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Novo desvio de trânsito na UGP

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O Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território vem pelo presente informar que no âmbito da execução da obra de Reformulação do Nó de Ligação Samba/ Avenida Pedro de Castro Van – Duném “Loy”, procederá alterações ao trânsito junto ao local de execução da mesma, a partir das 06h00 do dia 12/06/2022 até ás 24h00 do dia 15/06/2022.

Serão executados durante o referido período, os seguintes trabalhos:

Abertura de Vala com 6m de Profundidade para Execução da Rede de Drenagem Pluvial.

A alteração traduz-se em desvio de trânsito e implicará o fechamento do mesmo no sentido Golf II – Benfica na Avenida Pedro Castro Van – Duném “Loy” e Samba – Benfica e terá duas alternativas, que são:

1 – Trânsito no sentido Golfe II – Benfica:Desvio no retorno da Max, acedendo assim a rua da Vanan, passando por Talatona.

2 – Trânsito no sentido Samba – Benfica: Desvio pela rua de acesso ao Futungo.

Pede-se a compreensão de todos e desculpas pelos transtornos que se espera venham a ser breves.

Moradores do Kilamba divergem sobre preços da cesta básica

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Se para uns, a redução do preço da cesta básica cria alguma oportunidade de poupança. Outros dizem que a realidade é “totalmente diferente”.A equipa de reportagem do KilambaNews saiu à rua nesta terça-feira,7, para ouvir dos cidadãos sobre que posição têm a respeito dos preços da cesta básica praticados nos diversos estabelecimentos comerciais e notou que os cidadãos têm opiniões diferentes.

A lista da cesta básica inclui arroz, feijão, caixa de frango, óleo, massa, além dos outros produtos inerentes ao consumo diário.

Sandra Pinto, 38 anos, moradora do projecto habitacional do KK 5000, falou ao KN que os preços praticados nas lojas comercias da região correspondem as expectativas e têm ajudado “a poupar o meu dinheiro”.

“Houve uma baixa considerável entre Maio e Junho, para mim, isso ajuda a poupar o meu salário e não só. Antes os preços eram praticados de forma exagerada, mas agora quase tudo está ao nível dos nossos bolsos. Por exemplo, o saco de arroz custava 15 mil kwanzas, mas hoje há armazém que o saco custa seis mil a sete mil”, disse a consumidora.

A mesma ideia é partilha pelo Miguel João, morador do Kilamba, que referiu na altura da reportagem que o actual preço da cesta básica permite poupar mais e comprar o essencial.“Antes queixava-me dos preços, mas agora não. Penso que os preços aqui fixados condizem para todos os bolsos. Estou satisfeito com o que vejo aqui. Já consigo meter em casa duas caixas de frango e dois sacos de arroz”, aplaudiu o morador

Já com opinião diferente, Augusto Manuel Paixão, 56 anos, segurança privado, sublinhou que a redução do preço trouxe impacto positivo, mas “só para quem ganha bom dinheiro”. Ele afirma que ganha 25 mil kwanzas, pelo que a redução do preço não lhe ajuda para fazer compras.

“O meu salário são 25 mil kwanzas. Para mim, que ganho esse valor, ainda não satisfaz a minha necessidade. Para eu saber que baixou tem que ser um valor que o meu salário pode chegar para comprar particularmente arroz, óleo. Devo reconhecer que baixou sim, mas para mim não me faz nada. No meu salário ainda pago propinas, táxi, gás e roupas para as crianças. Para quem ganha muito, o preço baixou diferente de quem ganha pouco”, lamentou Augusto Paixão.

Acrescentou que “num mês compro apenas um saco de arroz e o resto já não compro”.

Margarida Gomes, vendedora num dos bairros do kilamba, disse que com o que ganha não lhe permite fazer comprar para casa.

“Não critico ninguém por ganhar muito dinheiro. Mas, meu irmão, eu não vejo aqui redução dos preços nenhum. Para mim, é como se tivesse a comprar o arroz e outros produtos a cem mil kwanzas. Não vejo nenhuma diferença” explicou ao KilambaNews

Via expressa encerrada parcialmente para obras de manuteção

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ENCERRAMENTO PARCIAL DO TRÂNSITO RODOVIÁRIO NO PERÍODO NOTURNO EM TODA A EXTENSÃO DA AVENIDA FIDEL CASTRO RUIZ – VIA EXPRESSA, DE 02 DE JUNHO À 12 DE JULHO, PARA TRABALHOS DE SINALIZAÇÃO, POR UM PERÍODO DE 40 DIAS.

