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Mini Kibabo inaugurado no A4

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O primeiro Mini Kibabo, na cidade do Kilamba, localizado no edifício A4 do quarteirão A, foi inaugurado hoje (14/01/2022) pelo Administrador do Distrito Urbano do KILAMBA, Muratala Marta.

O empreendimento teve o investimento de 50 milhões de kwanzas e gerou mais de 20 postos de trabalho directos a jovens residentes no Kilamba, para o responsável do Kibabo Estanislau Matias o objectivo é abrir ainda este ano mais de 10 Mini Kibabos no Kilamba. Por sua vez o administrador local, pediu aos responsáveis do Kibabo no Kilamba que apostem na responsabilidade social, com ajudas através de cestas básicas aos moradores carenciados, bem como no fomento do emprego para à juventude local.

ANATA, ATA e ATL suspendem greve – Taxistas queixam -se de perseguições

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As associações ANATA, ATA e ATL decidiram esta tarde levantar a greve e dialogar com o Governo Provincial de Luanda (GPL). Em conferência de imprensa, os protagonistas do protesto profissional e consequente paralisação da actividade de táxi em Luanda dizem estar a ser perseguidos e asseguram que há 100 líderes do “staff” detidos.

As associações, Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA) e a Associação dos Taxistas de Angola (ATA) asseguram que apesar do levantamento da paralisação e da disponibilidade para o diálogo, outras paralisações podem vir a acontecer a qualquer momento, nomeadamente se as perseguições aos seus filiados e líderes persistirem.

Conforme os protagonistas da paralisação desta segunda-feira,10, em Luanda, várias pessoas das associações estão a ser caçadas em casa e detidas.

Quanto aos incidentes que ocorreram no Benfica, onde, para além dos actos de agressão a taxistas, houve destruição de património e queima de pneus nas ruas, assim como a destruição do comité distrital do MPLA e de um autocarro do Ministério da Saúde, os três líderes, Francisco Paciente, Rafael Inácio e Manuel Faustino, demarcaram-se dos acontecimentos.

Segundo o presidente da ANATA, as associações convocaram esta paralisação para reivindicar e exigir direitos económicos e sociais e não com interesses político-partidários.

“Orientámos mais de 40 mil taxistas, divididos em staffs, para fazerem uma paralisação pacífica, sem agressões a quem não aderisse”, explicou Francisco Paciente.

Escolas passam a contar com postos de primeiros socorros

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As escolas do ensino primário no município de Viana, província de Luanda, vão ter postos sanitários para dar os primeiros socorros, anunciou, ontem, a directora municipal da Educação de Viana.

Madalena Massocolo, que falava à comunicação social depois do lançamento de uma campanha de vacinação escolar contra a Covid-19, não disse para quando é a abertura de postos sanitários de primeiros socorros em Viana, tendo apenas referido ser uma iniciativa da Direcção Municipal da Saúde de Viana.

A responsável pelo sector da Educação no município de Viana reconheceu que os postos sanitários de primeiros socorros vão ajudar as escolas no atendimento a ocorrências de pequena gravidade ou de emergência. No total, são 69 escolas públicas do ensino primário que vão receber, cada uma delas, um posto sanitário de primeiros socorros, assegurou Madalena Massocolo.

Na ocasião, o presidente da Comissão de Pais e Encarregados de Educação do Município de Viana, Manuel da Silva, pediu aos órgãos de direito que apetrechem devidamente os postos sanitários de primeiros socorros e elogiou as direcções municipais da Saúde e da Educação de Viana pela iniciativa.

De acordo com um Guia Prático, os primeiros socorros são os atendimentos realizados logo no início de uma emergência e que podem ser essenciais para salvar uma vida. As intervenções de primeiros socorros são imediatas e provisórias e têm como finalidade manter as funções vitais de um indivíduo vítima de um acidente, ferido, que sofreu mal súbito ou está em perigo de vida, até que ele receba assistência especializada.

FONTE: JA

EPAL esclarece falta de água no Kilamba

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A Empresa Pública de Águas, informa aos estimados clientes e público em geral, que por volta das 9 horas de hoje (11.01.2022) registou-se uma avaria eléctrica na linha que alimenta a Estação de Tratamento de Água do Kilamba.

Como consequência desta ocorrência, está sob restrição no abastecimento de água potável a Centralidade do Kilamba e Blocos do KK5000.

A EPAL pede a compreensão dos clientes das zonas afectadas comprometendo-se em repor o normal abastecimento de água tão logo seja superada a avaria.

