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Kilamba terá brevemente terminal rodoviário interprovincial

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O Ministro dos transportes Ricardo De Abreu, na presença da sua equipa, constatou na última quinta-feira o grau de execução das obras do Terminal Rodoviário Interprovincial e Urbano de passageiros do Kilamba que será inaugurado ainda este ano.

As obras que já se encontram em mais de noventa porcento de execução, quando estiver operacional será uma mais valia em termos de comodidade para os passageiros e será uma referência para o Distrito Urbano do Kilamba.

info@kilambanews.com

Trabalho Infantil afectou mais de 18 mil crianças no País entre 2020 e 2021

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Em menos de dois anos, 18.543 crianças foram vítimas de trabalho infantil em todo o País. Luanda, Bengo, Huíla Benguela, Huambo, Cabinda e as Lundas foram as províncias que tiveram mais casos. O

s dados são do INAC, que adianta que, só no primeiro semestre deste ano, recebeu mais de 500 denúncias de abuso sexual a crianças que não foram, no entanto, a julgamento, daí estar a trabalhar com tribunais para garantir que os processos sigam os trâmites legais.

O Instituto Nacional da Criança (INAC) registou, de Janeiro de 2020 a Dezembro de 2021, em todo o País, 18.543 casos de menores que foram vítimas de trabalho infantil, com maior incidência para o sector informal, que ficou com 75% dos casos detectados. Os dados foram revelados, em exclusivo ao Novo Jornal, pelo próprio director do INAC, Paulo Kalesi, que, apesar dos números, considera a situação da criança em Angola “estável”.

As províncias de Luanda, Bengo, Huíla, Benguela, Huambo, Cabinda e Lundas Norte e Sul são as que têm maior registo de casos de crianças envolvidas no trabalho infantil.

Paulo Kalesi encontra nas estatísticas do Instituto Nacional da Estatística (INE), que estima a projecção da população em Luanda em 8,2 milhões de habitantes, mantendo-se como a província mais populosa, representando 27,3% dos mais de 32 milhões de angolanos, a justificação para que a capital esteja no topo da lista.

“Na província de Luanda, encontramos crianças a serem exploradas na venda ambulante, transporte de mercadorias e lavagem de carros, ao passo que em outras províncias, como Huíla, Namibe e Bengo, temos crianças a trabalhar nas fazendas e na exploração de inertes”, diz o responsável, antes de esclarecer que, no litoral, o trabalho infantil está ligado ao ramo das pescas, ao passo que, nas províncias fronteiriças, as crianças são exploradas em mercados.

Caso Lussaty: Julgamento começa a 28 de junho

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O julgamento do chamado caso Lussaty, que envolve 49 arguidos, vai começar no dia 28 de junho. A decisão foi tomada pelo Tribunal da Comarca de Luanda e já foi comunicada a todas partes interessadas.
Atendendo ao elevado número de réus e dos seus mandatários judiciais, assim como das testemunhas arroladas para este processo, o tribunal decidiu realizar o julgamento no Centro de Congressos de Talatona.
O major Lussaty é identificado como o cérebro de um esquema fraudulento que lesou o Estado angolano em mais de 55 milhões de euros. Os arguidos, caso se confirmem os crimes, enfrentam penas de prisão que poderão ir dos 15 aos 20 anos.
As primeiras testemunhas começarão a ser ouvidas a 18 de julho, naquilo que será uma longa maratona cuja conclusão está prevista para 12 de agosto.
Pedro Lussaty e os outros 48 arguidos são acusados da prática de 13 crimes, entre os quais peculato, associação criminosa de forma continuada, recebimento indevido de vantagens, abuso de poder e participação económica em negócio.
O major Lussaty, ligado à Casa de Segurança do Presidente da República de Angola, está detido desde junho passado no âmbito da “Operação Caranguejo”, depois de ter sido encontrado na posse de milhões de dólares, euros e kwanzas guardados em malas, caixotes e viaturas.

