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Governo de Angola já tem nova logomarca

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A cerimónia, que terá lugar no Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), às 10 horas, contará com a presença do ministro da Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, que proferirá as palavras de circunstâncias, segundo informou o director nacional da Comunicação Institucional, Eduardo Magalhães.

A opção visual encontrada pretende criar uma maior ligação e alinhamento da imagem oficial do Executivo com as actuais prioridades da governação, bem como reforçar, em termos visuais, essa mesma mudança e evolução junto do público em geral e demais audiências nacionais e internacionais, disse.

Acrescentou que a nova imagem de marca do Governo angolano terá um conceito alternativo em termos de fita, e vai representar um símbolo inovador, tanto de institucional como de moderno, e será amplamente distribuído e divulgado nas diversas plataformas de comunicação.

A nova Logomarca Institucional vai substituir a que vigora desde 2002, cuja concepção visava assinalar as obras de reconstrução nacional que se sucederam ao estabelecimento da Paz definitiva em Angola, alcançada a 4 de Abril de 2002.

“O lettering escolhido também consegue representar modernidade e inovação de forma eficaz”, salientou o director nacional da Comunicação Institucional.

80 por cento das crianças sem documentos pessoais

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Oitenta por cento dos alunos da primeira à sexta classes, de um universo de 300, do Complexo Escolar Jardim da Essência, no bairro Fernando, comuna do 30, município de Icolo e Bengo, não possuem registo de nascimento, disse a directora da instituição académica, Emiliana Francisco.

Na escola, considerada provisória, construída com chapas de zinco e materiais precários, apenas 20 por cento dos alunos têm registo de nascimento, de acordo com a directora da instituição, que alega que os postos de registo ficam distantes da comunidade, dificultando, deste modo, a vida dos discentes.

Emiliana Francisco disse que, para a obtenção de cédula e Bilhete de Identidade, os encarregados de educação, com as mínimas condições económicas, levam os filhos aos postos de registo de Catete e Viana, os restantes sujeitam-se a estudar sem documentos.

A directora explicou que, por falta de documentação e condições financeiras, por parte dos encarregados de educação, dos 300 alunos apenas 60 frequentam oficialmente as aulas. Acrescentou que muitos sequer têm material escolar e muito menos dinheiro para apanhar o transporte de casa para a escola e vice-versa.

Neste grupo de alunos, disse Emiliana Francisco, há ainda quem caminhe a pé de cinco a oito quilómetros, todos os dias, para não perder o ano escolar, uma realidade que a responsável considera difícil de entender nos dias de hoje.

Para diminuir o índice de analfabetismo na comunidade, a administração comunal realizou acções de concertação com entidades ligadas ao sector da Educação, no sentido de os alunos assistirem as aulas sem a documentação até que se encontre uma solução.

Informou, por outro lado, que a administração do Bairro 44 tem envidado esforços para que uma equipa dos Serviços de Registo Civil se desloque à comunidade para a realização de uma campanha de registo de nascimento.

Falta de escolas

A grande preocupação de momento tem a ver com a falta de escolas na comunidade do 30, porque a única existente as salas foram construídas com chapas.
A directora Emiliana Francisco lamenta a situação e lembra que há, cada vez mais, crianças em idade escolar. “A escola provisória foi construída pelos encarregados de educação em conjunto com a administração local”.

Para minimizar as condições no sector da Educação, o Grupo Boa Vida, através do projecto social “ Embaixadores Boa Vida”, responsabilizou-se pela construção definitiva da escola.
O presidente do Conselho de Administração do Grupo Boa Vida, Tomás Dowbor, prometeu dar início às obras para a edificação da escola definitiva ainda este mês. “Tendo em conta a urgência, numa primeira fase vão ser construídas três salas com capacidade para acolher 40 alunos cada”.

Escassez de serviços

A Comuna do 30, além de postos de registo e escola, não possui centros de saúde, energia eléctrica, água potável e nem posto de Polícia. Há ainda falta de transportes, resultante das más condições da via.
O coordenador do Bairro Fernando, Salomão Ganga, disse que, por falta de um centro médico, a população recorre ao Serviço de Saúde do Bairro Dimba para receber os primeiros socorros e, caso se trate de uma enfermidade grave, o paciente é transferido para a vila de Catete.

