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Aumenta a pobreza entre “zungueiras” de Luanda

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As “zungueiras” de Luanda continuam a ser perseguidas e os seus haveres apreendidos o que está a aumentar a pobreza e má nutrição entre as sua famílias, afirmou José Ambrósio Cassoma, Presidente da Associação de Vendedores Ambulantes de Luanda AVAL.

Segundo Cassoma agentes da Polícia Nacional e a fiscalização de Luanda, continuam a receber em vários municípios os haveres da mulheres Zungueiras.

“Continua e muitas as mulheres por exemplo já abandonaram a venda ambulante e acabam por cair na prostituição, alguns rapazes na criminalidade”, disse.

Esta situação deixa varias famílias sem alimentação, o que tem causado má nutrição nas crianças das nossas associadas porque um dia comem outro dia não” disse.

Cassoma diz que cerca de 500 famílias em Luanda são afectadas,

Em conversa com a Voz da América o porta-voz da polícia sem gravar entrevista disse que o combate á venda desordenada é feito pela “fiscalização” não pela polícia que só intervém quando a situação “está insustentável”.

Vinhos sul africanos mais consumidos pelos angolanos

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Aconteceu em Luanda na noite de 16 de Agosto, um jantar repleto de glamour e elegância, que juntou figuras públicas angolanas de diferentes segmentos sociais, desde empresários, políticos, apresentadores de TV e personalidades anónimas de enorme prestigio, que estiveram juntos na mesma mesa, para uma degustação de vinhos sul-africanos.

O evento organizado pela Wosa(Wines Of South Africa), em parceria com o Departamento de Agricultura do Cabo Ocidental e a (Wesgro)agência sul-africana de promoção e apoio ao investimento do turismo do cabo Ocidental, aconteceu no Hotel Presidente. Para Matome Mbath, responsável de Marketing da WOSA “este é o sexto evento que acontece em Luanda e o principal objectivo é promover e divulgar a qualidade reconhecida dos vinhos sul-africanos junto dos consumidores angolanos, que estão cada vez mais a consumir os vinhos sul-africanos. Mas sempre deixamos a mensagem que o consumo deve ser feito de forma responsável”.

Essas atividades fazem parte de uma visão coletiva da indústria de vinhos da África do Sul, para aumentar a divulgação no mercado angolano.

Polícia detém marginais envolvidos no acto de vandalismo no Rocha Pinto

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A Polícia Nacional procedeu, na tarde de ontem, 19, a detenção de mais três cidadãos envolvidos no tumulto ocorrido na última sexta-feira, no bairro Rocha Pinto.

Os mesmos, com idades compreendidas entre 18 e 19 anos de idade, que segundo informações, pertencem a um grupo de supostos marginais denominado “os Belas e Bwe Poster”, são indiciados nos crimes de vandalismo e arruaça.

Os acusados já se encontram a contas com as autoridades competentes, e diligências prosseguem para localização e detenção do líder e outros membros do grupo.

Portal do Munícipe ajuda a reduzir exclusão digital

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A expansão do Portal do Munícipe a todo o território nacional, processo conduzido pelo Ministério das Finanças desde 2017, tendo atingido já a maior parte das sedes municipais, vai acelerar a redução da chamada “brecha digital no país”, afirmou fonte ligada ao departamento ministerial.

Euclides Paxe, membro do Grupo Técnico para Implementação do Regime Financeiro das Autarquias, falava aos jornalistas na quinta-feira, num encontro em Luanda, no qual apresentou  as funcionalidades do Portal do Cidadão, plataforma de arrecadação de receitas comunitárias em desenvolvimento no país.

O sistema, de acordo com o técnico do Ministério das Finanças, já foi instalado em 152 sedes municipais, a maioria das quais com o grosso da população sem acesso à internet, o que suscitou dívidas aos jornalistas quanto à sua utilidade para comunidades em situação de  infoexclusão.