Novo desvio de trânsito na UGP

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O Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território vem pelo presente informar que no âmbito da execução da obra de Reformulação do Nó de Ligação Samba/ Avenida Pedro de Castro Van – Duném “Loy”, procederá alterações ao trânsito junto ao local de execução da mesma, a partir das 06h00 do dia 12/06/2022 até ás 24h00 do dia 15/06/2022.

Serão executados durante o referido período, os seguintes trabalhos:

Abertura de Vala com 6m de Profundidade para Execução da Rede de Drenagem Pluvial.

A alteração traduz-se em desvio de trânsito e implicará o fechamento do mesmo no sentido Golf II – Benfica na Avenida Pedro Castro Van – Duném “Loy” e Samba – Benfica e terá duas alternativas, que são:

1 – Trânsito no sentido Golfe II – Benfica:Desvio no retorno da Max, acedendo assim a rua da Vanan, passando por Talatona.

2 – Trânsito no sentido Samba – Benfica: Desvio pela rua de acesso ao Futungo.

Pede-se a compreensão de todos e desculpas pelos transtornos que se espera venham a ser breves.

Moradores do Kilamba divergem sobre preços da cesta básica

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Se para uns, a redução do preço da cesta básica cria alguma oportunidade de poupança. Outros dizem que a realidade é “totalmente diferente”.A equipa de reportagem do KilambaNews saiu à rua nesta terça-feira,7, para ouvir dos cidadãos sobre que posição têm a respeito dos preços da cesta básica praticados nos diversos estabelecimentos comerciais e notou que os cidadãos têm opiniões diferentes.

A lista da cesta básica inclui arroz, feijão, caixa de frango, óleo, massa, além dos outros produtos inerentes ao consumo diário.

Sandra Pinto, 38 anos, moradora do projecto habitacional do KK 5000, falou ao KN que os preços praticados nas lojas comercias da região correspondem as expectativas e têm ajudado “a poupar o meu dinheiro”.

“Houve uma baixa considerável entre Maio e Junho, para mim, isso ajuda a poupar o meu salário e não só. Antes os preços eram praticados de forma exagerada, mas agora quase tudo está ao nível dos nossos bolsos. Por exemplo, o saco de arroz custava 15 mil kwanzas, mas hoje há armazém que o saco custa seis mil a sete mil”, disse a consumidora.

A mesma ideia é partilha pelo Miguel João, morador do Kilamba, que referiu na altura da reportagem que o actual preço da cesta básica permite poupar mais e comprar o essencial.“Antes queixava-me dos preços, mas agora não. Penso que os preços aqui fixados condizem para todos os bolsos. Estou satisfeito com o que vejo aqui. Já consigo meter em casa duas caixas de frango e dois sacos de arroz”, aplaudiu o morador

Já com opinião diferente, Augusto Manuel Paixão, 56 anos, segurança privado, sublinhou que a redução do preço trouxe impacto positivo, mas “só para quem ganha bom dinheiro”. Ele afirma que ganha 25 mil kwanzas, pelo que a redução do preço não lhe ajuda para fazer compras.

“O meu salário são 25 mil kwanzas. Para mim, que ganho esse valor, ainda não satisfaz a minha necessidade. Para eu saber que baixou tem que ser um valor que o meu salário pode chegar para comprar particularmente arroz, óleo. Devo reconhecer que baixou sim, mas para mim não me faz nada. No meu salário ainda pago propinas, táxi, gás e roupas para as crianças. Para quem ganha muito, o preço baixou diferente de quem ganha pouco”, lamentou Augusto Paixão.

Acrescentou que “num mês compro apenas um saco de arroz e o resto já não compro”.

Margarida Gomes, vendedora num dos bairros do kilamba, disse que com o que ganha não lhe permite fazer comprar para casa.

