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PADEL em Angola regista crescimento

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O THE PADEL CUP UNITEL BFA 2024, principal campeonato de padel empresarial angolano, entra no seu segundo ano com recordes de participação. Este ano participam 312 atletas distribuídos por 52 equipas, e o evento já é um fenómeno de sucesso que junta a saúde, o bem-estar onetworking empresarial.

 A edição de 2024 do THE PADEL CUP UNITEL BFA Campeonato Nacional de Padel Empresas já é um dos maiores sucessos desportivos nacionais, com uma participação recorde de 312 atletas e 52 equipas, o que reflecte um aumento notável. As esquipas femininas são 16, contra 11 no ano passado e os masculinos estão na sua capacidade máxima com 36 equipas. Este aumento da participação reflecte maior diversidade dentro da comunidade desportiva,  um crescente prestígio do campeonato e umaadesão massiva da comunidade empresarial.

Serão 5 semanas inteiras de competição distribuídas por 5 estruturas diferentes até Novembro, este torneio tornou-se uma referência e um dos maiores sucessos desportivos do país. O torneio alcançou marcos sem precedentes, ao tornar-se uma ferramenta vital de construção de relações inter empresariais e de promoção de um estilo de vida activo e saudável, reforçando o valor do desporto como parte integral do mundo corporativo moderno.

O torneio começou com a primeira etapa de apuramento, onde a competição intensa definiu o tom para a qualidade e emoção esperadas nas etapas subsequentes. Até o momento, foram disputados 194 jogos, acumulando mais de 55 horas de competição, com projecções indicando que o total de jogos deste ano pode ultrapassar os 900 – um aumento significativo em relação aos 752 jogos do ano passado.

“Além dum evento desportivo o padel é uma plataforma de networking empresarial que combina eficazmente a promoção e bem-estar corporativo com as relações empresariais e a partilha de conhecimento” refere Tomás Fonseca, da Adigesteresponsável pela organização do torneio. Parcerias e patrocínios com marcas nacionais, como UNITEL, BFA e uma série de outras entidades distintas, sublinham o valor estratégico deste evento nos negócios e no envolvimentocomunitário.

A competição tem sido feroz com equipas como a Playtime e Prosys Xerox a demonstrarem habilidades excepcionais e trabalho em equipa, garantindo posições de topo na categoria masculina. Na liga feminina, Biz Angola e ConsultIT estão na liderança, a mostrar proezas e estratégias notáveis.

A emoção continua à medida que nos aproximamos da segunda etapa de apuramento. Os jogos desta segunda etapa decorrerão no Smash Padel em Luanda, na Rua dos Municípios Portugueses, em Luanda De 24 de Maio a 2 deJunho. Datas e horários:

– Sextas-feiras das 19:00h às 23:00h

– Sábados das 07:00h às 11:00h | 17:00h às 23:00h

– Domingos das 07:00h às 11:00h | 17:00h às 23:00h

– Segunda a Quinta das 19:00h às 23:00h

info@kilambanews.com

Polícia Nacional reforça meios nas centralidades para controlar crescente criminalidade

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O comandante provincial da Polícia Nacional em Luanda, comissário-chefe Francisco Ribas da Silva, ordenou aos comandantes municipais dos territórios onde estão construídas as centralidades para redobrarem o policiamento e usarem todos os meios e técnicas para a garantia da ordem e da tranquilidade.

Francisco Ribas da Silva mostrou-se preocupado principalmente com os assaltos a residências e com os furtos de acessórios nas viaturas estacionadas. O chefe da Polícia Nacional em Luanda esteve reunido com todos os comandantes municipais cujos territórios são abrangidos por centralidades.

“Os planos traçados neste encontro devem ser de execução imediata, não podemos continuar a assistir ao número crescente de assaltos nas centralidades do Kilamba, Talatona, Sequele, Nova Vida e outros bairros, sem criar planos conjuntos para resolver o problema”, disse o comissário-chefe.

No princípio deste mês, o Serviço de Investigação Criminal e a Polícia Nacional desmantelaram em circunstâncias diferentes, em Luanda, dois grupos que se dedicavam ao roubo de acessórios de viaturas, sobretudo no mercado dos Correios e Kilamba Kilaxi. Os grupos realizavam os roubos nas zonas do Morro Bento, centralidade do Kilamba e nos blocos da urbanização KK 5000.

Taxa de desemprego sobe 9,1% no 1º trimestre em Angola

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Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE): a taxa de desemprego em Angola subiu 9,1% nos primeiros três meses de 2024, fixando-se em 32,4%.

Os mais novos são os mais atingidos pela falta de emprego, com 3,7 milhões desempregados. A maioria das pessoas empregadas (79,8%) estão no sector informal.