Para realização da melhoria da sinalização em toda extensão da Avenida Fidel Castro Ruiz “VIA EXPRESSA”, sentido Cabolombo/Cacuaco, à favor do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território, através do Instituto Nacional de Estradas de Angola, a Administração Municipal de Viana comunica aos munícipes de Viana e à população em geral, que para a execução deste trabalho, estará encerrado parcialmente o trânsito rodoviário, em toda a extensão da Avenida Fidel Castro Ruiz “VIA EXPRESSA”, sentido Cabolombo/Cacuaco, por um período de 40 dias, isto é, de 02 de Junho à 12 de Julho.

Assim sendo, os automobilistas que estiverem a trafegar ao longo da Avenida Fidel de Castro Ruiz (Via Expressa), sentido ascendente e descendente, isto é, Benfica/Cacua co e Vice-Versa, deverão obedecer a sinalização provisória instalada neste perímetro enquanto decorrer a actividade.

Desde já, apelamos o bom senso e a colaboração de todos os munícipes, automobilistas e transeuntes que habitualmente utilizam o referido percurso.

MINFIN paga aos partidos os 80 milhões kz de que estavam à espera

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O Ministério das Finanças (MINFIN) já fez o pagamento de 802 milhões de kwanzas, divididos pelos dez de 11 partidos habilitados a concorrer às eleições gerais, isto porque o PDP-ANA não submeteu ainda as “coordenadas e peças para geração do pagamento no valor autorizado”.

A informação consta de um comunicado publicado no site oficial do MINFIN, onde se lê que com base na legalização de duas novas formações políticas – Partido Nacionalista para a Justiça em Angola (P-NJANGO) e Partido Humanista Angolano (PHA) – “está em curso um processo similar de dotação orçamental extraordinária, com base nos pressupostos enunciados”.

Este reforço de financiamento foi distribuído pelo MPLA, UNITA, FNLA, PRS, BD, APN, PPA, PALMA, PNSA e PADDA-AP, cabendo a cada um a quantia de 80,2 milhões kz.

Elon Musk: Teletrabalho é “fingir que se trabalha”

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O patrão da Tesla enviou um e-mail aos trabalhadores onde declara que “o trabalho remoto deixou de ser aceitável. Entretanto, os trabalhadores empresa na China não podem abandonar a fábrica e alguns têm até de dormir no chão das instalações.

OCEO da Tesla, Elon Musk, enviou um e-mail aos trabalhadores da empresa onde afirma que “o trabalho remoto deixou de ser aceitável”, adiantando que quem está descontente com a decisão pode abandonar a fabricante de automóveis.

“Qualquer pessoa que deseje fazer trabalho remoto deve estar no escritório para um mínimo de 40 horas semanais”, escreve Musk. “Se houver colaboradores particularmente excecionais para quem isto seja impossível, analisarei e aprovarei essas exceções diretamente”.

Confrontado com este e-mail através do Twitter, Musk afirmou que quem quiser ficar em teletrabalho “deve fingir que trabalha em outro lado”.

O patrão da Tesla fez questão de notar que estas 40 horas semanais dos trabalhadores dos escritórios da Tesla é “menos do que se pede aos trabalhadores das fábricas” da empresa, com a Bloomberg a notar que as condições destes trabalhadores são significativamente diferentes.

publicação norte-americana conta que os trabalhadores da fábrica da Tesla na China estão, neste momento, praticamente presos no local onde desempenham as suas funções em turnos de 12 horas, seis dias por semana.

Estes mesmos trabalhadores são transportados em veículos da empresa para dormitórios nas imediações da fábrica, com alguns deles a terem mesmo de dormir no chão das instalações. O objetivo de impedir que os trabalhadores se dirijam às próprias deve-se à intenção de prevenir que algum dos trabalhadores teste positivo à Covid-19, resultando num atraso de produção dos carros elétricos da marca.

Sabe-se que a Tesla deverá manter este sistema de trabalho até meio de junho.

MAT diz que não vai afixar listas dos cidadãos registados

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Numa altura em que os partidos políticos da oposição exigem a publicação das listas do registo oficioso, a direção nacional do Ministério da Administração do Território (MAT) para o registo eleitoral fez saber que não serão afixadas as listas dos cidadãos registados em Angola e no exterior, no âmbito das eleições gerais de agosto.

A garantia foi dada pelo Director Nacional do registo eleitoral oficioso, Fernando Manuel, que disse não haver necessidade de afixar as listas porque, no seu entender, “as pessoas não fazem consultas pelas listas”.

