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Hoje é Dia Nacional do Ambiente

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Hands cupping plant save the environment campaign

“Não temos preservado da melhor maneira o meio ambiente. Temos estado a retroceder, por isso, é tempo de parar e pensar mais na preservação da fauna, flora, reflorestamento e tratamento dos resíduos, de forma consciente, para termos um país melhor”, disse Ana Paula de Carvalho.

A ministra acrescentou que o estado do ambiente no país ainda não é o desejado. “É preciso passar mais para a acção. Temos muitos diplomas, leis e legislações, mas o que realmente precisamos é melhorar e reaproveitar mais a natureza”, destacou.

Um melhor aproveitamento do meio ambiente, defendeu, pode ser favorável ao desenvolvimento de alguns sectores do país, em especial o do turismo. “Devemos tratar bem as florestas, os parques nacionais com infra-estruturas de qualidade, capazes de atrair mais turistas e com isso mais receitas para o país, assim como empregos”, destacou.

A efeméride, de âmbito nacional, foi instituída com base na realização da Semana de Conservação da Natureza, realizada em Luanda, em 1976, com objectivo principal de reforçar os alertas aos diferentes sectores para a necessidade de se adoptarem padrões de vida sustentáveis, que promovam uma gestão equilibrada dos recursos naturais. Estiveram presentes nesse encontro delegações provenientes de Moçambique, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde.

Foi no dia 31 de Janeiro de 1976 que terminou a primeira “Semana de Conservação da Natureza”. Com a realização deste encontro, ficou assim determinada a celebração do “31 de Janeiro”, como Dia Nacional do Ambiente, em Angola. Hoje, 31 de Janeiro, o ministério de tutela e parceiros, encorajam as pessoas a pensarem no ambiente de uma maneira mais abrangente. Neste quando, ainda  há necessidades de se melhorar a qualidade do ambiente, um factor que promove ou melhor influencia na vida sadia das populações.

Com efeito, campanhas de plantação de árvores, limpezas dos principais focos de resíduos e palestras de sensibilização da sociedade para um ambiente mais puro têm como objectivo assinalar acções positivas de protecção e preservação do ambiente e alertar as populações e os governos para a necessidade de salvar o ambiente.

Kilamba acolhe meia maratona de atletismo

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No âmbito das festividades do 447° aniversário da Cidade de Luanda, a Federação Angolana de Atletismo realizou na manhã de ontem 29, domingo, no Distrito Urbano do Kilamba, a Meia Maratona de Atletismo, denominada “Cidade de Luanda” .

A prova teve como ponto de partida á Rua Joaquim Kapango, enfrente a Administração do Distrito do Kilamba, cerca de vinte e sete atletas percorreram a avenida Comandante Pedalé, num total de 6.420 Kilometros e término no mesmo ponto de partida.

Após o percurso, a prova obteve a seguinte classificação, no gênero Feminino, 1ªclassificada – Júlia ; 2ªclassificada – Alegra Celestino; 3ªclassificada- Catarina Matias e para o Masculino, 1ºclassificado- Severino Vicente; 2º classificado- Francisco Ecovinato; 3ºclassicado- Afonso Armando.

Estiveram presentes no evento, o Presidente da Associação de Atletismo de Angola, Bernardo João, o Vice Governador de Luanda para o Sector Económico, Gilson dos Santos Antunes Carmelino, o Presidente da Associação Provincial de Atletismo de Luanda, Pascoal Chutumba, o Chefe de Juiz e Cronométricas, Pinto Diogo e representantes da Administração do Distrito Urbano do Kilamba.

“Caminhada Desportiva” realizada no Kilamba

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Em alusão ao dia nacional do desporto, o distrito urbano do kilamba, acolheu na manha de hoje, 28 de janeiro, uma caminhada desportiva sob o lema SAÚDE, DESPORTO E BEM-ESTAR, o percurso teve como ponto de partida a feira do bloco A e chegada o entroncamento das bombas da Sonangol.

Para além da caminhada houve também momento para prática de exercícios físicos.

Participaram na actividade algumas individualidades como, a Ministra da Juventude e Desportos, Palmira Barbosa, o Administrador Municipal de Adjunto para Área Técnica infraestrutura e Serviços Comunitários, Garibaldino Constantino, e a Administração do distrito urbano do kilamba.