Segundo os números do INE, a taxa de desemprego na população com 15 a 24 anos subiu 9,1% nos primeiros três meses de 2024 face ao trimestre anterior (58,3%), enquanto a taxa de desemprego na população com mais de 15 anos teve um aumento de 31,9% para 32,4%.

No primeiro trimestre deste ano, mais 181.368 angolanos com 15 ou mais anos (população em idade activa) ficaram desempregados num total de 5.646.659 pessoas (uma variação trimestral de 3,3%).

Entre as pessoas dos 15 aos 24 anos, a população desempregada aumentou para 3.737.150 pessoas, havendo mais 286.183 jovens no desemprego.

No que respeita à população em idade activa (17.414.877), 11.768.218 pessoas trabalharam, com uma taxa de emprego estimada em 60,2%, sendo ligeiramente superior nas áreas rurais e entre a população masculina (61,6% face a 59% de mulheres).

Os grupos etários entre os 35 e os 44 anos e os 45 e os 54 anos reúnem o maior número de pessoas empregadas, de acordo com o Inquérito ao Emprego em Angola (IEA).

Quase metade das pessoas (47,5%) trabalham na agricultura, caça e pescas, seguindo-se o comércio com 22,6%.

O IEA é um inquérito por amostragem, dirigido aos agregados familiares residentes em Angola. Por trimestre são seleccionados 10.944 agregados familiares, sendo 6.036 na área urbana e 4.908 na área rural.

Venda ambulante junto às escolas preocupa moradores

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O kilambaNews o primeiro portal comunitário de Angola fundado em 2014, tem sido a plataforma escolhida pelo munícipes para se manterem informados sobre os assuntos locais e não só é também um espaço para denúncias sobre transgressões administrativas entre as denúncias destacamos esta enviada ao nosso email:info@kilambanews.com proveniente de uma moradora:

“Bom dia Kilamba News,

Sou moradora da centralidade do Kilamba, Quarteirão S e encarregada de educação d um menor que estuda mesmo no Quarteirão S.

O que deixa agastada é o número elevado de zungueiras que ficam nos portões da escola a comercializam todos os tipos d frutas verdes e maduras com gingungo e sal, sem esquecer os gelados d múcua que por vezes adcionam bebidas ácoolicas, bolinhos fritos com excessos de ferramento e sem esquecer as bolachas que por vezes em mau estado de conservação, produtos esses que não oferecem seguraça para o consumo dos nossos filhos.
Eu me pergunto se as escolas têm cantinas o porque das zungueiras nos portões das escolas???

Venho apelar a vossa intervenção social para que a fiscalização do Kilamba possa meter fim a essas práticas nas escolas. Pois já vêm a acontecer a anos”

Ficou a denúncia da moradora da centralidade do Kilamba que pede à intervenção da fiscalização do Distrito Urbano do Kilamba, para se inverter este cenário.

Redação: 957127077

Centralidade da Caála começa a receber antigos moradores do Prédio da FAPA

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Teve início nesta quarta-feira, 22, o processo de entrega de residências, na centralidade Fernando Faustino Muteca, no município da Caála, província do Huambo, aos moradores do prédio denominado como da FAPA.

O processo vai contemplar 132 moradores do referido edifício que está na eminência de desabar, em função do seu estado de degradação.

A classificação do estado do prédio, resulta de uma avaliação técnica efectuada pelo Laboratório de Engenharia de Angola (LEA) que aponta um índice elevado de fissuras e deficiente manutenção d mesmo.

O responsável do Departamento do Instituto Nacional de Habitação na província do Huambo, Wilson Jordão Daniel, disse que a entrega das residências na centralidade Fernando Faustino Muteka encerra um longo processo levado a cabo, nos últimos meses, pela comissão multissectorial, incluindo os moradores do edifício.

Kilamba acolhe no dia de África amostra de danças

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A secção da juventude e Desporto, Turismo, Cultura, Acção Social e Antigos Combatentes e Veteranos, do Distrito Urano do Kilamba fez saber ao KilambaNews que irá realizar no dia 25 de Maio, sábado das 15H ás 18H uma AMOSTRA DAS DANÇAS PATRIMONIAIS ANGOLANAS a ter Lugar no Palco do JARDIM DA CULTURA E ARTES no quarteirão U.

Recorde-se que foi elevado a património imaterial a música e dança Tchianda bem como a Kizomba, os Instrumentos como marimba, Quissanje. Administração local obedece o Decreto executivo nº 92/24 de 29 de Abril, considerando que Apoiar a revitalização e a conservação das Tradições culturais em vias de desaparecimento, constitui uma das tarefas fundamentais do Estado Angolano.

info@kilambanews.com

Após tentativa de golpe de estado JLO fala com Tshisekedi

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Segundo fez saber a presidência da república na sua página oficial do Facebook,
o Presidente da República, João Lourenço, falou na tarde de hoje (21) ao telefone com o Presidente da República Democrática do Congo, Félix Antoine Tshisekedi Tshilombo.

