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PRIMEIRA EDIÇÃO DA FEIRA DE SAÚDE DO KILAMBA

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Foi realizada a Primeira Edição da Feira de Saúde do Kilamba, no passado dia 18 de Março, na Alameda Dr. António Agostinho Neto.

A Feira de Saúde, é uma parceria entre a Administração do Distrito Urbano do Kilamba e o Centro Médico Manita, e tem como objectivos gerais:

Realizar campanhas de prevenção e diagnóstico de várias doenças junto dos munícipes do Kilamba;

Informar aos munícipes, formas correctas de adotar um estilo de vida responsável e saudável;

Incentivar os cuidados a ter com a saúde preventiva;

Apelar os cuidados que se deve ter com os problemas de saúde pública.

Nesta sua Primeira Edição, a Feira contou com a presença de mais de 2000 ( dois mil) munícipes, que fizeram o seu rastreio da pressão arterial, glicemia, colesterol, e foram sensibilizados sobre as formas de prevenir doenças sexualmente transmissíveis, gravidez precoce e indesejada, a prática de actividades físicas e à uma alimentação saudável.

A Segunda Edição da Feira de Saúde está agendada para o próximo mês de Abril do ano em curso, será realizada nos bairros, dos Bitas Vila Flor, Santo Antônio, Progresso e Cinco Fios.

Depois dos gritos dos moradores árvores são removidas no quarteirão U

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Nos últimos tempos a governação em Angola tem passado por um processo reactivo aos efeitos das denuncias dos cidadãos nas redes sociais e comunicação social, convencional exemplo disto foi o que aconteceu hoje no quarterião U do Kilamba.

Ontem o programa, Ecos & Factos da Televisão Pública de Angola exibiu uma reportagem que dava conta da existência de duas árvores uma caida no passeio a alguns dias e outra com uma copa bastante elevada que estavam a perigar a integridade física de quem circulava no quarteirão, as mesmas ja foram recolhidas o que leva repensar que para se agir é necessário sempre a intervenções e denuncias nas redes sociais e imprensa a intervenção de hoje contou com o apoio da empresa de construção JEFRAN.

info@kilambanews.com

Angolano convidado a leccionar em Oxford

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O Académico angolano, Paulo Carvalho foi convidado para leccionar na Universidade de Oxford, uma das melhores do mundo.

O reverendo e académico angolano Paulo Carvalho anunciou nesta segunda-feira, 20 de março, que é o único africano entre os cientistas sociais e líderes eclesiásticos mundiais, composto por 42 membros Delegados de várias partes do mundo que irão leccionar esta semana na conceituada Universidade de Oxford, na Inglaterra.

«Hoje será o meu dia de leccionar nesta magna sala, fundada em 1789, orai por mim. Irei leccionar sobre o ‘Nacionalismo Cristão Racializado e as suas Ameaças contra Liderança futura’, a posterior iremos elaborar um relatório com recomendações que será submetido para consulta da União Europeia (EU), Casa Branca, e Nações Unidas (ONU), conforme foi estipulado no objectivo deste magno evento. Meu artigo nesta temática será publicado a posterior pela Universidade da Oxford», escreveu.

Refira-se que a Universidade da Oxford, segundo o Ranking Mundial, foi classificada como a 5.ª melhor Universidade do Mundo, segundo o Best Global Universities Rankings de 2022-2023, uma organização que classifica as Universidades Mundiais com base em vários critérios de selecção.

info@kilambanews.com

Proibidas cobranças de folhas para a reprodução de enunciados

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Ministério da Educação, orienta as Direções das escolas públicas do país, a não cobrarem folhas para a reprodução de enunciados antes e durante a realização das provas trimestrais, que decorrerá de 21 a 31 de Março.
O Ministério sublinha ainda, que esta obrigação (no caso, a reprodução dos enunciados) é da total responsabilidade das Direções Municipais da Educação.

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Descoberta a célula que trata qualquer tipo de câncer

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Na Universidade de Cadiff, no País de Gales, um grupo de investigadores, acidentalmente encontraram um novo tipo da “Célula T”, que é a grande responsável pela defesa do organismo contra ameaças desconhecidas, como vírus e bactérias, que poderá atacar e destruir a grande maioria dos tipos de câncer

Enorme potencial

Publicada na revista científica Nature Immunology, a descoberta ainda não foi testada em doentes. Porém os investigadores acreditam que, embora o trabalho ainda esteja em estágio inicial, a descoberta tem “um enorme potencial”, afirma a rede britânica BBC.

Esse novo tipo de célula imune suporta um receptor que age como um gancho, que se agarra à maioria dos cânceres ao mesmo tempo que ignora as células saudáveis.