SECÇÃO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, 28 de Janeiro de 2023.

Luanda vai ter um Instituto Oftalmológico

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A província de Luanda vai contar com um Instituto Oftalmológico, avaliado em mais de 75 milhões de Euros, para prestar assistência médica especializada, através do diagnóstico e tratamento de patologias oculares às populações.

O Instituto Oftalmológico de Luanda permitirá também a assistência e acompanhamento de pacientes em regime ambulatório, provenientes de distintas unidades hospitalares, bem como a formação de quadros superiores e médios no domínio da oftalmologia.

O Presidente da República, João Lourenço, autorizou a despesa e formalizou a abertura de um procedimento de contratação simplificada para a construção e equipamento do instituto, no valor, em Euros, de 75.188.000,00 (setenta e cinco milhões, cento e oitenta e oito mil ), a ser celebrado com a empresa Sociéte Française D`Equipament Hospitalier.
Os serviços de fiscalização estão no valor, em kwanzas, de 1.033.081.380,00 (mil e trinta e três milhões, oitenta e um mil, trezentos e oitenta).

À ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, foi delegada a competência para aprovar as peças do procedimento e verificar a validade e legalidade de todos os actos relacionados ao contrato, enquanto que o Ministério das Finanças será responsável por assegurar a disponibilidade de recursos financeiros para o projecto.

Presidente João Lourenço autoriza exploração comercial do Angosat

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O Presidente João Lourenço autorizou a exploração comercial do satélite, Angosat-2, cujas receitas inerentes à exploração do mesmo deverão reverter 40% a favor do Tesouro Nacional e 50% a favor do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional.

De acordo com o Despacho Presidencial nº 11/23, de 23 de janeiro, consultado hoje pela agência Lusa, os restantes 10% das receitas provenientes da exploração do Angosat-2 deverão reverter a favor do Fundo de Apoio Social dos Trabalhadores das Comunicações.

O titular do poder executivo angolano autorizou a exploração comercial do Angosat-2, enquanto decorre o processo de criação das condições para a atribuição da sua gestão e exploração a um ente público.

O documento sublinha que há necessidade de se dar início ao processo de exploração comercial e garantir os serviços para os quais foi projetado, no seu prazo de vida útil, em benefício da economia nacional e do desenvolvimento tecnológico do país, da região e a salvaguarda de uma adjudicação segura do ponto de vista da valoração socioeconómica, soberania tecnológica, defesa e segurança nacional na exploração do engenho.

O despacho salienta que o Angosat-2 foi lançado com sucesso e encontra-se na sua posição orbital, enviando sinais do seu pleno funcionamento à estação de controlo, constituindo um marco importante para o Programa Espacial Angolano.

O Angosat-2, destaca ainda o documento, é uma infraestrutura de importância essencial para o Estado angolano, estratégica e de domínio exclusivo, que integra a rede básica de telecomunicações do país, cuja exploração comercial insere-se no setor de atividade de reserva relativa do Estado.

A infraestrutura constitui um elemento fundamental no cumprimento dos objetivos fundamentais do programa de desenvolvimento do país no contexto das comunicações, observação da terra, posicionamento, navegação, tráfego terrestre e marítimo, investigação, inclusão digital, controlo da migração e da criminalidade, agricultura de precisão e combate a desastres naturais, em especial no atendimento às áreas rurais e nos municípios sem cobertura de serviços de telecomunicações, refere ainda o despacho.

A Rússia lançou, em outubro do ano passado, o segundo satélite angolano, o Angosat-2, do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

O primeiro satélite nacional de Angola, o Angosat-1, foi lançado por um foguete russo do cosmódromo de Baikonur, em dezembro de 2017, mas a Rússia anunciou inicialmente que perdeu o controlo assim que foi colocado em órbita.

Especialistas russos conseguiram restabelecer contacto alguns dias depois, antes de perdê-lo definitivamente no espaço.

Sob um acordo com Angola, a Rússia construiu outro satélite, o Angosat-2, para substituir o engenho perdido.

Construído na sequência de um acordo assinado entre Angola e a Rússia, em 2009, o Angosat-1 custou 360 milhões de dólares (sensivelmente o mesmo em euros) ao Estado angolano, mas tinha um seguro de 121 milhões de dólares, que, em caso de acidente ou desaparecimento, cobriria a totalidade dos custos da sua substituição, segundo a agência noticiosa angolana Angop.