Na publicação foi dada a conhecer ao público que a conversa teve como foco a situação de segurança no Leste da RDC e o estado das relações bilaterais. Recordar que no último fim de semana foi frustrada uma tentativa de golpe de estado na RDC que resultou na morte de três pessoas incluindo o mentor do acto e foram presos outros envolvidos no ataque.

info@kilambanews.com

Vândalo do Kilamba acabou por morrer

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O kilambanews informa em primeira mão que o meliante ferido após a tentativa de furto de um cabo de alta tensão na centralidade do Kilamba acabou por morrer no Hospital.

O cidadão, identificado como Brito Samuel, de 29 anos, estava internado em estado crítico no Hospital Bernandino, com lesões de terceiro grau e não conseguiu resistir aos ferimentos.

O acto criminoso ao cabo subterrâneo de Alta Tensão, aconteceu na tarde de ontem (20.05), nos arredores da Centralidade do Kilamba e causou perturbações significativas no sistema de distribuição de energia, resultando em um corte temporário de energia elétrica que afetou diversos bairros. Entre os bairros atingidos estavam Benfica, Kifica, Chinguar, Cabolombo, Lar do Patriota, Bem-Vindo e alguns arredores do município do Talatona.

info@kilambanews.com

Ex-Presidente sul-africano Jacob Zuma declarado inelegível e excluído das eleições de 29 de Maio

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O Tribunal Constitucional sul-africano declarou hoje o antigo Presidente Jacob Zuma inelegível, devido à pena de prisão a que foi condenado em 2021 por ultraje à justiça. Esta decisão impede-o de se candidatar às eleições gerais de 29 de Maio, em que a sua pequena formação era creditada de 8% de intenções de voto, contra cerca de 40% para o ANC no poder que, desta feita, poderia perder a sua maioria absoluta no parlamento.

A nove dias das eleições gerais e 29 de Maio, depois de semanas de suspense, Jacob Zuma que era candidato a um assento no parlamento foi excluído do escrutínio pela mais alta instância judicial do seu país. “Jacob Zuma foi condenado por uma infracção e condenado a uma pena de prisão de mais de 12 meses”, declarou a juíza Leona Theron durante a leitura da sentença. “Por conseguinte, não pode ser membro da Assembleia Nacional e não pode candidatar-se às eleições”, acrescentou a juíza.

O Tribunal considera que a sua condenação a 15 meses de prisão, pronunciada por desrespeito à justiça há três anos, o impede, segundo a Constituição, de ser candidato a um cargo de deputado até 2026. E isso, mesmo que ele tenha cumprido uma pequena parte da sua pena, entretanto revista por motivos de saúde.

A sentença pronunciada esta segunda-feira não pode ser objecto de recurso por parte de Jacob Zuma, mas ainda pode ser contestada pela Comissão eleitoral. Um cenário considerado altamente improvável, dado que foi essa entidade que se tinha dirigido ao Tribunal Constitucional para avaliar a elegibilidade do responsável político de 82 anos, depois de o Tribunal Eleitoral ter considerado que ele tinha condições para participar no pleito eleitoral.

Muito embora esta decisão do Tribunal Constitucional venha formalmente pôr fim a uma série de reviravoltas judiciais em torno de Jacob Zuma, não está afastado o cenário de violências, dadas as especulações que houve no país sobre a possibilidade de ele ser excluído das eleições.

A detenção durante um pouco mais de dois meses em 2021 do responsável que dirigiu o país entre 2009 e 2018 em clima de suspeitas de corrupção, levou a uma onda de violências inéditas com um balanço de mais de 350 mortos. Membros do partido de Zuma prometeram a « anarquia » no caso de os tribunais continuarem a colocar-lhes obstáculos antes das eleições.

Uma perspectiva perante a qual o Presidente cessante, Cyril Ramaphosa, disse hoje “não estar preocupado” ao considerar que as forças da ordem estão prontas para enfrentar “qualquer ameaça”.

No dia 29 de Maio, mais de 27,5 milhões de sul-africanos vão ser chamados às urnas para eleger os seus representantes, numa contexto de miséria e violência galopantes no país. De acordo com recentes sondagens, pela primeira vez, o partido no poder, o ANC, corre o risco de perder a sua maioria absoluta, estando creditado com cerca de 40% das intenções de voto, contra cerca de 20% para a oposição da Aliança Democrática e 8% a favor do partido de Jacob Zuma.

