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Helicóptero que matou Kobe Bryant tinha nove pessoas a bordo

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Em entrevista colectiva realizada pela polícia de Calabasas, na Califórnia, as autoridades afirmaram que havia nove pessoas a bordo do helicóptero que caiu hoje (26), matando o ex-jogador de basquete Kobe Bryant.

As informações anteriores eram de que cinco pessoas haviam morrido. De acordo com afirmação actualizada da polícia, a aeronave levava oito pessoas e o piloto.

O acidente ocorreu às 9h47 da manhã no horário local (14h47 no horário de Brasília). Com a queda, o helicóptero pegou fogo e as chamas foram apagadas com dificuldade pelos bombeiros da cidade. Segundo a polícia, as investigações sobre as causas do acidente estão em andamento.

Filha também morre no acidente

A imprensa norte-americana também confirmou que uma das filhas do ex-jogador, Gianna, de 13 anos, também estava no helicóptero. O comissário da NBA, Adam Silver, publicou uma declaração lamentando a morte de Bryant.

“A família NBA está devastada pela morte trágica de Kobe Bryant e sua filha, Gianna”, disse Silver, em nota publicada no Twitter. Os outros passageiros da aeronave ainda não foram identificados, e os legistas afirmam que a identidade deles será revelada após testes de DNA.

Nenhum angolano na China está infectado

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Sílvia Lutucuta

Nenhum dos cerca de 200 angolanos que vivem na China está infectado pelo coronavírus, o misterioso surto viral que, desde o dia 12 deste mês, assola algumas regiões daquele país asiático, garantiu, ontem, em Luanda, a ministra da Saúde.

O surto, que teve o epicentro na cidade de Wuhan, já afectou 1.300 pessoas e causou 41 mortos, colocou outros países em estado de alerta. O número de infectados com o vírus ultrapassa provavelmente o milhar de casos e é muito superior ao avançado pelas autoridades locais, segundo investigadores britânicos.

Ontem de manhã, o Ministério da Saúde reuniu com os parceiros, num encontro multissectorial que envolveu equipas técnicas, para traçar um plano de acção, que visa a execução de medidas assertivas de prevenção de uma eventual circulação do vírus no país.

Em declarações à im- prensa, no final do encontro, a ministra da Saúde disse que Angola tem já traçado um plano de contingência a ser executado por vários órgãos ministeriais, para o controlo e prevenção de uma eventual epidemia no país.

“O nosso país tem uma grande circulação de pessoas e bens vindas da China e da Ásia, então é preciso que tomemos as medidas que se impõem, recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, disse Sílvia Lutucuta.

Trabalham em conjunto técnicos dos Ministérios do Interior, Transportes, Comércio, Comunicação Social e outros subsistemas de Saúde do sector público.

De acordo com a ministra, até ao momento a região africana não registou nehum caso de coronavírus, mas sublinhou a necessidade de reforçar a prevenção.

“Temos espalhados pelos principais pontos de entrada do país, técnicos de Saúde Pública multidisciplinar, devidamente preparados para fazer o controlo em todas as áreas”, garantiu.
No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, há equipas de técnicos de Saúde Pública, munidos com equipamentos sensorias, detectores e medidores de temperatura corporal.

“As nossas equipas estão destacadas por turnos, cobrindo a zona 24 horas por dia. Estamos atentos a qualquer situação que possa advir e entrar no nosso território”.

Sílvia Lutucuta garantiu que as equipas do Ministério da Saúde estão preparadas para, na eventualidade de se detectar um caso, isolar rapidamente o passageiro, que deve receber os primeiros socorros e depois ser evacuado para uma unidade de referência para ser submetido ao devido tratamento.

Construção do hospital em duas semanas

Na China, um segundo hospital será especialmente construído “dentro de duas semanas” na cidade de Wuhan, o epicentro do novo vírus que atinge o país, para tratar os doentes, noticiou ontem o People’s Daily.

O novo hospital terá capacidade para 1.300 camas, as quais se somarão aos mil leitos previstos para o primeiro hospital para pacientes portadores do vírus e será construído em dez dias, conforme foi anunciado na sexta-feira, acrescenta o jornal estatal.

A China vai avançar com medidas nacionais para rastrear o novo vírus nos transportes públicos e, a circulação de veículos não essenciais já está proibida em Wuhan.

