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Cobra é encontrada em motor de viatura no kilamba

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Uma cobra foi retirada do motor de uma viatura, na cidade do Kilamba, município de Belas, em Luanda, pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, informou, ontem, o porta-voz nacional do órgão tutelado pelo Ministério do Interior.

Faustino Minguêns, que falava ao Jornal de Angola, disse que a viatura é de uma mulher, que se deparou com o réptil enrolado no motor, depois de ter aberto o capô, para verificar a origem da dificuldade que teve em pôr o veículo a funcionar.

A mulher não ganhou para o susto e rapidamente ligou para a emergência do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, que deslocou ao local uma equipa para retirar a cobra da viatura , enviada depois para o Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF). Faustino Minguêns explicou que a cobra é um animal que procura abrigar-se em locais quentes e o motor de viaturas é um dos sítios preferenciais do réptil.

O porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros recomendou aos proprietários de viaturas que vivem ou se deslocam a áreas onde tem sido capturados serpentes a redobrarem os cuidados antes e depois de entrarem nas suas viaturas. Confirmou também o aparecimento de uma cobra nas instalações da Direcção Nacional de Viação e Trânsito, no Capolo I, no Kilamba Kiaxi, mas desmentiu que tenha sido achada no gabinete do director, como chegou a ser especulado.

fonte:JA

Cidadãos que invadiram casas na centralidade foram detidos

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Uma nota chegada à nossa redacção informa, que  foram detidos em flagrante delito, em Luanda, na madrugada de quarta-feira, cerca de 20 jovens, por terem invadidos apartamentos na centralidade do Zango vida pacifica, município de Viana.

Os marginais foram acusados, pelos crimes de Introdução em casa alheia,  dano em edificação e usurpação de imóveis (apartamentos) na Urbanização Vida Pacífica, Zango-Viana, após uma denúncia, foi constatado que os mesmos danificaram as fechaduras e introduziram-se nos apartamentos de forma fraudulenta e dolosa na calada da noite.

Por esta acção, os invasores foram apresentados, ontem, 15/08/2019 ao Tribunal Municipal de Viana para julgamento sumário. A Polícia Nacional desencoraja tais práticas, por constituírem crimes, e garante que todos os que procederem de igual forma terão o mesmo tratamento.

A polícia exorta a população a recorrer, de forma legal, à aquisição de imóveis e deixar de praticar actos que possam prejudicar o bom nome e o das famílias.
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Fonte:GCII da Delegação do MININT

Condenação de Augusto Tomás foi “encomenda política”, diz advogado

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A condenação do antigo ministro dos transportes angolano Augusto Tomás a 14 anos de prisão mereceu hoje fortes criticas do seu advogado, mas foi vista por um politico da oposição como algo de positivo para a independência do sistema judicial angolano.

Tomás foi até agora um dos mais destacados dirigentes da elite governamental a ser levado a tribunal por crime de corrupção.

O antigo ministro era acusado dos crimes de peculato, associação criminosa, abuso de poder, violação das normas de execução do plano do orçamento, participação económica em negócio, branqueamento de capitais, recebimento indevido de vantagem e compulsão.

Além de Tomás, outros cinco ex-directores do Conselho Nacional dos Carregadores (CNC) foram também condenados: Isabel Bragança, condenada a 12 anos, Rui Manuel Moita, a 10 anos, e Eurico Pereira da Silva, a dois anos de cadeia.

Os advogados recorreram da sentença pelo que a pensa está suspensa até á decisão sobre o recurso.

O advogado Sérgio Raimundo insurgiu-se contra a decisão do tribunal afirmando ter sido influenciada por questões políticas.

“É uma encomenda política e não tenho receio de afirmar isso”, disse o advogado que acrescentou estar confiante no recurso que interpôs.

Contudo acrescentou que pode deixar de exercer a advocacia no país “porque não há condições para a exercer”.

O deputado Lindo Bernardo Tito da Casa CE disse considerar que “nas perspectiva do julgador a justiça foi feita”.

“A justiça tem que funcionar assim de forma isenta e imparcial estando apenas dependente da lei e da consciência do próprio julgador”, acrescentou.

O activista Nuno Alvaro Dala considerou, no entanto, ser ainda muito cedo para se dizer se o julgamento significa uma nova era de imparcialidade na justiça angolana, sendo por isso necessário esperar para ver se haverá outros julgamentos do género.

