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MOURINHO É O NOVO TREINADOR DO TOTTENHAM

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Manchester United manager Jose Mourinho stands on the touchline during the English Premier League soccer match between Manchester United and Wolverhampton Wanderers at Old Trafford stadium in Manchester, England, Saturday, Sept. 22, 2018. (AP Photo/Rui Vieira) Britain Soccer Premier League

Segundo o jornal A BOLA, José Mourinho é o novo treinador do Tottenham, sendo o escolhido para suceder no cargo a Mauricio Pochettino, despedido esta terça-feira, devido aos maus resultados da equipa do norte de Londres.

O treinador português assinou um contrato válido por três anos e meio, ou seja, até junho de 2023. Em comunicado, o Tottenham apresenta Mourinho como «um dos treinadores mais bem-sucedidos do mundo», com um total de 25 títulos conquistados no percurso entre FC Porto e Manchester United, último clube que treinou e que abandonou em dezembro de 2018.

Destaca-se ainda o recorde de Campeonatos ganhos em quatro países diferentes (Portugal, Inglaterra, Espanha e Itália) e o facto de ser um dos três treinadores a vencer a Liga dos Campeões por dois clubes diferentes: FC Porto e Inter de Milão. Em Inglaterra, venceu a Premier League por três vezes enquanto treinador do Chelsea.

«É um dos treinadores de maior sucesso no mundo», destacou o presidente Daniel Levy. «É um grande técnico, com uma vasta experiência e consegue inspirar as suas equipas. Conquistou títulos em todos os clubes que treinou. Acreditamos que vai trazer energia e crença ao balneário», rematou o dirigente.

Será o regresso de Mourinho ao activo e ao futebol inglês, onde orientou o Manchester United e o Chelsea, este em duas ocasiões. Recorde-se que o treinador português, de 56  anos, está sem trabalhar há cerca de um ano, quando foi demitido do comando do Manchester United.

O Tottenham encontra-se atualmente no 14.º lugar da Premier League, com 14 pontos em 12 jornadas (três vitórias, cinco empates e quatro derrotas). Tem bem encaminhada a qualificação para os oitavos de final da Liga dos Campeões, com 7 pontos em quatro jornadas.

ENDE lidera lista das mais reclamadas em Outubro

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Das três companhias mais reclamadas no mês de Outubro, a Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) foi a que mais reclamações teve dos seus clientes, soube hoje a Angop.

De um total de 468 reclamações chegadas ao Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec), 25 foram dirigidas à distribuidora de electricidade, 18 às lojas “Nossa Casa” (18) e nove (9) aos supermercados Angomart.

Já em 2011, quando a firma era denominada EDEL, liderou a lista das instituições mais reclamadas pelos consumidores naquele ano, devido à deficiência na qualidade dos serviços que presta.

Em relação à “Nossa Casa” – empresa que confecciona acessórios para casa, e à Angomart, sociedade de comércio gera, as reclamações dos cientes têm a ver com a alta dos preços dos produtos, segundo o Inadec.

Do total de reclamações recebidas pelo instituto, 285 foram solucionadas e 183 encontra-se em fase de resolução.

No período em referência (01 a 31 de Outubro), o Inadec suspendeu das suas actividades as padarias Fabipão, Dangereux e Ouba Comércio a retalho, por terem violado direitos económicos e por atentarem contra a saúde pública no mercado de consumo.

As infracções cometidas por aqueles estabelecimentos foram detectadas durante as visitas de constatação (730). Durante as quais registou-se 285 infracções e 125 denúncias e procedeu-se à nove (9) apreensões.

Ainda no mês de Outubro, o Instituto apreendeu 85 caixas de ovos de produção nacional da empresa RK-Internacional por estarem em mau estado de conservação e por suspeita de estarem aptos para o consumo humano. Já na província da Huíla, pelas mesmas razões foram apreendidas mil e 800 unidades de ovos da empresa Sodial.

Foram também constatadas a venda de 19 unidades de patas de porco e dois pacotes de natas expirados, factos que mereceram procedimento criminal.

Durante as visitas, os fiscais impediram também a venda de 430 quilogramas de sal na província de Benguela e 270 kg na província do Namibe por falta de rotulagem. De igual modo, 15 caixas de bolacha em mau estado de conservação.