“Não critico ninguém por ganhar muito dinheiro. Mas, meu irmão, eu não vejo aqui redução dos preços nenhum. Para mim, é como se tivesse a comprar o arroz e outros produtos a cem mil kwanzas. Não vejo nenhuma diferença” explicou ao KilambaNews

Via expressa encerrada parcialmente para obras de manuteção

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ENCERRAMENTO PARCIAL DO TRÂNSITO RODOVIÁRIO NO PERÍODO NOTURNO EM TODA A EXTENSÃO DA AVENIDA FIDEL CASTRO RUIZ – VIA EXPRESSA, DE 02 DE JUNHO À 12 DE JULHO, PARA TRABALHOS DE SINALIZAÇÃO, POR UM PERÍODO DE 40 DIAS.

Para realização da melhoria da sinalização em toda extensão da Avenida Fidel Castro Ruiz “VIA EXPRESSA”, sentido Cabolombo/Cacuaco, à favor do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território, através do Instituto Nacional de Estradas de Angola, a Administração Municipal de Viana comunica aos munícipes de Viana e à população em geral, que para a execução deste trabalho, estará encerrado parcialmente o trânsito rodoviário, em toda a extensão da Avenida Fidel Castro Ruiz “VIA EXPRESSA”, sentido Cabolombo/Cacuaco, por um período de 40 dias, isto é, de 02 de Junho à 12 de Julho.

Assim sendo, os automobilistas que estiverem a trafegar ao longo da Avenida Fidel de Castro Ruiz (Via Expressa), sentido ascendente e descendente, isto é, Benfica/Cacua co e Vice-Versa, deverão obedecer a sinalização provisória instalada neste perímetro enquanto decorrer a actividade.

Desde já, apelamos o bom senso e a colaboração de todos os munícipes, automobilistas e transeuntes que habitualmente utilizam o referido percurso.

MINFIN paga aos partidos os 80 milhões kz de que estavam à espera

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O Ministério das Finanças (MINFIN) já fez o pagamento de 802 milhões de kwanzas, divididos pelos dez de 11 partidos habilitados a concorrer às eleições gerais, isto porque o PDP-ANA não submeteu ainda as “coordenadas e peças para geração do pagamento no valor autorizado”.

A informação consta de um comunicado publicado no site oficial do MINFIN, onde se lê que com base na legalização de duas novas formações políticas – Partido Nacionalista para a Justiça em Angola (P-NJANGO) e Partido Humanista Angolano (PHA) – “está em curso um processo similar de dotação orçamental extraordinária, com base nos pressupostos enunciados”.

Este reforço de financiamento foi distribuído pelo MPLA, UNITA, FNLA, PRS, BD, APN, PPA, PALMA, PNSA e PADDA-AP, cabendo a cada um a quantia de 80,2 milhões kz.

Elon Musk: Teletrabalho é “fingir que se trabalha”

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O patrão da Tesla enviou um e-mail aos trabalhadores onde declara que “o trabalho remoto deixou de ser aceitável. Entretanto, os trabalhadores empresa na China não podem abandonar a fábrica e alguns têm até de dormir no chão das instalações.

OCEO da Tesla, Elon Musk, enviou um e-mail aos trabalhadores da empresa onde afirma que “o trabalho remoto deixou de ser aceitável”, adiantando que quem está descontente com a decisão pode abandonar a fabricante de automóveis.

“Qualquer pessoa que deseje fazer trabalho remoto deve estar no escritório para um mínimo de 40 horas semanais”, escreve Musk. “Se houver colaboradores particularmente excecionais para quem isto seja impossível, analisarei e aprovarei essas exceções diretamente”.

Confrontado com este e-mail através do Twitter, Musk afirmou que quem quiser ficar em teletrabalho “deve fingir que trabalha em outro lado”.

O patrão da Tesla fez questão de notar que estas 40 horas semanais dos trabalhadores dos escritórios da Tesla é “menos do que se pede aos trabalhadores das fábricas” da empresa, com a Bloomberg a notar que as condições destes trabalhadores são significativamente diferentes.

publicação norte-americana conta que os trabalhadores da fábrica da Tesla na China estão, neste momento, praticamente presos no local onde desempenham as suas funções em turnos de 12 horas, seis dias por semana.