Site da Imogestim cancela inscrições poucas horas após ir ao ar

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A madrugada de hoje foi vivida com muita intesidade por quem sonhava com a inscrição para adquirir uma residencia na nova centralidade do Zango 5.

Infelizmente para a tristeza de muitos aproximadamente quatro horas após o site ir ao ar, já as inscrições estavam canceladas. Pessoas há que passaram a noite em branco para tentar fazer a submissão e por causa das varias interrupções na comunicação com a plataforma não viram os seus desejos realizados. Houve quem deslocou-se de madrugada a locais com melhores acessos a internet com a expectativa de conseguir uma vaga nas mais de duas mil residencias disponiveis mas também sem sucesso.

Segundo a nota de cancelamento, futuramente saberemos das novas datas para as inscrições, como consta na pagina da Imogestin: https://www.imocandidaturas.co.ao/FrmCandidaturas/VisualizarCandidatura

info@kilambanews.com

PALOP adotam medidas para travar coronavírus

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Angola e Moçambique adotaram medidas preventivas contra o coronavírus, enquanto Cabo Verde aconselhou cabo-verdianos na China a seguirem as indicações de Pequim. Vírus já matou pelo menos 41 pessoas em território chinês.

O Governo de Angola anunciou este sábado (25.01) uma série de medidas para prevenir o país de eventuais casos de contaminação por coronavírus, que já matou pelo menos 41 pessoas na China.

O plano inclui a instalação de termómetros no Aeroporto Internacional de Luanda e a implementação de medidas preventivas também nos portos, fronteiras terrestres e locais com grande fluxo de pessoas.

A informação foi avançada pela agência de notícias estatal angolana, ANGOP, que citou a ministra angolana da Saúde, Sílvia Lutucuta: “A instalação de termómetros no aeroporto vai ajudar a identificar rapidamente as alterações da temperatura corporal e ter atenção especial aos passageiros que chegam”.

Ainda de acordo com a ANGOP, a ministra frisou que, nessa fase, o importante é que o cidadãos façam a higienização das mãos e estejam atentos a sintomas como tosse, febre alta e dificuldade ao respirar – principais sintomas relatados por pacientes na China e nos países onde o vírus já se propagou.

Moçambique intensificou medidas
Entre os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), também Moçambique anunciou esta semana medidas contra o coronavírus. Na última quinta-feira (23.01), o Ministério da Saúde de Moçambique assegurou que intensificou o controlo nos principais pontos de entrada de estrangeiros como medida de prevenção.

“Intensificámos a vigilância nos principais pontos de entrada no país, sobretudo, para os viajantes provenientes das zonas afetadas, a República Popular da China”, disse a chefe do Departamento de Vigilância em Saúde no MISAU, Lorna Gujirate, em declarações ao canal público Televisão de Moçambique (TVM).

Além disso, na sexta-feira (24.01), a diretora nacional de Saúde de Moçambique, Rosa Marlene, também garantiu que a vigilância foi reforçada no país: “Reforçámos a vigilância em todos os postos de entrada, por exemplo, ao nível dos aeroportos. Fazemos uma história [entrevista] para saber se a pessoa viajou à China, com quem esteve e qual o contacto que teve, se tem febre ou não. As pessoas que viajaram à China são o nosso foco. Não é qualquer pessoa que tem de passar pelo controle”.

Cabo Verde aconselhou estudantes
Por seu turno, o Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, apelou na sexta-feira (24.01) aos estudantes cabo-verdianos na China para seguirem “escrupulosamente as indicações das autoridades sanitárias”, face ao risco que representa o coronavírus.

De acordo com a mensagem divulgada pelo chefe de Estado, Jorge Carlos Fonseca falou com a embaixadora de Cabo Verde na China, Tânia Romualdo, contacto que serviu para fazer um ponto de situação sobre os efeitos do vírus que atinge várias regiões daquele país asiático. “E, nomeadamente, sobre a situação dos nossos estudantes”, descreveu Jorge Carlos Fonseca, aludindo aos 350 cabo-verdianos que estudam na China.

O Presidente garantiu que a situação está a ser acompanhada pela embaixada, não havendo notícia até ao momento de qualquer caso que afete a comunidade cabo-verdiana. “Mas é preciso estar atento e seguir escrupulosamente as indicações das autoridades sanitárias”, afirmou Jorge Carlos Fonseca.