Uma descoberta acidental

O responsável pelo estudo, Andrew Sewell, afirmou que é “altamente incomum” encontrar uma célula com potencialidades terapêuticas assim tão vastas no combate ao câncer e que a descoberta aumenta a perspectiva de criar uma “terapia universal”.

“A nossa descoberta aumenta a perspectiva para os tratamentos contra o câncer. Esse tipo de célula pode ser capaz de destruir muitos tipos diferentes da doença. Antes, ninguém achava que isso fosse possível. Essa foi uma descoberta acidental, ninguém sabia que essa célula existia”, contou Sewell ao The Telegraph.

Os investigadores descobriram que o novo tipo de célula T pode encontrar e matar uma grande diversidade de células cancerígenas, incluindo as presentes no câncer de pulmão, pele, sangue, mama, osso, próstata, ovário, rim e colo do útero.

O processo de como a célula ataca outras células ainda não seja compreendido, os cientistas acreditam que o receptor das “células T”, interage com uma molécula, chamada MR1, que existe na superfície de todas as células do corpo humano.

“Somos os primeiros a descrever uma célula T que se encontra com a MR1 nas células cancerígenas. Isso nunca foi feito antes”, afirmou Gary Dolton, que participa da investigação, em entrevista à BBC.

Novos quadros da saúde começam a trabalhar em Abril

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Os candidatos foram seleccionados pelo Ministério da Saúde (MINSA), por terem conseguido as maiores notas no teste escrito, entre os 243 mil e 463 candidatos inscritos. Dentre eles, foram apurdos 163 mil e 342 e apenas priorizados os seis mil e 98, de acordo com os lugares disponíveis.

Em conferência de imprensa, o director nacional dos Recursos Humanos desse departamento ministerial, Baptista Monteiro, explicou que, em função da realidade de cada região, as vagas foram preenchidas da nota máxima até ao limite de disponibilidade de lugares.

Garantiu que o processo obedeceu às regras estabelecidas pela Lei, tendo reconhecido, todavia, que o número de vagas é insuficiente, se comparado com o de resultados positivos.

Recordou que um concurso público deve admitir os melhores, devidos aos critérios definidos e que são do conhecimento dos candidatos.

O director apelou à serenidade aos que não foram admitidos, porque poderão concorrer nas próximas oportunidades, uma vez que, desde 2018, tem-se realizado concursos regulares.

Reagindo a algumas inquietações e informações levantadas nas redes sociais, Baptista Monteiro aproveitou para distribuir aos jornalistas a publicação de um candidato, com nota positiva, quando no site oficial o mesmo teve classificação abaixo do aceitável.

Informou que o MINSA estará disponível durante 12 meses para dissipar as dúvidas dos reclamadores, adiantando que, nas restantes províncias, os Gabinetes Provinciais de Saúde afixaram as listas para facilitar quem não conseguir consultar no endereço eletrónico www.ingresso-minsa.ao.

Segundo uma nota do Ministério da Saúde a que a ANGOP teve acesso nesta quarta-feira, os candidatos admitidos devem entregar os documentos probatórios nos Gabinetes Provinciais de Saúde, no período de 15 a 31 de Março do corrente ano.

As vagas foram ocupadas de acordo com a nota mais altas, número de vagas disponíveis, especialidades com maior grau de necessidade no sector, entre outros critérios.

Os candidatos que não levarem a documentação nos prazos estabelecidos ou recusarem o provimento nas regiões indicadas serão substituídos, imediatamente, pelos interessados na lista de classificação final, conforme o Decreto Presidencial número 102/11, de 23 de Maio.

Intervenção profunda vai acabar com os buracos no quarteirão X

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O abatimento do solo que causou vários buracos nas estradas do quarteirão X, no Distrito Urbano do Kilamba e que foi reportado em primeira mão no KilambaNews está com os dias contados.

Uma delegação do Governo Provincial de Luanda, da Administração Municipal de Belas e do Distrito Urbano do Kilamba, estiveram esta semana no quarteirão X, com a Direção da CITIC, para analisarem a situação dos referidos buracos.
No local, a delegação e a Direção da CITIC, concluíam que as estradas careciam de obras de manutenção, tendo começado já a CITIC, os trabalhos de tapa buracos ontem dia 14 de Março e terá a duração de 30 dias.

A delegação foi composta pelos Vice-Governadores de Luanda para o sector Técnico e Infraestrutura, e para sector Político e Social, pelo Administrador Municipal de Belas e pelo Administrador do Distrito Urbano do Kilamba.

info@kilambanews.com

Programa “Kiandando” da Rádio Luanda no Kilamba

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O programa “Kiandando” da Rádio Luanda, será realizado e emitido, a partir do parque do Bloco U do Kilamba, das 06h as 10h, desta quinta-feira, dia 16 de Março.