“Nós não sabemos até que certo ponto Augusto Tomás terá sido sacrificado por uma questão de necessidade dentro de um estratégia qualquer do regime de renovar-se e por isso ter que sacrificar alguns dos seus membros para sobrevivência do grupo hegemónico”, disse.

Imigração é um negócio milionário em Angola

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O coordenador geral da ONG OMUNGA denunciou ontem, em Luanda, que a questão da imigração em Angola tornou-se um “negócio milionário” à custa da dignidade da pessoa humana.

João Malavindele Manuel, que falou à imprensa à margem de uma mesa-redonda sobre o novo Estatuto dos Migrantes em Angola, seus avanços e recuos, disse que muitos agentes recebem mensalmente uma soma monetária, espécie de salário.

Segundo o responsável, muitos dos imigrantes no país são “assegurados” por indivíduos ligados a instituições estatais, nomeadamente o Serviço de Migração e Estrangeiros e o próprio Ministério do Interior.

“Eles têm contacto e co-nhecem as pessoas que estão cá no país e sabem quais as condições em que os mesmos vivem. É uma espécie de rede que existe no país e tem sido um dos grandes factores para a falta de vontade política na implementação e cumprimento da própria lei”, sublinhou.

João Malavindele lamentou o facto e disse que a situação propicia a opção por caminhos ilegais para a obtenção de documentos falsos.
Nestes casos, disse, quem perde sempre é o Estado angolano, porque é um dinheiro que devia entrar nos cofres públicos e vai para cidadãos que já pertencem ao Estado e de forma ilícita.

SME reconhece excessos

O representante do SME no encontro reconheceu que tem havido determinadas práticas que não resultam de orientações expressas das autoridades governamentais.
Lutina Santos explicou que tem havido alguns excessos de funcionários que agem muitas das vezes de forma isolada.

Durante o momento de perguntas e respostas, o representante do SME esclareceu que a preocupação do Estado tem a ver com a multiplicação silenciosa de determinados imigrantes, porque infelizmente alguns deles ainda estão na condição de requerentes de asilo.

Lembrou que o Estado angolano é aberto à imigração e que garante protecção institucional aos mesmos.
Apelou aos estrangeiros afectados e em condição legal a denunciarem essas práticas. “É necessário existir diálogo permanente entre o SME e as comunidades estrangeiras”.

O jurista Inglês Pinto disse que o cumprimento da Lei é estritamente necessário. Reconheceu a existência de muitas dificuldades administrativas e atitudes negativas dos próprios funcionários, que colocam acima interesses individuais, pondo em causa a própria Lei, a intenção do legislador e a imagem do país.

Para o economista e jornalista Carlos Rosado de Car-valho, “se quisermos realmente mudar o país, temos que mudar de visão, porque Angola precisa de imigrantes que possam contribuir para desenvolver a economia nacional”.

Luanda acolhe prova de vinhos Sul-Africanos

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A Wosa (Wines Of South Africa), em parceria com o Departamento de Agricultura do Cabo Ocidental e a (Wesgro) agência sul-africana de promoção e apoio ao investimento do turismo do cabo Ocidental, realiza actividades promocionais em Luanda, no dia 16 de Agosto de 2019, no Hotel Presidente, com um cocktailde degustação de vinhos com objectivo primário de conscientização dos vinhos de qualidade sul-africanos entre os consumidores angolanos.

Essas actividades fazem parte de uma visão colectiva da indústria de vinhos da África do Sul,para aumentar a divulgação no mercado angolano e melhorar a qualificação dos consumidores,com conhecimento sobre vinhos voltados para o comércio, a media e os consumidores. Representantes da Bayede e da House of Mandela, estarão a disposição durante o evento e posteriormente na loja Shoprite do Belas Shoping para activação da marca.

Algumas famílias transferidas para centralidade dizem que não podem pagar

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Várias famílias residentes no conhecido bairro Camazingo bem no centro da cidade do Lubango começaram recentemente a ser transferidas para a centralidade da Quilemba mas algumas dizem não ter posses para poder pagar pelo apartamento ou arrendamento.

