À AVENTURA EM EXPEDIÇÃO CULINÁRIA
Anselmo Ralph esta de volta ao Instagram
Após dias de tormento, o autor do álbum “Amor É Cego”, que havia sido vítima de um “ataque cibernético” protagonizado por alegados hackers, pôde (finalmente) reaver a sua conta na rede social de Zuckerberg.
De acordo com uma nota da assessoria do artista, está confirmado o seu regresso ao Instagram.
“Depois da má acção dos hackers, no passado dia 6 de Julho, temos o nosso artista de regresso ao Instagram”, refere o documento.
De referir que, em seu primeiro contacto com os seus seguidores, o astro vibrou com o regresso à plataforma e convidou-os a acompanharem os melhores momentos de seus concertos na sua página.
A revolução dos repolhos
Olhados de cima pra baixo, eles poderão não constituir qualquer perigo até serem mal consumidos e causarem danos estomacais gritantes.
Todo o líder deveria ser aquele que trabalha conjuntamente com os seus liderados sabendo posicionar-se no momento em que passa as instruções de modos a não ser confundido entre os ardilosos, teimosos e daltónicos emocionais.
Vezes várias questionamo-nos quando vivenciamos uma situação no cotidiano e as respostas em forma de gotas da pólio vão invadindo nossas bocas todos os anos eleitorais sem conseguir sequer fenecer a deficiência que se calhar muitos gostariam de ter para entender o muito que acontece cá nesta lavra apelidada de república.
Pais há, que possuem pouca bagagem arguta para contrapor seus filhos quando os mesmos buscam por respostas a questões que a nível de qualquer pai que sobreviveu ao sistema do partido único parece afronta e para saírem ilesos perante os factos encobrem-nos com bens materiais para os tranquilizar. Uma forma de corrupção doméstico-familiar.
O desemprego nos últimos anos tem crescido de forma exponencial. Cada cidadão tem a obrigação de lutar, não importa o ringue ou tatame, de formas a manter as bocas que alimentam fechadas o tempo máximo que puderem. Perfis desencontrados têm criados actos belicosos em quase todos os meios.
Muitos foram chamados sem vontade a serem seguranças de edifícios nas centralidades, outros jardineiros, tantos outros e outras, quitandeiras; todos os dias passa um carro a publicitar a venda de gás ou a pedir socorro nos megafones dizendo que arranjam isso ou aquilo. Os taxistas, principalmente, são a bandeira de produtividade desta nossa nação, tanto que o dia que decidiram parar, o caos apoderou-se das câmaras e microfones.
Olhemos e prestemos atenção onde está o poder votante desta nação. Está nas mãos deles: taxistas,
quitandeiras, roboteiros, seguranças dos edifícios que observam meticulosamente os produtos dos Keros e Shoprites a entrarem nas casas dos seus patrões e muitas vezes não têm uma refeição condigna e/ou onde descarregar a produção intestinal de uma biologia saudável.
Em muitos evangelhos políticos foram apregoados a melhoria dos transportes públicos,criando ilusões da classe de David Copperfield, afirmando categoricamente que teremos metros de superfície na via, melhoria dos serviços hospitalares, da energia e água para todos criando expectativas que acabaram por “espetar” nossos juízos e dilapidar com as nossas esperanças em augurar momentos luzentes.
A produção cinematográfica do Rocha Pinto já foi capaz de mostrar-nos do que são capazes de fazer sem precisarem de ir a Hollywood quando mataram a senhora que sustentava o seu lar.
Os taxistas já pararam na via; temos seguranças nos prédios que com os olhos esbugalhados vão proferindo olhares ferozes em rostos mansos aguardando por uma oportunidade para saltar o muro e atacar, motoristas de governantes insatisfeitos mas por não terem aonde ir vão inspirando o mesmo ar de produção hipócrita de quem os paga mas expirando ira e desalento pelas nasais.
Todos os mencionados supra os considero repolhos porque se encontram em posição, a priori,desfavoráveis. São ensaios.
Agora me digam: Vocês já imaginaram uma revolução dos repolhos? Haverá intestinos para
suportar os gases fedorentos e as tifóides que serão produzidas?
