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Dicas e truques – Progressive web apps

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Esta 4a edição é direcionada a todos os profissionais, entusiastas em tecnologia e empresas que pretendem saber mais sobre as PWA’s (Progressive Web apps) para o desenvolvimento offline.

clique no link abaixo para baixar o pdf com a sessão de demonstração.

Encarregados e estudantes discordam do pagamento de 60% das propinas

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Encarregados de educação e associações estudantis estão indignados com a medida dos Ministérios da Educação e do Ensino Superior, divulgada na terça-feira, que obriga o pagamento de propinas de 60 por cento nas escolas privadas enquanto durar o Estado de Emergência, resultante da pandemia de Covid-19.

A encarregada Júlia Baptista, que tem dois filhos no ensino primário num colégio privado, afirmou que a decisão do Governo contraria o direito do consumidor, uma vez que as pessoas são forçadas a pagar por um serviço não prestado.


Cabeleireira de profissão, a jovem disse que, neste período, ficou sem poder desenvolver a sua actividade, por isso não sabe a quem cobrar para pagar a propina dos filhos. “Por conta das medidas de prevenção, o meu ganha pão encerrou, tal como outros serviços, mas não vou retirar o bem de outrem como se fosse culpado desta paralisação”, explicou.


“O próprio Governo que combate a desonestidade na actividade comercial ou económica está a permitir que o pacato cidadão seja extorquido”, acusou, para acrescentar que os filhos, durante um mês em casa, não receberam aulas, nem por via das ferramentas digitais.


O encarregado Costa Sebastião sublinhou que ainda não está a acreditar na medida tomada pelos Ministérios da Educação e do Ensino Superior, por desconhecer o que os seus filhos consumiram do colégio.


“Todos sabemos que pagamos aquilo que consumimos, mas, neste caso, não encontro explicações”, disse.
“Se o Estado de Emergência durar mais dois meses, vamos pagar sem benefício nenhum. Onde é que já se viu”?

Para Costa Sebastião, os colégios realizam uma actividade comercial importante, tal como os moto-taxistas que também viram a sua actividade paralisada. “O Governo tinha de orientar também para que os passageiros pagassem pelos dias que os mototaxistas ficaram parados”.

Já a encarregada Marta Teixeira considerou que os professores de colégios merecem um salário, tal como os outros profissionais que estão desempregados durante o período do Estado de Emergência. “Uma medida do género beneficia um grupo. Valia a pena se o Estado anulasse o ano lectivo, porque o encarregado que não trabalhou vai pagar com que dinheiro se não teve salário?”


O presidente da Associação dos Estudantes das Universidades Privadas, Joaquim Costa, disse que tomaram conhecimento por via da comunicação social, sem serem consultados pelo Ministério do Ensino Superior.


O líder estudantil afirmou que a decisão foi muito imperativa, tendo em conta que o processo estava em negociação. “Ontem tivemos reunidos com a Associação dos Promotores das Universidades Privadas em vídeo conferência. Ainda ontem recebemos uma mensagem por telefone do ministério que confirmava a recepção da nossa carta”, disse, para admitir que a organização acredita que foi uma medida talvez imposta ao ministério.


“Assustamos os pronunciamentos do secretário de Estado do Ensino Superior, porque somos parceiros e não fomos convidados para participar em nenhuma reunião”.


Joaquim Costa assegurou que muitos estudantes, sobretudo do primeiro ano, não tiveram a oportunidade de conhecer os professores todos, porque foi a primeira semana de aulas, quando se decretou o Estado de Emergência.


“Mesmo sem nenhuma aula já tinham pago o mês de Março. Agora estão a ser obrigados a pagar os meses que não tiveram aulas. É muito triste…”
Joaquim Costa afirmou que aguardam pelo esclarecimento do Ministério do Ensino Superior, para saber os indicadores aplicados que influenciaram na decisão.


“Queremos pedir calma à comunidade académica que apela à via da manifestação. Vamos primeiro dialogar”, avançou, para admitir que, desde as primeiras horas de ontem, estão a receber forte pressão dos associados.

Angomart continua ajudar famílias carenciadas de Luanda

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O Presidente do conselho de administração do grupo Angomart Nazim Charania, Sukant Kumar e mais 8 empresários tornam a prevenção ao covid-19 ainda mais pessoal.