A medida segundo o governo visa conferir melhores condições de habitabilidade às famílias do precário bairro e dar seguimento ao programa de infraestruturas integradas em curso na capital da província angolana da Huíla.

A obrigação de pagamento de prestações de obtenção das residências na centralidade, coloca entraves a muitas famílias que interrogadas, apelam á intervenção do governo na busca de uma solução.

“ Vivíamos numa casa sem pagar nada, mas agora vamos na centralidade pagar renda e isso nos afetou muito e estamos tristes”, disse uma das residentes.

“Há pessoas que estão alegres porque trabalham, mas no meu caso não, porque não trabalho e vivo de negócio precário”, acrescentou interrogando depois:

. “Quando chegar a altura de lá viver e não poder pagar, serão desalojadas ou não?”.

O activista Domingos Fingo, lembra que para estas questões o governo está obrigado a criar condições de realojamento das famílias, ao abrigo da resolução 37/2009 da Assembleia Nacional.

O também director executivo da Associação Construindo Comunidades, (ACC), que apoia a necessidade de requalificação da cidade, é de opinião que para o caso em análise é fundamental que o governo tenha em conta a capacidade de cada família.

“Se as famílias que vão beneficiar deste realojamento forem de uma capacidade económica não reconhecida obviamente que o governo não deve cobrar valores, mas sim atribuir de forma desinteressada, ou seja atribuir sem qualquer contrapartida de natureza monetária”, disse.

Sabe-se que as centralidades construídas pelo governo têm a gestão da Imogestin, empresa com a qual os ocupantes das residências são obrigados a firmar contrato de compra ou arrendamento.

Sobre o assunto a Voz da América tentou sem sucesso ouvir o governo da Huíla.

Fonte:VOA

Instaladas 700 câmaras para vigilância da capital

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O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, visitou na manhã de ontem, em Luanda, o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), onde se inteirou da evolução do projecto, avaliação das dificuldades, tendo baixado orientações concretas em relação à finalização da primeira fase da sua implementação, de referenciar que a centralidade do Kilamba já tem instalada várias cameras em vários pontos que podem entrar em funcionamento a qualquer momento.

O CISP vai auxiliar a actividade dos órgãos de defesa e segurança na identificação e resolução rápida de problemas de manutenção da ordem e tranquilidade públicas, factos criminais, acidentes e incidentes que impactam de forma directa na segurança interna e externa do país.

Eugénio Laborinho manifestou satisfação pela finalização do projecto e concluiu que se vai registar uma viragem na forma como o sistema de segurança pública vai funcionar e que, com a implementação do CISP, haverá uma actuação de forma inter-institucional e integrada entre os órgãos de defesa e segurança.

Quando entrar em funcionamento, o CISP vai assegurar uma cooperação mais estreita entre todas entidades que concorrem para a garantia da segurança pública, permitindo que se tome decisões conjuntas e coordenadas, de forma mais célere e eficaz para a resolução de problemas de segurança e de emergência.

Um dos acessos a esta plataforma será feito pela efectivação de uma chamada, utilizando o número 111, que é de fácil assimilação e utilização, inclusive para as camadas mais vulneráveis, tais como crianças, idosos e pessoas com características especiais.
O terminal telefónico do CISP permite que as solicitações de emergências dos cidadãos sejam rapidamente atendidas edespachadas para os órgãos que integram os ministérios do Interior e da Saúde, bem como de outras forças de defesa e segurança.

Na primeira fase, o projecto será implementado nas províncias de Luanda e Benguela, onde já estão instaladas mais de 700 câmaras em Luanda e algumas dezenas em Benguela, permitindo assim, a monitorização das cidades em tempo real.
O sistema de videovigilância vai inibir as acções e práticas criminais, ou investigar e facilitar a identificação dos autores considerados como transgressões, contravenções ou crimes.

A infra-estrutura do CISP possui as plataformas de tecnologias de informação e comunicação mais modernas do mercado tecnológico, algo que vai auxiliar as forças de defesa e segurança na garantia da ordem e tranquilidade públicas.

O titular da pasta do Interior orientou as equipas responsáveis pela condução do referido projecto a continuarem com o processo de formação, instalação dos últimos equipamentos, interligação de bases de dados e testagem dos dispositivos tecnológicos, para que tudo esteja em condições para o funcionamento pleno, após a sua inauguração.

