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Vacina de Oxford contra a Covid-19 produz resposta imunitária

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A vacina experimental para a Covid-19 (ChAdOx1 nCoV-19), desenvolvida por cientistas da Universidade de Oxford em conjunto com a farmacêutica Astrazeneca, passou a uma nova fase de ensaios clínicos.

Na primeira etapa de testes com humanos, em que participaram 1.077 adultos saudáveis com idades entre 18 e 55 anos, revelou-se segura e produziu uma resposta imunitária, de acordo com os resultados publicados esta segunda-feira na reputada revista “The Lancet.”

“O que esta vacina faz muito bem é acionar os dois braços do sistema imunológico além de neutralizar os anticorpos que outras vacinas fazem. Também vemos uma resposta muito forte das células T”, sublinhou, em entrevista à Euronews, Adrian Hill, diretor do Instituto Edward Jenner de Pesquisa de Vacinas, de Oxford.

A fórmula baseia-se na vacina utilizada em chimpanzés para a prevenir a contaminação pelo adenovírus ChAdOx1, sendo capaz de induzir uma forte resposta imune em duas frentes do sistema imunológico: as células T e os anticorpos.

Um sinal de esperança, apesar de os investigadores sublinharem que fazem falta pesquisas adicionais para confirmar se o fármaco protege efetivamente contra a infecção por SARS-CoV-2 e qual a moldura temporal da protecção.

Em todo o mundo, há várias iniciativas em curso. Duas delas, na China, encontram-se na fase 3, a etapa avançada de análise de eficácia, a um passo da aprovação caso se mostrem seguras e eficazes.

Luanda tem em circulação 200 autocarros públicos, mas precisa de 7.000

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A província de Luanda tem em circulação 200 autocarros, aos quais se juntarão em breve 220 novos veículos, mas estima-se uma necessidade de cerca de 7.000 viaturas, disse hoje o responsável provincial da área.

Segundo o diretor do gabinete provincial dos Transportes, Tráfego e Mobilidade Urbana de Luanda, Amadeu Campos, o número de autocarros disponíveis está “muito aquém das reais necessidades que a província tem”.

Amadeu Campos, que falava hoje em Luanda durante a cerimónia de entrega de 32 autocarros, frisou que as novas centralidades da capital angolana são as zonas com a maior procura de meios, tendo em conta o grande número de população para ser transportada.

“E ainda não temos meios suficientes em autocarros para atender a esta demanda”, frisou.

A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, anunciou na sexta-feira, na Assembleia Nacional, que os 220 novos autocarros vão entrar em circulação nos próximos dias.

Na ocasião, Carolina Cerqueira reiterou a disponibilidade e o empenho do executivo para equacionar o problema da falta de transportes públicos na província de Luanda.

“Estamos perante um problema que se sente no dia-a-dia, com aglomerados de pessoas à espera de transporte e, muitas vezes, não respeitando o distanciamento social nem as normas de biossegurança, porque a oferta é limitada e a procura é muita”, afirmou, citada na imprensa angolana.

Luandenses insistem na violação de normas

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Volvidos quase dois meses desde a entrada em vigor do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública em Angola, vários cidadãos, na província de Luanda, continuam negligentes em relação às medidas de prevenção contra a Covid-19.

O uso incorrecto de mascaras e a falta de distanciamento físico, obrigatórios para evitar a proliferação do coronavírus, estão entre as principais violações observadas na capital.

Embora a maior parte dos cidadãos use mascaras, muitos ainda circulam pela via pública com o nariz e boca descobertos, principalmente nas zonas peri-urbanas e periféricas.

Mas, em sentido contrário, há milhares de cidadãos, particularmente comerciantes, que não medem esforços quando o assunto é prevenção contra a pandemia do novo milénio.

No município do Kilamba Kiaxi, por exemplo, os vendedores do Mercado do Golf  II tentam a todo o custo manter o distanciamento e cumprir as medidas de biossegurança.

Conforme João Paulo, vendedor de telemóveis, os vendedores estão conscientes da importância do uso obrigatório de mascara e da necessidade do distanciamento social.

O lotador de táxi  na paragem do Golf II (Rua Pedro Castro Van Dunem “Loy”) Jorge Ngunza diz que, apesar das enchentes ao longo desta via, no período das 06h00 às 17h00, têm tido o cuidado de alertar aos passageiros sobre as medidas de biossegurança.

Já Maria Gastão, residente da Vila Estoril e praticante de exercício físico, refere que, devido a presença da Polícia e alguma tomada de consciência dos moradores, a prática desta actividade é feita nos passeios sempre obedecendo as normas de segurança.