Vírus chegou à Europa
O novo vírus, que causa pneumonias, foi detetado na China no final de 2019 e provocou a morte a pelo menos 41 pessoas e infetou mais de 1.300 em vários países. Entretanto, a infeção já foi registada em França, primeiro país europeu com casos do vírus.

O Governo da França divulgou na sexta-feira que foram confirmados três casos do coronavírus. Todos os pacientes estiveram recentemente na China e estão hospitalizados.

Além do território chinês e da França, foram confirmados casos em Macau, Tailândia, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Malásia e Austrália. Ainda não há registo do vírus em África.

Ao longo dos últimos dias, as autoridades chinesas proibiram as entradas e saídas de Wuhan e várias cidades na região, afetando mais de 50 milhões de chineses, e, hoje, decretaram que apenas veículos de emergência podem circular na cidade onde teve origem o surto.

Mais três escolas para a Capital

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O governador provincial de Luanda, Sérgio Rescova, garantiu para breve a inauguração de mais três escolas para o ensino geral em alguns municípios da capital.

Em declarações à imprensa, por ocasião ao 444.º aniversário da cidade de Luanda, assinalados, ontem, o governador disse que o Executivo, particularmente o Governo da Província (GPL), está a trabalhar de forma afincada para a inclusão de novos alunos dentro do sistema de ensino.

Sérgio Luther Rescova recordou que no ano lectivo passado foram inscritos 141 mil novos alunos.
“Pensamos que com a abertura de mais unidades de ensino, vamos obter o dobro daquilo que foi a oferta do ano lectivo transacto, no que toca ao grosso de estudantes que frequentaram o ensino em Luanda”, disse Sérgio Rescova.

Reconheceu que os esforços desencadeados até ao momento ainda carecem de mais complementaridade, sublinhando existirem indicações por parte do Executivo, para que a preparação do presente ano lectivo seja mais robusta, de modo a permitir a redução do número de crianças fora do sistema de ensino.
O mais alto mandatário da província referiu que é preciso que se tenha em conta o crescimento populacional, apontando que “as nossas metas e planificações, do ponto de vista da oferta escolar, tem contado com este percalço, não só dos cidadãos de Luanda, mas também de pessoas que saem das restantes províncias e estrangeiros que escolheram esta localidade para viver”.

Época chuvosa

A chegada da época chuvosa e os preparativos para atenuar os eventuais constrangimentos causados pelo fenómeno, é outra preocupação manifestada pelo governador de Luanda.

Sérgio Luther Rescova disse que o Governo Provincial de Luanda tem trabalhado na prevenção, de modo a evitar que as chuvas que se abaterem sobre Luanda, não se traduzam em prejuízos materiais e humanos.

Na sua intervenção, o governador provincial sublinhou a implementação de um conjunto de medidas de mitigação que têm resultado no desassoreamento, reperfilamento e limpeza das principais linhas de drenagem da cidade de Luanda (valas, valetas) e outros canais de águas residuais e pluviais que dificultam a passagem das águas.

“Temos consciência que ainda não é o que se pretende. As inundações e intransitabilidade nas estradas vão deixar de ser problema, quando concluirmos o programa de implementação da macro-drenagem da província de Luanda”, argumentou o governador.

Cúmplices de uma meia República – Edy Lobo

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Tudo começou com o verbo “arrestar” que arrastou-se até ao presente momento e continua até a arrastar vidas que, de inócuas, pouco ou nada tinham enquanto possuidores de decisões administrativas em prol de um bem comum. A via “stress” Isabel dos Santos, que nada tem a ver com a via expressa Fidel de Castro, ainda tem muitos contornos apertados que precisam ser desafogados do caminho para facilitar a passagem dos transeuntes que hoje rejubilam com algum garbo algumas decisões que são tomadas pelos órgãos de justiça desta meia república que somos todos cúmplices. Em tom meio que jocoso mas erudito quero refrescar algumas mentes sobre alguns conceitos pertinentes para se perceber sobre o que se está a passar.