Luanda aos 11 de Janeiro de 2022.

Detido cidadão que praticava crimes no Kilamba

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Efectivos da Esquadra do Kilamba 1, no município de Belas, em Luanda procederam, sabado, a detenção de um cidadão nacional de 19 anos, acusado de vários crimes, na centralidade e arredores, com recurso a arma de fogo do tipo AKM 47 cano cerrado, usada para os seus Ilícitos, e uma motorizada de marca LINGKEN, de cor vermelha, já apreendidos.


A detenção do suposto marginal é resultado de um trabalho conjunto entre as várias forças de investigação e inteligência policial que comporta à Esquadra: (SINFOP, DIIP e SIC). O acusado praticava as suas acções em companhia de dois comparsas, que encontram-se em fuga.


A acção policial permitiu ainda ao esclarecimento de vários crimes de roubo, praticados na via pública, com destaque ao roubo de um telemóvel de marca IPhone 6 e uma mascote de ouro, ocorrido no dia 25 de Julho de 2021, na via pública, roubo qualificado de uma mascote e um um fio de ouro, ocorrido no dia 8 de Agosto 2021, na via pública, bem como o crime de roubo qualificado de uma motorizada de marca kaweseke, de cor azul com a chapa de matrícula GPL-220-527, em que foi lesado um um cidadão de 29 anos de idade, residente em Luanda.


Refira-se que, diligências decorrem para localização e a devolução aos proprietários, bem como na localização dos dois foragidos.

Governo prevê construir cinco mil fogos habitacionais

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 O Governo angolano prevê construir, brevemente, cinco mil fogos habitacionais nas centralidades de Cabinda, Cunene e Caxito, revelou à ANGOP o director nacional da Gestão Fundiária e Habitação do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território (MINOPOT).

Adérito Mohamed lembrou que, a par destes projectos, os angolanos poderão, ainda, beneficiar de residências que já estão em construção nas centralidades de Saurimo (Lunda Sul), Cazengo (Cuanza Norte) e Carreira de Tiro (Malanje).

Entre outros assuntos, recordou que o Estado angolano investiu cerca de 14 mil milhões de dólares norte-americanos na construção das 23 centralidades distribuídas pelo país, mas, infelizmente, 25% das 20 mil famílias residentes no Kilamba, por exemplo, continuam sem pagar as suas prestações mensais de renda resolúvel.

Face à pressão na procura habitacional, informou, o Governo retoma o processo de venda de casas a partir do primeiro trimestre de 2022, após conclusão das obras das infra-estruturas internas e externas dos diferentes projectos habitacionais.

Confira na íntegra da entrevista estas e outras questões ligadas ao Programa Nacional do Urbanismo e Habitação (PNUH):

ANGOP:  Em consequência do défice habitacional, o Governo gizou, em 2009, o Programa Nacional do Urbanismo e Habitação (PNUH), com vista à concretização do sonho da casa própria de milhares de angolanos. Quase 12 anos depois do início do programa, que balanço faz?

Adérito Mohamed (AM):  Até ao momento, o PNUH, lançado em 2009, permitiu a construção de 23 centralidades (88 mil 924 moradias de diversas tipologias), em quase todo o país, num universo de 33 centralidades (19.746 casas) previstas por esse programa. A conclusão possibilitou o alojamento de pelo menos 120 mil famílias.  

Para além disso, o país ganhou 20 urbanizações, projectos com menos de mil casas. Portanto, com essa breve estatística, podemos considerar que o PNUH está no bom caminho. 

ANGOP: Em termos financeiros, qual foi o valor investido na edificação das centralidades e urbanizações do país? 

AM: Para a conclusão das 23 centralidades, o Estado angolano investiu cerca de 14 mil milhões de dólares norte-americanos, enquanto as 20 urbanizações “consumiram” perto de três mil milhões de dólares. 

ANGOP: Após a conclusão e a entrega das centralidades, como funciona a recuperação do investimento feito pelo Estado, para erguer novas habitações? 

AM: Permita reconhecer e agradecer a colaboração e pronta resposta dada pelos moradores-devedores das habitações construídas com fundos públicos, com destaque para os inquilinos da Centralidade do Kilamba, em Luanda, onde, em 2020, havia maior número de devedores. 

