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12 suicídios durante o feriado

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Doze pessoas morreram por suicídio e outros nove por acidentes de viação, durante as celebrações do feriado nacional, disse ao Jornal de Angola fonte do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, que assinalou ainda o registo de 137 intervenções pré-hospitalares, com destaque para socorro a vítimas de sinistralidade rodoviárias, agressão física e de patologias.

Em entrevista ao Jornal de Angola, o porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros disse que, durante o mesmo período, foram registados ainda 71 ocorrências a nível do país, deste número 37 incêndios e 12 remoções de cadáveres, presumíveis vítimas de suicídio por afogamento e nove por acidentes de viação.

Fonte: JL

Carta ao aniversariante do dia

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Por: Edy Lobo

Queria antes de mais desejar muita saúde e muitos anos de vida mas o ápice de uma desenvoltura irónica deixar-me-ia bem, nem na foto nem no desenrolar desta missiva com laivos de lugubridade e de algum agradecimento também.

Quando o cota nasceu eu ainda não era vivo nem sequer estava nos planos biológicos dos meus genitores. Tudo o que sei de ti, saudoso cota, é fruto do que a história bem ou mal me soube relatar. Interesses no meio de tudo isto poderão sempre haver alguns mas isto a mim não diz tanto respeito assim.

Num dia como hoje estarias a completar mais um ano de vida. Quis o destino cruel antecipar a tua ida à eternidade. Se há responsáveis pela tua prematura partida, o tempo, os historiadores e/ou os teus detractores, um dia ganharão coragem para confessar.

Hoje graças a este dia estamos a descansar em casa; começamos no sábado e, com as políticas de trabalho que o governo que não deixaste criou, estamos mesmo aqui a curtir nas calminhas mais uma memória do teu aniversário natalício.

Mas cota, estamos mesmo a comemorar aqui o feriado graças a ti mas acredita, não estamos muito felizes. A vida está difícil cota. O pessoal está a bazar do país. Pessoas há que estão a preferir morrer para não viver a sofrer porque aqui, dia vem dia vai, são os impostos que estão a nos perseguir, a fome já é sobrenome da nação, o sorriso é a última careta para não parecer feio na foto da necrologia, porque os músculos faciais só querem andar vincados.

Estava a ler umas tuas “falas” cota e fiquei impressionado com algumas frases que só porque morreste também não querem mais seguir: “O mais importante é resolver os problemas do povo”. Onde estava o cota quando disse isso, que as pessoas que o ladeavam não ouviram e apontaram para não esquecer? Já agora cota, qual povo? Ou o cota estava somente a falar por falar? Esta última hipótese, eu não creio. O cota estudou. Foi médico apesar de também ter sido político e cá entre nós, cota, temos que ser sinceros que nem tudo o que um político diz deve ser tomado com água. Estamos a ser abandalhados. Interesses terceiros estão a ser colocados em primeira instância de alguns particulares, transformando assim a nação de todos, num eterno palco de luta para a sobrevivência.

“Os musseques são bairros humildes, de gente humilde” foi assim que disseste naquele dia há muito tempo mas lamento informar que Luanda é o novo musseque urbano. Água nhete, luz “assim-assim”. Há quem viva ainda nos bairros escuros do mundo sem luz nem vida, tal como uma vez apregoastes. Estamos só já a gerir.

Eu nem devia estar a dizer essas coisas no dia do teu aniversário. É dia de festa embora sem a tua presença. Fizeste a tua parte, a bem ou a mal; acredito que esperavas continuidade dos projectos de luta e estabilização de uma paz efectiva. A paz, que simboliza o calar das armas, essa já temos; agora a guerra é de interesses pejorativos. Isso é outro assunto.

Neste dia, desejo paz à tua alma e que tudo que um dia desejaste para este teu povo, que segundo a história libertastes das masmorras dos colonizadores, seja efectivado. Parabéns primeiro presidente; parabéns pai da nação independente; parabéns poeta maior; parabéns profeta político… profeta porque parece brincadeira, o que uma vez poetizastes que havemos de voltar, está a acontecer. Só nos está a faltar vergonha para admitir.

Até já!

Assinado: Um cidadão sobrevivente.

Ainda a propósito de Empregos: Caso Bruno Pegado – Lazarino Poulson

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Bruno Pegado é um jovem angolano que pretende montar uma fábrica de automóveis made in Angola. Não se trata de uma simples fábrica de montagem de uma marca já existente, mas, segundo o Jornal o País, serão automóveis originais, inclusive a marca terá o nome do seu promotor. Quer isto dizer que uma vez concretizado o projecto da fábrica de automóveis do Bruno Pegado teremos, pela primeira vez, uma marca de automóveis nacional.