Dados disponíveis indicam que 70 por cento dos 156 municípios do país não tem acesso à internet e 60 por cento ao telemóvel, indicadores que Euclides Paxe disse conhecer, garantindo, no entanto, que a instalação do Portal do Munícipe nas sedes municipais vai incentivar as administrações locais a acelerar os processos de instalação de tecnologias de informação e comunicação nas respectivas circunscrições e, com isso, reduzir a também chamada “fissura digital”.

No quadro da desconcentração da Administração Pública e tendo em vista o advento das autarquias, lembrou, o Titular do Poder Executivo exarou o Decreto Presidencial n.º 47/18, cujo artigo quinto determina a criação do Portal do Munícipe, como mecanismo de arrecadação de receitas comunitárias, através da Referência Única  de Pagamento ao Estado (RUPE), que assegura o retorno às administrações de 70 por cento das colectas resultantes da cobranças locais de taxas e emolumentos, previamente definidos.

O portal permite ao cidadão tratar e pagar por via electrónica todos os documentos da responsabilidade das Administrações locais, desde o Cartão do Munícipe à Licença de Obras, da taxa de Urbanização à Licença Comercial, num universo que envolve mais de 400 taxas e emolumentos diversos.

Para o efeito, os munícipes precisam de aceder à chamada “Front Office”, plataforma que possibilita o pagamento, por meio da RUPE, por via de depósitos bancários, ATM, internet banking, entre outras ferramentas electrónicas.

info@kilambanews.com

Cobra é encontrada em motor de viatura no kilamba

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Uma cobra foi retirada do motor de uma viatura, na cidade do Kilamba, município de Belas, em Luanda, pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, informou, ontem, o porta-voz nacional do órgão tutelado pelo Ministério do Interior.

Faustino Minguêns, que falava ao Jornal de Angola, disse que a viatura é de uma mulher, que se deparou com o réptil enrolado no motor, depois de ter aberto o capô, para verificar a origem da dificuldade que teve em pôr o veículo a funcionar.

A mulher não ganhou para o susto e rapidamente ligou para a emergência do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, que deslocou ao local uma equipa para retirar a cobra da viatura , enviada depois para o Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF). Faustino Minguêns explicou que a cobra é um animal que procura abrigar-se em locais quentes e o motor de viaturas é um dos sítios preferenciais do réptil.

O porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros recomendou aos proprietários de viaturas que vivem ou se deslocam a áreas onde tem sido capturados serpentes a redobrarem os cuidados antes e depois de entrarem nas suas viaturas. Confirmou também o aparecimento de uma cobra nas instalações da Direcção Nacional de Viação e Trânsito, no Capolo I, no Kilamba Kiaxi, mas desmentiu que tenha sido achada no gabinete do director, como chegou a ser especulado.

fonte:JA

Cidadãos que invadiram casas na centralidade foram detidos

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Uma nota chegada à nossa redacção informa, que  foram detidos em flagrante delito, em Luanda, na madrugada de quarta-feira, cerca de 20 jovens, por terem invadidos apartamentos na centralidade do Zango vida pacifica, município de Viana.

Os marginais foram acusados, pelos crimes de Introdução em casa alheia,  dano em edificação e usurpação de imóveis (apartamentos) na Urbanização Vida Pacífica, Zango-Viana, após uma denúncia, foi constatado que os mesmos danificaram as fechaduras e introduziram-se nos apartamentos de forma fraudulenta e dolosa na calada da noite.

Por esta acção, os invasores foram apresentados, ontem, 15/08/2019 ao Tribunal Municipal de Viana para julgamento sumário. A Polícia Nacional desencoraja tais práticas, por constituírem crimes, e garante que todos os que procederem de igual forma terão o mesmo tratamento.

