Início Site Página 95

DIRECTORA DO CENTRO INTEGRADO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DA CIDADE DO KILAMBA RECEBIDA EM AUDIÊNCIA

0

A diretora do Centro Integrado de Formação Profissional da cidade do Kilamba, pertencente ao MAPTSS, Maria de Fátma Simão, foi recebida na manhã desta terça-feira, 31, no salão nobre da administração do Kilamba. O encontro serviu para apresentar à Administração os programas sobre estágios profissionais para os jovens e solicitar apoio para facilitar o contacto com as empresas a fim de acolher maior número de estagiários.

Na ocasião, a diretora explicou que, o projecto é uma iniciativa do programa pertencente ao PAP, que consiste em três vertentes nomeadamente, Estágios Profissionais, Kits Profissionais e o Microcrédito para incentivar o autoemprego e a formação dos jovens, oferecendo estágios remunerados nas diferentes áreas e empresas.

‶Os estágios são abrangentes e não tem áreas específicas, basta apresentar os requisitos necessários para fazer as inscrições. Os candidatos devem ter 18 a 25 anos de idade para o sexo masculino e 18 a 30 anos de idade para o sexo feminino ‶ Afirmou…

‶Sentimo-nos satisfeitos com este encontro, o senhor Administrador apresentou-nos a equipa e brevemente iremos iniciar os trabalhos, porque o nosso grande obejectivo é inserir no mercado maior número possível de jovens, ainda que as empresas não estejam bem financeiramente, nós auxiliamos no financiamento dos estagiários na empresa e o MAPTSS também paga o seguro de riscos‶ Concluiu….

Para este efeito, as inscrições para os estágios já iniciaram e os candidatos poderão dirigir-se para o Centro de Emprego do MAPTSS, que está localizado por de trás do Kero-Kilamba, levando consigo uma cópia do bilhete de identidade, duas fotografias e certificado de habilitações literárias.

Rotura de água no quarteirão G

0

Os moradores do quarteirão G, solicitam à intervenção urgente da EPAL, junto ao parque de estacionamento do Edifício G5, onde há o registo de uma rotura que está a desencadear o desperdício do precioso só líquido.

info@kilambanews.com

NOVO AEROPORTO DE LUANDA SERÁ INAUGURADO NO DIA 10 DE NOVEMBRO

0

O Presidente da República, João Lourenço, dirigiu hoje uma reunião da Comissão Multissectorial de Acompanhamento às Obras do Aeroporto Internacional António Agostinho Neto, que teve como finalidade conhecer, de maneira profunda e actualizada, o estado em que a infra-estrutura se encontra em vésperas da sua inauguração.

A cerimónia de inauguração do novo aeroporto está marcada para o dia 10 de Novembro, sexta-feira da próxima semana.

No encontro de hoje os diferentes sectores com envolvimento directo na execução da empreitada e asseguramento da sua funcionalidade, com o Ministério dos Transportes à cabeça, deram explicações ao Chefe de Estado relacionadas com as obras de construção civil, os acessos, os serviços fundamentais como água, electricidade e telecomunicações e a protecção patrimonial do estratégico activo.

Cantinas obrigadas a pagar 10% de imposto anual sobre a facturação

0

As cantinas, inclusive as que estão localizadas nos bairros mais periféricos de Luanda, serão obrigadas a registar os seus trabalhadores no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e vão começar a pagar 10% de imposto sobre o seu rendimento anual. A medida surge no âmbito do programa de “Reordenamento do Comércio”, conduzido desde Dezembro do ano passado pelo Governo Provincial de Luanda, que visa organizar o comércio na capital do País.

É neste seguimento que foi criada uma equipa multissetorial onde estão envolvidas várias instituições, nomeadamente a Administração Geral Tributária (AGT), Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), Serviço de Migração Estrangeiros (SME), Administrações Municipais e a Associação de Cantineiros de Angola, que em conjunto trabalham no sentido de cadastrar e certificar todas as cantinas que existem na província de Luanda. “Muitos funcionários destas cantinas nem sequer têm um contrato de trabalho e muitas vezes são demitidos de forma arbitrária.

Por outra, muitas cantinas usam alvará comercial de terceiros”, revelou ao Expansão, Dorivaldo Adão, director do Gabinete para o Desenvolvimento Económico Integrado do GPL. Em relação aos impostos, as cantinas serão incluídas na classe C das normas dos contribuintes da AGT, que obriga ao pagamento de 10% do seu rendimento anual. “Mas para que isto aconteça é necessário que estejam devidamente cadastradas e identificadas para que possam trabalhar melhor organizadas”, rematou o responsável do GPL. Muitas, segundo Dorivaldo Adão, funcionam com várias irregularidades e de forma muito precária. “Em toda a actividade em que se venda ou se compre [alguma coisa] tem de ser passada uma factura. Mesmo que seja a compra de uma pastilha ou de um chocolate, a pessoa tem de exigir factura”, disse.