Às infracções dos agentes comerciais, muitas das quais relativas à falta de livro de reclamações, certificado de  qualidade alimentar e boletins de afixação de preços, sanidade foram aplicadas multas que permitiram ao Inadec arrecadar seis milhões de kwanzas.

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Brasil vence México e conquista Mundial Sub-17

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O Brasil conquistou este domingo o seu quarto título do Mundial Sub-17 após vencer o México por 2-1, apesar de ter começado a perder.

O Brasil já conquistou a competição em 1997, 1999 e 2003. Os mexicanos seguem com duas taças.

Agora, a seleção brasileira encosta na Nigéria, que é o maior vencedor da Copa do Mundo para menores de 17 anos, com cinco taças.

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Mercado imobiliário em Angola está quase paralisado

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O mercado imobiliário encontra-se quase paralisado, tendo a procura caído 80% devido à quebra do poder de compra da maior parte da população, em resultado da crise económica e financeira que o país enfrenta desde 2014, disse o vice-presidente da Associação dos Profissionais Imobiliários de Angola (APIMA).

Cleber Corrêa apontou também a mudança do regime cambial (de fixo para flutuante), em Janeiro de 2018 e a falta de crédito a custo baixo nos bancos comerciais como factores que aceleraram a quase paralisação do sector.

O vice-presidente da APIMA disse ainda à agência noticiosa Angop que o excesso de burocracia, a demora na emissão dos direitos de superfície e a falta de políticas habitacionais de grande impacto, dando autonomia aos empresários, são outras das dificuldades que o sector imobiliário enfrenta.

Enumerou também a falta de acesso a terrenos cujas vendas sejam feitas pelas administrações municipais, o que força as empresas comprar terrenos a terceiros, aumentando dessa forma os custos, bem como a falta de apoio ao sector privado com projectos imobiliários.

Segundo Cleber Corrêa, essas barreiras motivaram a paralisação de muitas empresas associadas da APIMA, associação que conta com cerca de 70 sócios.

A solução para ultrapassar esta situação passa, segundo o vice-presidente da APIMA, pela bonificação dos juros por parte do Estado para a compra de habitação e loteamentos sociais, dando dessa forma capacidade financeira aos cidadãos.

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Brasil e México na final do mundial

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Depois de ter estado a perder por 0-2, o Brasil derrotou a França por 3-2 e garantiu a segunda vaga na final do Campeonato do Mundo de sub-17, onde vai defrontar o México, que derrotou a Holanda no desempate através de grandes penalidades, por 4-3, após empate a um golo no tempo regulamentar.

A seleção ‘canarinha’ vai disputar a final desta competição pela sexta vez, tentando repetir os títulos conquistados em 1997, 1999 e 2003. Por sua vez, o México estará pela quarta vez na final, tendo vencido em 2005 e 2011.

A final da 18.ª edição do Mundial de sub-17 está marcada para domingo, no Estádio Bezerrão, em Gama, perto de Brasília.

Moto Taxi será a nova opção de transporte no kilamba

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O Conselho Empresarial Juvenil de Angola (CEJA) procedeu no passado dia 08 de novembro, o lançamento do projeto Minha Estrada Meu Sustento, que visa garantir melhor e maior mobilidade aos moradores do Distrito Urbano do Kilamba, de forma segura e a custos reduzidos, bem como, fomentar o primeiro emprego para jovens por via do serviço de moto táxis coletivos de 3 rodas, para o transporte dos moradores do  Kilamba.

O acto de entrega das motorizadas ocorreu no Centro de Formação Técnico-Profissional do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS) do Kilamba, e contou com a presença dos responsáveis da Polícia Nacional local, Administração Distrital do Kilamba, Administração Municipal de Belas, Ministério da Juventude e Desportos, Inapem e o Maptss.

As motorizadas resultam de um investimento  de diferentes empresários associados ao CEJA, e espera-se que os jovens que fazem parte desta iniciativa, valorizem o projecto, e que criem base de sustentabilidade, face os lucros adquiridos e empregos também para outros jovens.