Fruto do trabalho de sensibilização e fiscalização feito pelas autoridades competentes, actualmente, a dívida dos moradores do Kilamba, por exemplo, baixou de cerca de 75% (15 mil famílias), registado em 2020, para 25 (cinco mil beneficiários). Ou seja, pelo menos 25% das 20 mil famílias ainda continuam sem pagar as suas prestações mensais de renda resolúvel, na maior centralidade do país. 

Para que todos os beneficiários cumpram com as prestações mensais, o sector vai continuar a trabalhar, no sentido de os inquilinos liquidarem as dívidas até ao primeiro trimestre de 2022. 

ANGOP:  Paralelamente às centralidades e urbanizações concluídas e em fase de acabamento, que planos habitacionais tem o Governo?  

AM:  Independentemente de a intervenção do Estado focar-se na construção de casas sociais, para apoiar e proteger as famílias em situação de risco, o Governo prevê erguer, nos próximos tempos, mais cinco mil moradias, em três centralidades: Cabinda (três mil residências), Cunene (mil) e Bengo (também mil).  

A par destes projectos, os cidadãos angolanos ainda poderão beneficiar de residências que estão a ser construídas nas centralidades de Saurimo (Lunda Sul), Cazengo (Cuanza Norte), Carreira de Tiro (Malanje), entre outras urbanizações. 

ANGOP:  Para quando a reabertura da venda de casas nos projectos habitacionais do Estado já existentes? 

AM: O processo de venda de habitações, nas diversas centralidades do país, retoma a partir do primeiro trimestre de 2022, após a conclusão das obras das infra-estruturas internas e externas dos respectivos projectos habitacionais. Nos primeiros três meses de 2022, o sector antevê concluir e, consequentemente, colocar à disposição dos cidadãos as moradias de diversas tipologias das urbanizações do Bailundo (Huambo), com três mil casas, e Luena (Moxico), que tem 425 residências.  

A conclusão das empreitadas e posterior comercialização das residências inclui, também, as urbanizações do Cuito (Bié), com 398 habitações, do Kalawenda (Cazenga – Luanda), com 368 casas, e algumas moradias vandalizadas e em reabilitação na Centralidade do Capari (Bengo). Face à pressão da procura habitacional, em 2022 haverá pouca oferta de residências nas referidas urbanizações, particularmente em Luanda, província com maior procura.  

Este ano, não temos perspectivas consolidadas para iniciar a venda de novas casas nas centralidades do país, por estarmos a menos de 40 dias do término de 2021. Mas, a partir do próximo trimestre de 2022, iniciaremos o processo de comercialização das poucas moradias disponíveis.  

ANGOP:  Ainda na senda das centralidades, o Governo confiscou, em 2020, algumas habitações construídas com fundos do Estado. Que destino se lhes vai dar, sendo que muitas delas se encontram vandalizadas?  

AM: Quer as mais de duas mil habitações vandalizadas e confiscadas pelo Estado, na urbanização Vida Pacífica, no Zango 0, quer as casas do projecto KK 5800, no Kilamba, vão obedecer a um concurso público, para efeito de reabilitação. Ou seja, as residências dos dois projectos habitacionais serão reabilitadas por via de um concurso público, a ser conduzido pelo Fundo de Fomento Habitacional (FFH). 

Após o apuramento das empresas que irão reabilitar os imóveis e concluídas as obras, as habitações serão entregues ao Instituto Nacional da Habitação (INH), órgão vocacionado para a gestão comercial dos fogos habitacionais. 

Para tal, o INH está a preparar as condições técnicas e operacionais para, brevemente, iniciar a reabilitação e a conclusão das residências confiscadas e vandalizadas nos referidos projectos. 

Quanto à Centralidade do Capari, na província do Bengo, está a ser intervencionada, através do Fundo de Fomento Habitacional (FFH), e tão logo esteja concluída, provavelmente no primeiro trimestre do próximo ano venha a estar disponível para receber novos inquilinos.  

ANGOP:  Para além da construção de centralidades e urbanizações, o PNUH contempla o subprograma de autoconstrução dirigida. Qual é o ponto de situação desse projecto?  

AM:  Neste quesito, importa lembrar que o PNUH perspectivou a edificação de 685 mil habitações, através do subprograma de autoconstrução dirigida, representando 68% do universo de um milhão de casas previstas naquela altura.  Mas, do total de lotes programados, apenas pelo menos 130 mil famílias beneficiaram de terrenos para a autoconstrução dirigida, em todo o país, um processo que continua. 

ANGOP: A que se deve o número reduzido de beneficiários no projecto de autoconstrução dirigida?  