De acordo o responsável para o Desenvolvimento Económico Integrado do GPL, para que esteja a funcionar dentro dos parâmetros legais, uma cantina deve ter alvará comercial, declaração precária – para quem está nesta condição e contrato de funcionário.

Questionado sobre quanto tempo vai levar este programa, Dorivaldo admite que o Reordenamento do Comércio é um processo dinâmico que vai precisar de entrar em todas as zonas, por isso não tem data limite para terminar. “À medida que ele vai ocorrendo haverá necessidade de se ajustar uma ou outra situação. É um trabalho contínuo até que se consigam os melhores resultados possíveis”, frisou.

Proprietários ameaçam fechar cantinas

Vários proprietários de cantinas, na sua maioria cidadãos estrangeiros, ameaçam fechar os estabelecimentos e regressar para as suas terras de origem ou procurar outros países onde possam realizar a sua actividade comercial e conseguir rendimentos, segundo apurou o Expansão durante uma ronda efectuada em vários bairros da capital do País. Estes empresários de origem guienense, senegalesa e mali revelaram que as novas medidas adoptadas pelo Governo prejudicam ainda mais a suas actividades numa fase em que o poder de compra dos cidadãos já foi fortemente afectado pela desvalorização da moeda nacional e pela subida dos preços da gasolina. Até porque, admitem, não terão outra hipótese senão aumentar preços para atenuar o impacto desta medida.

“Não existem centralidades em Angola”

0

É frontal na abordagem sobre o desenvolvimento integrado das cidades, sobretudo quando está em causa os atropelos urbanísticos. Nesta segunda parte da entrevista, concedida ao Jornal Metropolitano de Luanda, a arquitecta Maria João Teles Grilo enfatiza que “não há centralidades em Angola” por ausência de serviços essenciais para uma comunidade trabalhar, viver e divertir-se

Na década de 2000 assistiu-se, em Luanda, ao que muitos chamaram, uma verdadeira revolução no sector da construção. Como avalia as obras que se fizeram e continuam a ser feitas?

Não considero essas construções uma revolução. Houve de facto um boom em termos de construções, mas aleatória, sem planificação e regras. Tudo feito em função de vontades individuais e meras razões de lucro. Para se fazer uma revolução, é necessário unir todas as cabeças pensantes do país para darem as suas contribuições. Pensar e definir por onde se quer ir, como, porquê e objectivos. É assim que as coisas funcionam em qualquer parte do mundo. Estou em crer que não somos uma excepção.

Não houve consultas?

Quem foi consultado? Os arquitectos e engenheiros nacionais não foram tidos nem achados nestes

Uma centralidade é um sítio onde o cidadão encontra as respostas para tudo que necessitar, trabalhar, tratar dos documentos pessoais, fazer compras, pôr os filhos na escola, ter postos médicos e projectos. E mais grave, quase todos, vieram de foram e não têm nada a ver connosco, nem com a nossa realidade. Podiam, também, ter vindo de fora, nada contra, desde que fossem bons. Isso é gravíssimo! É como se nós não existíssemos e fossemos uma cambada de atrasados mentais, que não entendemos nada disso, o que não é verdade. Temos pessoas extremamente competentes, com capacidade de pensarem a cidade e desenharem estrategicamente o seu futuro urbano.

De onde é que vêm esses projectos?

Não sei de onde são encomendados, muitos são portugueses. Elaborados por pessoas que não entendem absolutamente nada em relação ao nosso país. O objectivo deles é vender, enquanto os do nosso lado estão interessados apenas nas “comissões”. Como consequência, estamos a ficar com uma cidade completamente sem rosto. Monólitos de vidros expostos, climaticamente muito desajustados, culturalmente vazios e formalmente anónimos.

É contra os edifícios vidrados?

Não sou contra o vidro em si. Sou contra edifícios de vidro exposto, sem protecção à exposição directa do sol. Não há nada nos monólitos de vidros que se identificam com a nossa identidade. É como diz o povo sábio, o povo é sempre sábio, é como se fossem autênticos microondas. E se faltar o ar condicionado? Quanto custa a sua manutenção e em termos energéticos? Importados de outras realidades, nem sempre se adequam ao nosso modus vivendi, a começar pelo próprio clima, o nosso modelo identitário, do ponto de vista do uso do espaço interior, de estar e trabalhar, confortos vários a que qualquer arquitectura tem que se ajustar.

