O legado de Neto e a nova Angola

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Hoje comemora-se o 96º aniversário do nascimento do primeiro Presidente de Angola, numa altura em que o país se encaminha para uma fase em que valores exaltados pela poética e liderança de António Agostinho Neto estão bem presentes.

Dia do Herói Nacional, trata-se de uma data que não é apenas observada numa altura em que todos os angolanos se congregam para os principais desafios do país, mas igualmente numa altura em que a paz e a estabilidade cimentam os caminhos da reconciliação, da materialização de políticas com impacto na vida das populações.

A construção da pátria inclusiva com o contributo de todos os angolanos, a dignificação do angolano e angolana tal como espelhado na poesia de António Agostinho Neto, a dimensão solidária que encarna a política interna e externa de Angola, entre outros atributos, fazem parte da realidade actual de Angola.

Não há dúvidas de que o Poeta Maior foi um visionário quando não apenas profetizou Angola independente, soberana, una e coesa, mas ao defender também um regresso aos nossos valores e tradições.

É com justa razão que o Presidente da República, nas vestes de líder do MPLA disse, no discurso de encerramento do VI Congresso Extraordinário, que “Homenagear Neto é algo que deve acontecer todos os dias das nossas vidas, em cada atitude que tomamos perante o próximo, perante a Nação”.

Mais de quarenta anos depois, o país manteve a sua integridade territorial, a sua soberania e independência, graças ao empenho de cada angolano e das instituições do Estado. Muitas das predições do primeiro Presidente confirmaram-se ao longo dos anos, razão pela qual vale a pena continuar a reflectir em torno das suas obras e feitos, atendendo ao universalismo e à intemporalidade do seu legado.

Sendo vasta e rica a obra e feitos do primeiro Presidente de Angola, é preciso que seja amplamente divulgada sobretudo entre as gerações mais novas para que se possa perpetuar o legado. É assim que vai ser celebrado o 17 de Setembro sob o lema “Com o legado de Neto, edifiquemos a nova Angola”.

Nesta data, comemorada em todo o país como Dia do Herói Nacional constitui uma oportunidade para reflexão em torno dos seus ensinamentos, da sua dimensão humanística e política.

Depois do alcance da paz e atendendo ao percurso de reconstrução e reconciliação dos anos recentes, os angolanos de Cabinda ao Cunene empreendem uma caminhada para o desenvolvimento tendo como objectivo fundamental a construção de uma sociedade livre, justa, democrática, solidária, de paz, igualdade e progresso social.

Como escritor e mais alto dirigente do país, António Agostinho Neto mostrou-se sempre muito preocupado com os problemas do povo, tendo imortalizado a divisa que ainda hoje faz escola: o mais importante é resolver os problemas do povo.

Acreditamos que o Executivo liderado por João Lourenço, fruto da dinâmica que tem procurado imprimir, tem na agenda os ensinamentos e as aspirações do Poeta Maior para levar os angolanos a efectivar a construção de uma sociedade livre, justa, democrática, solidária, de paz, igualdade e progresso social.

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