Relativamente à água potável, Salomão Ganga informou que a zona é abastecida por camiões-cisternas, tendo, por isso, apelado aos órgãos do Governo para redobrarem esforços na solução dos problemas mais prementes.

O morador Carlos Francisco mostrou-se preocupado com o índice de criminalidade na zona, porque, nos últimos dias, ela tende a crescer, com registo de vítimas mortais. “Em algumas zonas há muito capim, o que tem originado o aumento da criminalidade”.

Samsung e Apple dominam lista dos smartphones mais vendidos de 2019

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A Apple domina toda a lista da América do Norte.

De acordo com o relatório publicado pela Counterpoint Research e Omdia, a Samsung e a Apple tiveram os smartphones mais vendidos em todo o mundo e, enquanto a tecnológica sul-coreana acabou por estar mais presente na América do Sul e Europa, a ‘Empresa da Maçã’ acabou por dominar o mercado norte-americano.

Na América do Norte o dispositivo mais vendido foi o iPhone Xr, seguido do iPhone 11, iPhone 8, iPhone 11 Pro Max e iPhone Xs Max. Já na América do Sul os lugares cimeiros foram ocupados pelo Galaxy A10, Galaxy J2 Core, Motorola Moto E5 Play, Galaxy A20 e Galaxy J4 Core. Por seu lado, a Europa acabou por dar preferência ao Galaxy A50, iPhone Xr, iPhone 11, Galaxy A10 e Galaxy A40.

O caso mais curioso é o da China, onde podemos verificar uma hegemonia de fabricantes chinesas como a Oppo, a Vivo e a Huawei. No território chinês os smartphones mais vendidos acabaram por ser o Oppo A5, o Oppo A9, o Vivo Y93, o Vivo Y93s e, por fim, o Huawei P30.

No que diz respeito aos mais vendidos em todo o mundo, encontramos a lista abaixo onde se inclui o iPhone Xr, o iPhone 11, o Galaxy A10, o Galaxy A50, o Galaxy A20, o iPhone 11 Pro Max, o iPhone 8, o Xiaomi Redmi Note 7, o iPhone 11 Pro e o Galaxy J2 Core.

Inspecção do comércio suspende matadouros do km 30

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A inspecção geral do comércio encerrou esta sexta-feira, no mercado do km 30, no município de Viana, em Luanda, mais de dez casas de abate de animais, por falta de condições higiénicas e sanitárias que perigam a vidas dos consumidores e dos seus trabalhadores.

Segundo o inspector-adjunto da inspecção-geral do comércio, António Inácio, trata-se de uma acção inserida no plano nacional de inspecção do sector em conjunto com as áreas similares da saúde, veterinária, polícia municipal de Viana e o laboratório de controlo de qualidade do Ministério do Comércio.

A acção visa garantir que a venda de alimentos perecíveis (carne) seja exercida dentro dos padrões mínimos exigidos para o consumo humano.

A equipa de inspecção constatou que as condições de higiene, abate, conservação e venda não são as mais apropriadas.

Mesmo até o transporte do gado das áreas de criação até aos matadouros improvisados não tem cumprido com as normas, o que coloca em perigo a saúde do consumidor final.

“Nos casos mais graves serão suspensas as actividades até que os proprietários desses estabelecimentos melhorem as condições de trabalho, dentro das normas”, referiu acrescentando que essa acção será extensiva aos matadouros clandestinos.

Como requisitos mínimos para exercer a actividade de abate de animais, as autoridades exigem higiénicas, casas de banho, água corrente, energia eléctrica, material de biosseguranças.

Por seu turno, o chefe de secção do departamento sanitária da inspecção-geral da saúde, João Lucas, disse que muitos destes estabelecimentos já receberam visitas e recomendações, mas não acatarem daí o seu encerramento.

Explicou que o não cumprimento dos princípios básicos tem acarretado o surgimento de algumas doenças virais e bacterianas para os consumidores, como leptospirose e diarreicas agudas.