Fundo de Fomento Habitacional pode bater a porta dos incumpridores no kilamba
A gestora do Fundo de Fomento de Habitação do Kilamba, Stela Gaspar, fez saber que mais de 50% dos moradores não pagam as rendas.
Ao intervir sábado, na cerimónia de apresentação do novo administrador, Stela Gaspar fez ver aos munícipes que a falta de pagamento das rendas inviabiliza o processo de manutenção dos edifícios, como a reparação dos elevadores, fissuras e do edifício no seu todo.
Recém-nomeada para a função de controlo e gestão das habitações do Kilamba, que deixou de ser feita pela Imogestim, há quatro meses, passando na totalidade para a esfera do Fundo de Fomento de Habitação (FFH), que já recebeu os dossier e os escritórios do Kilamba, Stela Gaspar referiu que, com base no que já tem em mãos, o nível de incumprimento é muito alto. Existem beneficiários que estão na centralidade, há cerca de 8 anos, e nunca pagaram uma prestação.
A nova equipa do Fundo de Fomento de Habitação está já a trabalhar em vários processos, mas, numa primeira fase, a intenção é não aplicar ainda os juros de mora aos moradores incumpridores, adiantou a gestora, antes de acrescentar que nos próximos vão anunciar o tratamento a ser dado a esses casos.
O FFH tem a seu cargo as 25 mil habitações da primeira fase do Kilamba, bem como as 5mil casas no KK 5000. No entanto, a transição dos processos ainda não está concluída. Antes a instituição atendia apenas os edifícios que estavam sob a sua gestão em termos de manutenção, quadro completamente diferente hoje, que obrigou a um minucioso trabalho, já em curso, para o levantamento de tudo que tem a ver com os prédios, de modo a saber as reais dificuldades e o tratamento a dar às situações que forem reportadas.
A gestora sublinhou que a faixada dos edifícios é da responsabilidade da administração, visto que o FFH responde apenas apenas pelas habitações.
Garantiu ainda que, com base no trabalho que tem sido realizado, os edifícios estão em bom estado técnico.
“Não só como funcionária, mas também na qualidade de moradora, se tiver de dar uma nota às condições dos edifícios e propriamente dos apartamentos, de 0 a 10 dou nove. Existem condições de habitabilidade. Nós como moradores devemos colaborar na conservação e manutenção destes bens. Se não o fizermos, fica totalmente difícil mantermos em boas condições os nosso prédios. E não podemos apontar o dedo pela degradação dos edifícios a pessoas que não vivam neles”, realçou.
Quanto aos pagamentos, para aqueles que têm feito ou pretendem passar a fazer, Stela Gaspar tranquilizou essa franja de beneficiários: “As coordenadas bancárias não foram alteradas. São as mesmas e o processo continua exactamente igual. Neste momento, os moradores podem regularizar ou fazer os pagamentos normais nos escritórios do FFH do Kilamba, situado nos edifícios M19 e C18”.
A Administração do Fundo de Fomento de Habitação deixou claro que brevemente vai anunciar as medidas a tomar para aqueles que não pagam, dentre elas a cobrança ou não de juros de mora, a extensão ou não dos prazos de pagamento. Essas e outras medidas estão a ser analisadas.
O FFH está aberto a negociações de modalidades de pagamento, por isso Stela Gaspar apela os moradores a pagar, de modo a que o Estado possa recuperar o dinheiro investido e construa mais habitações para as gerações vindouras.
ERRATA: Violador da aluna de 12 anos no Kilamba não é professor de capoeira
O crime de violação sexual contra uma menor de 12 anos que aconteceu no interior da Escola do Iº Ciclo Nzinga Nkuvo, no quarteirão W da Centralidade do Kilamba, não foi perpetrado por um professor de capoeira, tal como tinha noticiado o nosso jornal, na edição de Segunda-feira.
Segundo Carlos Peralta, dono e responsável da academia de capoeira, Alexandre João José, de 20 anos, que vem acusado de ter cometido tal crime, não é professor de capoeira.
Carlos Peralta confirma ter havido realmente um crime de violação sexual contra uma menor de 12 anos, no interior da Escola Nzinga Nkuvo, mas o elemento acusado não é, e nunca foi, professor de capoeira da academia de artes marciais que dirige.
