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Enfermeiros de Luanda suspendem greve

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O Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda (SINTENFL) anunciou, na noite de ontem (quarta-feira), a suspensão da greve a partir de quinta-feira, após oito horas de intensas discussões com o Governo Provincial.

O anúncio da suspensão da greve foi feito pelo secretário do aludido Sindicato,  António Kileba, em declarações ao Jornal da TVZimbo das 20H00, pouco depois do termo da reunião com o Governo Provincial de Luanda.

“ O encontro valeu apena, apesar de durar nove horas, pelo que vamos convocar uma assembleia de trabalhadores para transmitir aos membros o que foi debatido”, disse, ressaltando que “já a partir de amanhã (quinta-feira) os profissionais devem afluir em massa aos seus locais de trabalho”.

Já o governador Adriano Mendes de Carvalho informou, na mesma ocasião,  terem sido prestados alguns esclarecimentos e chegaram a acreditar que “tudo, tudo ficou dirimido, pelo que amanhã (quinta-feira) todos devem estar nos seus locais de trabalho”.

A greve do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda centrou-se, essencialmente, em três pontos, a alteração constante das reivindicações do SINTENFL, intransigência do sindicato e o não acatamento dos resultados produzidos pelo grupo de trabalho que preparou a proposta de revisão das carreiras especiais dos profissionais da saúde, respectivamente.

O pagamento de subsídios por prescrição médica aos doentes, tarefa da responsabilidade de médicos ou enfermeiros especializados, entre outras também constaram das reivindicações do SINTENFL.

Nessa quarta-feira, o Governo de Luanda distribuiu 200 enfermeiros das Forças Armadas Angolanas (FAA), em simultâneo, pelas unidades hospitalares da província de Luanda, para reforçar os serviços de saúde nas áreas de urgência, na sequência da greve que se observa desde segunda-feira última (11) por falta de consenso entre os técnicos do sector e a entidade patronal.

Uso da internet em África aumentou em 20%

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As agências We Are Social e Hootsuite divulgaram em Janeiro deste ano um relatório denominado “Digital in 2018″, no qual mostra que mais de metade da população mundial está online (cerca de 4,021 mil milhões), dos quais cerca de um quarto de mil milhões de novos usuários conseguiram o feito, pela primeira vez, em 2017.

O relatório aponta ainda que, grande parte deste crescimento deveu-se à acessibilidade aos planos móveis e à aquisição de smartphones. A título de exemplo, o número relatado de usuários de internet no Mali aumentou quase 6 vezes desde janeiro de 2017, assim como os do Benin, Serra Leoa, Níger e em Moçambique que também dobrou no último ano.

Mais de 200 milhões de pessoas tiveram o seu primeiro dispositivo móvel em 2017, e dois terços dos 7,6 bilhões de habitantes do mundo (5,135 mil milhões) agora possuem um telefone móvel.

Já as taxas de penetração móvel ainda permanecem abaixo de 50% em grande parte da África Central. Em relação às redes sociais, o relatório aponta que mais de 3 mil milhões de pessoas em todo o mundo usam redes sociais, todos os meses, com 9 em cada 10 usuários a acessar as suas plataformas de eleição por meio de algum dispositivo móvel.

No ano passado, havia 11 novos usuários em redes sociais a cada segundo, num universo de 1 milhão de pessoas que usava as mídias sociais pela primeira vez todos os dias.

Festival infantil Tuafeni é destaque na imprensa

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Em alusão ao dia da Criança Africana o primeiro portal de notícias comunitário de Angola,
KilambaNews realiza dia 16 de Junho 2018 (Sábado) na Centralidade do Kilamba a partir das
10h o 1º FESTIVAL INFANTIL TUAFENI, que contará com a presença de Crianças desfavorecidas, oriundas de centros de acolhimento de Luanda.

O evento acontece no parque de estacionamento do Centro Comercial, vai reunir crianças da Centralidade do Kilamba e não só que terão a opurtunidade de viver um momento impar, com fólia e muita mágia.