AM: Enquanto técnico do sector, devo reconhecer que faltou o acompanhamento, em tempo real, da capacidade de realização de cada cidadão, porque quase todos os dias, em Angola, se regista autoconstrução dirigida, a título individual, mas sem a devida orientação.  

Actualmente, o acompanhamento técnico de habitação autoconstruída, dentro de uma planificação e loteamento urbano, é da responsabilidade dos governos provinciais, um processo que ainda precisa de ser consolidado, para que o cidadão tenha condições técnico-jurídicas e operacionais para construir a casa própria, possuindo o título de propriedade do terreno. 

Através deste acompanhamento, será possível instalar-se serviços integrados e sustentáveis, de forma antecipada, visando evitar o crescimento de cidades desordenadas pelo país. 

Adicionalmente, o Governo também está apostado na criação de condições para infra-estruturação de terrenos, para a autoconstrução dirigida, em todo o território nacional, dando segurança jurídica e comodidade aos beneficiários.  

ANGOP: Quando se fala de infra-estruturação de terrenos, a questão que mais preocupa os cidadãos é o preço dos espaços. O que está na base do alto custo estipulado para cada metro quadrado de um terreno infra-estruturado? 

AM: A infra-estruturação de terrenos é bastante cara, mas defendo uma reflexão sobre o princípio da razoabilidade, ou seja, independentemente de o Estado não perseguir o lucro, os terrenos infra-estruturados devem ser comercializados consoante o investimento feito, para permitir a recuperação do investimento e infra-estruturar novos espaços, para beneficiar outros cidadãos. Por isso, os beneficiários devem ter a cultura de comparticipação.  

Porém, o processo de concessão ou de loteamento e venda de terrenos infra-estruturados para a habitação social deve adequar-se à capacidade/realidade financeira dos beneficiários, para que cada cidadão concretize o desejado ou sonho da casa própria.

Por outro lado, o Estado faz este investimento dando prioridade, fundamentalmente, à habitação social, que é entregue de forma gratuita dentro do espaço infra-estruturado, a fim de ajudar os cidadãos que se encontram em situação de risco e vulneráveis, sem condições para edificar a casa própria e usufruir do direito à habitação condigna. 

Em Luanda, o exemplo mais recente de atribuição de habitação social é o projecto “Mayé-Mayé”, no distrito urbano do Sequele, em Cacuaco, que já alberga mais de 578 famílias, num total de três mil cidadãos a serem realojados nos próximos tempos. 

A maior parte das famílias que beneficiaram dessas casas de tipologia T2 e T3 residia em condições de risco, na encosta do bairro Boavista, nas imediações do antigo mercado do Roque Santeiro, distrito urbano do Sambizanga. 

A par de Luanda, nas províncias de Malanje, Uíge, Bié e Moxico também foram identificadas famílias em situação crítica de habitabilidade, que vão sendo beneficiadas com casas sociais, à medida que se vão concluindo os projectos habitacionais. 

ANGOP: Sobre a atribuição de habitação social no “Mayé-Mayé”, por exemplo, há denúncias de cidadãos que estão a vender os imóveis recebidos. Tem conhecimento desse facto? Qual a medida que pensam tomar para pôr cobro a essa situação? 

AM: Antes de responder à sua pergunta de forma directa, permita que esclareça o seguinte: no âmbito do Decreto Presidencial n.º 278/20, de 26 de Outubro, que estabelece o regime geral de acesso e o uso às habitações construídas com fundos públicos, é aplicável a gratuidade da entrega de casas para os cidadãos que não tenham condições financeiras para aderir ao regime de arrendamento, renda resolúvel e pronto-pagamento. 

Adicionalmente, o direito à habitação condigna está consagrado na Constituição da República de Angola, através do artigo 85º.

É com esta base que o Estado angolano cria condições para que cada cidadão tenha uma casa condigna, um processo que é feito de forma gradual, sempre que há disponibilidade financeira.  

Respondendo directamente à pergunta, temos, sim, o conhecimento e o controlo de cidadãos que beneficiaram de casas sociais gratuitas, mas, infelizmente, já venderam as respectivas habitações, uma prática condenável e preocupante, porque coloca em risco o próprio cidadão, que não voltará a ter acesso à moradia do Estado, em nenhum projecto habitacional construído com fundos públicos. 

