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Júris do concurso “ Árvore De Natal Ecológica 2022” avaliam os trabalhos dos concorrentes no Kilamba

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Os membros da comissão de júri do primeiro concurso, “Árvore de Natal Ecológica 2022”, uma iniciativa da Administracão do Distrito Urbano do Kilamba, efectuaram na manhã da última sexta-feira, 30.12.2022, uma visita às escolas concorrentes, com o objectivo de constatar e avaliar as árvores de natal ecológicas, feitas pelos alunos.

Durante a visita, a comissão de júri, composta pela Directora Geral do Instituto Nacional de Gestão Ambiental,Hassana Lima, o Chefe de Repartição de Limpeza Pública, Embelezamento e Espaços Verdes, do Distrito Urbano do Kilamba, Nuno Santos, Gestora de Marketing da Empresa Stylus, Sofia Varanda, e a Chefe de Secção da Educação,Ensino, Ciências e Tecnologias e Inovação da Repartição da Educação do Distrito Urbano do Kilamba, Marcília Domingos que foram todos informados que num universo de vinte instituições escolares inscritas apenas quatro foram elegíveis ao concurso por cumprirem o regulamento.

A comissão passou ainda pelas escolas concorrentes que são: Escola primária e do 1º Ciclo, “Lucrécia Paim”,escola primária “Grutas do Nzenzo”, escola primária “Nginga Nkuvu” e a escola primária “11 de Junho”. Os membros puderam constatar um elevado esforço dos concorrentes na construção das árvores com materiais recicláveis. Após a visita, os júris mantiveram um encontro onde procederam à avaliação e o apuramento dos resultados, sendo que os vencedores serão conhecidos nos próximos dias e serão agraciados com vários prémios pela empresa patrocinadora, Stylus Navigator.

No final do encontro,Hassana Lima felicitou a iniciativa da Administração do Distrito Urbano do Kilamba, em trazer o conceito da árvore-de-natal ecológica. A Directora elogiou o empenho e o envolvimento dos professores de forma direta pela construção das árvores, principalmente com materiais recicláveis. Garantiu total apoio do Instituto Nacional de Gestão Ambiental e do Ministério do Ambiente nas acções similares, sugerindo ainda que outras escolas de vários níveis de ensino abracem a gestão ambiental.

Participaram da visita a Directora Geral do InstitutoNacional de Gestão Ambiental, Hassana Lima, o Chefe de Repartição LimpezaPública, Embelezamento e Espaços Verdes, Nuno Santos, a Gestora de Marketing daEmpresa Stylus, Sofia Varanda, Director de Marketing da Empresa Stylus, Eduardo Lubato, a Chefe de Secção da Educação, Ensino, Ciências e Tecnologias e Inovação da Repartição da Educação, Marcília Domingos, a Secretária do Administrador Adjunto para Área Financeira, Ana Kiluange, e a TécnicaAdministrativa do Gabinete do Administrador Adjunto para Área Financeira, Miriam Guimarães.

Morreu Bento XVI, o primeiro Papa emérito em quase 600 anos

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O papado de Joseph Ratzinger ficou marcado pela súbita e quase inédita saída do cargo por motivos de saúde. Morreu, este sábado, aos 95 anos.

Pouco menos de dez anos depois de ter abdicado do cargo, o Papa emérito Bento XVI morreu este sábado, confirmou o Vaticano. Joseph Aloisius Ratzinger tinha 95 anos.

“Com pesar informo que o Papa Emérito Bento XVI faleceu hoje às 9h34 [8h34 em Lisboa], no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano”, anunciou o Vaticano em comunicado, acrescentando que “assim que possível, serão enviadas novas informações”.

O corpo do Papa emérito estará, a partir da manhã de segunda-feira, dia 2 de janeiro, na Basílica de São Pedro “para que os fiéis se possam despedir”.

A sua morte surge depois de, no dia 28 de dezembro, o Papa Francisco ter pedido uma “oração especial” por Ratzinger, que estava “gravemente doente”.

Polícia regista 21 mortes nas últimas 24 horas

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A Polícia Nacional (PN) registou, nas últimas 24 horas, a ocorrência de 21 mortes, no país. Segundo o  porta-voz da Operação Natal Seguro, Comissário Orlando Bernardo, que falava à imprensa no quadro do balanço da situação de segurança pública do natal, foram registados 10 homicídios, oito mortes por acidentes de viação, um por presumível afogamento (em cacimba) e dois suicídios por enforcamento.