Uma República (do latim res pública, “coisa pública”) é uma estrutura política de Estado ou forma de governo em que, segundo Cícero são necessárias três condições fundamentais para caracterizá-la: um número razoável de pessoas (multitude); uma comunidade de interesses e de fins (communio); e um consenso do direito (consensus iuris). Nasce das três forças reunidas: libertas do povo, auctoritas do senado e potestas dos magistrados. A República é vista, mais recentemente, como uma forma de governo na qual o chefe do Estado é eleito pelo povo ou seus representantes, tendo a sua chefia uma duração limitada. A eleição do chefe de Estado, por regra chamado presidente da república, é normalmente realizada através do voto livre e secreto.

De acordo a explicação supra e pelo que se tem visto na nossa “República” um vocábulo foi muito bem interiorizado: interesses; relegando para plano do fundo o fundamental: coisa pública. Uma república é feita com um número considerável de pessoas. Essas pessoas são participes indirectas nas tomadas de decisões em que o então chefe do estado toma em prol do bem público. Não foi o que se viveu durante muito tempo na nossa “Res Pública”.

Inúmeras decisões de governação foram tomadas para benefício de um pequeno grupo de pessoas partidárias sob o olhar sereno e tranquilo da maioria. Acredito que o mais sensato seria mudar também o termo de “República” para “Res privada” ou então meia república, porque de público mesmo, a nossa, só no papel.

Em todas as repúblicas há sempre um grupo insatisfeito que a cada decisão que é tomada em Assembleia do povo com um cariz “filantrópico” tem a pretensão de revogar mas suas vozes e pseudónimos são alterados e passam de cidadãos comuns para cidadãos Revús e por força de uma maioria alienada são vistas como pessoas non gratas. No meio de tudo isto, interesses egoístas foram destruindo um bem que poderia ser bom para todos.

Hoje temos um ensino e educação debilitados, uma saúde pública em coma por culpa de seres (des)humanos nacionais e a maioria dos cidadãos da república acompanharam impávidos e serenos. Hoje temos o país que temos por culpa própria. Somos cúmplices desta meia república.

Durante muito tempo nos mantivemos calados não muito por vontade própria também e há que se ter em conta isto. O sistema governativo não permitia concorrência verbal. Então muitos adoptaram a passagem de Ecclesiastes: “Há tempo para se falar e tempo para se calar”.

Com a “mudança” de governo desde 2017 nota-se que agora é tempo para falar. Foram dadas aberturas. Está na hora de alterar os paradigmas de governação. Está na hora de tornar a coisa PÚBLICA; para as pessoas, governar para as pessoas e não para os próprios umbigos. E isto só é possível com humildade e reconhecimento das asneiras cometidas num passado distante. A luta pela corrupção é bandeira de governação.

Hoje vários nomes que defraudaram o país vêm à tona em busca de alguma justiça mas sejamos sinceros: Se quisermos na verdade acabar com a corrupção em grande escala teríamos que reiniciar o país. Mas comecemos pelo topo. Quiçá os “cambomborinhos”, responsáveis de alguns cargos públicos abram os olhos e comecem a governar para o público mesmo e não para os seus familiares.

Ainda vai rolar muito pano para manga e devo admitir que é uma honra presenciar este capítulo de mudança governativa pouco dramática do meu país. Que a luta pela corrupção não seja apenas por interesses políticos e manutenção de poder mas para agradar a maioria que já há muito tempo tem estado a sofrer: o povo.

Lançamento da 5a edição do Concurso Nacional de Criação de Jogos Digitais

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A Comissão Organizadora do Concurso Nacional de Criação de Jogos Digitais, integrada pela Universidade Metodista de Angola, Universidade Agostinho Neto e o Instituto Superior Politécnico Metropolitano de Angola realizou, no passado dia 23 de Janeiro (quinta-feira), a cerimónia de lançamento da 5a edição do Concurso Nacional de Criação de Jogos Digitais (CNCJD). O evento teve lugar nas instalações do Centro Cultural Brasil Angola (CCBA), em Luanda.

Numa parceria com o CCBA, a 5a edição do concurso visa incentivar a criatividade e desenvolvimento de jogos digitais por meio da identificação, selecção e motivação de talentos para a promoção da cultura científica nacional, através da transferência de tecnologia e empreendedorismo de base tecnológica.

Os candidatos poderão desenvolver os jogos em diferentes dispositivos electrónicos que utilizem sistema operativo como Android, IOS, Windows e outros, que agregam valores em questões relacionadas com os modelos educacionais, inserção da ciência, tecnologia, diversão e inovação no desenvolvimento da sociedade.