O beneficiário de uma habitação do Estado é controlado e monitorado por uma base de dados que permite identificar quem já recebeu uma moradia. No entanto, o cidadão que já beneficiou de uma habitação do Estado e vendeu o imóvel jamais beneficiará de outra casa nos próximos processos de realojamento, sendo essa a única medida para sancionar os prevaricadores.  

Em Luanda, por exemplo, a Direcção Nacional de Gestão Fundiária e Habitação já registou e identificou a venda de aproximadamente 20 casas sociais na urbanização “Mayé-Mayé”. Entre as várias razões dessa prática, os beneficiários apontam a falta de emprego e de alimentos. 

Para evitar este tipo de desculpas e justificações dos beneficiários, o Governo estuda a possibilidade de criar condições de atractividade participativa, para tornar o “Mayé-Mayé”, por exemplo, uma urbanização integradora, gerando um conjunto de serviços e empregabilidade. 

ANGOP: O PNUH também contempla o subprograma dos 200 fogos habitacionais por cada município do país. O que tem a dizer sobre esse projecto? 

AM: Até ao momento, este projecto abrangeu perto de 130 dos 164 municípios, o que representa o cumprimento de mais de 60% deste subprograma. Temos ainda alguns municípios que continuam com o projecto, como o Huambo, o Uíge e o Bié. 

Porém, devido às dificuldades financeiras que o país enfrenta, muitas habitações deste projecto ainda não foram concluídas, mas o desafio do Governo é concluir todas, enquadradas nos 200 fogos por município. 

Além disso, o sector está a estudar a possibilidade de as próprias administrações municipais, em conjunto com os beneficiários, fazerem os acabamentos das residências. 

Em suma, posso dizer que é um projecto que responde aos desafios da realização do sonho da casa própria, a nível dos municípios, criando condições de fixação de muitos técnicos e profissionais em vários municípios do país. 

FONTE: ANGOP

Polícia mata colegas devido a desavença e suicida-se de seguida

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Um efectivo da Polícia Nacional disparou mortalmente contra dois colegas e suicidou-se de seguida. Na origem dos disparos está um desentendimento entre os três agentes nas instalações da sede do Ministério do Interior.

Um comunicado do Ministério do Interior (MININT) dá conta de que o incidente aconteceu por volta das 06:00, na rua Major Kanhangulo, na baixa de Luanda, após desentendimento entre três colegas que fizeram serviço de guarnição durante a passagem de ano.

O polícia disparou contra os dois colegas, alvejando ainda um transeunte nos membros superiores que deu entrada no Hospital Josina Machel.

Um dos agentes morreu no local e outro no Hospital Maria Pia, após ter sido socorrido. Segundo o documento, imediatamente foi accionado o Serviço de Investigação Criminal (SIC) para efectuar a remoção dos cadáveres, assim como proceder à abertura do processo de inquérito, visando o esclarecimento dos factos.

Emirates suspende voos provenientes de Angola

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Os voos de Angola para o Dubai estão suspensos desde terça-feira devido ao aumento de casos de Covid-19 no País, informou a companhia Emirates. Aplica-se também aos passageiros que utilizam este destino em trânsito para outros países.

“Os passageiros provenientes de Angola com destino ao Dubai, mesmo se escalarem noutro país, serão submetidos a um período de 14 dias de quarentena”, avançou a Rádio Nacional de Angola, citando uma fonte da embaixada dos Emirados Árabes Unidos em Luanda, que confirmou a medida.

A variante Ómicron continua a afectar o sector da aviação internacional. Só na segunda-feira mais de 2.100 voos foram cancelados por companhias aéreas de todo o mundo devido à variante Ómicron, que perturbou viagens após pilotos terem ficado doentes ou em isolamento. No fim de semana do Natal foram cancelados 8.000 voos. Pilotos, assistentes de bordo e outros funcionários tiveram de ser colocados em isolamento após terem sido expostos à Covid-19, levando companhias aéreas como a Lufthansa, SAS, Delta, United Airlines e Alaska Airlines a cancelarem voos.

Nos últimos 15 dias foi registado um aumento exponencial de casos de Covid-19 em Angola, com confirmação da circulação da variante Ómicron, atingindo, pela primeira vez, desde o início da pandemia, os quatro dígitos diários de casos. De acordo com o mais recente relatório sobre a situação epidemiológica em Angola foram registados 3.090 novos casos de Covid-19, três mortes e 20 recuperados. Só nas últimas horas, os laboratórios processaram 9.204 testes, com uma taxa diária de positividade de 33,6%.

A Covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Governo reduz força de trabalho nos serviços públicos e privados

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O Executivo anunciou, esta quinta-feira, a redução da força de trabalho nos serviços públicos e privados de 75 por cento para 30 por cento a partir desta sexta-feira.

A medida anunciada pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado, faz parte do novo pacote destinado a conter a rápida propagação do vírus nas comunidades.

Conforme o ministro, estão dispensados, a partir desta sexta-feira, 24, do serviço presencial, pessoas com comorbilidades, gestantes e mães com filhos menores de 12 anos.

Entre as medidas, adiantou, consta ainda a implementação do tele-trabalho para mães com filhos menores de 12 anos, gestantes e pessoas com comorbilidade, a limitação do funcionamento das 8 às 15 horas.

Em relação aos estabelecimentos comerciais, de acordo com o responsável, é reduzida a força de trabalho até 50 por cento e o período de funcionamento das  7 às 22 horas, enquanto os serviços de restauração passam a atender, de forma presencial, das 6 às 16 e das 16 às 22 para o serviço de takaway.

É ainda obrigatório a apresentação do certificado de vacinação ou teste negativo realizado 48 horas antes para o acesso aos serviços públicos e privados, estabelecimentos turísticos, salões de casamentos, pedidos, eventos corporativos, recintos desportivos, restaurantes, casinos e espaços públicos ou privados.

O pacote incluiu ainda o pagamento obrigatório dos testes pós-desembarque no aeroporto internacional 4 de Fevereiro, quarentena domiciliar obrigatória de 14 dias para os provenientes do estrangeiro e quarentena institucional para quem testar positivo no desembarque. 

Suspensas actividades desportivas

A partir desta sexta-feira estão suspensas as competições federadas e limitado o desporto individual nos períodos  das 5 às 7 e das 17 às 19 horas.

Entre as medidas consta, igualmente, a limitação da presença em reuniões, actividades culturais, recreativas e políticas partidárias  até 50 por cento da capacidade dos espaços e um máximo até 50 pessoas em espaços fechados, certificado ou teste negativo, proibição actividades recreativas  fora do domicílio, encerramento de teatros, cinemas, casinos e salas de jogos.

Francisco Pereira Furtado adiantou que, em relação aos ajuntamentos domiciliares, deve ser até 15 pessoas com a obrigatoriedade de certificado ou teste negativo, a proibição de ajuntamentos nas vias públicas com mais de 10 pessoas, enquanto nas cerimónias fúnebres é apenas autorizada a presença de 15 pessoas.

Transportes públicos com capacidade limitada

De acordo com as novas medidas, os transportes públicos ficam limitados a 50 por cento da sua capacidade, bem como a apresentação do certificado ou testes negativos nos inter-provinciais.  

Multas agravadas

Para os transgressores, segundo as novas medidas, no caso dos responsáveis de espaços recreativos permitirem a presença de utentes sem o teste negativo ou certificado de vacinação, a multa vai de 300 mil a 600 mil, e de 500 mil  a um milhão de Kwanzas no caso da ultrapassagem da capacidade  e horário de funcionamento.

O novo pacote de medidas excepcionais e temporárias vão vigorar até 15 de janeiro de 2022.

Francisco Pereira Furtado reforçou que a intenção do Executivo é reduzir ao máximo os focos de contágio, tendo em conta a circulação comunitária da nova variante Ómicron.

Governo de Luanda pretende plantar 10 mil árvores

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Dez mil árvores serão plantadas na capital angolana, entre Dezembro de 2021 e Abril de 2022, no âmbito de um programa do Governo da Província de Luanda, iniciado sábado.

A campanha de arborização iniciou no município de Talatona, dirigida pela governadora de Luanda, Ana Paula de Carvalho, tendo sido plantadas 45 palmeiras, ao longo da avenida do SIAC.

Em declarações à imprensa, o administrador municipal de Talatona, Rui Duarte, disse que o plano é plantar duas mil árvores na zona, com espécies adequadas as necessidades de cada área.

Sublinhou que, para além da campanha, a administração também pretende revitalizar os espaços verdes, com algumas parcerias e apadrinhamentos.

Quanto a manutenção dos jardins existentes, Rui Duarte afirmou que tem sido feita por equipas a circular em todos os espaços, fazendo podas, regas, tratamento dos solos e da relva, corte de capim, entre outros trabalhos.

Participaram no lançamento da campanha de arborização membros do Governo de Luanda e de associações de defesa do ambiente, assim como funcionários do município de Talatona.