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Fundo de Fomento Habitacional pode bater a porta dos incumpridores no kilamba

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A gestora do Fundo de Fomento de Habitação do Kilamba, Stela Gaspar, fez saber que mais de 50% dos moradores não pagam as rendas.

Ao intervir sábado, na cerimónia de apresentação do novo administrador, Stela Gaspar fez ver aos munícipes que a falta de pagamento das rendas inviabiliza o processo de manutenção dos edifícios, como a reparação dos elevadores, fissuras e do edifício no seu todo.

Recém-nomeada para a função de controlo e gestão das habitações do Kilamba, que deixou de ser feita pela Imogestim, há quatro meses, passando na totalidade para a esfera do Fundo de Fomento de Habitação (FFH), que já recebeu os dossier e os escritórios do Kilamba, Stela Gaspar referiu que, com base no que já tem em mãos, o nível de incumprimento é muito alto. Existem beneficiários que estão na centralidade, há cerca de 8 anos, e nunca pagaram uma prestação.

A nova equipa do Fundo de Fomento de Habitação está já a trabalhar em vários processos, mas, numa primeira fase, a intenção é não aplicar ainda os juros de mora aos moradores incumpridores, adiantou a gestora, antes de acrescentar que nos próximos vão anunciar o tratamento a ser dado a esses casos.

O FFH tem a seu cargo as 25 mil habitações da primeira fase do Kilamba, bem como as 5mil casas no KK 5000. No entanto, a transição dos processos ainda não está concluída. Antes a instituição atendia apenas os edifícios que estavam sob a sua gestão em termos de manutenção, quadro completamente diferente hoje, que obrigou a um minucioso trabalho, já em curso, para o levantamento de tudo que tem a ver com os prédios, de modo a saber as reais dificuldades e o tratamento a dar às situações que forem reportadas.

A gestora sublinhou que a faixada dos edifícios é da responsabilidade da administração, visto que o FFH responde apenas apenas pelas habitações.
Garantiu ainda que, com base no trabalho que tem sido realizado, os edifícios estão em bom estado técnico.

“Não só como funcionária, mas também na qualidade de moradora, se tiver de dar uma nota às condições dos edifícios e propriamente dos apartamentos, de 0 a 10 dou nove. Existem condições de habitabilidade. Nós como moradores devemos colaborar na conservação e manutenção destes bens. Se não o fizermos, fica totalmente difícil mantermos em boas condições os nosso prédios. E não podemos apontar o dedo pela degradação dos edifícios a pessoas que não vivam neles”, realçou.

Quanto aos pagamentos, para aqueles que têm feito ou pretendem passar a fazer, Stela Gaspar tranquilizou essa franja de beneficiários: “As coordenadas bancárias não foram alteradas. São as mesmas e o processo continua exactamente igual. Neste momento, os moradores podem regularizar ou fazer os pagamentos normais nos escritórios do FFH do Kilamba, situado nos edifícios M19 e C18”.

A Administração do Fundo de Fomento de Habitação deixou claro que brevemente vai anunciar as medidas a tomar para aqueles que não pagam, dentre elas a cobrança ou não de juros de mora, a extensão ou não dos prazos de pagamento. Essas e outras medidas estão a ser analisadas.

O FFH está aberto a negociações de modalidades de pagamento, por isso Stela Gaspar apela os moradores a pagar, de modo a que o Estado possa recuperar o dinheiro investido e construa mais habitações para as gerações vindouras.

 

 

ERRATA: Violador da aluna de 12 anos no Kilamba não é professor de capoeira

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O crime de violação sexual contra uma menor de 12 anos que aconteceu no interior da Escola do Iº Ciclo Nzinga Nkuvo, no quarteirão W da Centralidade do Kilamba, não foi perpetrado por um professor de capoeira, tal como tinha noticiado o nosso jornal, na edição de Segunda-feira.

Segundo Carlos Peralta, dono e responsável da academia de capoeira, Alexandre João José, de 20 anos, que vem acusado de ter cometido tal crime, não é professor de capoeira.

Carlos Peralta confirma ter havido realmente um crime de violação sexual contra uma menor de 12 anos, no interior da Escola Nzinga Nkuvo, mas o elemento acusado não é, e nunca foi, professor de capoeira da academia de artes marciais que dirige.