Por sua vez, Ernâni Lungonho, proprietário de uma das casas inspeccionadas, a actividade de inspecção tem acontecido e de forma pedagógica, mas o grande problema reside no facto das empresas não conseguirem responder às recomendações das autoridades.

Há a falta de financiamento à actividade, o que não permite melhorar as condições de trabalho.

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Investigação dos processos das casas começa na próxima semana

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O processo de triagem de documentos dos candidatos apurados em sorteio, para habilitação às residências da Centralidade do Zango 5, começa na próxima semana, anunciou hoje , em Luanda, uma fonte do Ministério do Ordenamento do Território e Habitação.

O procedimento, que será conduzido pela imobiliária Imogestin e coordenado pelo Ministério, teve o decurso de inscrições entre os dias 27 de Janeiro a 5 de Fevereiro. Inscreveram-se 157 mil e 431 candidatos, para serem apurados apenas 2.390, que vão preencher o mesmo número de residências disponíveis.

Em declarações ao Jornal de Angola a fonte disse que, à medida em que o sorteado for chamado, será feito um processo de filtragem. Caso não esteja habilitado, automaticamente o candidato é “afastado” do processo.

Perdem a candidatura, por exemplo, os inscritos que apresentem falhas na conformidade da declaração de serviço, com o salário discriminado, a caducidade do Bilhete de Identidade ou um falso número de Contribuinte.

“Muitos pensam que, pelo facto de já terem sido sorteados, nesta primeira fase, automaticamente estão habilitados a receber uma casa, o que não é bem assim. Haverá uma filtragem aos processos dos pretendentes”, explicou.

Referiu que o grupo responsável pelo processo está a estudar uma solução, caso o candidato não reúna as condições necessárias. “Ainda não encontramos um denominador comum, se estes vão a um novo sorteio ou não. Estamos ainda por definir, mas a verdade é que temos que, obrigatoriamente, preencher o número de habitações disponíveis”.

Confirmou, por outro lado, a abertura de um inquérito levado a cabo pelo Ministério do Ordenamento do Território e Habitação, sobre alegadas irregularidades no processo de distribuição das casas.

Notícias postas a circular nas redes sociais, na quarta-feira última, dão conta que o Ministério do Ordenamento do Território e Habitação abriu um inquérito para apurar a veracidade de denúncias públicas, sobre alegadas irregularidades no processo de distribuição das mais de 2.000 moradias na centralidade do Zango 5.

O responsável confirmou existirem rumores à volta do assunto, mas refere não passarem de comentários efémeros e dolosos. Assegurou que o processo de comercialização de mais de 2.000 residências, no Zango 5, vai continuar o seu percurso normal.

“Acreditamos que os fomentadores destes tipos de comentários são os candidatos que, infelizmente, não foram contemplados. A equipa de trabalho nada tem a ver com a não selecção de todos os que se inscreveram. As pessoas são livres de concordar ou não com o sistema. Acredito que, ainda que fosse outro sistema de sorteio, os mesmos comentários iam surgir”, lamentou.

Segundo ele, todas as 2.390 habitações inicialmente disponíveis foram sorteadas. Dentro de 90 dias os candidatos apurados começam a receber as chaves dos seus apartamentos.

Governo dos EUA bane uso da TikTok

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Os trabalhadores governamentais da Transportation Security Administration devido a receios com a segurança da app.

Ogoverno dos EUA baniu o uso da app TikTok entre os trabalhadores da Transportation Security Administration (TSA) por receios de segurança e privacidade.

A decisão foi tomada depois do senador Chuck Schumer de Nova Iorque ter enviado uma carta ao administrador da TSA, David Pekoske, a explicar as suas preocupações.

“Estes vídeos fazem rir; são criativos. Mas a China pode estar a rir destas publicações da TSA por motivos diferentes e isso deve preocupar-nos e é por isso que estou a apelar à TSA para que encontre outra plataforma e pare agora o seu uso da TikTok”, pode ler-se na carta partilhada pelo MarketWatch.

A TikTok já havia sido apontada como um potencial risco de segurança, sobretudo quando trabalhadores governamentais começaram a instalá-la nos seus dispositivos pessoais e fizeram vídeos com ela.