O evento que se pretende ter uma realização anual já e notícia nos principais meios online do
país com destaque para os sites PlatinaLine, VeranAngola, Sapo, e o Jornal metropolitano de
Luanda e nos canais ZAP. Os expositores interessados podem ligar para o 937 337 337.

info@kilamabanews.com

App da Liga espanhola espia os utilizadores

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O objetivo é apurar se os utilizadores estão em bares sem licença para transmitir os jogos.

O El Pais está a avançar com a notícia que a app oficial da Liga espanhola espia os utilizadores usando os microfones dos seus smartphones, algo que faz com o objetivo de verificar se os bares onde os utilizadores estão têm as devidas licenças para transmitir jogos do campeonato.

O caso está a motivar uma série de críticas à La Liga e aos responsáveis pela aplicação, com muitos apontarem para uma quebra na privacidade dos utilizadores. Em sua defesa, a La Liga afirma que tem “a responsabilidade de proteger os clubes e os seus fãs” de transmissões sem licenças, atividade que leva a uma perda de 150 milhões de euros anuais.

Ainda assim, o coro de críticas está a afetar as avaliações da aplicação, com muitos a decidirem avaliar a app com uma estrela e a decidir desinstalar a aplicação.

Burlas deixam famílias sem casas

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A razão não é para menos. Além de perder, na altura, os únicos 201 mil dólares, adquiridos a
base de muito sacrifício, também viu morrer o marido, que não conseguiu enfrentar o prejuízo.

“O meu sonho morreu duas vezes. Fiquei sem a casa e sem o marido”, lamenta. Apesar de o
companheiro já ter falecido, há quatro anos, Sandra ainda se encontra a pagar uma dívida
estimada em 16 mil euros, que foi contraída para salvar o marido, aplicados no tratamento
deste.

“Nós tínhamos uma gran-de expectativa em relação ao projecto. Por essa razão, não
hesitamos em adiantar a única reserva que nos restava em casa”, contou com ar nostálgico.

Sandra e o marido concorriam para uma casa T4, no projecto “Bem-Morar”, orçada em mais de
300 mil dólares. Na sequência desse investimento, tiveram de trazer de volta para o país um
dos filhos que se encontrava a estudar no estrangeiro, por já não terem como custear a
formação dele. “Ficamos sem dinheiro”, explica.

A situação só não ficou ainda mais complicada porque, diferente de outras vítimas, que ficaram
sem um tecto para morar, Sandra Macedo continua, até agora a residir na sua antiga casa,
porque resistiu à tentação de vender a única habitação que possuía.

“A nossa sorte é que não nos desfizemos da nossa actual casa como os outros fizeram e, hoje,
estão a viver dias difíceis em casas de familiares ou na renda”, salientou. Dadas as dificuldades
que Sandra enfrentava para continuar a contar a sua história, fomos obrigados a interromper a
conversa com ela e ou-vimos Nelson Antunes, que falou ao Jornal de Angola, em nome do
coordenador-geral da Comissão dos Lesados pela Build Angola, Hélio Moryson. O primeiro
dado que esse responsável nos avançou foi que “o marido de Sandra Macedo não é o único
que perdeu a vida em consequência desse prejuízo”.

Nelson Antunes revelou que meses depois de terem feitos os contratos, em 2008, alguns
candidatos das casas dos projectos da Build An-gola, entre os quais o “Bem-Morar”, foram
adoecendo e muitos morreram. De óbitos, por esse motivo, contam já um total de 15 pessoas,
entre homem e mulher.

“Os problemas de hipertensão foram os principais causadores das mortes”, disse com tristeza
no rosto. “Hoje, quem representa os candidatos falecidos na nossa comissão das vítimas são
os familiares desses”, revelou.

Nelson Antunes explicou que, além dos óbitos, há os que contraíram Acidente Vascular
Cerebral (AVC), uns vi-ram as famílias desmoronar, outros continuam a pagar dívidas ao banco
sem beneficiar das casas pagas e os que se encontram a morar em lugar incerto, por terem
vendido as suas casas para concorrer ao projecto imobiliário.

Nelson Antunes disse que a comissão, criada para impedir que outras pessoas se infiltrem
entre as vítimas, controla cerca de 1.160 lesados, que concorreram a vários projectos
imobiliários promovidos pela Building Angola.