O Conselho Empresarial Juvenil de Angola, afirma que o lançamento do projeto Minha Estrada Meu Sustento, é sem dúvida a demonstração clara de  que a Juventude é o maior factor de desenvolvimento do País, pelo que, apresentou neste lançamento mais um método de inserção da Juventude no processo de transformações económicas e sociais em curso para melhorar a qualidade de vida da juventude e garantir também o futuro das gerações vindouras.

O CEJA está empenhado em ajudar o Governo no combate ao desemprego. E para o fim do ano, tem em agenda empregar mais uma centena de jovens, sendo que o próximo ano, os investimentos hão-de continuar neste sentido.

 

 

Lourenço promete controlar aumento dos preços em Angola

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O Presidente angolano, João Lourenço, prometeu controlar o aumento dos preços dos produtos que, de acordo com analistas, pode resultar no açambarcamento de bens de primeiro necessidade e piorar a crise económica no país.

Após depositar uma coroa de flores junto da estátua do primeiro Presidente angolano, Agostinho Neto, nesta segunda-feira, 11, João Lourenço disse que “o Executivo tem divulgado as medidas que vêm sendo tomadas para baixar os preços que subiram após a a implementação do Imposto sobre o Valor Acrescentado”.

Questionado sobre a recente suspensão de mandato da deputada Welwitschia dos Santos, que denunciou o que considera ser uma perseguição à familia do antigo Presidente José Eduardo dos Santos, o Chefe de Estado refutou a acusação.

“Não sei se algum deputado perde o mandato por despacho presidencial, como devem saber a decisão é exclusiva do Parlamento porque até o Parlamento tem leis que eles próprios aprovam e é um poder independente”, lembrou Lourenço.

Zango: Cidadã detida por colocar criança em risco de vida

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Uma cidadã, moradora da centralidade Vida Pacífica (Zango Zero), foi detida na quarta-feira, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por determinação da Procuradoria-Geral da República, por colocar em risco a vida de uma criança de sete anos.

A cidadã em causa, moradora do 8ª andar de um dos edifícios da referida centralidade, orientou a criança a efectuar a limpeza da varanda sem protecção.

Em comunicado de imprensa, a PGR avança que a detenção ocorreu após tomar conhecimento de um vídeo que circula nas redes sociais dando conta da situação de uma criança a varrer a varanda do apartamento sem qualquer protecção.

Adianta que depois da confirmação dos factos foi aberto um processo-crime por violência doméstica, pelo magistrado do Ministério Público junto do SIC Zango.

A PGR avança que a mulher, tia da menor, foi constituída arguida, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de afastamento da vítima e da sua residência.

A menor foi preliminarmente examinada e levada ao departamento social do SIC Zango, regressando, posteriormente, ao convívio familiar.

Aberta a nova via de acesso ao Kilamba

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Nova entrada e saída para o Kilamba (a partir do bloco A), está aberta a circulação de pessoas e bens. Moderação na velocidade, preservação dos espaços verdes e outros equipamentos ai instalados é o que se espera dos moradores!

info@kilambanews.com

Casas das centralidades vão custar até 40 mil dólares

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A venda de casas nas centralidades da província do Cuanza-Sul arranca este mês, seguida das províncias de Benguela e Luanda, em Dezembro, anunciou ontem a ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Ana Paula de Carvalho.

Segundo a ministra, o sistema de comercialização vai ser, nos próximos tempos, balizado por preços fixos com máximos a situar-se no equivalente em kwanzas a 40 mil dólares e mínimos de 30 mil dólares.

Ana Paula de Carvalho, que falava à imprensa, à margem do quarto Conselho Consultivo “Cidades Sustentáveis: melhor vida para as futuras gerações”, explicou que “não temos um valor fixo para o preço das casas, mas vamos estipular um valor mínimo e um máximo.

Uma vez que se trata de habitações sociais, esclareceu, o valor não deve ser muito elevado. “O valor deve estar abaixo do preço estimado do correspondente a 40 mil dólares. O mínimo à volta dos 30 mil dólares. Esta questão está ainda em estudo”, acrescentou Ana Paula de Carvalho, sublinhando que a política do preço das habitações está a ser revista e que “é preciso lembrar que aquilo que o cidadão paga já é um preço subvencionado”.