Para além, dos esforços que o grupo de empresários Indianos  faz em nome das empresa que gerem, os mesmo decidiram a título pessoal apoiar  a prevenção do covid-19 com a entrega de 11.000.00 caixas de cestas básicas à campanha  Luanda Solidária, no Posto Aduaneiro da Petrangol.

A entrega foi recebida por Sua Excelência Sr. Governador da Província de Luanda,  Sérgio Luther Rescova Joaquim que agradeceu o esforço e apoio dos empresários .

Parte das cestas básicas entregues a campanha, destinam-se também a apoiar  os sinistrados das chuvas que se abateram sobre a capital no sábado passado.

Solidários com o povo Angolano o grupo de empresários prometeu continuar com o apoios a esta causa.

info@kilambanews.com

Moradores do Kilamba são a favor da prorrogação do Estado de Emergência

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Há 3 dias do fim da segunda etapa do Estado de Emergência, à nossa equipa foi a rua e ouviu as opiniões dos moradores da cidade do Kilamba, sobre a prorrogação ou não do isolamento social (EE- Estado de Emergência). A maioria que ouvimos é de opinião há favor da prorrogação por mais 8 ou 15 dias, por uma questão de segurança.

Para o senhor Lucas César, de 52 anos de idade, militar de ocupação, diz que numa perspectiva de prevenção, há necessidade de prorrogação, apesar de estarmos já numa segunda fase do EE, ainda assim, senhor Lucas pede que o Estado deve rever todas as nuances desta medida, porque entende que há pessoas que estão a sentir mais na pele do que as outras. “ Há sim necessidade da prorrogação do EE, pois que estamos a verificar o aumento de casos, então por uma questão de prevenir o governo deve sim avançar com esta medida”.

Chandinho Moco de 60 anos de idade e já reformado, entende que apesar de sermos um país jovem, não podemos descurar as medidas de prevenção e segurança e temos que aprender com os erros dos outros. Por isso ”É necessário que seja prorrogado o EE e tendo em conta as situações que já tivemos no passado, como é o caso da Febre-amarela, onde demoramos a agir, não cumprimos com todos os procedimentos e vimos no que deu, por isso é uma grande lição que tiramos daí e nós aprendemos, agora com o COVID-19 começamos a agir cedo, e temos que continuar com EE por pelo menos mais 15 dias para termos o sucesso que almejamos”.

José António de 33 anos de idade, Director financeiro de uma instituição e André Salgado de 32 anos, dirigente desportivo, são unânimes há favor da prorrogação do EE, para o dirigente desportivo o estado deve prorrogar por mais 8 dias, para melhor controlo da pandemia, em função dos 5 novos casos que surgiram, para o gestor financeiro é imperioso que se prorrogue o EE, uma vez que estamos próximo da época de cacimbo, onde muitos casos poderão vir a tona.

Bráulio Guedes, engenheiro informático, de 23 anos, diz que os primeiros 30 dias de EE já nos ajudou muito a não atingirmos números assustadores, por isso é de opinião que o presidente da República, João Lourenço deve sim prorrogar o Estado de Emergência.

Várias opiniões foram apresentadas, uns concordam, outros nem por isso, por exemplo, as senhoras Nilda Costa, de 37 anos de idade, assistente administrativa. E a Júlia Fonseca de 40 anos, educadora de infância, são de opinião que não deve ser prorrogado o EE, uma medida que até o momento, independentemente de ser boa, já criou muitos constrangimentos.

Dona Nilda acabava de pagar os impostos da firma que representa e nos confidenciou que a nível da empresa que trabalha, estão neste momento a estudar soluções para o pagamento dos salários, mas que não está fácil, para ela “O Estado de Emergência não deve ser prorrogado, e se for prorrogado, deve haver algumas excepções” para dona Nilda, as escolas, restaurantes e salões de festa devem funcionar normalmente. Dona Júlia diz estar cansada de estar em casa, porém a prevenção e as medidas devem ser seguidas” Trabalho com crianças e entendo que o estado de Emergência não deve ser prorrogado sob pena de afectar a saúde mental das crianças, porque elas precisam interagir com outras crianças”

Do inquérito que fizemos, mais de 40 pessoas disseram-nos que é mesmo necessário prorrogar o Estado de Emergência e tudo porque nos últimos dias termos verificado o aumento de mais cinco novos, importa realçar que estes casos foram de contágio por pessoas que já estavam em isolamento no hotel kilamba, neste momento o país está a 4 dias sem novos casos, mas há informações ainda não oficiais de que um dos médicos cubanos está infectado de COVID-19, o que pode influenciar na decisão do estado em prorrogar o Estado de Emergência por pelo menos mais 15 dias.

info@kilambanews.com

Escola virtual: Uma ameaça à escola convencional?