“Trabalhos feitos no passado mostraram-nos que a fixação das listas não nos traria nada de novo. Nós hoje até temos mais reclamações porque as pessoas fazem as suas consultas em casa, ou seja, por via do aplicativo do MAT ou mesmo a partir do número de telefone que está disponível”, sublinhou Fernando Manuel durante visita ao BUAP da centralidade do Kilamba.

Acrescentou ainda que os cidadãos podem se deslocar até ao BUAP da zona em que vivem para fazer a consulta dos dados de forma normal. “Se dessa consulta o cidadão notar que algo de  errado pode fazer a sua reclamação que poderá ser resolvida na hora”, garantiu.

Por último, lembrou que o cartão de munícipe não vai servir para votar, pelo que, segundo o mesmo, é um documento que visa apenas substituir o atestado de residência e que os documentos para o exercício de votos são apenas o Bilhete de identidade ou o cartão de eleitor.

Pais incentivam crianças a pedirem nas ruas do Kilamba

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As crianças pedintes na cidade do Kilamba, município de Belas em Luanda ,voltaram às ruas, depois de serem retiradas, em Janeiro de 2022, e encaminhadas aos centros de acolhimento.

Oriundas dos municípios de  Cacuaco, Kilamba Kiaxi, Viana e de alguns bairros periféricos, os meninos foram levados ,numa primeira fase, a uma propriedade dispensada  ,provisóriamente, por uma empresária do distrito, onde foram acomodados para depois contactar os familiares.

 Este trabalho foi feito no âmbito da campanha do Instituto Nacional da Criança (INAC) lançado ,em Janeiro de 2022, com o objectivo de retirar as crianças pedintes das ruas e proporcionar a inclusão das famílias vulneráveis em projectos sociais de combate à pobreza e reduzir os níveis de mendicidade nas ruas, utilizando crianças.

Em declarações ,hoje quarta-feira, à ANGOP a directora da Acção Social, Cultura e Desporto do Distrito Urbano do Kilamba, Aida da Silva, disse que os pais das 78 crianças recolhidas, só souberam do paradeiro dos filhos, através de campanhas de divulgação junto  das igrejas e nas redes sociais para que as mesmas fossem encontradas. 
Assegurou ter sido feito um trabalho exitoso porque registou-se uma redução de criança que deambulavam pelos quarteirões, nos contentores do lixo e a bater nas porta dos apartamentos.

Explica que a problemática dos  pequenos é fomentada pelos familiares que as instrumentalizam de maneira a mendigar, em pontos  bem definidos pelos adultos, com isso sempre que se apercebem de um programa de recolha eles  furtam-se , pulando dos carros mesmo em movimento.  
Em conversa com  familiares apontam a falta de condições financeiras para sustentar as famílias como uma das principais razões para  manter as crianças em tais  situações.

FONTE: ANGOP
 

Kilamba trabalha para recuperar passeios danificados por árvores

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As autoridades da Centralidade do  Kilamba, no município de Belas, realizam, este ano, um estudo para encontrar a forma eficaz de intervenção nos passeios das avenidas Pedalé, Amílcar Cabral e Imperial Santana danificados pelas acácias. 

A Acácia é uma árvore de grande porte (até 30 metros de altura) e possui um tronco reto, que pode ter metade da altura total da árvore. O tronco tem cor cinza-pardo, com casca saliente. Os ramos são finos, horizontais, espaçados, e forma copa ovalada com folhagem densa. (Que tipo de Acácia)

A avenida Pedalé é a única avenida da centralidade do Kilamba com aproximadamente 600 árvores, enquanto a Amílcar Cabral possui apenas duas da mesma espécie que estão a destruir as calçadas devido a robustez das raízes.

Os passeios destas duas avenidas encontram-se  parcialmente destruídos, uma situação que não só afecta o ambiente harmonioso como periga a circulação dos pedestres. 

O plano de intervenção nos passeios danificados pelas árvores (acácias) foi gizado pela administração devido a complexidade na realização dos trabalhos de remoção das arvores que deve envolver diversas entidades.

Em declarações hoje, terça-feira, à ANGOP, o director de Repartição dos Espaços Verdes da Centralidade do Kilamba, Nuno Santos, disse que está a ser feito uma pesquisa a 100 por cento, em busca da melhor via de intervenção sem lesar as infraestruturas das Empresas Nacional de Distribuição de Energia (ENDE) e Pública de Água de Luanda (EPAL). 