Estiveram presentes na visita, os secretários de Estado do Interior, o comandante-geral da Polícia Nacional, bem como os membros do Conselho Consultivo Normal do Ministério do Interior.

Fonte:JA

Seis em cada 10 milhões USD investidos lá fora estão em ‘offshores’

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Paraísos fiscais como Singapura, com 1.071 milhões USD, lideram a lista do stock de investimento directo lá fora por parte de residentes nacionais e estrangeiros em Angola. Seguem-se as Ilhas Maurícias, com 830 milhões USD, e a Ilha de Man, uma dependência da coroa do Reino Unido, com 297 milhões USD.

Nas denominadas offshores, ou paraísos fiscais, como Singapura, Maurícias e Ilha de Man, estão cerca de 63% dos investimentos directos lá fora de residentes em Angola, nacionais ou estrangeiros, equivalente a 2.198 milhões USD, de acordo com o relatório do BNA sobre a Balança de Pagamentos e Posição do Investimento Internacional de Angola sobre o I trimestre de 2019.

Singapura, com um stock de investimento directo angolano de 1.071 milhões USD, lidera essa lista, seguida das Ilhas Maurícias, onde se encontram 830 milhões USD. Já na Ilha de Man, uma dependência da coroa do Reino Unido, estão 297 milhões USD. Em conjunto, o stock de investimento directo (dividido em fundos de acções de capital e de investimento e instrumentos de dívida) nestes paraísos fiscais era de 2.198 milhões USD no final do primeiro trimestre deste ano.

Ainda assim, os investimentos dos residentes em Angola nestes três paraísos fiscais caiu 52% face a 2018 (ver gráficos), devido ao desinvestimento de 2.394,6 milhões USD nas Ilhas Maurícias. Tratam-se sobretudo de activos financeiros que estavam em posse da Quantum Global, o até então único gestor do Fundo Soberano de Angola, e que foram, entretanto, recuperados pelo Estado angolano.

Num mundo em que o segredo é a alma do negócio, são poucos os dados disponíveis sobre este tipo de investimentos em offshores que, de acordo com fontes do Expansão, funcionam como veículos para investimentos noutros países, sobretudo europeus, como Portugal, país onde vários angolanos, incluindo os denominados PEP (Pessoas Politicamente Expostas), detêm participações em empresas de vários sectores como banca ou serviços.

Alguns destes veículos também acabam por depois investir em Angola, sobretudo em sociedades anónimas. É desta forma que se conseguem ludibriar as autoridades no sentido de ocultar os últimos beneficiários das empresas.

Escritores angolanos entre os semifinalistas do Prémio Oceanos

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Os escritores angolanos Pepetela e José Eduardo Agualusa estão entre 54 os semifinalistas do Prémio Oceanos 2019, escolhidos por um corpo de jurado de 72 profissionais dentre as 1.467 obras concorrentes.

Pepetela concorre com “Sua Excelência, de corpo presente”, romance editado pela Dom Quixote/Texto Editores, enquanto José Eduardo Agualusa entrou na lista com a crónica “O paraíso e outros infernos”, editada pela Quetzal.

Entre os 54 títulos, há 26 romances, 17 livros de poesia, sete livros de contos, três de e um de dramaturgia, com autores de três continentes: 34 brasileiros, 18 portugueses e dois angolanos.

Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos “Pepetela” nasceu na província de Benguela a 29 de Outubro de 1941 é autor de uma obra que reflecte sobre a história contemporânea de Angola, e os problemas que a sociedade angolana enfrenta.

O primeiro romance do Pepetela foi publicado em 1972, com o título As Aventuras de Ngunga. Foi uma obra literária que ele escreveu para um público pequeno de universitários.

José Eduardo Agualusa Alves da Cunha nasceu no Huambo a 13 de Dezembro de 1960.

O seu primeiro romance “A Cinjura” recebeu o Prémio Revelação Sonangol. Com Nação Crioula foi distinguido com o Grande Prémio Literário RTP. Com Fronteiras Perdidas obteve o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco da Associação Portuguesa de Escritores, enquanto Estranhões e Bizarrocos obteve o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Ciranças e Jovens, em 2002

Em 2007 recebeu o prestigioso “Prémio Independente de Ficção Estrangeira”, promovido pelo diário britânico The Independent em colaboração com o Conselho das Artes do Reino Unido, pelo livro O Verndedor de Passados. Foi o primeiro escritor africano a receber tal distinção.