“Não é um professor de capoeira, mas sim um aluno da escola, um colega da vítima. A informação que foi dada de que é um professor de capoeira não corresponde à verdade. Alexandre João José é um estudante da escola que tinha acesso à academia (porque esta fica aberta), mas não é professor”, reforçou.

Em função das declarações do responsável da academia que está na Escola Nzinga Nkuvo, o nosso jornal vê-se na obrigação moral e profissional de fazer este reparo e pedir desculpas à referida academia, bem como à comunidade angolana de capoeirista, pelos eventuais danos que a informação primária tenha causado.

Importa frisar que Alexandre João José, de 20 anos, o aluno que está a ser acusado de ter abusado sexualmente a colega, já está detido e espera para que seja encaminhado aos órgãos competentes para a devida responsabilização criminal.

Fonte:Jornal o País

Crianças da localidade do Tapo na Barra do Kwanza com várias carencias beneficiam de Acção Solidária

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A Associação Juvenil de Apoio as Comunidades (AJACOM) e a Empresa NC-Núcleo de Comunicação, realizaram no sábado 27 de julho a entrega de donativos para mais de 460 pessoas na Comunidade do Tapo, Barra do Kwanza.

Mais de 40 personalidades da sociedade angolana, deslocaram-se à Comunidade do Tapo para acudir a situação de carência vivida pelos moradores. Foram distribuídos mais de 5 mil itens, desde roupas, alimentos não perecíveis e material didático e tiveram ainda direito a consultas grátis.

A iniciativa visa proporcionar um cacimbo diferente as pessoas que habitam naquela circunscrição da província de Luanda, incutindo, valores de partilha, da integração, solidariedade e passagem de testemunho para as futuras gerações.

Filipe Martins Dala, presidente da Comissão de moradores afirmou que a comunidade precisa de uma Escola, hospital, Energia Elétrica e Água potável.

“Muitas crianças têm que se deslocar longa distância para irem a escola, é necessário se construir também um tanque de água para deixarmos de consumir água salobra que é o maior causador de doenças diarreicas aqui na nossa comunidade”, alertou.

E por sua vez o coordenador geral do projecto Acção Solidária Maurício Santana, Mostrou-se satisfeito com o resultado da actidade e prometeu a construção de uma escola para as crianças da referida comunidade.

De recordar que este projecto teve início em 2016 e conta com a parceria da AJACOM, FPAL, Queiroz Galvão, Protteja, Previne, Kubinga, Comsoluções, Boutique Solidária, Salão de beleza orgulho Afrikano, Li Ngugi, Complexo escolar Saber e a Angonabeiro.

A Associação Juvenil de Apoio as Comunidades (AJACOM) e a Empresa NC-Núcleo de Comunicação, realizaram no sábado 27 de julho a entrega de donativos para mais de 460 pessoas na Comunidade do Tapo, Barra do Kwanza.

Mais de 40 personalidades da sociedade angolana, deslocaram-se à Comunidade do Tapo para acudir a situação de carência vivida pelos moradores. Foram distribuídos mais de 5 mil itens, desde roupas, alimentos não perecíveis e material didático.

A iniciativa visa proporcionar um cacimbo diferente as pessoas que habitam naquela circunscrição da província de Luanda, incutindo, valores de partilha, da integração, solidariedade e passagem de testemunho para as futuras gerações.

Filipe Martins Dala, presidente da Comissão de moradores afirmou que a comunidade precisa de uma Escola, hospital, Energia Elétrica e Água potável.

“Muitas crianças têm que se deslocar longa distância para irem a escola, é necessário se construir também um tanque de água para deixarmos de consumir água salobra que é o maior causador de doenças diarreicas aqui na nossa comunidade”, alertou.

E por sua vez o coordenador geral do projecto Acção Solidária Maurício Santana, Mostrou-se satisfeito com o resultado da actidade e prometeu a construção de uma escola para as crianças da referida comunidade.

De recordar que este projecto teve início em 2016 e conta com a parceria da AJACOM, FPAL, Queiroz Galvão, Protteja, Previne, Kubinga, Comsoluções, Boutique Solidária, Salão de beleza orgulho Afrikano, Li Ngugi, Complexo escolar Saber e a Angonabeiro.