Ana Paula de Carvalho sustentou que, com base em estudos feitos, a mensalidade das casas das centralidades poderá conhecer uma redução, mas, em contrapartida, vai se estender o tempo de compra ou de pagamento para as rendas resolúveis.

Em relação às áreas de construção, anunciou a redução dos actuais 100 metros quadrados para metade, para tornar as casas mais acessíveis. “A Política Nacional da Habitação tem um prazo de execução de aproximadamente um ano. Estaremos a terminar no próximo. Queremos fazer, em primeiro lugar, o perfil da habitação social e depois estabelecer os preços. Primeiro vamos tirar as amostras em algumas províncias, escolhendo uma a Norte, Sul, Centro, Este e Litoral”, disse.

Quanto à falta de serviços nas centralidades, a ministra disse que a situação deve ser analisada do lado do empreiteiro e do lado do Estado, porque o país atravessa dificuldades financeiras, o que leva, em muitos casos, a entrega de centralidades, principalmente aquelas com um grau de execução mais avançado, embora não concluídas, devido à grande procura por habitação.

“Existem aquelas que tão-pouco têm estações de tratamento de águas residuais ou outros equipamentos. Como responsabilizar, se também temos dívidas? Temos de cumprir com a nossa parte. Em muitos casos, os empreiteiros não falharam. É mesmo falta de orçamento da nossa parte, até porque não podemos pagar todas elas em simultâneo. O que fazemos é estabelecer prioridades. Mas, nos casos em que a falta for do em-
preiteiro, vamos responsabilizar”, salientou.

Política Nacional da Habitação

A directora Nacional da Habitação, Ana Julieta, informou que o Plano Nacional da Habitação (PNH) vai ser elaborado entre Novembro de 2019 e Outubro de 2020, num cenário em que os velhos desafios permanecem.

A habitação, explicou, continua inacessível para a grande maioria dos cidadãos, a disponibilização de terrenos, o fornecimento de infra-estruturas e modelos de financiamento alternativos são questões a resolver.

Explicou que existe a ca-rência de um quadro político e de visão de desenvolvimento estratégico para a garantia da habitação como promotora de prosperidade económica e social, daí a necessidade de elaboração da PNH.

Ao apresentar o estado de elaboração da Política Nacional de Habitação, no quarto Conselho Consultivo, Ana Julieta lembrou que o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Hu-manos (UN-Habitat) está a implementar um projecto de reforço das competências dos governos nacionais e locais, para formular e implementar estratégias e políticas habitacionais participativas.

Com dimensão inter-regional, o projecto enquadra um país por continente, e, além de Angola, também são parceiros a Bulgária, a Malásia e o Paraguai.

O projecto, financiado pela Conta de Desenvolvimento das Nações Unidas (United Nations Development Account – UNDA), em Angola tem comparticipação financeira do Estado, com o foco a recair sobre a elaboração da Política Nacional de Habitação.

Numa primeira fase, deve ser identificado o perfil na-cional de habitação, num prazo de cinco meses, de Novembro de 2019 a Março de 2020, englobando um diagnóstico para avaliar e compreender a estrutura e funcionamento do sector habitacional.

Vai ser feita uma amostragem nas províncias de Luanda, Huambo e Huíla, para os casos de estudo, sem desprimor para a informação a ser enviada pelas restantes províncias. “O Perfil Nacional de Habitação vai permitir uma maior percepção dos problemas do sector de habitação”, disse Ana Julieta.

A segunda fase deve ser feita em seis meses, de Maio a Outubro de 2020, e terá como base a análise efectuada através do perfil, e incluirá, no final, um documento de política para melhorar o Plano Nacional do Urbanismo e Habitação (PNUH) e promover a provisão de habitação adequada em grande escala.

A Política definirá metas e objectivos adequados aos desafios, tanto em relação ao sector habitacional no geral, como em relação a elementos particulares da cadeia de valor da habitação, reflectindo as prioridades nacionais para o desenvolvimento urbano.

Para a ministra, o Conselho Consultivo é o ponto mais alto, onde são feitas recomendações que vão guiar o trabalho nos próximos meses.