Em 2017, ganhou o Prémio Literário Internacional IMPAC de Dublin pela obra Teoria Geral do Esquecimento.

O regulamento da edição deste ano do prémio prevê que sejam atribuídos, além do prémio principal, no valor de 120 mil reais (cerca de 27 mil euros), um segundo e um terceiro prémios, respectivamente de 80 mil reais (18 mil euros) e 50 mil reais (cerca de 11.200 euros).

Durante a sessão de anúncio dos semifinalistas, que teve lugar no Consulado Geral de Portugal em São Paulo (Brasil), foram homenageados os vencedores da edição de 2018: a poeta brasileira Marília Garcia, com o livro de poemas Câmera lenta, e o escritor português Bruno Vieira Amaral, com o romance Hoje estarás comigo no paraíso.

Desde a ampliação do prémio para todos os países de língua portuguesa, esta é a edição que apresenta o maior número de editoras entre os semifinalistas: 23 do Brasil, 12 de Portugal uma de Angola, totalizando 36 editoras.

O Oceanos-Prémio de Literatura em Língua Portuguesa (conhecido até 2014 como Prémio Portugal Telecom de Literatura) é considerado um dos prémios literários mais importantes entre os países de língua portuguesa, a par do Prémio Jabuti ou Prémio Camões, sendo considerado o equivalente lusófono do britânico Man Booker Prize, pelas semelhanças das suas regras e alto valor financeiro.

O Prémio foi criado em 2003 pela empresa portuguesa de telecomunicações Portugal Telecom para prestigiar e divulgar a literatura brasileira, seleccionando o melhor livro do ano. A partir de 2007, o prémio passou a estar aberto a autores de todos os países de língua portuguesa.

Após a compra da Portugal Telecom pela operadora francesa Altice, o prémio passou a se chamar Oceanos e a ser organizado pelo Itaú Cultural.

Desde 2017 que o Prémio Oceanos conta com um júri constituído por especialistas brasileiros e portugueses.

Música e literatura nas festas do Sequele

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Um conjunto de actividades culturais está a ser realizado até segunda-feira, na cidade do Sequele, sede do distrito urbano homónimo, em Cacuaco, para comemorar o quinto aniversário, desde que a centralidade começou a ser habitada, a assinalar-se no próximo dia 12.

Uma iniciativa da Administração da cidade do Sequele, o programa de actividades iniciado, hoje, inclui, além de manifestações de cariz cultural, acções de carácter religioso, desportivo, recreativo e social.

Uma feira do livro, promovida pelo Movimento Lev’Art, marcou, na manhã de hoje, a abertura das Festas do Sequele, na qual se pode encontrar uma variedade de obras e géneros, de autores nacionais e estrangeiros, além de artes plásticas, trajes típicos e exibição de uma peça de teatro para crianças.

Uma feira de exposição e venda de artigos diversos realiza-se até domingo, na qual está, igualmente, à disposição dos convivas a gastronomia da terra.

No período da noite, dois concertos marcaram o dia. O FestShow Sequele, com entradas gratuitas, no qual desfilaram pelo palco novos talentos. O festival tem reservado para sabado e domingo a actuação de mais de 50 artistas da nova geração, alguns dos quais com destaque no mercado artístico. A cantora Eva Rap Diva realizou um concerto, no espaço CS, do qual foi a anfitriã e participaram os cantores Vui Vui e Sarisari.

Para amanhã, a programação reserva um espectáculo gospel, às 15h30, e às 21h00, o Espaço Aplausos, acolhe um concerto de Puto Português, cujos convidados são Patrícia Faria, Walter Ananaz, Heavy C, Yannick Afroman, Telma Lee e Jéssica Pitbull.

Entre outras actividades agendadas, constam ainda, para amanhã , uma feira da saúde e campanha massiva de limpeza. domingo, é rezada uma missa de acção de graças na paróquia São João Paulo II.

Segunda-feira, no termo das festividades, é realizada, às 16h40, no auditório do Espaço Aplausos, uma palestra com o tema “Conceito de vivência em cidade”.