 

 

 

Eva Rap Diva solta voz no Festival Afrolatinas

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Eva Rap Diva figura entre as vozes que integram a 12ª edição do Festival da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Numa publicação, Eva Rap Diva desvendou que a sua presença visa a realização dos espectáculos que marcam a edição deste ano. “Vou ter a honra de me apresentar ao vivo com uma banda, só com mulheres no Afrolatinas em São Paulo”, realça a nota de Eva Rap Diva. O festival, que é também conhecido como o Latinidades, coloca em evidência a produção de conhecimentos de mulheres negras e a sua importância na sociedade, ao mesmo tempo que denuncia o racismo, o machismo e as condições a que são submetidas no Continente Africano e na diáspora. O festival existe há 12 anos e, durante o mesmo, são realizadas conferências, debates, oficinas, shows, lançamentos livros, desfiles, exposição, feira-afro, espaço infantil, acções de sustentabilidade, acessibilidade e responsabilidade social. Toda a programação é gratuita e está aberta ao público. Gente endereça votos de bom trabalho à Rainha Ginga do Rap.

Professor de capoeira viola aluna de 12 anos na escola do kilamba

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O professor de capoeira Alexandre João José, de 20 anos, está a ser acusado de ter abusado sexualmente de uma aluna de 12 anos no interior da escola pública do quarteirão W da Centralidade do Kilamba, em Luanda.

O crime de violação sexual aconteceu no interior da Escola do I Ciclo Nzinga Nkuvo, no quarteirão W da Centralidade do Kilamba, quando o instrutor de capoeira, aproveitando-se da distração de todos, forçou a menina de 12 anos a manter relações sexuais consigo, no anfiteatro da escola.

O facto aconteceu no dia 24 de Julho, quando a aluna de 12 anos se dirigiu ao anfiteatro, segundo um encarregado de educação que conversou com OPAÍS, numa altura em que o acusado arrumava os materiais para o treino. Ao ver que estavam só os dois, o professor de capoeira trancou a porta e consumou o acto.

De acordo ainda com o encarregado, que preferiu o anonimato, a aluna vítima de violação não é instruenda do capoeirista, aliás, os alunos da escola Nzinga Nkuvo não recebem aulas de capoeira, mas aquele e outros indivíduos utilizam o anfiteatro porque a direcção da escola os arrendou.

“É uma situação complicada, estamos a deixar as nossas crianças na escola, a pensar que estão seguras, e acontece uma violação sexual bem dentro da instituição. Hoje, a minha filha, que, praticamente, é da mesma faixa etária, está com medo de retomar as aulas e o mesmo sentimento apresentam as outras colegas”, lamentou, o encarregado
de educação.

A Polícia Nacional confirmou a detenção do cidadão Alexandre João José, resultado da denúncia feita pelo pai da menina, de 41 anos de idade, no Piquete do Comando Municipal de Belas, uma vez que esta contou o que lhe tinha acontecido na escola. Alexandre, que espera responder pelo crime de que vem acusado, para além de professor de capoeira é estudante.

Fonte: O País

Projecto “VAMOS LER JUNTOS”

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O projecto vamos ler juntos é uma iniciativa do professor, modelo e autor da obra “Diário de um professor (a)normal”, Edy Lobo e tem como objetivo incentivar a leitura por meio das redes sociais, mais propriamente no Facebook.

“Nota-se que há muita gente que é levada a comprar livros simplesmente para ajudar financeiramente o autor de uma obra isto por causa do amiguismo ou de outras razões inerentes à causa; se as leituras forem feitas em conjunto e após a leitura discutir-se sobre o tema, a coisa já fica mais linda”. Já diz o escritor e autor brasileiro Augusto Cury “um livro numa estante não passa de um conjunto de papéis imprimidos”. Se não for para agregar sabedoria não adianta.

O Projecto VAMOS LER JUNTOS convida todos os escritores e autores de obras nacionais, numa primeira instância porque o mentor do projecto é angolano, a incentivar a leitura por meio de Lives (Directos) no Facebook. Dilapidar a letargia e fenecer com a bibliofobia (aversão à leitura) transformando-a em bibliofilia (amor à leitura) é o objectivo mormente. Assim até promove-se mais uma obra literária.

