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INADEC “trava” tentativa de burla imobiliária da Jefran

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O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) apela aos cidadãos a não aderirem aos projectos imobiliários da empresa Jefran, sociedade que opera no sector da construção civil, por esta estar a enfrentar um processo devido ao incumprimento contratual em que um grupo de pessoas terão adquirido, em 2012, residências a esta empresa e até ao momento ainda não viram os seus imóveis.

Por causa dessa atitude, o INADEC, em nota, dá a conhecer a aplicação de uma multa e a suspensão de toda a actividade económica da referida empresa, até um período de 12 meses. Porém, apesar desta medida, o INADEC diz ter tomado conhecimento, com preocupação, por via dos órgãos de comunicação social, da divulgação de um spot publicitário da referida empresa sobre produtos e serviços imobiliários supostamente pertencentes ao objecto do seu negócio, inclusive com exibição de um número de telefone para eventuais contactos, o caso os consumidores manifestarem o seu interesse em aderir aos projectos.

Para o INADEC, o conteúdo do referido anúncio constitui um acto de desobediência à decisão administrativa tomada por um órgão que goza do estatuto de autoridade nos termos dos artigos 35º da Lei de defesa do consumidor, tratando- se de uma publicidade enganosa e com indício de burla. Neste sentido, a instituição pública apela aos consumidores a não aderirem aos projectos divulgados na referida campanha enquanto durar o processo, sob pena de os cidadãos que assim procederem verem as suas expectativas de obtenção da casa própria a serem frustradas.

Falta de combustíveis faz disparar preços no mercado paralelo

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A falta de combustíveis em Angola, que começaram a rarear na passada sexta-feira, fez disparar os preços do litro de gasolina e gasóleo um pouco por todo o país, atingindo, nalguns casos, quase o quádruplo.

Hoje, em Luanda, grande parte dos postos de combustíveis das diferentes empresas de abastecimento estava encerrada, enquanto as abertas contam com grandes filas de automóveis ligeiros, veículos de transporte de mercadorias, táxis, motociclos e jovens com dezenas e dezenas de bidões que, depois de o adquirirem ao preço oficial, vão vendê-lo mais caro nos bairros periféricos.

Isso mesmo foi confirmado à agência Lusa por um punhado de jovens que aguardou, num posto de combustíveis de uma das principais artérias de Luanda, a Avenida Ho Chi Min, quase sete horas para encher inúmeros bidões de 30 a 50 litros que colocaram numa carrinha de caixa aberta, estacionada mais à frente.

Um litro de gasolina custa, oficialmente, 160 kwanzas (0,44 euros), enquanto o de gasóleo ascende a 135 kwanzas (0,37 euros), valores que os jovens garantiram à Lusa conseguirem duplicar, triplicar e, nalguns casos mesmo, quadruplicar no mercado paralelo.

Os táxis de Luanda, à semelhança do que está a acontecer noutras províncias de Angola, duplicaram o preço das tarifas (de 100 para 200 kwanzas – de 0,27 para 0,54 euros), estando a circular um número substancialmente inferior ao habitual – são cerca de 24.000 os que circulam diariamente na capital angolana.

No sábado, num comunicado, a Sonangol, principal distribuidora de combustível em todo ao país, admitiu a falta de gasolina e de gasóleo, garantindo, porém, que a situação será ultrapassada em breve, havendo a perspetiva de regularização até quarta-feira.

No documento, o único difundido até hoje, a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola – Sonangol EP referiu que a empresa se viu com dificuldades no acesso às divisas para a cobertura dos custos com a importação de produtos refinados, uma das razões que levaram à escassez de gasolina e gasóleo em todo o país.

A Sonangol EP adiantou que procede à importação de derivados mediante pagamento em divisas para venda no mercado nacional em kwanzas.

Outro fator está relacionado com a elevada dívida dos principais clientes do segmento industrial que, segundo a Sonangol EP, consome cerca de 40% da totalidade do combustível e cuja falta de pagamento condiciona também a disponibilidade de kwanzas para a aquisição de moeda estrangeira.