Os vencedores da competição terão a oportunidade de participar em concursos nacionais e internacionais como Feira do Inventor/Criador Angolano, Imagine Cup, Talentos Tecnológicos e outros eventos que decorrem em Angola.

A 5a edição do CNCJD está enquadrada no âmbito dos Programas de Identificação, Selecção e Motivação de Talentos, Promoção da Cultura Científica e da Transferência de Tecnologia e Empreendedorismo de Base Tecnológica, da Estratégia Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação do País, alinhado com a Política Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação de Angola.

O Estado não reconhece a figura do trespasse nas centralidades

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O Fundo de Fomento Habitacional avançou esta semana, que aqueles moradores das centralidades que adquiriram as suas residências por via do trespasse, não são considerados os legítimos proprietários dos imóveis.

O administrador do Fundo de Fomento Habitacional, Adilson Silva, que falava durante a apresentação do portal de candidatura para as casas do Zango 5, que o
Estado não reconhece o trespasse como um documento válido para justificar a titularidade de um imóvel nos projectos habitacionais.

“O Estado não reconhece a figura do trespasse nos projectos habitacionais”
Administrador do Fundo de Fomento Habitacional diz que único dono é quem assinou o contrato com o Estado.

Adilson Silva disse que “para quem adquiriu casa nas centralidades através de trespasse, o Estado continua a considerar o vendedor, que celebrou contrato com o Fundo de Fomento Habitacional, ou a Sonip, na qualidade de promitente comprador, como único proprietário do imóvel”.

Trespasse é uma forma de contrato que transfere a titularidade de um bem ou imobilizado a outrem. “ Temos recebido várias solicitações de pessoas para passarmos os apartamentos em seus nomes porque adquiriram através de trespasse, mas o Estado não reconhece essa figura contratual na aquisição de moradias nos projectos habitacionais”, explicou Adilson Silva

Fonte: Vanguarda

Startup japonesa quer lançar carro voador em 2023

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A SkyDrive Inc está a realizar testes de voo numa instalação em Nagoya.

Astartup japonesa SkyDrive Inc partilhou planos de lançar um carro voador em 2023, estando atualmente a desenvolver o veículo conduzindo testes no interior de instalação própria em Nagoya, Japão.

“Estamos certos que o nosso produto melhorará as vidas dos consumidores por todo o mundo ao oferecer eficácia de movimento e criar felicidade em voar – seja ligando as pessoas aos seus empregos, à família ou às férias de sonho”, apontou o CEO da SkyDrive, Tomohiro Fukuzawa, de acordo com o Mirror.

O modelo desenvolvido pela SkyDrive tem um comprimento de 3.6 metros e, na estrada, consegue circular a uma velocidade de 100km/h, enquanto no ar chega aos 60km/h. A produção em massa está prevista começar em 2026.

Filme angolano “Ar Condicionado” concorre a dois prémios na Holanda

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O filme do realizador angolano Fradique, “Ar Condicionado”, concorre a dois prémios no Festival Internacional de Cinema de Roterdão (IFFR, na sigla em inglês), nomeadamente Audience Award e Fipresci Award.

O evento acontece de 22 de Janeiro a 2 de Fevereiro deste ano na capital da Holanda.

A produção angolana está seleccionada na categoria Bright Future, que distingue talentos emergentes que trabalham com assunto original e um estilo individual.

Segundo uma nota de imprensa a que a Angop teve acesso, o filme tem estréia mundial no festival dia 24 deste mês. Em Angola será exibido no mês de Abril.

A longa, de acordo a nota, narra a história de Matacedo e Zezinha, um guarda e uma empregada doméstica, que trabalham no mesmo prédio, no centro da cidade capital de Angola, Luanda, onde os aparelhos de ar condicionados começam misteriosamente a cair e os dois tem a missão de recuperar o aparelho do chefe.

Essa missão leva-os à loja de materiais eléctricos semi-abandonada do kota Mino, que está a montar, em segredo, uma complexa máquina de recuperar memórias.

“Ar condicionado ” é a primeira longa-metragem de ficção do realizador Fradique e da Produtora geração 80.

Além da Holanda, o “ Ar condicionado ” já tem presença garantida em 2020 no Redsea Film Festival na Arábia Saudita, Festival Internacional do Filme de Fribourg, Suiça e Internacional Filme Festival de Innsbruck na Áustria.