Nuno Santos referiu que o levantamento está a ser feito também com parceiros privados e organismos do Estado, como é o caso do Instituto Nacional de Gestão Ambiental (INGA) no auxilio para a escolha de três espécies palmeiras para substituir as acácias.

Explicou que  a escolha para o plantio de acácias  não foi a  melhor, tendo em conta as raízes grossas e fortes, com capacidade fácil de ramificações pelo solo e, nalguns casos, chegam até as sarjetas de água.

Quanto a reabilitação dos passeios, o director disse que a complexidade no trabalho de reposição passa pela necessidade de um estudo para determinar o tipo de árvore e decidir como realizar o corte, desossar as árvores e fechar a via, por elas serem de médio e grande porte.

Na avenida Pedalé existem actualmente perto de 600 árvores plantadas numa distância de 10 metros, sendo que para um novo plantio deverão ser colocados numa distancia de três metros.

Entretanto a ANGOP  constatou que a situação começa já a afectar o bem estar dos moradores e transeuntes que registam incidentes  diariamente, como é o caso de  Mariete da Silva que sente dificuldade de andar de saltos altos naquela calçada.

 Afirma que mesmo de  sapatos rasos já  embateu  na pedras dos passeios por estarem muito desequilibrados.

O apelo por uma solução célere vem da parte da moradora  Tchelssica Bartoloneu que disse estar assustada pela forma como as raízes das árvores sobressaem e levantam os passeios.

Para ela,  começa a ser muito difícil caminhar, sobretudo pela avenida Pedalé, local onde os moradores mais transitam por ser a rota dos transportes públicos.

Isabel de Sousa, empregada doméstica, manifestou-se triste pelo facto de até ao momento não haver nenhum comunicado público relacionado a questão que a todos preocupa.

De acordo com a trabalhdora, a falta de informação gera especulações relacionados ao tipo passeios colocados naquela via, como  sendo de má qualidade.

Situada no município de Belas, a Centralidade do Kilamba tem uma população estimada em 120 mil habitantes. Contempla, ao todo, 20 mil apartamentos, que se encontram em 710 edifícios de quatro, oito e 12 andares, com tipologias T3, T3+1 e T5.

Avaria condiciona emissão do BI em postos de Luanda

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Ministro da Justiça visita postos de emissão do BI Os bilhetes de identificação a espera dos seus proprietários num dos postos de emissão do bilhete de identidade dos distritos urbanos da Samba, Maianga e Ingombota, na visita de campo do ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Rui Mangeira. Luanda-Angola. (JM/OS) 2016-06-17

A emissão e atribuição do Bilhete de Identidade (BI) estão condicionados, desde sexta-feira, em alguns postos de Luanda, sobretudo na zona do Zango.

A situação se deve à interrupção no sinal de Internet, em consequência de uma avaria no centro de processamento de dados da empresa provedora, refere, em nota, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos.

No documento, a que a ANGOP teve acesso neste domingo, o Departamento mi-nisterial apela à “máxima compreensão” e promete informar aos utentes “tão logo o problema esteja solucionado”.

A 21 do mês em curso, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos anunciou que os postos de Identificação Civil e Criminal do país passavam a funcionar de segunda a domingo, incluindo feriados, no quadro de um programa especial.

A medida, de carácter extraordinária, estabelece um período de funcionamento das 8h00 às 17h30, visa permitir que o cidadão possa levantar ou tratar o Bilhete de Identidade em qualquer dia da semana.

WhatsApp: Cuidado com pedidos de chamada para numeros estranhos

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Os ‘hackers’ só precisam que a vítima faça uma chamada de voz.

Os utilizadores do WhatsApp devem estar atentos a possíveis mensagens suspeitas que podem ser usadas por ‘hackers’ para controlar contas alheias. Conta o 91mobiles que foi descoberto um novo esquema e que permite contornar a segurança da aplicação de mensagens.

Conta a publicação que os ‘hackers’ só têm de pedir às vítimas para telefonarem para um número com um conjunto específico de caracteres, uma ligação que permite controlar a conta de WhatsApp da vítima. Mais assustador é o facto de não serem deixados quaisquer sinais de uma invasão da conta.

Para evitar ser vítima de um ataque deste tipo deverá estar atento a qualquer mensagem suspeita que lhe peça para fazer uma chamada para um número começado com os números “67” ou “405”.

Em alternativa, pode sempre melhorar a segurança do seu WhatsApp ativando a verificação por dois factores ou criar uma ‘password’ ou um código PIN para entrar na app.