Bruno Pegado, ambicioso no bom sentido, não ficou por aí, e, para alargar o seu negócio, pretende lançar ainda este mês um sistema de serviços de táxi de uso pessoal e de transporte de mercadorias designado de “Gira Angola”.

Se a necessidade de Emprego em Angola é gritante, como ficou patente nos últimos dias, estando o desemprego a rondar os 29% da população activa, não se entende a falta de atenção das autoridades angolanas a estes dois projectos, que segundo o seu promotor podem criar a montante mais de 60 mil postos de trabalho ( 60 mil no Gira Angola e o restante na fábrica).

Somos de opinião que o Estado deve prestar atenção ao projecto do Bruno Pegado, sem prejuízo de outras iniciativas de igual ou maior importância.

O Estado não deve dar apenas atenção ao Bruno Pegado, mas a todos aqueles que tenham iniciativas válidas para a empregabilidade em Angola.

Mas vamos tomar como paradigmático o caso do Bruno Pegado que tem características únicas e, se funcionar, outros projectos de empregabiliadade massiva poderão seguir os standards de soluções que vamos propor nesta exposição.

O que pode o Estado fazer ?

O Estado, como pessoa jurídica de bem, deve apoiar o Bruno Pegado e tomar as seguintes medidas face à dimensão dos dois Projectos:

1. Análise da viabilidade económica e técnica dos Projectos.

O Estado deve certificar se o projecto da fábrica de automóveis tem viabilidade técnica e económica.
Como é do conhecimento geral, a montagem de uma fábrica de automóveis requer uma complexidade técnica não só na sua instalação como na intrincada multiplicidade de fornecedores de componentes e peças invariavelmente associados, sem prejuízo dos constrangimentos habituais inerentes a criação de indústrias no território nacional.

Quanto ao projecto de Gira Angola, basta a confirmação sua viabilidade económica para que o Estado ou uma instituição financeira apoie os projectos.

1.1. Viabilidade económica

O Estado, através de uma das suas entidades vocacionadas para o efeito, ou contratando uma terceira especializada ( para garantir a imparcialidade) deve examinar a viabilidade económica e social dos dois projetos do Bruno Pegado.

1.2. Viabilidade técnica

Os automóveis que serão produzidos pela fábrica de automóveis do Bruno Pegado devem possuir certificação internacional.

Por isso, antes da montagem da fábrica e início da produção industrial, deve-se, previamente, testar um protótipo e obter-se a certificação de um organismo que cuida da qualidade e segurança dos automóveis a nível mundial.

Se os exames técnicos forem favoráveis e o Bruno Pegado obtiver a certificação de um organismo internacional credível e, a isso juntar a confirmação da viabilidade económica dos dois projectos, ainda que sejam com eventuais ajustes, então passemos, rapidamente, as fases seguintes, a saber ;

2. Criação de condições de materialização dos projectos.

Para a materialização dos dois projectos há quatro fases que devem ser observadas, nomeadamente ;

2.1. Mobilização de financiamentos

Para a materialização dos seus projectos, o Bruno Pegado precisa de financiamentos e, segundo este promissor empreendedor, a banca nacional não tem sido receptiva, tendo recorrido às instituições financeiras fora de Angola que o têm apoiado até a fase em que se encontra – montagem da fábrica de automóveis no Kwanza Sul.

Entretendo, segundo fez saber, o referido financiamento não é suficiente para materialização completa dos projectos.

Por isso, o Estado deve apoiar financeiramente, através de crédito a ser concedido por uma das suas instituições bancárias ( bancos de capitais públicos e de participação de capitais públicos), ou os enquandrando numa das linhas de financiamento obtidas pelo Estado no exteriores do país.

Outra solução, devido a magnitude e importância do projecto, é a entrada do Estado no capital social da empresa do Bruno Pegado e tornar a marca com cunho e proteção estatal, tal como acontece em muitos países do mundo, contando que a governação da mesma seja corporativa privada e sem prejuízo dos direitos originários e interesses do Bruno Pegado.

2.2. Criação de condições fiscais de incentivo aos dois projectos

O Estado deve criar incentivos fiscais para os referidos projectos, mediante o enquadramento no regime fiscal mais favorável, aplicáveis a projectos desta natureza, ou e deve criar novos incentivos fiscais se for necessário.