O ministro das Telecomunicações, Tecnologia de Informação e Comunicação Social (Minttics), Mário Oliveira, por altura do lançamento do Angosat-2, sublinhou que a infraestrutura, com capacidade para cobrir o continente africano, com ênfase na região sul, e parte significativa do sul da Europa, faz parte do ecossistema de telecomunicações que o país pretende, já que Angola tem o objetivo de ser um ‘hub’ africano de telecomunicações.

“O nosso país é extenso e as comunicações via satélite ajudam a que cheguemos aos pontos mais recônditos do país de forma mais célere”, afirmou, destacando os impactos positivos desta solução tecnológica que vai contribuir para o desenvolvimento socioeconómico de Angola em várias áreas.

Trata-se de um satélite de Alta Taxa de Transmissão (HTS, na sigla em inglês), com peso total de duas toneladas, preparado para disponibilizar 13 gigabytes em cada região iluminada (zonas de alcance do sinal do satélite).

O Angosat-2 começou a ser construído em 28 de abril de 2018, nas instalações da Airbus em França, e a estrutura foi depois transferida para a fábrica da ISS Reshetnev, na cidade de Zheleznogorsk, próximo de Krasnoyarsk (Sibéria), onde foi produzida a carcaça e instalado o mecanismo de arranque, refere a agência angolana.

Tomada de posse dos quadros recém nomeados na Administração do Distrito Urbano do Kilamba

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NOTA INFORMATIVA:

Tomada de Posse;

Decorreu na última sexta feira 20.01, na sala de reuniões da Administração do Distrito Urbano do Kilamba, o acto de tomada de posse dos quadros recém nomeados.

Perante o Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Dr. Hélio Nelson de Aragão Dos Santos compareceram à tomada de posse os seguintes senhores:

1. Alceres Tunga Pedro Sebastião, Director de Gabinete do Administrador do Distrito Urbano do Kilamba;

2. Eva Filadelfia Xavier Ganga, Secretária de Gabinete do Administrador do Distrito Urbano do Kilamba;

3. Iveth Soraia Campos Martins Castel branco, Directora de Gabinete do Administrador Adjunto P/ Área Econômica, Financeira e Orçamental do Distrito Urbano do Kilamba;

4. Eliseu Francisco Gouveia, Director de Gabinete da Administradora Adjunta P/ Área Técnica Infraestruturas e Serviços Comunitários do Distrito Urbano do Kilamba;

5. Rita da Silva Moreira Nihefe, Chefe de Secção de Recursos Humanos, Secretaria Geral e Investimento Público do Distrito Urbano do Kilamba;

6. Milton Vladimir Ferreira Sequeira, Chefe de Secção de Inovação Tecnológica e Modernização Administrativa do Distrito Urbano do Kilamba;

7. Josina da Conceição Agostinho Gonçalves, Chefe de Secção de Desenvolvimento Econômico Integrado e Fiscalização do Distrito Urbano do Kilamba;

8. Djamila Marisa Kandume Franco, Chefe de Secção de Energia e Águas, Saneamento Básico, Urbanismo e Ambiente do Distrito Urbano do Kilamba;

9. Wilson Jorge Nteko, Chefe de Secção de Assuntos Jurídicos e Intercâmbio do Distrito Urbano do Kilamba;

10. Auria Viana da Fonseca Dupret, Chefe de Secção da Juventude, Desporto, Turismo, Cultura, Acção Social, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria;

11. Jonas Macano Silva, Chefe de Secção da Educação do Distrito Urbano do Kilamba;

12. Mário Rui Dos Santos e Silva Cardoso, Chefe de Secção da Saúde do Distrito Urbano do Kilamba.

SECÇÃO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA ADMINISTRAÇÃO DO DISTRITO URBANO DO KILAMBA, 24 de janeiro de 2023.

Operação Kilamba Organizada: Todos os meio apreendidos serão doados e todas as obras ilegais serão demolidas

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O Administrador Hélio Nelson de Aragão dos Santos, no quadro das suas funções executivas, começou hoje a operação “Kilamba Organizado”, de modo a resgatar a boa imagem e tomar o Kilamba num bom lugar para se viver.