“Não é um professor de capoeira, mas sim um aluno da escola, um colega da vítima. A informação que foi dada de que é um professor de capoeira não corresponde à verdade. Alexandre João José é um estudante da escola que tinha acesso à academia (porque esta fica aberta), mas não é professor”, reforçou.
Em função das declarações do responsável da academia que está na Escola Nzinga Nkuvo, o nosso jornal vê-se na obrigação moral e profissional de fazer este reparo e pedir desculpas à referida academia, bem como à comunidade angolana de capoeirista, pelos eventuais danos que a informação primária tenha causado.
Importa frisar que Alexandre João José, de 20 anos, o aluno que está a ser acusado de ter abusado sexualmente a colega, já está detido e espera para que seja encaminhado aos órgãos competentes para a devida responsabilização criminal.
Fonte:Jornal o País
Crianças da localidade do Tapo na Barra do Kwanza com várias carencias beneficiam de Acção Solidária
A Associação Juvenil de Apoio as Comunidades (AJACOM) e a Empresa NC-Núcleo de Comunicação, realizaram no sábado 27 de julho a entrega de donativos para mais de 460 pessoas na Comunidade do Tapo, Barra do Kwanza.
Mais de 40 personalidades da sociedade angolana, deslocaram-se à Comunidade do Tapo para acudir a situação de carência vivida pelos moradores. Foram distribuídos mais de 5 mil itens, desde roupas, alimentos não perecíveis e material didático e tiveram ainda direito a consultas grátis.
A iniciativa visa proporcionar um cacimbo diferente as pessoas que habitam naquela circunscrição da província de Luanda, incutindo, valores de partilha, da integração, solidariedade e passagem de testemunho para as futuras gerações.
Filipe Martins Dala, presidente da Comissão de moradores afirmou que a comunidade precisa de uma Escola, hospital, Energia Elétrica e Água potável.
“Muitas crianças têm que se deslocar longa distância para irem a escola, é necessário se construir também um tanque de água para deixarmos de consumir água salobra que é o maior causador de doenças diarreicas aqui na nossa comunidade”, alertou.
E por sua vez o coordenador geral do projecto Acção Solidária Maurício Santana, Mostrou-se satisfeito com o resultado da actidade e prometeu a construção de uma escola para as crianças da referida comunidade.
De recordar que este projecto teve início em 2016 e conta com a parceria da AJACOM, FPAL, Queiroz Galvão, Protteja, Previne, Kubinga, Comsoluções, Boutique Solidária, Salão de beleza orgulho Afrikano, Li Ngugi, Complexo escolar Saber e a Angonabeiro.
A Associação Juvenil de Apoio as Comunidades (AJACOM) e a Empresa NC-Núcleo de Comunicação, realizaram no sábado 27 de julho a entrega de donativos para mais de 460 pessoas na Comunidade do Tapo, Barra do Kwanza.
Mais de 40 personalidades da sociedade angolana, deslocaram-se à Comunidade do Tapo para acudir a situação de carência vivida pelos moradores. Foram distribuídos mais de 5 mil itens, desde roupas, alimentos não perecíveis e material didático.
A iniciativa visa proporcionar um cacimbo diferente as pessoas que habitam naquela circunscrição da província de Luanda, incutindo, valores de partilha, da integração, solidariedade e passagem de testemunho para as futuras gerações.
Filipe Martins Dala, presidente da Comissão de moradores afirmou que a comunidade precisa de uma Escola, hospital, Energia Elétrica e Água potável.
“Muitas crianças têm que se deslocar longa distância para irem a escola, é necessário se construir também um tanque de água para deixarmos de consumir água salobra que é o maior causador de doenças diarreicas aqui na nossa comunidade”, alertou.
E por sua vez o coordenador geral do projecto Acção Solidária Maurício Santana, Mostrou-se satisfeito com o resultado da actidade e prometeu a construção de uma escola para as crianças da referida comunidade.
De recordar que este projecto teve início em 2016 e conta com a parceria da AJACOM, FPAL, Queiroz Galvão, Protteja, Previne, Kubinga, Comsoluções, Boutique Solidária, Salão de beleza orgulho Afrikano, Li Ngugi, Complexo escolar Saber e a Angonabeiro.
Eva Rap Diva solta voz no Festival Afrolatinas
Eva Rap Diva figura entre as vozes que integram a 12ª edição do Festival da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.