“QUO VADIS” Cidade do Kilamba

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Inaugurada em Julho de 2011, pelo então Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a Cidade do Kilamba, o maior projecto habitacional construído no país, durante algum tempo ostentou a imagem de uma Luanda próspera e acolhedora. Não foi por acaso que o projecto constou do “roteiro” cedido aos vários chefes de Estado e do Governo que visitaram o país, particularmente, no período que antecedeu a crise financeira.

Localizada no Distrito Urbano do Kilamba, município de Belas, a Sul de Luanda, perto de completar nove anos desde que foi inaugurada, relatos dos moradores e os sinais de degradação que apresenta entristecem qualquer cidadão comprometido com o bem colectivo. Os bens públicos continuam a ser destruídos. A iluminação pública é deficiente, espaços reservados a espaços verdes acolhem capim com altura descomunal, parques foram transformados em feiras e os passeios degradados. Há registos de infiltração de água e fissuras em vários apartamentos. Também há falhas recorrentes no abastecimento de água, poluição sonora constante e moradores que fazem resistência em pagar a taxa de condómino. Enfim, um conjunto incontável de problemas que, de facto, tornam cada vez mais difícil a vida da maioria dos moradores. Felizmente, nota positiva tem sido dada a Polícia Nacional que conseguiu estancar os níveis altos de criminalidade.

Devido aos vários problemas que afectam a Cidade do Kilamba, os moradores direccionam críticas, fundamentalmente à administração da cidade, a quem acusam pouco ou nada fazer para mudar o quadro negativo. Foi assim na gestão de Joaquim Israel e, posteriormente, com João Baptista Domingos. Levando em conta as reclamações dos moradores aos microfones da Rádio Luanda, proferidas na semana passada, tudo leva a crer que com o administrador Murtala Marta, no cargo há oito meses, a história se repete. Neste entretanto, alguns moradores admitem mesmo ter perdido esperança em melhorias com o actual modelo de gestão da cidade. Defendem que o Kilamba deve ter autonomia administrativa e financeira. De outro modo, não vislumbram um futuro risonho e temem o agudizar dos problemas.

Por:Adalberto Ceita

Gelson Dala sai do banco e resolve jogo

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Brunch With…Adriano Domingos

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No âmbito do trabalho comercial que desempenha, o gestor apela aos líderes e empreendedores a necessidade de formação em termos de entendimento e interpretação de dados sobre a vida financeira de uma empresa, assim como a liderança e gestão de equipa.

Jovem trabalhador e amante da vida, está extremamente focado nos objectivos e com um forte espírito de persistência e resiliência face aos desafios que surgem na imensa estrada de vida. Considera-se um homem de trato fácil, bom fazedor de conversas, apaixonado por pessoas e por semear sorrisos por onde passa.

Conta que foi sempre uma criança muito introvertida e como outra qualquer, teve muitos sonhos que foram se moldando com o tempo. Primeiro sonhava em ser jogador futebol, depois o sonho evoluiu no desejo de ser piloto e por último músico. “Profissionalmente acredito que de forma muito poética sim. Sou jogador porque tenho que lutar imenso contra diversos adversários no campo dos negócios para atingir mensalmente os objectivos da empresa, é “GOLO” nos objectivos ou estamos “fora do campeonato”! Sou piloto porque por trás de cada decisão que tomo existe uma equipa inteira de “passageiros” que dependem de mim para chegar ao destino certo e músico porque com as alterações constantes nas condições de mercado tenho de desenvolver novas “melodias” para levar ao mercado às melhores soluções para os clientes intermediários (agentes) e finais”, refere.

Nasceu em Luanda concretamente no município do Rangel aos 19 de Dezembro, sendo que por consequência da complexidade da situação familiar dos pais na altura, saiu daquela zona com apenas meses para o Cazenga onde viveu com os avós até aos sete anos de idade. Depois daquele período, mudou-se para o bairro do Kinaxixi, onde passou maior parte da sua infância e adolescência. Entretanto aos 18 anos, por causa da situação conflituosa do país e por decisão do pai, foi para a África do Sul dar continuidade do percurso académico. Por lá concluiu a primeira licenciatura em Gestão Bancária na Dam Business College no período 2002 – 2005. Em Angola voltou a apostar na formação, fazendo, todavia, a segunda licenciatura em Gestão de Marketing e Comércio, entre 2013 – 2016 na Universidade Gregório Semedo (UGS).