Não é possível estar nos prédios vidrados se não houver quilos de ar condicionados. Luanda tem um clima tropical húmido, de 28 graus médios e 93 por cento de humidade. Não podemos brincar com isso. O clima é sempre um aspecto importante. Eu sou do Lubango e adversa a esse tipo de fotocópias. Acredito que a arquitectura tem que respeitar o lugar geográfico, a cultura, a identidade física, o conforto ambiental. O que se faz no Lubango, não é mesmo que deve ser feito em Luanda, no Uíge ou no Zaire. As características são completamente diferentes, desde as culturas, ao clima e os hábitos de cada região.

Mas as coisas tendem a evoluir?

Considera evolução o que estamos a fazer? Se estivéssemos a evoluir estariam as pessoas a viver tão mal? A cidade vai-se degradando sem condições de habitabilidade, sem infraestruturas sanitárias, sem espaços verdes, sem equipamentos sociais e culturais. O que nós estamos a fazer não é evolução. Se assim fosse, os cidadãos falariam e viveriam na cidade com qualidade e bem-estar. Estamos a matar a nossa cultura urbana.

A arquitectura moderna é anti-colonial?

A arquitectura moderna é todo esse movimento anti-colonial do qual fizemos parte. Luanda cresceu cheia de edifícios do movimento moderno. Quem entende um pouco de arquitectura moderna facilmente vai perceber que se trata de uma arquitectura completamente anti-fascista. Essa é uma capitalização que, inteligentemente, o poder poderia aproveitar a seu favor. Isso é um património que nos pertence, mas, infelizmente, não ligamos nenhuma. Estamos a deixar apodrecer e a destruir paulatinamente. É grave destruir a identidade de uma cidade.

Considera ainda possível a recuperação do que se perdeu?

Claro que sim. Parte dela é recuperável. Outra deixou-se degradar muitíssimo. Mas estamos ainda a tempo de salvar o que sobrou.

Mas grande parte das suas estruturas estão alteradas? Estão violadas! A guerra causou a superlotação da cidade. Apartamentos que eram para quatro ou cinco pessoas, hoje têm 10. As famílias foram-se juntando, pessoas foram recebendo os seus familiares que fugiam a guerra nas suas zonas de origem. Esse foi um processo que gerou grandes alterações, agravadas com à degradação pela ausência de água, a luz e as sobrecargas. Se me perguntarem se isso é recuperável, eu vou dizer que é. Para mim, a cidade é recuperável, se nós quisermos ter uma cidade com identidade e qualidade.

Há quem considera obrigação do Estado a construção de zonas residências. Partilha do mesmo ponto de vista?

Em qualquer país, a economia de mercado e o liberalismo económi- co têm os seus aspectos positivos e negativos. Para mim, a obrigatoriedade do Estado deveria incidir apenas sobre os espaços públicos.

Fonte: Luanda Jornal Metropolitano

Menor de três anos morre depois de uma queda num dos edifícios do KK 5000

0

Uma menina de três anos, que caiu de um dos edifícios da centralidade KK 5000, em Luanda, faleceu na última quarta-feira, 25 de Outubro, no Hospital Pediátrico David Bernardino, onde recebia tratamento, nos cuidados intensivos. De acordo o Jornal de Angola, a equipa médica do banco de urgências, do Hospital Pediátrico David Bernardino, informou que a menina deu entrada com um traumatismo craniano encefálico e acabou por falecer. O avô da menor, explicou que a queda foi, conforme os relatos da empregada, resultante de um descuido.

“Ela abriu a janela do quarto de banho e ao puxar o ténis que estava por cima do ar condicionado, escorregou, tendo batido a cabeça no passeio, junto ao jardim. Essa é a explicação que recebemos da empregada”, contou o avô.

Fonte: JA

Parte da via expressa interdita este fim-de-semana

0

A Administração Municipal de Talatona, através da Direcção Municipal De Transportes, Tráfego e Mobilidade, comunica que no âmbito dos trabalhos de manutenção e conservação da Via Expressa, levada a cabo pelo INEA, será interditado neste sábado (28), a partir das 20 horas e até às 12 horas de domingo (29), o retorno do Tribunal do Benfica, com o objetivo de implementar um Pórtico de informação sobre o novo Aeroporto Internacional, Dr. Antônio Agostinho Neto, tendo o tráfego sido desviado no sentido adjacente Benfica-Kilamba.