A responsável da Direcção de Transportes Tráfego e Mobilidade do Kilamba Kiaxi, Lorena de Castro, afirma que a administração local reforçou as medidas de segurança, sublinhando que foram colocados recipientes de água para a lavagem das mãos.

Município de Luanda

Entretanto, no distrito urbano da Maianga, município de Luanda, centenas de jovens continuam a não observar as medidas de prevenção contra a Covid-19 quando praticam exercícios.

O incumprimento é mais frequente no bairro Rocha Pinto, campo Multiuso da Avenida 21 de Janeiro, onde se nota, diariamente, proximidade entre as pessoas e falta ou mau uso de mascaras.

No mercado do Catinton, o maior da circunscrição, com mais de mil e 500 vendedores, as medidas de biossegurança estão a ser observadas, com a higienização das mãos e distanciamento físico.

Município de Viana

Em Viana, alguns munícipes, praticantes de exercícios físicos, continuam a desrespeitar as medidas preventivas de combate à Covid-19, praticando actividade física nas pedonais em aglomerados.

A Angop constatou esse cenário nas pedonais das passagens de nível nos arredores do Gamek, do Grafanil e do antigo Bar, distrito da Estalagem, que vários munícipes, dos 16 aos 40 anos, continuam a utilizar para a prática de exercícios sem a devida protecção.

Nas paragens de táxi da Robaldina, Bela Vista e do Bar, os passageiros não se preocupam com o distanciamento físico, principalmente nas horas de ponta.

Já no mercado do Sucupira, localizado no distrito urbano do Kalwenda, no limite entre o município de Viana e Cazenga, as vendedoras insistem em comercializar os produtos ao longo da rua, em péssimas condições de higiene e salubridade.

Cazenga

Já no município do Cazenga, os responsáveis dos mercados continuam a intensificar as medidas de biossegurança, para manter a segurança sanitária, reduzindo  o número de vendedores.

A primazia vai para os que comercializam produtos da cesta básica.

Conforme o administrador do mercado do Asa Branca, Cláudio Manuel, o espaço tem capacidade para mais de duas mil vendedoras, mas foi reduzido para mil e 200, para assegurar o distanciamento físico.

De igual modo, foram colocados recipientes nas entradas, para a lavagem das mãos com água e sabão, e fiscais para obrigar as pessoas a fazerem o uso correcto das mascaras.

Por sua vez, o administrador do mercado dos Cuanzas, Arsénio Gonçalves, diz  existirem restrições de alguns serviços, adiantando que o número de vendedores reduziu de quatro mil para mil e 200.

Segundo Custodia Vemba de Assunção e Florentino Simões, vendedores do Asa Branca e dos Cuanzas, respectivamente, tem havido a passagem regular de mensagens sobre o uso de máscaras e lavagem das mãos, por parte dos fiscais e agentes comunitários de saúde.

No mercado do Kicolo, que alberga mais de seis mil vendedores, foram montados 12 pontos para a lavagem das mãos com equipas de fiscais que supervisionam os vendedores e clientes.

De acordo com o director municipal da Saúde no Cazenga, Zola Messo, foram criadas equipas técnicas para sensibilizar a população para cumprir as normas de segurança.

Segundo o responsável, no segundo trimestre do ano em curso foram realizadas três mil 851 campanhas de sensibilização, num universo de 11 mil 521 famílias, desde os mercados até as zonas residenciais.

O  comandante municipal da Polícia, Joaquim da Conceição, desencoraja a prática de exercícios físicos colectivos e fora dos horários estipulados nas pedonais, nas imediações da Mediateca “Zé Dú”, administração municipal e rotunda da Fiaco (TCUL), por não permitirem o distanciamento.

O presidente da Associação dos Taxistas de Angola,  Francisco Paciente, exorta os filiados a acatarem o que está estipulado e a exigirem que os passageiros viagem com as respectivas máscaras.

A Polícia de Trânsito, entre outras actividades ligada à fiscalização, certifica o cumprimento da lotação (50 por cento), o uso das máscaras e o distanciamento, sendo o maior problema nas paragens de táxis.

A propósito, o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa da Delegação Provincial do Ministério do Interior em Luanda, Hermenegildo de Brito, diz que a Polícia Nacional está a actuar com rigidez e pedagogia, nesse novo período, contra os infractores.

À luz do Decreto Presidencial nº 184/20, de 08 de Julho, que estabelece as novas normas da Situação de Calamidade Pública, a prática desportiva individual não pode agrupar mais do que cinco pessoas, em Luanda e no município do Cazengo.

A violação dessa medida especial, imposta aos cidadãos dessas duas localidades, dá lugar à aplicação de multa, que varia entre cinco mil e 10 mil kwanzas.