Transcursão profissional

Chegou a ZAP por indicação de um conhecido e na altura a empresa precisava de um colaborador com o perfil para coordenar uma carteira de Agentes/parceiros. No primeiro ano de operação da empresa, desempenhou aquela função e era responsável pelos eixos comerciais do Norte e do leste, assim como também foi o responsável pelos municípios de Viana e Kilamba, função que desempenhei durante quatro anos. Em 2015 assumi o cargo de Chefe de Departamento da Rede de Agentes/Parceiros com a principal função de gerir uma equipa de 14 coordenadores a nível nacional. “O maior dos desafios que tive que enfrentar até à data foi sem dúvida o desafio pessoal de acreditar em mim, mesmo nas circunstâncias mais difíceis mantendo sempre a calma, a objectividade, a responsabilidade e equilíbrio necessário para manter as minhas equipas motivadas e a funcionar com eficiência e rigor”, e acrescenta “Apesar de ser apaixonante trabalhar com pessoas diferentes, é uma gestão surreal. Poder contornar hábitos e costumes diferentes dos teus sem desrespeitar, com compromisso, honestidade, humildade e responsabilidade, tendo como mote a frase: “trabalhar para pessoas, com pessoas”, é mais fácil na teoria e num mundo perfeito”.

Antes deste desenrolar, Adriano Domingos teve um percurso profissional como corrector de imóveis na direcção comercial da Promóveis, assim como trabalhou na área de vistos e operações da Hull Blyth Travel em 2007. Foi gestor comercial da AOC-Mobile Nokia no período durante dois anos e mais uma vez como gestor comercial e formador na Samsung Angola, 2009-2010.

As suas ambições estão em continuar a fazer carreira e chegar a outros cargos de direcção. “Sinto cada vez mais necessidade de abraçar novos desafios dentro da minha área e, para além desta ambição, pretendo abrir um escritório de consultoria comercial para todo o tipo de empresas para formar os melhores agentes, vendedores, comerciais e gerentes deste país, com qualidade internacionalmente reconhecida”, realçou almejando.

O momento mais alto da carreira profissional começou na altura em que assumiu o cargo de Chefe de Departamento de Rede de Agentes que com pouca experiência em termos de gestão de equipas, teve imenso receio de liderar pessoas que até então eram colegas de trabalho com o mesmo cargo, na mesma direcção.

“Foi sem dúvida uma mistura de emoções entre o medo de falhar, o desafio de me validar enquanto líder e profissional e a alegria/satisfação por estar a dar os primeiros passos em direcção a um sonho”. E quanto ao critério pessoal foi a realização do seu casamento e a constituição da família. É, pois, um homem apaixonado, pai dedicado, com quatro filhos e orgulhoso da geração de pessoas que tem o maior prazer em preparar para o mundo. Cita alguns livros que marcaram profundamente a sua vida por variados motivos em diferentes momentos: “Bíblia Sagrada”, tem infinitas lições de vida, passagens motivacionais e é o que mais consulta; “Pai Rico, Pai Pobre”, de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter; “Como Tornar-se uma Pessoa de Influência”, de John C. Maxwell, “Livro do Club das cinco da Manhã”, de Robin Sharma.

Para si “é evidente que a nova geração de gestores, empresários e líderes, vêem com muito talento, muita força e grande determinação para começar a traçar o caminho de uma nova era de gestão no país. Gestão essa que visa levar o nome de Angola avante e construir um país economicamente mais forte, moderno, eficiente e fértil em novas oportunidades para todos”. No âmbito do trabalho comercial que desempenha e do contacto com empreendedores de todos os escalões, o gestor apela aos líderes e empreendedores a necessidade de formação em termos de: Entendimento e interpretação de dados sobre a vida financeira de uma empresa; Impostos a serem pagos (INSS, IVA, DARes); “Gestão Contabilística” e “Liderança e Gestão de Equipa”.