2.3. Apoio institucional do projecto.

O Projecto do Bruno Pegado deve ter o acompanhamento de uma instituição pública que possa dar o suporte administrativo para facilitar a obtenção das licenças e autorizações necessárias a concretização, dentro dos prazos previstos no programa de execução e de financiamento.

2.4. Indicação de uma consultora Independente

O Estado deve indicar para acompanhamento dos dois projectos do Bruno Pegado uma consultora credível a nível internacional com intuito de fiscalizar e controlar os projectos desde o início e durante a execução dos mesmos.

Por isso, vamos abraçar iniciativas como essa que concorre para diminuição do desemprego e agrega outras mais valias socioeconómicas para além da salutar promoção do gênio angolano e a imagem do País.

Segundo o Bruno Pegado, citado pelo Jornal o País na sua edição de hoje segunda feira dia 9 de Setembro de 2019, há 15 países africanos interessados em aderir ao projecto da fábrica de automóveis.

Essa possibilidade de se replicar o projecto em África, vem confirmar a ideia que aponta a cooperação sul-sul como o caminho mais eficaz para o desenvolvimento dos países africanos, abandonando de vez o receitário gasto do FMI, que só tem agravado a dependência dos países em vias de desenvolvimento.

Todavia, voltando ainda a questão de base, pensamos que o projecto do Bruno Pegado se enquadra também na proposta da criação do Novo Fundo de Emprego por nós avançada noutro lugar (Pensando Angola n. 15).

O Projecto Gira Angola, onde se pretende disponibilizar carros fabricados em Angola pode ser financiado pelo Novo Fundo de Emprego ou pelo Banco de Micro-Credito, sugerido, no âmbito desta iniciativa de empregabilidade.

Desse modo, o BDA, por exemplo financia o Projecto do Bruno Pegado a montante para conclusão da montagem da sua fábrica de automóveis e o Novo Fundo de Emprego ( ou o Banco de Micro-crédito), ajusante, financia a aquisição das viaturas para as pessoas físicas, para as micros e pequenas empresas ou para as cooperativas interessadas em aderirem ao projecto Gira Angola.

Como se vê, trata-se de uma óptima oportunidade que o Executivo tem de ensaiar uma nova abordagem e atitude com vista o relançamento e promoção do sector privado.

Com o apoio institucional aos projectos do Bruno Pegado, no formato acima proposto, estará o Executivo a dar um importante sinal de apoio à toda a classe empresarial angolana.

O projecto do Bruno Pegado contém angolanidade na essência, originalidade na ousadia ambiciosa impactante e, empregabilidade massiva como bandeira de utilidade.

No passado, magníficos projectos tão nobres e bem intencionados como este “morrem na praia” e, no momento, iniciativas há engavetadas por falta da atenção do Estado e das instituições financeiras do nosso mercado, designadamente da banca nacional, motivos suficientes para nos levar fazer o presente apelo ao Estado.

Acreditemos e ajudemos agora o Bruno Pegado a decolar os seus projectos para que a montante e ajusante se criem importantes e significativos postos de trabalho, para que o Estado arrecade mais receitas com essas iniciativas, para que haja sustentabilidade das actividades ( peças e manutenção dos automóveis garantidas), para que surja a economia de escala, que se forme clusters industrias, para que todos nos orgulhemos do automóvel made in Angola, e, mais importante que tudo, para que o apoio do Estado, aos projectos de Bruno Pegado sirva de Marco de uma Nova Era em que o angolano esteja, efectivamente, no centro das políticas públicas.

E por agora, mais não digo..

Dj´s Internacionais vêm a Angola para festival de House e Afro-House

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Luanda acolhe o maior festival de “House e Afro-House”, no Porto de Luanda, com laser e light show, no dia 20 de Setembro a partir das 21h00, Beevok Experience.

Roger Sanchez, MoBlack e AfroKillerz, pela primeira vez em Angola, com os seus dedos mágicos vão agitar a cidade capital com sonoridades inéditas e proporcionar aos participantes momentos extraordinários, já mais visto. A noite promente muitas surpresas, uma vez que acontece oficialmente o lançamento da marca, Beevok-produto nacional, que entra no mercado angolano para colmatar a necessidade de importação de marcas estrangeiras.

Para além de MoBlack e Roger Sanchez, vão agitar a pista de dança, os Dj´s, Enoo Napa, Dj Vibe, AfroKillerz, Paulo Alves, Ricardo Alves, Kapiro, Nelasta, Bruno Tuga e Jorge Cadete.