Em termos monetários, avançou Nelson Antunes, a Building Angola arrancou dos bolsos de
todos os lesados um valor estimado em 230 milhões de dólares.
Uma notícia, embora não confirmada, que desanima os cidadãos burlados pela Build Angola,

de acordo com informações que as vítimas obtém da media, é de que parte desse dinheiro, se
não todo, já não se encontra no país. “Foi movimentado através de canais oficiais, como
bancos”, declarou Nelson Antunes.

Na ânsia de reaver o dinheiro investido nesse projecto, o membro da comissão disse que já
escreveram para instituições como a Procuradoria-Geral da República (PGR), Assembleia
Nacional, Provedoria de Justiça, ao INADC e à Embaixada do Brasil em Angola, mas, até ao
momento, não obtiveram qualquer resposta concreta.

“De um modo geral, apenas nos dizem que tomaram boa nota do caso e, no mo-mento
oportuno, vão se pronunciar”, lamenta. Mas, para o espanto dos cidadãos, essa espera dura já
dez anos, sem que nenhuma das instituições acima referida ouse dizer alguma coisa sobre o
assunto.

Nelson Antunes diz que nem sequer número de processo o caso tem junto das instituições por
onde já se dirigiram. “Estamos indignados por estarmos a ser abandalhamos na nossa própria
terra, onde fomos roubados por estrangeiros que se diziam nossos irmãos”, refere furioso.

Fonte: Jornal de Angola

Campeões da NBA gastaram mais de… 500 mil dólares em álcool

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Os Warriors celebraram (e bem) a conquista da NBA. Este foi o seu terceiro título em quatro anos e a festa na cidade de Oakland foi rija. A fatura, por exemplo, de bebidas alcoólicas ascendeu os 500 mil dólares, que se traduzem em cerca de 424 milhões de euros.

Recorde-se que os Warriors não deram qualquer hipótese aos rivais Cleveland Cavaliers nas finais, tendo vencido por uns expressivos 4-0. Depois desta conquista, os Warriors apontam já para o sétimo título, querendo superar os Bulls para ficarem como a terceira equipa com mais títulos da história da NBA, atrás apenas de Celtics e Lakers.

Vem aí dois novos feriados nacionais, parlamentares votam sobre os mesmos

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Os dias 15 de Janeiro e 23 Março poderão passar a ser considerados feriados nacionais, se o Parlamento aprovar a Proposta de Lei de Alteração à Lei dos Feriados Nacionais, Locais e Datas de Celebração Nacional.

O texto, de iniciativa do Executivo, vai à votação na generalidade, na próxima reunião plenária da Assembleia Nacional, agendada para 21 do mês em curso. Actualmente, o 15 de Janeiro e o 23 de Março são consideradas apenas datas de celebração nacional.

Para dar corpo à nova pretensão do Executivo, os deputados das comissões de Administração de Estado e Poder Local e de Assuntos Constitucionais e Jurídicos do Parlamento votaram, nesta terça-feira, o relatório parecer conjunto, na generalidade, da Proposta de Lei de Alteração À Lei dos Feriados Nacionais, Locais e Datas de Celebração Nacional, com 17 votos a favor, nenhum contra e três abstenções.

O documento visa alterar a Lei 10/11, de 16 de Fevereiro – diploma sobre Feriados Nacionais, Locais e Datas de Celebração Nacional, bem como acrescentar o 15 de Janeiro (Dia do Antigo Combatente e Veterano da Pátria) e o 23 de Março (Dia da Batalha do Cuito Cuanavale) como feriados nacionais.

Apesar da aprovação do relatório parecer conjunto, o deputado José Katchihungo (Unita) afirmou que o 23 de Março proposto para Dia da Batalha do Cuito Cuanavale “não reflecte a vontade da maioria dos angolanos”.

Para si, nesta fase política do país, devia-se capitalizar as questões que unem os angolanos.

Já o presidente do grupo parlamentar da CASA-CE, André Mendes de Carvalho, sugeriu o 15 de Janeiro como feriado nacional, por fazer parte do processo de início da Luta Armada de Libertação Nacional, a par do 4 de Fevereiro de 1961, e do 25 de Maio (Dia de África).