“Toda uma nação que lê tem a capacidade de ver para além do horizonte e ouvir para lá do silêncio”.

Murtala Marta novo administrador do kilamba foi apresentado aos moradores

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A nova direcção administrativa do distrito da Cidade do Kilamba foi apresentada neste sábado 27, aos moradores, cuja cerimónia decorreu na Escola 2003 no quarteirão C em Luanda.

Estiveram reunidos no local do evento cerca de 200 pessoas entre coordenadores dos edifícios, moradores e toda equipa do novo administrador, com destaque para os directores da Fiscalização, Acção Social e Desportos, Gestão Urbana, Serviços Comunitários Limpeza Embelezamento e Espaços Verdes, Actividades Económicas e  Saúde, numa cerimónia muito concorrida dada a espectativa dos munícipes.

A administração considerou o encontro de positivo tendo superado as expectativas. O momento serviu ainda para a recolha de reclamações, sugestões e opiniões colocadas pelos moradores, tendo administração tomado boa nota e prometeu dar solução aos vários problemas.

Por outro lado, não perdeu a oportunidade para chamar atenção dos comportamentos menos correto de alguns moradores. No primeiro contacto com os moradores neste formato aberto ao público, Murtala Marta fez saber, que é necessário esta auscultação para perceber qual o estado amímico dos moradores relativamente as várias inquietações que têm vivido e também para criar uma empatia para poder trabalhar e facilitar a gestão participativa que o governo quer implementar. “Saber se de facto os problemas eram os mesmo que a administração tem cadastrados, de formas a dar tratamento dos mesmos”.

O gestor disse que as preocupações são as mesmas em termos de diagnósticos e estão identificadas, sobretudo ligados à segurança, saneamento básico e os espaços verdes, uma vez que a sua estratégia passa pela manutenção periódica de formas a atender todas as inquietações.

“A solução para todos os problemas é trabalhar e trabalhar, estamos a colher as informações, vamos avaliar e planificar as  acções para começarmos atacar todas as situações candentes reportadas aqui, referenciar que já começamos a tomar algumas medidas e até mesmo a executar”, acrescentou Murtala Marta.

O novo inquilino do kilamba tem como prioridade repor a ordem administrativa e a tranquilidade pública, na medida em que existe um grande sentido de impunidade por parte dos moradores, uma vez que boa parte dos vários problemas reportados, são causados pelos próprios moradores, tendo prometido repor a legalidade na cidade.

O adimistrador apelou também a colaboração de todos os munícipes para que se possa efectivar a gestão participativa e resolver os problemas apresentados. Salientou que se não houver colaboração será um trabalho em vão.

 

Bens públicos da cidade estão a ser destruídos e vandalizados

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Os bens públicos na cidade do kilamba começam a ser destruídos por conta da imprudência dos automobilistas, e do vandalismos dos meliantes,o acidente de hoje nas primeiras horas do dia faz prova disto mesmo.

Não é a primeira vez que nos deparamos com este cenário, infelizmente hoje por hoje, quem trafega por algumas artérias da cidade do kilamba depara-se, nalguns pontos com esta triste realidade, quando não são postos de iluminação caídos por conta de acidentes, são os bancos das paragens, são as bocas de incêndios ou as caixas eléctricas vandalizadas. E assim vamos indo, sem que as pessoas sejam competentemente responsabilizadas.

Numa altura que estamos a testemunhar a poda de árvores um pouco pela cidade do kilamba, mas que infelizmente os troncos e galhos das árvores podadas não estão a ser recolhidos logo após a poda, o que acaba por dar uma má imagem a cidade, quando o objectivo era oposto.

É preciso que a fiscalização tome uma posição, sob pena de assistirmos a degradação destes bens que dizem respeito a todos nós, seria bom que os cidadão se envolvessem nesta acção, denunciando os infratores e fazendo queixas.

Apelamos à administração da cidade, que agora tem novo Administrador, que tomem a peito esta e várias outras questões que estão a retirar a beleza da cidade e preocupar os citadinos desta urbe.

 

Talento de Nelson Paim em exposição na Galeria Tamar Golan

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O caricaturista angolano Nelson Paím vai apresentar-se na Galeria Tamar Golan com “10 Anos de Caricaturas Made in Angola”, uma exposição individual de caricaturas sobre tela, a inaugurar nesta sexta-feira, 26, pelas 18 horas.