Os apreciadores de licor, vão viver uma experiência única com a degustação do produto, mas, a marca deixa sempre o apelo aos consumidores, que sejam responsáveis, bebam com moderação.

info@kilambanews.com

Bruno Fernando no hall da fama da Maryland University

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Maryland plays Ohio State on February 23, 2019.

O poste angolano Bruno Fernando ao serviço do Atlanta Hawks, da Liga Norte-americana de Basquetebol (NBA), faz parte do hall da fama da Maryland University, pelo seu contributo, comportamento exemplar e empenho enquanto estudante e atleta.

O primeiro e, até agora, único angolano a ingressar na NBA recebeu uma menção honrosa e tem a sua fotografia estampada no Hall da fama como uma das lendas daquela universidade dos EUA.

Sobre o feito, o atleta formado na escola do 1º de Agosto escreveu terça-feira o seguinte no instagram: “Hoje estou sentado aqui enquanto escrevo isso como um dos grandes nomes da Universidade de Maryland. É um feito incrível”.

Bruno Fernando, 21 anos de idade e 2,08 metros de altura, terminou a sua carreira como jogador universitário com 770 pontos, 558 ressaltos e 101 bloqueios.

Foi contratado em Julho último pelo Atlanta Hawks por três anos.

info@kilambanews.com

Jornalistas angolanos poderão ter carteira profissional ainda este ano

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A Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERCA) prevê, até ao final do ano, dar início ao processo de atribuição de carteiras profissionais aos jornalistas angolanos.

Para o efeito, a ERCA tem prevista a institucionalização da Comissão da Carteira e Ética, a ser eleita a 26 de Outubro de 2019, em Assembleia Geral.

A Comissão da Carteira e Ética terá como competências atribuir, renovar, suspender ou cancelar, nos termos da lei, os títulos de acreditação da Comunicação Social, bem como apreciar e sancionar a violação dos deveres éticos.

A informação foi avançada ontem, em Luanda, pelo Presidente
da ERCA, Adelino de Almeida, em conferência de imprensa. Avançou ainda que a assembleia Geral dos Jornalistas deverá proceder a aprovação do Código de Ética e Deontologia Profissional e eleger a Comissão da Carteira e Ética.

Adelino de Almeida afirmou que a ERCA está a trabalhar na criação das condições materiais para a garantia do funcionamento da referida Comissão.

O evento será precedido por Assembleias Provinciais, que terão início no dia 14 de Setembro, em Benguela, Cabinda, Huíla e Huambo. A ERCA criou uma plataforma
digital (www.erca.co.ao) para facilitar o processo de inscrição dos jornalistas nas  Assembleias Provinciais.

Trata-se do cumprimento das disposições combinadas da linha f do artigo 27 da Lei nº2/17, do nº5 do artigo 21º da Lei 17- Lei de Imprensa e do artigo 31º do número 05/17
do Estatuto do Jornalista.

Angola marca presença no fórum mundial das telecomunicações

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O Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação José Carvalho da Rocha, em representação do presidente da república João Lourenço, participa no Fórum Mundial das telecomunicações, que acontece em Budapeste na Hungria, de 9 a 12 de Setembro, organizado  pela UIT ( União Internacional das Telecomunicações).

Angola tem um pavilhão com 14 empresas do sector das telecomunicações, maioritariamente privadas.

o certame está orientado por três pilares fundamentais, nomeadamente , inovação , infraestruturas e investimento. Incluem-se 3 startups, empreendedores inovadores.

O programa espacial nacional , a rede de cabos de fibra óptica, a formação no sector e os cabos submarinos de Angola ( SACS, WCS, MONET, SAT-3, WASC/SAFE) dominam as propostas que Angola apresenta ao mundo neste fórum .

Há varios países africanos e asiáticos que estão a solicitar conexão com os cabos submarinos angolanos para melhorarem as suas comunicações , tema que vai dominar os encontros , já solicitados por vários chefes de delegações, com o ministro angolano das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha que representa o chefe de estado no fórum mundial das Telecomunicações. o evento conhece hoje o seu término.

FAB desmente Yanick Moreira

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O vice-presidente para as selecções nacionais, Benjamim Romano, desmentiu ontem de forma categórica, as informações postas a circular nas redes sociais pelo internacional angolano, Yanick Moreira, segundo as quais, a Selecção Nacional que disputou recentemente a 18ª edição da Copa do Mundo da República Popular da China, prova que caminha para a sua recta final, foi expulsa do hotel, para além de ter sido colocada a prova de fome no aeroporto, quando regressavam ao país.