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Já lá se foram os tempos em que a escola era considerada como a “segunda casa” e os professores “os segundos pais”. As perspectivas e seus ângulos posicionais alteraram significativamente. As instituições escolares convencionais hoje, vista pelos seus usuários, é tida como um centro de castigo e de aborrecimento total. Alguns alunos querem estudar mas não querem ir à escola e muitos professores querem ganhar dinheiro mas não querem trabalhar. Um dilema dos novos tempos causados por inúmeros factores que devem ser avaliados dentro de um sistema social contextualizado. 

Quais seriam alguns dos factores desmotivacionais? As razões são várias: “…Os jovens não gostam de ir à escola. Aprender não é divertido. O aprendizado é doloroso. Em geral, os professores são chatos e são um dreno do entusiasmo e da paixão pela vida dos alunos. Os chamados professores populares, na verdade, não ensinam nada aos alunos. E os raros professores inspiradores realmente afirmam as deficiências da escola: são inspiradores justamente porque têm êxito em transformar a sala de aula ou a escola em um ambiente de aprendizagem desafiador. Os moderados argumentarão que chegou a hora de priorizar o bem-estar na escola. O objetivo, dizem, é encontrar o equilíbrio certo entre trabalho e lazer, e o ideal é, e continua sendo, a “aprendizagem lúdica”; Jan Masschelein e Marteen Simons, “Em defesa da escola” (2013). 

Não há como não fazer menção aos órgãos máximos de uma nação quando a questão fundamental é a educação. Esforços consideráveis têm estado a ser envidados de forma a colocar o que realmente deve ser feito nos padrões exigidos mas ainda falta uniformização de pensamentos e quereres para se fazer o considerado certo. Ensino e aprendizagem não possuem outros paladares intelectuais que não sejam a formação integral do homem. Assim sendo, urge termos professores preparados ao mais alto nível tendo em conta os desafios que se nos são apresentados. Seria engraçado se não fosse jocoso mas ainda temos professores que não dominam algumas questões tecnológicas, tais como o uso de um computador e/ou das redes sociais. 

É obrigação de qualquer profissional acompanhar o meio em que vive para que não seja ultrapassado pelos desafios que lhes são impostos. 

Vivemos uma época que poderá ser considerada como o maior teste de estabilidade económica, emocional e administrativa de qualquer nação. Está quase tudo parado. Quase tudo porque nem tudo pode manter-se estagnado. A escola pode fechar mas o aprendizado não pode parar. Assim sendo, é necessário moldar os meios de apresentação dos conteúdos e adaptar aos variadíssimos níveis sociais dada a heterogeneidade de cada estado-nação. 

Portugal, mais especificamente, tem estado a efectuar uma série de tele-aulas e aulas no sistema on-line para alguns alunos, por causa da pandemia do Covid-19. Angola, no quesito das tele-aulas, tem estado também a dar alguns passos, tendo sido considerado pela crítica, como uma mais valia. Mas será que os procedimentos têm sido de benefício geral? Quantos alunos têm a oportunidade de fazer parte do sistema de aulas televisivas? Quantos professores em Angola, digo Angola e não Luanda, teriam a capacidade financeira, inclusive, para dar aso a um sistema de monitorização de aulas via internet? Já ouvi falar do projecto “Água para todos”. Será que existe um projeto “Luz eléctrica para todos?”. 

Está claro que condições ainda não estão criadas para um avanço no sistema de ensino concernente ao uso dalgumas tecnologias de informação. O que se deve antes demais é melhorar o sistema convencional que alberga um número maior de participantes e com o tempo prepararmos profissionais da educação e seus principais “jogadores” para um novo sistema de ensino-aprendizagem, desta, à distância. 

Portanto, saibamos que, o comprometimento é geral e não apenas dos responsáveis governamentais do sistema de ensino-aprendizagem. 

Por: Edy Lobo 

Hábitos e Comportamentos dos Angolanos na Internet em 2018

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WhatsApp permitirá videochamadas com máximo de oito participantes

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É o que indica a mais recente versão beta disponível para Android e iOS.

OWhatsApp pode estar a preparar-se para aumentar o limite máximo de participantes em videochamadas de quatro para um total de oito.

