresentou uma denúncia contra a plataforma disse que tinha 13 anos nos conteúdos divulgados.

Durante a audição no parlamento canadiano, Feras Antoon disse que estava “devastado com o que aconteceu com as vítimas destes horrendos atos”.

“Este tipo de material não tem lugar na nossa plataforma e é contrário aos nossos valores e modelo empresarial”, completou o dirigente do grupo ao qual pertence o PornHub.

A MindGeek, uma empresa com cerca de 460 milhões de dólares (mais de 381 milhões de euros) anuais e registada legalmente no Luxemburgo, com filiais no Chipre e na Roménia, mas que tem a rede real em Montreal, no Canadá, e onde trabalham 1.000 dos cerca de 1.800 funcionários da empresa.

A polémica ‘estalou’ depois de um artigo publicado no The New York Times do jornalista norte-americano Nicholas Kristof — vencedor de dois Pulitzer -, que acusava a plataforma de estar “infetada com vídeos de violações”, de “violações infantis, pornografia de vingança”, de mulheres a serem espiadas enquanto tomavam banho, assim como conteúdos racistas e misóginos, entre outros conteúdos criminosos.

Depois da publicação do no diário norte-americano, as empresas de processamento de pagamentos e de cartões de crédito Visa e MasterCard anunciaram que deixaram de processar o pagamento nos ‘sites’ da MindGeek, apesar de esta proibição ter sido, entretanto, limitada apenas ao PornHub, deixando de fora as restantes plataformas do grupo que trabalham com atores pornográficos profissionais.

Depois desta decisão, o PornHub iniciou um processo maciço de retirada de milhões de vídeos e reformulou as medidas de segurança. O ‘site’ que tinha 13,5 milhões de conteúdos passou a ter três milhões.

Antoon e Tassillo declararam que a retirada de 10,5 milhões de vídeos da plataforma mostra “a evolução” do ‘site’ para garantir que apenas conteúdo legal é publicado pelos utilizadores.

Contudo, os deputados quiseram saber a razão pela qual os funcionários da empresa só retiraram os conteúdos criminosos depois da publicação do artigo no The New York Times e das ações das empresas de cartões de crédito. Neste caso, ambos foram incapazes de dar uma resposta coerente.

O responsável do grupo apenas respondeu que a presença de pornografia infantil na plataforma faz com que “percam dinheiro” e “arruína a marca” que estão a “construir há anos”.

O diretor de operações também não deu explicações concretas quando questionado sobre as declarações dadas minutos antes por Serena Fleites, que denunciou que um vídeo sexual seu quando tinha apenas 13 anos foi publicado na plataforma.

Fleites disse aos deputados que a permanência do vídeo em questão, apesar dos pedidos constantes da vítima para o retirar, fez com que fosse chantageada inúmeras vezes, provocando-lhe depressão e levando ao consumo de estupefacientes.

Quando finalmente foi retirado, o vídeo já tinha sido descarregado e partilhado inúmeras vezes.

Iphone 12 mini pode deixar de ser produzido

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DESDE QUE A APPLE LANÇOU O IPHONE 12 QUE TODAS AS INFORMAÇÕES APONTAM PARA UMA GRANDE POPULARIDADE DO MODELO PRO, APONTANDO AO MESMO TEMPO PARA VENDAS ABAIXO DAS EXPETATIVAS PARA O MODELO MINI. POIS BEM, PARECE QUE A TECNOLÓGICA DE CUPERTINO PODE VIR A DESCONTINUAR A PRODUÇÃO.

SEGUNDO UMA ANALISTA A PRODUÇÃO DO IPHONE 12 MINI PODE DIMINUIR NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2021. MAS AINDA PODEM SER ENCONTRADOS OS IPHONE´S 12 MINI NO MERCADO DURANTE ALGUM TEMPO.

Países subdesenvolvidos começam a comprar a vacina

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Alguns países mais pobres, alarmados ao ver os países ricos a receber milhões de vacinas COVID-19, decidiram não esperar pelas vacinas da Organização Mundial de Saúde e de outros grupos e, em vez disso, começaram a fechar seus próprios acordos de vacinas.

Juan Carlos Sikaffy, presidente do Conselho Empresarial Privado das Honduras, disse à Associated Press que o país “não pode esperar por processos burocráticos ou decisões equivocadas” para dar aos cidadãos “a paz de espírito” oferecida pela vacina COVID-19.

O Conselho Empresarial Privado das Honduras participou de um acordo de compra de vacinas para o país centro-americano oferecendo uma garantia bancária.

A Sérvia também foi para o mercado de vacinas, embora já tenha pago 4 milhões de euros ao programa COVAX da OMS, criado para distribuir as vacinas COVID de forma justa.

O presidente sérvio Aleksandar Vucic disse que mal podia esperar pela COVAX depois de ver os países ricos a comprar tantas dessas valiosas doses.