Para o sociólogo Abel Chico Joaquim, há necessidade de a população evitar os ajuntamentos sociais e cumprir os apelos das autoridades sanitárias e da ordem pública.

Para o personal trainer António Manuel, o exercício físico é benéfico para o ser  humano, mas sem violar as disposições contidas no Decreto Presidencial.

A cerca sanitária na visão da humanidade

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Para muitos o termo da cerca sanitária é conhecido devido a sua invocação em diversos contextos. Para outros talvez não existe como tal, pela falta de um esclarecimento devido. Para os da classe média e mais lá para frente, é a restrição da movimentação do pessoal num determinado lugar que por razões sanitárias deve ficar isolado.

Mas para a maioria, é como se de uma privacidade pressagiada da força se tratasse para manter a população em vigilância. Tantas cogitações a respeito da sua interpretação para se culminar ao senhor bom senso à luz da conservação da vida. Presume-se que tal acção deve-se pelo facto do País não poder acudir problemas anteriores que hoje em dia deviam excitar o povo olhar com clareza, tudo quanto a seriedade inspira confiança a qualquer ser humano de qualquer lugar existencial do mundo, ser capaz de dar nozes a quem não tem dentes.

Mas também pode-se compreender que não podem ser resolvidos todos em tempo oportuno, num caminho onde todos estão na fila com pratos estendidos ao céu esperando que caía de alguma altitude maná para saciar seus anseios. Todavia, a atenção justa, a observação pitoresca, a visão humana de igual medida, com ouvidos ligados aos discursos de todos, até dos que gaguejam, ver neles ideias que possam fluir se houver oportunidade para se construir por meio de todos um paraíso.

E um paraíso não deve ser construído através da força, mas devido a forma com que se pode absorver a diversidade da habilidade na multidão, embora cada um de nós reflecte conforme o seu entendimento, ainda é possível tocar na larva da sua psique e poder escolher do seu raciocínio uma parte colorida de sonhos que podem ditar a construção de um País.

E sendo isto, não é necessário que nos coloquemos na posição superior de alguém que julga ser Deus de si próprio, que não precisa de ninguém para se achegar ao apogeu, que viveu a vida desenhando estrelas para si e noite para os que não lhes convém.

Há uma vida de mãos abertas, braços acolhedor, que não precisa de um pomar de perfeição para que os homens se suportem, e nessa fase não somente o homem de berço de ouro teme o dilúvio de assombrações, aquele que também ao ar livre dialoga com a escuridão, que soletra ao abecedário da fome, que sem pensar na gravidade do assunto que enfrenta quer apenas um pedaço de pão, uma migalha de consolo que lhe induza ser o autor da sua própria história, num imerso de restrições que sempre a vida o impôs.

Há mulheres que preferem bofetadas mesmo com crianças apoiadas as costas do que ver as panelas vazias a cozer poeira dos bairros, acção praticada para derrubar as suas dificuldades num momento extremamente difícil, onde cada um salva-se da forma que poder. O mais agravante é que nessa senda os mais prejudicados são os que lutam apenas para aquecer o estômago com migalhas de esperança.

Vão apanhando grãos de conformações colocando na psique o palavreado de que depois da tempestade vem abonança sem se poder medir os esforços nessa cerca sanitária. Contudo, a cerca sanitária na visão da humanidade, é a ampla reflexão que se faz aos detentores dessas políticas criadas e normativas, que recai sobre si e pesa aos outros consumidores destas mesmas restrições (ao pobre) a camada média, a camada baixa, apesar de ser vista num fórum quase desapropriado pela forma breve do seu acontecimento (o confinamento) tem causado seus transtornos psicológicos que pode culminar ainda num conjunto de frustrações a população.

Centenas de pessoas à procura de transporte em Luanda

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As principais paragens de táxi da cidade de Luanda têm estado, a cada dia que passa, mais abarrotadas. A situação torna-se mais crítica às noites, porque muitos taxistas param os serviços às 18h00, devido ao Decreto Presidencial sobre as novas medidas da Situação de Calamidade.

A nossa equipa de reportagem constatou ontem que em paragens de várias artérias da cidade capital, como as do Zamba II, Multiperfil, Vila da Gamek, do Golf II, Largo das Escolas, do 1º de Maio, do Calemba II e do Benfica, mais de mil passageiros, cansados de tanto esperar, optaram por caminhar.