O objectivo, é de radiografar o nosso distrito, sobre a vida económica, infraestruturas, buracos nas estradas, águas paradas, sistema de ensino e educação das escolas, saúde e assistência médica e medicamentosa nas unidades sanitárias, distribuição de energia elétrica e iluminação pública, distribuição de água potável, drenagem, transporte públicos, condições física dos edifícios, licenciamento de obras, comércio ( mercados, feiras e supermercados), espaços de lazer, zonas verdes, espaços para prática do desporto, cultura, recolha de resíduos sólidos e o cumprimento dos deveres dos moradores.

Tendo como convidados o Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Hélio Aragão, representantes do EGTI, EPAL, ENDE, Polícia Nacional do Distrito, Bombeiros do Distrito, Comissões de moradores, Directores dos sectores da educação, saúde, ação social, mobilidade, BUAP, Identificação, Registo Civil e Serviços comunitários.

Com o lema “KILAMBA FAMÍLIA, DESPORTO E AMBIENTE”.

O fenômeno da habitação em Angola

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À excepção das centralidades, a maior parte dos condomínios privados, em Luanda, verticais e horizontais, estão subabitados. Em alguns casos, a taxa de ocupação não passa de 10 por cento. Quem os construiu com dinheiro roubado do Estado pensa que todo o mundo é ladrão. Para venda ou aluguer, pratica preços proibitivos.
Entre mantê-los encerrados e ajustar os valores da renda e venda dos imóveis ao poder de aquisição – não digo de todos os angolanos mas – da suposta classe média, os donos preferem a primeira opção. O Estado que, por via do IPU, podia intervir na correção da situação, encarecendo o valor dos impostos de residências devolutas, assiste impávido. Mas os pecados do Estado no imobiliário não acabam aí.

Tendo chamado a si a propriedade da terra, devia reivindicar, também, o monopólio do direito de concessão, impedindo a venda e revenda de terrenos por particulares. Quem adquirisse do Estado uma parcela de terra devia estar obrigado a devolvê-la ao Estado, se e quando dela entendesse abrir mão, com o justo reembolso, claro está, dos valores correspondentes aos gastos com os emolumentos. E como governar é prover e sem previsão não se fazem provisões, o Estado devia colocar-se na dianteira das previsões do crescimento demográfico e, consequentemente, prover os cidadãos com terrenos infraestruturados, a preços justos e sem grandes burocracias. Se o Estado fizesse a sua parte, como devia, aos excessivos pecados que tem não acrescentaria o da demolição de casas de cidadãos, construídas com muito suor.

Nem precisaria transferir suas culpas a cidadãos que constroem em zonas de risco. Talvez não percebam o ridículo a que se expõem, mas sempre que as autoridades vêm a público dizer que demoliram casas de pacatos cidadãos por, supostamente, terem sido erguidas em zonas de risco ou em terrenos considerados reserva do Estado, a mensagem que passam é de uma governação amadora.

Por: André dos Anjos

Agente da polícia abusa sexualmente cidadã no interior de uma esquadra

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Uma Cidadã abusada sexualmente dentro da esquadra por um agente da Polícia Nacional.

A informação foi divulgada pela Rádio LAC nesta segunda-feira, 13 de março, dando conta de que uma cidadã, cuja identidade não foi revelada, foi recentemente abusada sexualmente por um efectivo da Polícia Nacional numa esquadra da Centralidade Zango-8000, em Luanda, aonde se havia dirigido para resolver um problema com um motorista da empresa de táxi Yango, pelo facto de este ter cobrado um valor exorbitante.

Segundo contou uma amiga da vítima, a corrida que a amiga tem feito da zona de Viana até ao Zango-8000 tem custado 11 mil kwanzas, mas por alguma razão no domingo, 12 de março, a corrida chegou a custar 23 mil kzs para o mesmo trajecto, facto que levou a cliente a questionar ao motorista o porquê do valor tão alto.

Conforme a mesma senhora, que falava aos microfones da LAC, os dois decidiram ir à esquadra do Zango-8000 para resolver a situação, mas, chegando ao local, e, após ter sido registada a ocorrência, o um oficial exigiu que a cliente do táxi passasse aquela noite na esquadra para posteriormente ser solta no dia seguinte e, apesar de alguns efectivos apelarem para que o seu superior deixasse a cidadã ir para casa, este recusou-se a ouvi-los.