De acordo com um comunicado enviado ao SAPO, a exposição ficará patente ao público até ao dia 20 de Agosto, podendo ser visitada de segunda a sábado, entre as 12h30 e as 19h30, na galeria de arte contemporânea da Fundação Arte e Cultura, na baixa de Luanda.

Durante os últimos dez anos, diz Nelson Paím, “foram muitos os trabalhos que apresentei em Angola e pelo mundo fora, entre exposições, workshops e o lançamento de um novo livro de caricaturas”. A culminar uma década de criatividade, a Galeria Tamar Golan apresenta agora uma exposição de caricaturas sobre tela, com alguns trabalhos em que o artista se aventura igualmente em pintura digital e carvão sobre papel.

O Artista
Nelson Paím nasceu aos 10 de Agosto de 1990. Mais do que caricaturista, ele é um artista plástico, um profissional do desenho humorístico, da caricatura e do cartoon. Desde 2009 que faz caricaturas e nelas exprime o seu talento e a sua criatividade. Em dez anos de trabalho, participou nove vezes no Festival Internacional de Banda Desenhada – Luanda Cartoon, colaborando de forma regular com as revistas Caras Angola, People e Carga Magazine da Música, entre outros meios de comunicação. Lançou três livrinhos de caricaturas e fez uma tournée em seis províncias, a saber Bengo, Benguela, Huambo, Malanje, Lubango e Uíge.

A Exposição
A caricatura vs. Nelson Paím. O nome “Paím” dá vontade de dar algumas gargalhadas, no bom sentido. É exactamente isso que faz a caricatura: aguça o sentido de humor do observador, leva-o a admitir a distorção, a passagem do normal ao anormal, a transformação de imagens normais em engraçadas, a indução da vontade de rir. Mas atenção, a caricatura pode ser muito mal interpretada por quem não perceber a lógica subjacente. O jovem Nelson Paím vem trabalhando neste estilo há mais de 10 anos, sobretudo em pintura digital, mas desta vez ele mostra-nos o resultado de um desafio, o de pintar as suas caricaturas em tela. Ao longo de uma década, teve sempre como anseio gravar o rosto de alguém em papel branco, imortalizando-o de forma engraçada, por vezes grotesca, lutando a cada dia para conquistar um novo admirador e apreciador do seu trabalho. É bem visível no seu traço uma grande aceitação, até mesmo a nível internacional. Com o seu talento, agrega valor e contribui para o engrandecimento da caricatura no nosso país, estilo ainda pouco consumido, devido a tabus ainda existentes na nossa sociedade.

De realçar que, com esta exposição, o artista luta para afirmar o estilo de caricatura no mercado nacional e poder influenciar outros jovens a seguirem o mesmo percurso.

Cidade do Luena recebe comboio turístico

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É ja amanhã, 26 de Julho, que Angola , na cidade Luena, província do Moxico, recebe o primeiro comboio turístico da Rovos Rail, um operador da África do Sul, que entra pelo Luau, com meia centena de turistas, entre sul-africanos, norte-americanos, ingleses, suíços, holandeses, australianos e neozelandeses.

Segundo a Rebeca Barreiros, a coordenadora do escritório da Benguela Turismo/Alive Travel, o país começa a estar na rota dos destinos para este segmento, com a partida dos turistas de Dar Es Salaam, que passaram pela Zâmbia e República Democrática do Congo (RDC), tendo como destino final a cidade do Lobito, na província de Benguela.

“Em 2020, estão programado dois comboios, um a chegar e outro a partir. Em 2021, a mesma situação”, acrescenta a Rebeca Barreiro.

Rebeca Barreiros ressaltou o interesse dos operadores turísticos em trazer mais turistas de comboios, estando já a estudar outros trajectos futuros, que poderão ser incluídos na linha do Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) e conciliar com outros destinos africanos.

A representante do Ministério da Cultura na comissão apelou, por esta razão, aos artesões para não inflacionarem os preços.

A comissão multissectorial, criada para facilitar a entrada dos navios cruzeiros e do Comboio Turístico em Angola, partiu ontem para o município fronteiriço do Luau.