Por sua vez, o deputado João Pinto, do MPLA, corroborou da sugestão da CASA-CE relativamente ao Dia de África, embora alegue “questões económicas”.

Actualmente, são feriados nacionais o 1 de Janeiro (Ano Novo), 4 de Fevereiro (Dia do início da Luta Armada de Libertação Nacional), 13 de Fevereiro (Carnaval, feriado móvel), 4 de Abril (Dia da paz), 30 de Março (sexta-feira Santa, feriado móvel), 01 de Maio (Dia Internacional do Trabalhador), 17 de Setembro (Dia do Herói Nacional), 02 de Novembro (Dia de Finados), 11 de Novembro (Dia da Independência Nacional) e 25 de Dezembro (Natal).

Na Lei vigente, as datas a seguir consideram-se de celebração nacional: 4 de Janeiro (Dia dos Mártires da Repressão Colonial), 15 de Março (Dia do Antigo Combatente e Veterano da Pátria), 2 de Março (Dia da Mulher Angolana), 15 de Março (Dia da Expansão da Luta Armada e Libertação Nacional), 23 de Março (Dia da Batalha do Cuito Cuanavale), 14 d Abril (Dia da Juventude Angolana), 25 de Maio (Dia da África), 1 de Junho (Dia Internacional da Criança) e 10 de Dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos).

Na reunião, as comissões de trabalho especializadas votaram igualmente, com 22 votos a favor, nenhum contra e sem abstenções, o relatório parecer conjunto sobre a eleição de um Fiscal Único da Entidade Reguladora da Comunicação Social, António Vieira Eusébio, designado pelo Presidente da República.

Ministério do Interior alertam existência de burladores

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O Ministério do Interior confirmou hoje a existência de grupos de malfeitores que têm se dedicado a burlar pessoas e empresas nos últimos dias, com falsas promessas de concessão de prémios e solicitação de patrocínios.

As autoridades angolanas referem, em comunicado de imprensa, que os marginais centram suas acções na solicitação de patrocínios para a cobertura de actividades filantrópicas.

Para pôr cobro a esta situação, o Ministério do Interior alerta a todos que sejam notificados para esses fins para abordarem as instituições públicas referenciadas previamente e denunciem ao Serviço de Investigação Criminal.

Informa igualmente que há grupos de cidadãos que têm difundido falsas notícias, através das redes sociais, com recurso a textos, áudios e vídeos, captados de situações registadas no estrangeiro, em alguns casos com imagens chocantes, para cultivar o medo e o sentimento de insegurança.

Segundo o Ministério do Interior, estes malfeitores procuram transmitir a ideia de incapacidade do governo em dar tratamento às questões de segurança pública, e reafirma que essa “matéria vem merecendo dos órgãos de especialidade o devido tratamento”.

As autoridades prometem a dar resposta firme a todos que procuram fazer do crime o estilo de vida, apelando à população para ter calma e colabore na denúncia dos factos criminais, com destaque para os cidadãos portadores de armas de fogo ilegalmente.

O documento refere que na semana passada o Serviço de Investigação Criminal procedeu à detenção de alguns dos integrantes de um desses grupos e vai continuar a desenvolver acções, com vista a detenção dos demais.

SISTEC ensaia novo Satélite da YahSat “Al Yah 3”

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A empresa angolana de telecomunicações SISTEC foi escolhida para ensaiar o serviço do novo satélite Al Yah 3, a par de outras empresas de países como Nigéria e Brasil.

A YahSat é responsável pelo serviço de internet via satélite “YahClick”, com o qual a Sistec trabalha desde o início da sua operação em Angola.

O novo satélite, lançado no início deste ano, destina-se a dar mais largura de banda às áreas já cobertas pelo anterior satélite e estenderá o sinal YahClick para algumas ainda não cobertas.

A YahClick é a internet de banda larga por satélite que proporciona cobertura a 27 países de África e Médio Oriente, dispondo de quatro portas de saída (gateways) na Europa e Médio Oriente ligadas directamente à Internet.