Degradação das centralidades e da economia afundam valor dos imóveis em USD

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O preço de venda dos imóveis das centralidades comercializadas entre 2012 e 2016 quadruplicou o seu valor de venda em kwanzas, mas caiu para metade em dólares, num país onde a moeda norte-americana é o “indexante” ao valor dos bens, segundo contas do Expansão com base nos preços a que hoje estão a ser comercializados no mercado imobiliário privado.

A situação económica do País nos últimos anos tem prejudicado do lado da procura, o que empurra os preços para baixo. A isto, juntam-se a degradação dos imóveis e dos espaços à volta, com gritantes faltas de manutenção e com falhas constantes no acesso a serviços básicos de água e de electricidade.

Segundo especialistas imobiliários, também a falta de segurança contribui para este arrefecimento do valor dos imóveis, e há que ter em conta outra questão, que é deveras fundamental. Uma boa maior parte dos moradores das centralidades não só não pagam os imóveis ao Estado, como também não cumprem a lei que os obriga a contribuir com a taxa de condomínio que é o “saco” de onde sai o dinheiro para a manutenção das zonas comuns. E tudo isto se traduz em prédios com elevadores parados há vários anos, ou falta de limpeza e de luz nas zonas comuns, contribuindo para uma degradação dos espaços.

Contas feitas pelo Expansão indicam que os imóveis das principais centralidades de Luanda, nomeadamente Kilamba, Vida Pacífica e Cacuaco (Sequele), têm “aproveitado” a desvalorização do Kwanza para se ir valorizando ao longo dos anos. Mas essa “valorização” acontece apenas em kwanzas, já que, face aos valores inicialmente pagos, que eram indexados ao dólar, o valor dos imóveis caiu para metade.

O Kilamba é a zona onde esta variação é mais sentida. Aqui um apartamento da tipologia T3, que o Estado vendeu na altura em regime de renda resolúvel ao preço de 70 mil USD, equivalente a 7 milhões Kz na altura, está agora a ser vendido no mercado privado ao preço de 35 milhões Kz, cinco vezes mais que o preço de venda.

No entanto, hoje esses 35 milhões Kz valem apenas 42 mil USD, o que na prática pressupõe dizer que o proprietário viu o seu património perder valor, mais concretamente 40% daquilo que valia quando fez o contrato de compra.

Esta situação regista-se também nos imóveis da centralidade Vida Pacífica, onde um apartamento T4, que em 2013 foi vendido ao preço de 9 milhões KZ, equivalente a 90 mil USD, está agora a ser vendido a 35 milhões de kwanzas. Ou seja, em kwanzas valorizou quatro vezes. Já em USD, teve uma queda de 53%.

No Cacuaco (Sequele), o cenário não é diferente. Um imóvel de tipologia T5, que foi vendido no regime de renda resolúvel ao preço de 8,5 milhões Kz, equivalente a 85 mil USD, está a ser comercializado no mercado imobiliário privado ao preço de 30 milhões Kz, quadruplicando assim o seu preço em Kz. Se olharmos para o preço em dólares, caiu 58%, valendo agora 36 mil USD. Especialistas consideram que estas variações são uma consequência do mercado imobiliário nacional como um todo, em que a perda do poder de compra e a saída de muitos expatriados do País acabaram por reduzir a procura.

E quando a procura é inferior à oferta, os preços acabam por cair. “O poder de compra dos angolanos reduziu, apesar da necessidade da habitação continuar”, admite o promotor imobiliário João Bernardo. E é esta perda de poder de compra que também tem feito alguns dos proprietários venderem os imóveis que compraram nas centralidades, especialmente no Kilamba.

De acordo com o que o agente imobiliário informal Gaspar João adiantou ao Expansão, as vendas de apartamentos nesta localidade tem vindo a crescer nos últimos anos. “Basta ver o número de anúncios a divulgarem a disponibilidade de apartamentos nesta centralidade e também em outras. Muitos apartamentos já pagos estão a ser vendidos a estes preços, ou um pouco mais acima ou mais abaixo em função das negociações e urgência na venda. Há também quem venda o seu apartamento sem ainda estar pago na totalidade (trespasse)”, explicou.

Questionado sobre as razões para a venda deste tipo de imóveis, o intermediário aponta questões como a distância, a necessidade financeira e até o estado do imóvel. “Muitas pessoas estão a desistir das centralidades por causa da distância para o centro de Luanda e para não terem a casa fechada estão a vender. Alguns começam por arrendar, mas depois acabam por vender devido a problemas que vão tendo com os arrendamentos. Há quem venda porque está a precisar de dinheiro. Vende o apartamento, paga a dívida ao Estado, e fica com o lucro. Também muitos estão a fugir por causa da situação dos prédios, alguns já estão a degradar, mas também há quem não queira pagar outras taxas para além da renda”, sustenta.