Por outro lado, as avarias sistemáticas nos navios de cabotagem, sendo que cada anormalidade no abastecimento implica um período para a reposição da rotina dos mercados, é outro problema apontado pela Sonangol.

Associados a estes fatores existem outros como o estado técnico das estradas nacionais, que condicionam o abastecimento por esta via, única alternativa para algumas regiões do país, assim como as condições atmosféricas que, em determinados períodos, dificultam a atracação dos navios, lê-se na nota.

Não obstante a situação, a Sonangol assegurou “total e permanente empenho” na regularização dos mercados, garantindo ter já efetuado o pagamento aos fornecedores de produtos importados, estando, desde sábado, em processo de descarga de quantidades suficientes para repor as condições de abastecimento.

País volta a registar escassez de combustível

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A escassez de combustível voltou a criar sérios embaraços aos automobilistas e não só em algumas províncias do país, com maior ênfase em Luanda, num curto espaço de um mês. A primeira registou-se em Março último.

Nas bombas onde ainda era possível encontrar gasolina e gasóleo havia, como sempre, registo de enormes filas de carros, motorizadas e pessoas com recipientes em mão.

Vários automobilistas foram obrigados a deslocar de pontos muito distantes para abastecer a viatura. Foi o caso de Júnior Guilherme, que só conseguiu o produto no posto de combustível da Sonagalp da Dona Xepa, no Futungo, depois de ter passado pelas bombas do Patriota, onde não havia o produto.

A cidadã Rosa Marisa, também, teve de transpirar para atestar o deposito da sua viatura. Explicou a reportagem do Jornal de Angola que antes de se deslocar às bombas da Dona Xepa, foi obrigada a cumprido com uma enorme fila num posto de combustível que fica no Lar do Patriota. “Não tive sorte, porque quando chegou a minha vez o produto acabou. Só faltavam três carros. Foi horrível”, lamentou.

A moeda de troca da Internet

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A era do mIRC e Hi5 (1989 – 2002)

A década de ‘90 tornou-se a era de expansão da Internet. Para facilitar a navegação pela Internet surgiram vários navegadores (browsers) como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator. O surgimento acelerado de provedores de acesso e portais de serviços online contribuiu para este crescimento.

A Internet passou a ser utilizada por vários segmentos sociais como por exemplo os estudantes em busca de informações para pesquisas escolares, bem como para diversão em websites de jogos. As salas de chat tornaram-se pontos de encontro para um bate-papo virtual em tempo real.

Recordo-me que em Angola entre 1998 e 2002 usou-se muito o mIRC que na altura era muito popular quanto o Facebook hoje. De seguida o Hi 5 entre 2008 e 2009 que ganhou espaço.

Na altura as empresas descobriram que a Internet seria um excelente caminho para melhorar os seus lucros.

Surge a pergunta: neste período, já era o conteúdo a moeda de troca da Internet? O que você acha?

Nos dias de hoje (2004 – 2019)

Nos últimos quinze anos, sob funcionamento via Internet, as empresas têm desenvolvido muitas plataformas, ferramentas, dispositivos, dentre outras soluções que mudaram radicalmente o comportamento dos clientes. Hoje vender e comprar é bastante diferente. E isso porquê? Porque os consumidores mudaram mais rápido do que as empresas, forçando estas a acompanhar a passada.

O conteúdo é aquilo que converte usuários comuns em leads (1) para o negócio. Ou seja permite captar novos contactos, aumentar o número de seguidores e converter a sua audiência em clientes. O conteúdo pode ser uma imagem, um texto, um áudio ou vídeo e sobre estes devem acompanhar as mensagens, informações ou temas de interesse dos seus potenciais clientes ou público-alvo. E quanto mais informação de qualidade consumirem, maior a probabilidade de se tornarem clientes.