Quem o diz é o site WABetaInfo, que encontrou o novo limite na mais recente versão beta do WhatsApp disponível para Android e iOS. Como pode ver na imagem abaixo, para conseguir participar em videochamadas com oito participantes os utilizadores terão de descarregar a mais recente atualização.

Ainda não é conhecida a data em que será lançada esta atualização mas, dado que a funcionalidade já está presentes nas duas versões do WhatsApp, é possível que não demore muito mais.

Covid-19: TAAG dispensa colaboradores

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Os colaboradores reformados da transportadora aérea nacional (TAAG), com contratos de continuidade, deverão ser desvinculados contratualmente, nos próximos dias, devido ao impacto negativo do novo coronavírus (covid-19) na actividade dessa empresa, soube a Angop.

Com efeito, segundo uma nota à imprensa, “os distintos directores desta operadora aeronáutica apresentaram, aos seus administradores os nomes dos colaboradores reformados com contratos de continuidade, que deverão ser terminados na generalidade”.

As eventuais excepções serão aprovadas pelo presidente da Comissão Executiva (CE) da empresa, que conta com um Bureau Sindical (BS), Sindicato dos Pilotos de Linhas Aéreas (SPLA), Pessoal Navegante de Cabine (PNC) e Oficial de Operaçõesde Voos (OV’S).

A par dessa medida, os responsáveis de todas as áreas da companhia apresentaram também aos respectivos administradores os nomes dos colaboradores, correspondentes a 30 por cento da força de trabalho, que deverão estar a trabalhar em regime permanente.

Diante desse cenário, a CE da TAAG pretende partilhar com os funcionários, através dos seus representantes sindicais, as dificuldades actuais e as soluções que se impõem para a sobrevivência da firma, que assegurará rigorosamente todos os direitos dos trabalhadores.

Segundo o documento, face ao contexto presente, prevê-se reduzir frequências de voos e até mesmo suspender-se algumas rotas, com vista a uma operação auto-susntável, cujas receitas devem cobrir todos os custos operacionais, para a sobrevivência da companhia.

Todavia, avança o comunicado, o grande desafio situa-se nos custos de estrutura, em que as despesas com o pessoal representam já um valor absolutamente desajustado à dimensão da operação, o que será fortemente agravado pela redução drástica da operação.

Nesse período de excepção temporária, a TAAG está apenas a realizar voos humanitários, essencialmente de carga, a pedido de instituições e sujeitos à autorização da tutela (Ministério dos Transportes), estando grande parte do suporte administrativo a trabalhar remotamente.

Fonte: Angop

Ex basquetebolista forma novos talentos

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Fale de si, quem é Jonilson Londa?
R: João Carlos Cunha Londa, nascido aos 30/12/88, filho de Domingos Cunha Londa e de Domingas Natália e natural de Luanda

Aonde/quando começou o interesse pelo desporto?
R: O meu interesse pelo basquetebol começou na minha rua porque havia um jogador (Chamussa) que hoje ele é meu mentor e eu seguia-lhe, no ano de 2000, depois fui jogar pelo Sporting de Luanda em seguida fui fazer um teste no Petro de Luanda e acabei por ser aceite e fiquei lá na formação.

Quem foram as suas inspirações iniciais?
R: As minhas inspirações iniciais foram Chamussa (meu mentor), Allen Iverson, Tracy Mcgrady, Steve Francis, Zé Neto, Carlos Almeida, Cristóvão Swing, Carlos Adelino, Edmar Victoriano Baduna, Benjamin Romano, etc.

Que perfil deve ter o skill trainer?
R: Perfil do Skill Trainer
Deve ter conhecimento da base, amor ao desporto e especialmente habilidades técnicas e táticas, atitude, disciplina, empenho, eficácia, paciência, perseverança e respeito acima de tudo.

Como começou o projecto LAB BASKETBALL SKILLS?
R: O projeto Lab basketball skills surgiu por meio de uma visão divina em 2017, dia 16 de Agosto, as 16h00 diante do repouso no meu sofá, me via a treinar com um grupo de atletas e a minha esposa e os meus filhos a passarem as bolas para os atletas.
Daí tomei a decisão de abrir mão do meu emprego, gerando assim problemas com a esposa, porque estava concebida na altura e me dizia como é que vás sustentar o teu filho e eu dizia Deus vai prover amor e ela dizia estás maluco isso sim e eu sempre concentrado no propósito, que ela não percebia a visão na altura mas a força de vontade e a certeza do propósito a qual o senhor me confiou deu-me forças para provar que era real o que eu estava a seguir, dai comecei a trabalhar com um atleta sem algum pagamento fui tendo mais e mais até que trabalhei com um atleta da seleção nacional aí começou a grande aventura para este mundo.