A polícia exorta a população a recorrer, de forma legal, à aquisição de imóveis e deixar de praticar actos que possam prejudicar o bom nome e o das famílias.
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Fonte:GCII da Delegação do MININT

Condenação de Augusto Tomás foi “encomenda política”, diz advogado

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A condenação do antigo ministro dos transportes angolano Augusto Tomás a 14 anos de prisão mereceu hoje fortes criticas do seu advogado, mas foi vista por um politico da oposição como algo de positivo para a independência do sistema judicial angolano.

Tomás foi até agora um dos mais destacados dirigentes da elite governamental a ser levado a tribunal por crime de corrupção.

O antigo ministro era acusado dos crimes de peculato, associação criminosa, abuso de poder, violação das normas de execução do plano do orçamento, participação económica em negócio, branqueamento de capitais, recebimento indevido de vantagem e compulsão.

Além de Tomás, outros cinco ex-directores do Conselho Nacional dos Carregadores (CNC) foram também condenados: Isabel Bragança, condenada a 12 anos, Rui Manuel Moita, a 10 anos, e Eurico Pereira da Silva, a dois anos de cadeia.

Os advogados recorreram da sentença pelo que a pensa está suspensa até á decisão sobre o recurso.

O advogado Sérgio Raimundo insurgiu-se contra a decisão do tribunal afirmando ter sido influenciada por questões políticas.

“É uma encomenda política e não tenho receio de afirmar isso”, disse o advogado que acrescentou estar confiante no recurso que interpôs.

Contudo acrescentou que pode deixar de exercer a advocacia no país “porque não há condições para a exercer”.

O deputado Lindo Bernardo Tito da Casa CE disse considerar que “nas perspectiva do julgador a justiça foi feita”.

“A justiça tem que funcionar assim de forma isenta e imparcial estando apenas dependente da lei e da consciência do próprio julgador”, acrescentou.

O activista Nuno Alvaro Dala considerou, no entanto, ser ainda muito cedo para se dizer se o julgamento significa uma nova era de imparcialidade na justiça angolana, sendo por isso necessário esperar para ver se haverá outros julgamentos do género.

“Nós não sabemos até que certo ponto Augusto Tomás terá sido sacrificado por uma questão de necessidade dentro de um estratégia qualquer do regime de renovar-se e por isso ter que sacrificar alguns dos seus membros para sobrevivência do grupo hegemónico”, disse.

Imigração é um negócio milionário em Angola

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O coordenador geral da ONG OMUNGA denunciou ontem, em Luanda, que a questão da imigração em Angola tornou-se um “negócio milionário” à custa da dignidade da pessoa humana.

João Malavindele Manuel, que falou à imprensa à margem de uma mesa-redonda sobre o novo Estatuto dos Migrantes em Angola, seus avanços e recuos, disse que muitos agentes recebem mensalmente uma soma monetária, espécie de salário.

Segundo o responsável, muitos dos imigrantes no país são “assegurados” por indivíduos ligados a instituições estatais, nomeadamente o Serviço de Migração e Estrangeiros e o próprio Ministério do Interior.

“Eles têm contacto e co-nhecem as pessoas que estão cá no país e sabem quais as condições em que os mesmos vivem. É uma espécie de rede que existe no país e tem sido um dos grandes factores para a falta de vontade política na implementação e cumprimento da própria lei”, sublinhou.

João Malavindele lamentou o facto e disse que a situação propicia a opção por caminhos ilegais para a obtenção de documentos falsos.
Nestes casos, disse, quem perde sempre é o Estado angolano, porque é um dinheiro que devia entrar nos cofres públicos e vai para cidadãos que já pertencem ao Estado e de forma ilícita.

SME reconhece excessos

O representante do SME no encontro reconheceu que tem havido determinadas práticas que não resultam de orientações expressas das autoridades governamentais.
Lutina Santos explicou que tem havido alguns excessos de funcionários que agem muitas das vezes de forma isolada.