O conteúdo pode ser: compilação de temas já publicados; entrevistas; resenhas; casos de sucesso e fracassos; pedir opinião sobre o que poderá ser o próximo serviço ou produto; pesquisas e tendências. O pedido de opinião ocorre por exemplo quando a empresa pretende lançar um produto, um refrigerante por exemplo, e pergunta aos seus clientes como gostariam que fosse a garrafa, quais as cores, imagens, mensagens, dentre outros elementos que achassem interessante colocar. Aí, depois que o produto é lançado o cliente já não é “surpreendido” e sente-se muito mais valorizado pelo facto de a sua opinião ter sido considerada.

Muitas empresas no mundo e sobre tudo em Angola ainda não tiram partido desta magnífica estratégia. Prendem-se muito no que é o seu core-business comunicando exaustivamente informações sobre o que vendem afugentando na maior parte das vezes os potenciais clientes.

Hoje é impossível pensar no mundo sem a Internet. Ela tomou parte dos lares de todos nós. Estar conectado à rede mundial passou a ser uma necessidade de extrema importância. A Internet também está presente nas escolas, faculdades, empresas e diversos locais, possibilitando acesso às informações e notícias do mundo em apenas um click.

É urgente que as empresas criem conteúdos de valor, que proporcionem experiências interessantes ao seu público-alvo de modo simples, mas grandioso.

Morre cidadã diagnosticada com gripe A

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A cidadã angolana diagnosticada com gripe A (H1N1) morreu numa das unidades sanitárias de Luanda, confirmou, nesta quinta-feira, o chefe do departamento de controlo de doenças da Direcção Nacional de Saúde Pública, Peliganga Baião.

Proveniente de São Paulo (Brasil), a vítima encontrava-se em isolamento, desde que lhe foi diagnosticada a doença. Trata-se da primeira morte por gripe A, oficialmente divulgada no país.

Em declarações à Televisão Pública de Angola (TPA), Peliganga Baião informou que os técnicos de saúde com quem a paciente contaminada manteve contacto directo estão sob vigilância médica e vão aguardar durante um período de sete dias.

Explicou que o tempo de transmissibilidade da doença é de sete dias.

Sublinhou que outras quatro pessoas, entre familiares e pessoal de saúde, apresentaram sintomatologia, mas os resultados se revelaram negativos.

Sobre a vigilância nos aeroportos, deu a conhecer a existência de um microscópio no local de passagem, com capacidade de fazer avaliação da temperatura dos pacientes.

Todavia, disse, os mesmos devem notificar previamente no local de partida, caso haja alguma ocorrência de síndrome respiratória, para serem tomadas as devidas precauções.

Em face do ocorrido, o Ministério da Saúde exortou, quarta-feira última, a população a manter-se calma e serena, pois, de acordo com a OMS, o facto de se detectar o H1N1 corresponde a um estado de alerta de nível 1, o mais baixo numa escala de 0 a 5.

Por se tratar de uma doença particularmente contagiosa, transmitida por via aérea através do contacto com objectos contaminados, o Minsa indica, como medidas de prevenção, a lavagem das mãos com água e sabão ou desinfectá-las com álcool.

Isso deve ser feito depois de qualquer contacto ou qualquer actividade, ao tossir ou espirrar cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel. Os pacientes devem, ainda, comunicar as autoridades sanitárias os casos de suspeitos de gripe A.

Advertiu que o primeiro sinal do vírus H1N1 está associado à febre alta acima de 38 graus, manifestações sistémicas denominadamente como celfagia, cefaleia, mioplagia, tosse, dor abdominal , diarreia e vomitos.

O paciente com suspeita de caso deverá ser isolado por ter uma propagação rápida.

NOS garante canal ZAP Viva em exclusivo

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A grelha da NOS, um dos principais operadores televisivos em Portugal, vai ser reforçada a partir de 11 de maio com o canal angolano ZAP Viva.

O canal de entretenimento, que transmite 24 horas em HD e tem na sua grelha telenovelas, séries, talk shows e serviços informativos que acompanham a vida de celebridades angolanas e internacionais, entre outros produtos, fará parte do pacote base da NOS e estará disponível na posição 125.