Estes mesmos trabalhadores são transportados em veículos da empresa para dormitórios nas imediações da fábrica, com alguns deles a terem mesmo de dormir no chão das instalações. O objetivo de impedir que os trabalhadores se dirijam às próprias deve-se à intenção de prevenir que algum dos trabalhadores teste positivo à Covid-19, resultando num atraso de produção dos carros elétricos da marca.

Sabe-se que a Tesla deverá manter este sistema de trabalho até meio de junho.

MAT diz que não vai afixar listas dos cidadãos registados

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Numa altura em que os partidos políticos da oposição exigem a publicação das listas do registo oficioso, a direção nacional do Ministério da Administração do Território (MAT) para o registo eleitoral fez saber que não serão afixadas as listas dos cidadãos registados em Angola e no exterior, no âmbito das eleições gerais de agosto.

A garantia foi dada pelo Director Nacional do registo eleitoral oficioso, Fernando Manuel, que disse não haver necessidade de afixar as listas porque, no seu entender, “as pessoas não fazem consultas pelas listas”.

“Trabalhos feitos no passado mostraram-nos que a fixação das listas não nos traria nada de novo. Nós hoje até temos mais reclamações porque as pessoas fazem as suas consultas em casa, ou seja, por via do aplicativo do MAT ou mesmo a partir do número de telefone que está disponível”, sublinhou Fernando Manuel durante visita ao BUAP da centralidade do Kilamba.

Acrescentou ainda que os cidadãos podem se deslocar até ao BUAP da zona em que vivem para fazer a consulta dos dados de forma normal. “Se dessa consulta o cidadão notar que algo de  errado pode fazer a sua reclamação que poderá ser resolvida na hora”, garantiu.

Por último, lembrou que o cartão de munícipe não vai servir para votar, pelo que, segundo o mesmo, é um documento que visa apenas substituir o atestado de residência e que os documentos para o exercício de votos são apenas o Bilhete de identidade ou o cartão de eleitor.

Pais incentivam crianças a pedirem nas ruas do Kilamba

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As crianças pedintes na cidade do Kilamba, município de Belas em Luanda ,voltaram às ruas, depois de serem retiradas, em Janeiro de 2022, e encaminhadas aos centros de acolhimento.

Oriundas dos municípios de  Cacuaco, Kilamba Kiaxi, Viana e de alguns bairros periféricos, os meninos foram levados ,numa primeira fase, a uma propriedade dispensada  ,provisóriamente, por uma empresária do distrito, onde foram acomodados para depois contactar os familiares.

 Este trabalho foi feito no âmbito da campanha do Instituto Nacional da Criança (INAC) lançado ,em Janeiro de 2022, com o objectivo de retirar as crianças pedintes das ruas e proporcionar a inclusão das famílias vulneráveis em projectos sociais de combate à pobreza e reduzir os níveis de mendicidade nas ruas, utilizando crianças.

Em declarações ,hoje quarta-feira, à ANGOP a directora da Acção Social, Cultura e Desporto do Distrito Urbano do Kilamba, Aida da Silva, disse que os pais das 78 crianças recolhidas, só souberam do paradeiro dos filhos, através de campanhas de divulgação junto  das igrejas e nas redes sociais para que as mesmas fossem encontradas. 
Assegurou ter sido feito um trabalho exitoso porque registou-se uma redução de criança que deambulavam pelos quarteirões, nos contentores do lixo e a bater nas porta dos apartamentos.

Explica que a problemática dos  pequenos é fomentada pelos familiares que as instrumentalizam de maneira a mendigar, em pontos  bem definidos pelos adultos, com isso sempre que se apercebem de um programa de recolha eles  furtam-se , pulando dos carros mesmo em movimento.  
Em conversa com  familiares apontam a falta de condições financeiras para sustentar as famílias como uma das principais razões para  manter as crianças em tais  situações.

FONTE: ANGOP