Como é composto?
R: O LAB é composto por um skill Trainer (eu), um preparador físico, e um team coach, uma equipa multidisciplinar.

Objetivos a longo prazo?
R: O nosso objectivo a longo prazo é ter um campo próprio para potencializar o nosso trabalho, dando um desenvolvimento sustentado. Gerar os melhores jogadores em Angola para as maiores ligas do mundo (NBA/Europa).

O que acha do estado actual do basquetebol nacional?
R: Mal, e precisamos sentar todos e juntos traçar metas a longo e médio prazo.
– E na sua opinião qual foi a causa?
R: A falta de criação de sistemas de desenvolvimento a partir das escolas por meio dos professores de educação física voltados ao basquetebol e mas academias extras de desenvolvimento e também a capacitação dos professores

O que faria para mudar?
R: O LAB já tem feito a sua parte como agente activo dando performance técnica individual aos atletas, mas queremos fazer mais.

O que acha da performance de Bruno Fernando na NBA?
R: No meu entendimento o Bruno está num processo de enquadramento na liga, pós embora alguns atletas da geração entraram já com um nível impactante mas ainda assim ele está a trabalhar para cada dia evoluir creio no desenvolvimento do Bruno step by step, mas precisa ser já por conta da demanda de jogadores super bons da mesma posição.

Que conselhos deixa aos principiantes na modalidade?
R: Aos principiantes eu desejo muita coragem, disciplina, paixão, e sacrifício, sonhar sempre sempre e sempre.

Assim foi a conversa com o nosso craque, prometemos trazer outras figuras no nosso desporto

Taxistas queixam-se de “excessos e extorsão” da polícia durante emergência

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Taxistas angolanos queixaram-se hoje de “excessos e extorsão” por parte de alguns agentes da polícia por “má interpretação” do decreto presidencial sobre o estado de emergência, devido à covid-19, principalmente das administrações e comandos municipais, em Luanda.

Segundo o presidente da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA), Francisco Paciente, prevalecem na via pública divergências entre os seus associados, autoridades administrativas e efectivos da polícia na percepção do seu trabalho em estado de emergência.

“Aproveitamos o encontro para apresentar as divergências que estamos a ter na via pública na interpretação do estado de emergência por parte das administrações municipais e dos comandos de polícia”, disse Francisco Paciente em Luanda.

Falando no final de um encontro sobre o sobre o impacto económico da covid-19 nas empresas do sector dos transportes, promovido pelo Ministério dos Transportes angolano, o responsável observou que os taxistas “conhecem os seus limites”.

O presidente da ANATA recordou que a actividade dos seus associados insere-se no âmbito das excepções, com o “respeito ao distanciamento social e a higiene das viaturas e passageiros”.

“Mas, o que verificamos é algum excesso por parte das administrações municipais e de comandos de polícia”, apontou.

Angola cumpre hoje o décimo dia do segundo período de estado de emergência que decorre até sexta-feira, com vista a conter a propagação da covid-19.

A primeira fase do estado de emergência em Angola decorreu entre 27 de Março e 10 de abri.

O país regista já 24 casos positivos do novo coronavírus, nomeadamente 16 casos activos, seis recuperados e dois óbitos.

Em estado de excepção temporária, os transportes públicos devem apenas um terço da sua capacidade de lotação, está proibida o serviço de mototáxi, sendo que a circulação e permanência de pessoas na via pública obedece a certos limites.

Francisco Paciente realçou, no entanto, que neste momento estão apreendidas centenas de viaturas que fazem o serviço de táxi, sobretudo nos municípios de Talatona, Belas, Kilamba e Cuacuaco “onde há muita arrogância por parte da polícia”.

“Apresentamos essas preocupações aqui ao ministro que garantiu, no âmbito da Comissão Interministerial de Controlo e Combate à Pandemia, abordar os ministérios do Interior e Administrações para que se ultrapasse esse diferendo”, notou.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 165 mil mortos e infectou quase 2,5 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 537 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando sectores inteiros da economia mundial.