“Como é possível que num país como o nosso, com défice de transportes públicos, os taxistas, vulgo candongueiros, que têm dado “grande ajuda” aos munícipes, são obrigados a parar os seus serviços às 18h00?”, interrogou-se Rosa Sapalo, acrescentando que os trabalhadores que largam às 17h00 e vivem distante, como o seu caso, vive em Viana e trabalho no Benfica, têm grandes dificuldades para regressar à casa. O secretário-geral da Associação dos Taxistas de Luanda (ATL), Leonardo Lopes, aconselha os associados a evitar rotas curtas. Acrescentou que a ATL realiza amanhã, no mercado do Kikolo, uma campanha de distribuição de máscaras faciais e de álcool em gel, bem como de sensibilização da população no sentido de cumprir as medidas que visam evitar a propagação da Covid-19.

Leonardo Lopes denuncia a atitude de alguns agentes da Ordem Pública, que, nesta fase de Situação de Calamidade, arranjam artimanhas para extorquir dinheiro aos taxistas. O secretário-geral da Associação dos Taxistas de Luanda manifestou o desejo de ver o Executivo a abrir excepção, para que os taxistas possam trabalhar pelo menos até às 19h00. “É duro e triste ver as paragens cheias e pessoas a caminhar longas distâncias, sem nada podermos fazer para ajudar”.

Segundo o responsável da ATL, as enchentes nas paragens devem-se, também, ao facto de muitos taxistas preferirem parar as viaturas, por “serem constantemente molestados por agentes da Ordem Pública”.

Mobbers anunciam Lançamento da Nova EP para dia 17 do corrente mês

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Depois do lançamento do novo vídeo clipe da música “Sem Presa”, os Mobbers, anunciaram hoje, sábado, 11, de Julho 2020, o lançamento da nova EP “LOCKDOWN”, para dia 17, de Julho.

O grupo agenciado pela Produtora Clé Entertainment, promete trazer na EP, músicas de qualidade, com mensagens positivas, de forma a entreter os seus seguidores.

De lembrar, que tanto o lançamento do novo vídeo clipe e a EP, é uma parceria da Clé Entertainment e à Sony Music Portugal.

Kilamba comemora hoje 9 anos de existência sem festas

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A Cidade do Kilamba, comemora hoje nove anos de existência, vai dispor, nos próximos tempos, de uma Casa de Velório e um mercado local, anunciou, ontem, o administrador daquele distrito urbano.

Murtala Marta realçou que, dentro dos referidos projectos sociais identificados como prioritários para uma melhor gestão da cidade, constam, igualmente, a construção de centros culturais e comunitários. O administrador do Distrito Urbano do Kilamba disse que os projectos podem começar a ser executados, tão logo a situação da pandemia da Covd-19 esteja controlada, fundamentalmente a Casa de Velório, uma das principais necessidades dos habitantes locais.

Murtala Marta explicou que decorrem já estudos elementares para a execução dos projectos ainda dentro deste ano. “Estamos a criar as condições para que possamos materializar esse grupo de empreitadas, por serem muito importantes e constarem entre as grandes preocupações dos moradores”, realçou.

Outra grande preocupação dos moradores da Cidade do Kilamba tem a ver com a falta de um hospital de referência. Quanto à isso, o administrador explicou que essa empreitada deve ser levada a cabo pelas entidades centrais, dada a sua dimensão. “Temos em carteira esse projecto, inclusive, já encontramos o espaço onde construir o hospital. Acreditamos que, nos próximos tempos, o Governo vai realizar essa vontade dos moradores do distrito, uma vez ser um serviço fundamental”, tranquilizou o responsável.

Enquanto isso, a Cidade do Kilamba conta com um centro de referência, que funciona em instalações projectadas para uma creche. A unidade, segundo o administrador, além de ter já cabimentação orçamentada, tem recebido, igualmente, apoio da Administração para colmatar as dificuldades que enfrenta.

PLANTAÇÃO DE ÁRVORES

Mais de 40 mudas de árvores vão ser plantadas, amanhã em diversas artérias do Kilamba, no quadro do nono aniversário desta cidade, que tem 25 mil habitações a nível da sua sede distrital (Kilamba) e cinco mil outras dentro do KK-5000. Sob o lema “Fica em casa”, escolhido por causa das limitações impostas pela pandemia da Covid-19, o administrador Murtala Marta realçou que a data servirá para reflexões em torno do que se pode fazer para o desenvolvimento da cidade, situada no município de Belas, cerca de 40 quilómetros da sede de Luanda.

No quadro das acções de prevenção do coronavírus, a Administração leva a cabo um programa, designado “Cozinha comunitária”, para atender mais de mil refeições diárias a um grupo de crianças carenciadas, provenientes dos bairros periurbanos, que costuma(vam) a deambular pela Cidade do Kilamba em busca de alimentos e outras coisas em contentores.