O referido fecho terá o asseguramento do trânsito dos Municípios de Talatona e Belas, pelo que apelam aos munícipes e automobilistas, em particular, a máxima compreensão pelos constrangimentos que a interdição vier causar ao trânsito.

Ladrões apanhados com artigos furtados no Kilamba

0

Para o conhecimento dos moradores da Cidade do Kilamba, hoje dia 26 Outubro de 2023 por via de interpelação na via pública, foram flagrados 4 elementos dos quais 1 menor de 13 anos em posse de 4 telemóveis de diversas marcas, 1 disco de vídeo jogo, 1 carteira vermelha e 1 acomulador.

O qual o menor assumiu ter subtraído no interior de alguns apartamentos durante a madrugada do dia de hoje 26 de Outubro de 2023, mas que não consegue reconhecer em quais apartamentos fez a subtração dos meios.

Apela-se aquém reconhecer ou der falta dos artigos a semelhança dos das imagens ou descritos no texto, deverá comparecer no piquete da 51° esquadra do Kilamba junto ao quarteirão A no período das 14 em diante, com fim de reaver o seu bem e consequentemente formalizar um processo.

João Lourenço autoriza demolição do Lote 1 do prenda

0

Por conta da deterioração avançada e com o objetivo de preservar o patrimônio e garantir condições adequadas de moradia, o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, concedeu autorização para a demolição de quatro edifícios na Província de Luanda, incluindo o Lote 1 dos prédios do Prenda.

Além disso, foi autorizada a construção de um novo edifício no Lote 1 do Prenda. Essas informações constam no Despacho Presidencial n.º 255/23, datado de 25 de Outubro.

Novas tendências tecnológicas colocam desafios para reter e capacitar talentos em Angola

0

O presidente da Deloitte Angola disse hoje, em Luanda, que a retenção e capacitação de recursos humanos nas áreas tecnológicas são o grande desafio para as organizações angolanas, face aos sistemas e capacidade de processamento cada vez mais potentes.

José Barata, que falou à imprensa à margem da 14.ª edição do estudo Tech Trends da Deloitte, que indica seis tendências tecnológicas – flexibilidade, confiança na inteligência artificial, o que está acima da cloud, metaverso (internet imersiva para as empresas), ‘blockchain’ (arquitetura descentralizada) e ‘mainframes’ (como modernizar sistemas antigos face à evolução tecnológica) -, disse que os resultados deste estudo demonstram “que o homem ainda continua a ser o centro de tudo”.

“Nota-se que há uma escassez de recursos humanos capacitados, qualificados, para poder operar as tecnologias, e a captação, capacitação e retenção de talento é hoje um dos principais desafios para se poder ter a tecnologia ao serviço do negócio”, referiu José Barata.

“Em Angola, é algo que se verifica em todas as organizações. O meu colega lançou o repto, que venha a primeira organização que diga que, em termos de recursos humanos na área de tecnologia, está suficientemente atendida e que tem as pessoas necessárias e capacitadas. De facto, todas têm esse desafio”, salientou.

Segundo José Barata, esta falta de talento é global, principalmente depois da pandemia da covid-19, assistindo-se a saltos muito significativos a nível da tecnologia, o que requer cada vez mais pessoas capacitadas e qualificadas.

“As universidades não estão a conseguir dar resposta a esta demanda, a demanda surgiu de uma forma mais rápida do que aquela que as universidades estão a conseguir dar resposta”, frisou, reiterando que as organizações devem investir no capital humano, na sua capacitação e retenção.

A escassez de recursos humanos verifica-se em todos os setores, realçou José Barata, com maior realce naqueles que requerem mais tecnologia, como os serviços financeiros, banca, seguros e telecomunicações.

Por sua vez, Nuno Carvalho, partner da Deloitte, disse à Lusa que Angola pode tirar maior proveito da primeira tendência tecnológica, a flexibilidade, a que “claramente” pode beneficiar as organizações do país, do ponto de vista de competências para melhor responder.

“Ou seja, Angola tem mesmo que investir do ponto de vista da capacitação humana, acho que as organizações têm que criar as suas academias, tendo já em conta aquilo que são as evoluções tecnológicas a que estamos a assistir”, vincou.

Para Nuno Carvalho, as organizações angolanas podem tirar bastantes vantagens das seis tendências tecnológicas, “mas tem que haver uma consciência de que as organizações têm que fazer os seus investimentos para conseguir garantir as competências certas para poder dar resposta a esses desafios”.

“Eu diria que, à escala global, hoje as organizações estão a sentir muitas limitações, porque os conceitos são novos, as funcionalidades são novas, as soluções são novas, e não há ritmo para que as pessoas aprendam o que está a ser transmitido”, observou.