“Pra mim isto é um não assunto”. Foram com estas palavras que o antigo internacional angolano, Benjamim Romano, hoje, nas vestes de vice-presidente para as selecções nacionais, começou por responder quando a reportagem do Jornal dos Desportos lhe indagou sobre eventuais peripécias vivida pelo combinado nacional, após a disputa do Mundial que encerra a 15 do mês em curso, com a disputa da grande final.

Benjamim Romano, que integrou igualmente a delegação que esteve a competir na 18ª edição da Copa do Mundo da República Popular da China, considera infundadas as declarações do poste Yanick Moreira, atleta que foi um dos melhores artilheiros do cinco nacional na aludida competição, com sessenta pontos (60), contra sessenta e três (63) do ex- tremo base do Atlético Petróleos de Luanda, Carlos Morais.

“Lamentavelmente, não sei o que motivou o atleta a fazer o vídeo e dando informações segundo as quais a selecção nacional foi expulsa do hotel. Como sabe, em competições do género, normalmente as delegações ficam em hotéis da organização e quando uma selecção termina a sua participação, ainda tem alguns dias para poder abandonar a unidade hoteleira. Por isso, considero infundadas e irresponsáveis as declarações de Yanick Moreira, situação que não é virgem, porque este mesmo atleta na gestão anterior protagonizou exactamente um filme semelhante”, disse.

Questionado sobre a “greve de fome” imposta aos atletas, quando estes regressavam ao país, depois de terem competido na Copa do Mundo, o vice-presidente para as selecções nacionais afirmou, “que não é verdade que os atletas ficaram sem comer. Portanto, o senhor Armando Dala, que foi um dos coordenadores da delegação angolana, tratou da alimentação dos atletas quando estes estavam no aeroporto e, obviamente, só não comeu quem não quis. Eu não estive na Bélgica, porque fiz via Dubai, mas posso lhe assegurar que nada disso aconteceu”, disse Benjamim Romano, antigo base da Selecção Nacional.

Entretanto, sendo um atleta reincidente, o Jornal dos Desportos quis saber do vice-presidente para as selecções nacionais, se a direcção da FAB vai instaurar um processo disciplinar contra o poste angolano.

“É prematuro estarmos a falar de um processo disciplinar. Nós chegamos ontem e hoje (ontem) a direcção da federação vai reunir para fazermos um balanço, daquilo que foi a nossa participação”, finalizou Benjamim Romano.

A semana ficou marcada, sem sombras de dúvidas, pelo vídeo colocado pelo internacional angolano, Yanick Moreira, dando conta de que a selecção nacional havia sido expulsa do hotel e que os atletas haviam sido colocados a um teste de fome, quando regressavam para a capital do país, Luanda.

Fonte: JD

iPhone 11: Apple apresenta nova gama de smartphones

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O gigante californiano apresentou uma nova gama de smartphones, o iPhone 11 (o modelo básico, por 699 USD), o 11 Pro (999 USD) e o 11 Pro Max (1.099 USD).

O iPhone 11 está equipado com um novo processador, o “A13 Bionic”, que deve dar uma vantagem técnica à Apple em relação a seus concorrentes.

Há anos, a Apple organiza conferências que geram enormes expectativas e nas quais apresenta um novo iPhone, cada vez mais sofisticado, quando se aproximam as festas de fim de ano.

Jovens têm oportunidade de criar o seu próprio negócio

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A directora da camara do comércio Angola Brasil e também Directora da empresa Terra Brasil, Camila Silveira, já formou mais de cinco mil jovens em empreendedorismo e apoia os jovens na criação e execução deste projecto.

A empresária Brasileira, está a andar pelo país a instruir os jovens e a conceder empréstimo de maquinaria para os jovens começarem o seu negócio, no quadro da relação com a Câmara de Comércio Angola-Brasil, o Grupo tem em carteira 110 cursos ligados ao fomento de negócios, com o objectivo de potenciar parcerias e fidelizar clientes dos mercados de Angola e Brasil.

Estas acções de formação já passaram por Luanda, Benguela e bem recentemente no Cunene, e a partir de Outubro nas províncias do Cuanza Sul e Lundas Norte e Sul, até atingir as 18 províncias de Angola, a empresária também tem sido convidada a proferir palestras de gestão e motivação a nível internacional.

Camila Silveira avançou que os participantes das jornada empreendedoras consigam tirar o mãximo de  proveito e que os formandos possam  transformar a teoria em prática, e que sejam casos de sucesso como é o caso do senhor Fernando, um dos formandos que acreditou no seu projecto e hoje tem a sua máquina de churros e já emprega cerca de 30 jovens.