Outra acção que está a ser desenvolvida pela Administração do Distrito Urbano é a assistência a pessoas carenciadas, com a atribuição de cestas básicas. Neste sentido, numa primeira fase, mais de duas mil famílias dos bairros Vila Flor, Bita Progresso e Santo António já beneficiaram deste programa.

FONTE: JA / KILAMBANEWS

Kilamba: Prática de Exercícios físicos sem prevenção contra o covid-19

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O Kilambanews, percorreu pela centralidade do Kilamba e ouviu, alguns residentes que debruçaram-se  o sobre a pratica de Exercícios físicos ao ar livre e a prevenção contra o Covid-19.

Devido a covid-19 os ginásios, tiveram a necessidade de encerrar, por causa desta restrição imposta pelo estado os citadinos por toda Luanda continuam á procura de locais ao ar livre para a pratica de exercícios físicos, muitas vezes, praticam em lugares impróprios e sem o mínimo de cumprimento  das regras de biossegurança aconselhadas pela Comissão multissectorial, apesar das recomendações das autoridades de manter o isolamento social como meio de abrandar a propagação do vírus.

Neusa Mateus, moradora do kilamba exprimiu que “é cada vez  mais  frequente ver vizinhos  em caminhadas  e pratica  de exercícios físicos fora de casa, em passeios nos  largos criando aglomerações por aparentemente tratar-se de uma saída da quarentena permita para o bem de todos distanciamento físico exigido, infelizmente tem notando muita falta de bom censo na realização dessa actividade”.

O jovem Leandro Osvaldo, também morador da centralidade disse que “tem feito exercícios na companhia dos seus irmãos por morarem na mesma casa o risco de contaminação e menor, porque tem cumprido com as medidas de prevenção exigida pelo governo”.

Para o Sr.º Anastácio Renato preocupa-lhe ver grupos de jovens desprotegidos aglomerados pela centralidade, “exercitar o corpo tem sido muito benéfico para saúde do ser humano, podem continuar com actividades físicas mas apela que criem condições pelo menos uso das mascaras e cumpram com o distanciamento social”.

Por último a dona Maísa Sousa “reprova exercícios físicos na centralidade por causa dos números de casos positivos que o país apresenta, e vê-se muitos vizinhos desprevenidos e apela que tomem novas medidas para podermos combater essa pandemia”.

Está semana o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, reafirmou quando falava sobre as novas medidas a serem adoptadas no país, no âmbito das acções de combate e prevenção contra a Covid-19, o não uso de máscaras em locais públicos e na via pública será passível de multa e que as práticas de exercicíos físicos na via pública será doravante das 07h as 17h e quando estiverem em grupo deverão estar somente cinco pessoas ao máximo.

Marinela António

Angola ganha o maior outdoor com tecnologia de vanguarda

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Situado no emblemático centro cultural Chá de Caxinde, marco de referência da baixa de Luanda, o novo suporte desenvolvido pela Espaços Angola utilizou a tecnologia de vanguarda para criar o maior outdoor digital, curvo de Angola.

Inserido numa estrutura projectada por forma a respeitar o nobre espaço que ocupa, este novo suporte digital assume uma forma redonda que abraça a estrutura do edifício e o transporta para a vanguarda da inovação.

O Novo Chá de Caxinde digital, desenvolvido com a parceria tecnológica da LG, tem 18 metros de largura e 4 metros de altura e é composto por tecnologia SMD, cuja grande vantagem é a elevada definição de imagem perfeita para reproduzir vídeos publicitários com qualidade e proporcionar uma experiência visual de grande impacto.

Obedecendo as normas das autoridades sanitárias, no que diz respeito ao distanciamento físico devido a COVID 19.  O evento de inauguração foi realizado através de streaming nas plataformas digitais da espaços ( Youtube, Facebook e Instagram)

O maior outdoor de Angola está a partir de agora ao dispor das marcas e anunciantes que pretendem estar na vanguarda da comunicação através de um suporte de excepção com impacto incontornável.

Bolsonaro anuncia que está infetado com o novo coronavírus

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O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse hoje que está infetado com o novo coronavírus, um dia depois de relatar sintomas e realizar um teste num hospital Militar, em Brasília.

Numa comunicação via Facebook, Bolsonaro confirmou o resultado positivo do teste e adiantou que fez uma radiografia e que o pulmão “estava limpo”.

O Presidente já havia informado a apoiantes que estava com febre e dores no corpo e, por isso, decidiu fazer o exame.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 1,62 milhões de casos e 65.487 óbitos), depois dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 538 mil mortos e infetou mais de 11,64 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.