Os objectivos desta operação foram bem estampada neste ofício, começando com urgência “travar a cedência arbitrária de espaços a entidades privadas, ocupações Ilegais, venda desordenadas dentro da Centralidade, colocação de Roulottes em zonas inadequadas, obstrução de vias públicas, lavagens de viaturas em locais impróprios, roupas e tapetes estendidos em locais inadequados, colocação de toldos no parque, construção de lombadas, poluição sonora que tem perturbado bastante os moradores, viaturas sucatas, reparação de automóvel nos estacionamentos, estacionamento em locais proibidos, entre outras transgressões administrativas”, lê-se no documento que a nossa redação teve acesso.

A operação terá duas fases, onde na primeira fase, que teve início nesta segunda-feira, dia 23 de Janeiro e vai até 23 de Fevereiro de 2023, será de sensibilização e notificação. A segunda fase será de carácter coerciva que terá início dia 06 de Março.

Segundo uma observação do mesmo documento, a operação na sua 2° fase, terá os seguintes objectivos:

  • Todos os meios apreendidos serão doados para empresa de sucatas;
  • Toda obra erguida sem autorização em lugares impróprios e espaços públicos serão demolidas;
  • Todo material de som que for apreendido durante a operação será doado para instituições de carácterreligiosa.

Grupo Média Rumo não paga salários há seis meses

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No Grupo Média Rumo, que edita a revista Rumo e o jornal económico Mercado e o generalista Vanguarda, os jornalistas não vêem a “cor do dinheiro” desde Agosto de 2022. Dito de outro modo, há seis meses que não se paga salário no jornal co-fundado pelos banqueiros Carlos Silva e António Assis, através da sociedade angolana de gestão de activos Finicapital, num  investimento que contou com a parceria do Banco Privado Atlântico, que mudou o nome para Banco Millennium Atlântico.

Aquando da fundação da Média Rumo, 30% do capital era controlada pelo Grupo Impresa (dono da SIC e do Expresso), do português Francisco Pinto Balsemão, mas o empresário luso acabou por abandonar o projecto em 2013, dois anos depois da sua fundação (2011), na sequência de divergências e incómodos causados pelas notícias publicadas pelo seminário Expresso sobre investigações da Justiça portuguesa a altas figuras do poder angolano, nomeadamente ao então vice-presidente da República Manuel Domingos Vicente (tido como protector de Carlos Silva) e ao antigo chefe da Casa Militar de José Eduardo dos Santos, o general “Kopelipa”.

2ª EDIÇÃO Cursos de mestrado em Metodologias de Ensino arrancam em 2023

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Os Contratos-Programa foram assinados na última quarta-feira, 18 de Janeiro, entre o director do Gabinete de Quadros do Presidente da República, Edson Barreto, e os presidentes dos ISCED de Benguela e da Huíla, Maria da Conceição Mendes e Hélder Pedro Bahu, respectivamente.

Os cursos de mestrado enquadram-se no Programa Nacional de Formação e Gestão do Pessoal Docente (PNFGPD) que visa reforçar a oferta formativa em Metodologias Específicas de Ensino da Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Sociais e da Natureza no Ensino Primário e de Educação de Infância.

A primeira edição culminou em 2022, com a outorga de diplomas a 64 mestres.

Para o ingresso nos cursos de mestrado, os candidatos devem ser docentes do Ensino Superior, professores do Ensino Geral e licenciados com média igual ou superior a 14 valores, nas especialidades de Educação de Infância, Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Biologia, Ciências da Educação, Pedagogia, Psicologia, Música, entre outras aprovadas pela Comissão Científica.

Novos uniformes da AGT vai custar 635 mil dólares

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Este procedimento de contratação simplificada (ajuste directo) foi aberto, segundo se lê no diploma assinado pelo Chefe de Estado, depois de um concurso público realizado pela AGT ter terminado sem que tenha sido admitida nenhuma das propostas submetidas pelos concorrentes.

No despacho, o PR autoriza uma despesa de 320 milhões de Kwanzas (635 mil USD) e delega competência à ministra das Finanças para a prática dos actos decisórios e de aprovação tutelar correspondente às peças do procedimento contratual, verificação da validade e legalidade dos actos praticados no âmbito do procedimento de contratação simplificada, incluindo a assinatura do respectivo contrato.