Durante o momento de perguntas e respostas, o representante do SME esclareceu que a preocupação do Estado tem a ver com a multiplicação silenciosa de determinados imigrantes, porque infelizmente alguns deles ainda estão na condição de requerentes de asilo.

Lembrou que o Estado angolano é aberto à imigração e que garante protecção institucional aos mesmos.
Apelou aos estrangeiros afectados e em condição legal a denunciarem essas práticas. “É necessário existir diálogo permanente entre o SME e as comunidades estrangeiras”.

O jurista Inglês Pinto disse que o cumprimento da Lei é estritamente necessário. Reconheceu a existência de muitas dificuldades administrativas e atitudes negativas dos próprios funcionários, que colocam acima interesses individuais, pondo em causa a própria Lei, a intenção do legislador e a imagem do país.

Para o economista e jornalista Carlos Rosado de Car-valho, “se quisermos realmente mudar o país, temos que mudar de visão, porque Angola precisa de imigrantes que possam contribuir para desenvolver a economia nacional”.

Luanda acolhe prova de vinhos Sul-Africanos

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A Wosa (Wines Of South Africa), em parceria com o Departamento de Agricultura do Cabo Ocidental e a (Wesgro) agência sul-africana de promoção e apoio ao investimento do turismo do cabo Ocidental, realiza actividades promocionais em Luanda, no dia 16 de Agosto de 2019, no Hotel Presidente, com um cocktailde degustação de vinhos com objectivo primário de conscientização dos vinhos de qualidade sul-africanos entre os consumidores angolanos.

Essas actividades fazem parte de uma visão colectiva da indústria de vinhos da África do Sul,para aumentar a divulgação no mercado angolano e melhorar a qualificação dos consumidores,com conhecimento sobre vinhos voltados para o comércio, a media e os consumidores. Representantes da Bayede e da House of Mandela, estarão a disposição durante o evento e posteriormente na loja Shoprite do Belas Shoping para activação da marca.

Algumas famílias transferidas para centralidade dizem que não podem pagar

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Várias famílias residentes no conhecido bairro Camazingo bem no centro da cidade do Lubango começaram recentemente a ser transferidas para a centralidade da Quilemba mas algumas dizem não ter posses para poder pagar pelo apartamento ou arrendamento.

A medida segundo o governo visa conferir melhores condições de habitabilidade às famílias do precário bairro e dar seguimento ao programa de infraestruturas integradas em curso na capital da província angolana da Huíla.

A obrigação de pagamento de prestações de obtenção das residências na centralidade, coloca entraves a muitas famílias que interrogadas, apelam á intervenção do governo na busca de uma solução.

“ Vivíamos numa casa sem pagar nada, mas agora vamos na centralidade pagar renda e isso nos afetou muito e estamos tristes”, disse uma das residentes.

“Há pessoas que estão alegres porque trabalham, mas no meu caso não, porque não trabalho e vivo de negócio precário”, acrescentou interrogando depois:

. “Quando chegar a altura de lá viver e não poder pagar, serão desalojadas ou não?”.

O activista Domingos Fingo, lembra que para estas questões o governo está obrigado a criar condições de realojamento das famílias, ao abrigo da resolução 37/2009 da Assembleia Nacional.

O também director executivo da Associação Construindo Comunidades, (ACC), que apoia a necessidade de requalificação da cidade, é de opinião que para o caso em análise é fundamental que o governo tenha em conta a capacidade de cada família.

“Se as famílias que vão beneficiar deste realojamento forem de uma capacidade económica não reconhecida obviamente que o governo não deve cobrar valores, mas sim atribuir de forma desinteressada, ou seja atribuir sem qualquer contrapartida de natureza monetária”, disse.

Sabe-se que as centralidades construídas pelo governo têm a gestão da Imogestin, empresa com a qual os ocupantes das residências são obrigados a firmar contrato de compra ou arrendamento.

Sobre o assunto a Voz da América tentou sem sucesso ouvir o governo da Huíla.

Fonte:VOA