Numa publicação, Eva Rap Diva desvendou que a sua presença visa a realização dos espectáculos que marcam a edição deste ano. “Vou ter a honra de me apresentar ao vivo com uma banda, só com mulheres no Afrolatinas em São Paulo”, realça a nota de Eva Rap Diva. O festival, que é também conhecido como o Latinidades, coloca em evidência a produção de conhecimentos de mulheres negras e a sua importância na sociedade, ao mesmo tempo que denuncia o racismo, o machismo e as condições a que são submetidas no Continente Africano e na diáspora. O festival existe há 12 anos e, durante o mesmo, são realizadas conferências, debates, oficinas, shows, lançamentos livros, desfiles, exposição, feira-afro, espaço infantil, acções de sustentabilidade, acessibilidade e responsabilidade social. Toda a programação é gratuita e está aberta ao público. Gente endereça votos de bom trabalho à Rainha Ginga do Rap.
Professor de capoeira viola aluna de 12 anos na escola do kilamba
O professor de capoeira Alexandre João José, de 20 anos, está a ser acusado de ter abusado sexualmente de uma aluna de 12 anos no interior da escola pública do quarteirão W da Centralidade do Kilamba, em Luanda.
O crime de violação sexual aconteceu no interior da Escola do I Ciclo Nzinga Nkuvo, no quarteirão W da Centralidade do Kilamba, quando o instrutor de capoeira, aproveitando-se da distração de todos, forçou a menina de 12 anos a manter relações sexuais consigo, no anfiteatro da escola.
O facto aconteceu no dia 24 de Julho, quando a aluna de 12 anos se dirigiu ao anfiteatro, segundo um encarregado de educação que conversou com OPAÍS, numa altura em que o acusado arrumava os materiais para o treino. Ao ver que estavam só os dois, o professor de capoeira trancou a porta e consumou o acto.
De acordo ainda com o encarregado, que preferiu o anonimato, a aluna vítima de violação não é instruenda do capoeirista, aliás, os alunos da escola Nzinga Nkuvo não recebem aulas de capoeira, mas aquele e outros indivíduos utilizam o anfiteatro porque a direcção da escola os arrendou.
“É uma situação complicada, estamos a deixar as nossas crianças na escola, a pensar que estão seguras, e acontece uma violação sexual bem dentro da instituição. Hoje, a minha filha, que, praticamente, é da mesma faixa etária, está com medo de retomar as aulas e o mesmo sentimento apresentam as outras colegas”, lamentou, o encarregado
de educação.
A Polícia Nacional confirmou a detenção do cidadão Alexandre João José, resultado da denúncia feita pelo pai da menina, de 41 anos de idade, no Piquete do Comando Municipal de Belas, uma vez que esta contou o que lhe tinha acontecido na escola. Alexandre, que espera responder pelo crime de que vem acusado, para além de professor de capoeira é estudante.
Fonte: O País
Projecto “VAMOS LER JUNTOS”
O projecto vamos ler juntos é uma iniciativa do professor, modelo e autor da obra “Diário de um professor (a)normal”, Edy Lobo e tem como objetivo incentivar a leitura por meio das redes sociais, mais propriamente no Facebook.
“Nota-se que há muita gente que é levada a comprar livros simplesmente para ajudar financeiramente o autor de uma obra isto por causa do amiguismo ou de outras razões inerentes à causa; se as leituras forem feitas em conjunto e após a leitura discutir-se sobre o tema, a coisa já fica mais linda”. Já diz o escritor e autor brasileiro Augusto Cury “um livro numa estante não passa de um conjunto de papéis imprimidos”. Se não for para agregar sabedoria não adianta.
O Projecto VAMOS LER JUNTOS convida todos os escritores e autores de obras nacionais, numa primeira instância porque o mentor do projecto é angolano, a incentivar a leitura por meio de Lives (Directos) no Facebook. Dilapidar a letargia e fenecer com a bibliofobia (aversão à leitura) transformando-a em bibliofilia (amor à leitura) é o objectivo mormente. Assim até promove-se mais uma obra literária.
“Toda uma nação que lê tem a capacidade de ver para além do horizonte e ouvir para lá do silêncio”.

