A estreia do ZAP Viva na grelha da NOS será assinalada pela transmissão em direto de um espetáculo intitulado Team de Sonho III, que terá lugar às 21.00 no Campo Pequeno, em Lisboa, e que reúne alguns dos principais músicos angolanos na atualidade.

Fonte: DN

Policia apreende ladrões de acessórios de carros no Kilamba

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A policia nacional levou acabo uma actividade onde foi possível a apreensões de alguns acessórios de viaturas furtados no Kilamba.

O apelo vai a todos os proprietários de viaturas que foram lesados nos últimos dias a deslocarem-se ao Departamento da SIC Municipal de Belas sita junto o Quarteirao A do Kilamba afim de reaverem os seus pertences para os recuperar.

A acção da Policia é louvável uma vez que tem sido frequente os assaltos a viaturas para extração de acessórios para venda no mercado negro.

As nossas felicitações ao trabalho levado a cado pela corporação.

Facebook muda de cara, e Messenger vai se integrar a Instagram e Whatsapp

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Zuckerberg diz em evento anual, que futuro da rede é permitir experiências mais íntimas e assume que empresa ‘não tem a melhor reputação’ em relação a privacidade no momento.

No evento na Califórnia, o presidente-executivo da empresa divulgou os primeiros passos do grupo nesse sentido, destacando novidades no Messenger, que ele promete que será “o aplicativo de conversas mais rápido” que existe, e a nova cara do Facebook.

O novo Messenger, “refeito do zero”, será lançado “dentro de alguns meses”, mas Zuckerberg não deixou claro se todas as novidades preparadas para o aplicativo serão lançadas ao mesmo tempo. As principais são uma versão para desktop e integração com WhatsApp e Instagram.

Kínguila baleada é sepultada em breve

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O corpo da cidadã Maria Manuel Joaquim, 52 anos, a kínguila baleada no dia 20 deste mês, na região do abdómen, nas imediações da Shoprite do Palanca, por dois indivíduos, que tentaram roubar o seu dinheiro, vai a enterrar em breve, num dos cemitérios de Luanda, segundo fontes familiares.

Maria Manuel Joaquim faleceu sábado, 27, no Hospitral Américo Boavida,onde se encontrava internada nos serviços de cirurgia a receber assistência médica e medicamentosa.

Um dos familiares da malograda, que falou sobre anonimato, afirmou que uma suposta cliente terá ligado para Maria Joaquim, um dia antes do incidente, alegando que pretendia trocar 10 mil dólares. Com base nisso, suspeita que à mulher faz parte do grupo dos supostos criminosos que atingiram, com um disparo de arma de fogo, a kínguila.

“No dia do encontro com a suposta amiga, nas imediações da Shoprite, no Palanca, a mulher fez-se acompanhar de dois elementos que se supõe serem os carrascos da kínguila”, segundo a família. Maria Manuel Joaquim deixa quatro filhos.

Uma fonte do Serviço da Investigação Criminal (SIC) confirmou ao Jornal de Angola que o suposto meliante, que ficou ferido e socorrido pela Polícia Nacional, recebeu tratamento médico no Hospital Geral de Luanda e já recebeu alta.

Gerriche de 24 anos, cidadão do Congo Democrático (RDC), encontra-se detido e confirmou a suposta participação do assalto junto do SIC Luanda, ao passo que Paty Boi morreu no local do crime.
Paty Boi, 22 anos, vivia no bairro da Mabor General, em Luanda, e quando estivesse envolvido em crimes “refugiava-se” na RDC, segundo informações da Polícia Nacional.

O porta-voz da Delegação Provincial do Ministério do Interior em Luanda, intendente Mateus Rodrigues, revelou que Paty Boi e o cidadão da RDC Gerriche eram considerados altamente perigosos e se dedicavam ao crime de roubos diversos na via pública, com recurso a arma de fogo.

Mateus Rodrigues afirmou que Gerriche já esteve detido na Comarca de Luanda, onde cumpriu pena de dois anos por crime de roubo, ao passo que o finado Paty Boi, 22 anos, cumpriu uma pena de oito anos, também, por roubo.

info@kilambanews.com