Falando em conferência de imprensa, o também director de Segurança Pública e Operações, acrescentou que a corporação realizou sete mil trezentos e vinte e oito (7.328) patrulhamentos, sendo 652 auto, dois mil e cento e sete (2.107) apeados, 497 motorizados, 552 de baixa visibilidade.

Os dados indicam uma cobertura de cento e quarenta e um (141) focos delituosos, cento e setenta e seis (176) barreiras polícias nas estradas, duas mil e novecentos e vinte (2.920) interpelações de viaturas, motociclos e transeuntes, sete (7) cumprimentos de mandados de detenção a marginais determinados.

Orlando Bernardo explicou que fizeram ainda o asseguramento a 461  igrejas, 391 paragens de táxi,  263  locais de convívio, 13 espectáculos musicais, 238 unidades hospitalares, 311 a instituições bancárias e arredores e a 45 praias.

Das acções realizadas, foi possível deter 299 cidadãos por crimes comuns, sendo 39 em flagrante delito, 44 por mandados de detenção, 56 em sequências investigativas, 12 citadinos estrangeiros em situação migratória irregular e 148 por violação da fronteira.

No mesmo âmbito, desmantelaram-se quatro grupos de marginais, nas províncias do Zaire (2), Luanda e Cuando Cubango (1) cada, bem como apreenderam 11 armas de fogo em Luanda (04), Cuanza Norte (06) e Huambo (01).

De igual modo, foram apreendidas cinco viaturas por infracções ao Código de Estrada, das quais três no Cunene, uma no Bié e Cuanza Norte, e 103 motociclos nas províncias do Cuanza Norte (35), Bié (27), Zaire (21), Cabinda (6), Lunda Norte (6), Cuando Cubango (4), Moxico (3) e Huambo (1).

No período de 24 a 25 de Dezembro do ano em curso foram empregues 22 mil e 882 efectivos engajados no patrulhamento ostensivo e asseguramentos de actividades religiosas e festivas. Apesar dos números, Orlando Bernardo disse que a situação de segurança pública no país é estável, na medida em que as forças de defesa e segurança garantiram a celebração da Ceia de Natal num clima de paz e harmonia social.

Portugal: Estudantes angolanos dizem “não” ao regresso

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A Associação de Estudantes de Angola em Portugal está preocupada com o facto de muitos jovens angolanos em formação neste país europeu manifestarem desinteresse em regressar ao país de origem.

Em entrevista ao Novo Jornal, o presidente da associação, Sivi Pedro, refere que os motivos alegados são a insegurança, os salários “pouco atractivos” ou a falta de oportunidades de emprego, defendendo que “é importante o Governo tomar medidas no sentido de obrigá-los a retornar, pois muitos têm um compromisso com o Estado que paga as respectivas bolsas de estudo”.

Sivi Pedro denunciou que muitos dos estudantes que não querem regressar ao país são bolseiros inseridos no acordo entre Portugal e Angola, considerando que o Governo quase não tem controlo desses bolseiros, razão pela qual muitos acabam por ficar nos países para onde são enviados para estudar.

O estudante considera que, para além da importância de se passar a mensagem sobre a necessidade de regressar, o Governo angolano deve criar políticas de integração desses estudantes que saem do exterior.

Sivi Pedro refere que a associação que dirige mantém, desde 2010, o projecto “Regresso Seguro”, em parceria com várias empresas portuguesas que actuam em Angola, permitindo até agora que mais de 3.000 estudantes retornassem com contratos de trabalho. Uma iniciativa interrompida nos últimos três anos por força da pandemia, mas que deverá ser retomada no próximo ano, segundo o líder associativo. “Tivemos muitos bons resultados com este projecto, embora haja sempre estudantes que mesmo diante dessas oportunidades não querem regressar, alegando por vezes que o salário não é atractivo ou outros motivos”, refere.

Em Portugal encontram-se actualmente a estudar 4.690 angolanos, segundo dados do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação citados pelo presidente da Associação de Estudantes Angolanos, que considera haver mais, sendo que alguns não estão inscritos ou têm dupla nacionalidade.

Sivi Pedro considera que os apoios recebidos são poucos, por falta de uma política específica do Governo angolano. “Não falo apenas de apoios financeiros. Como tenho dito, Angola não tem acordos com Portugal a nível do ensino superior que permitam a redução das propinas e de outros custos que os estudantes universitários têm.

O apoio que temos recebido é muito limitado, e, para quem não é bolseiro, a vida de estudante torna-se num inferno. Muitas vezes o estudante tem de deixar de estudar para trabalhar e só depois paga a faculdade”. Estudante de engenharia de Telecomunicações e Informática, Sivi Pedro reconhece, no entanto, os esforços da Embaixada e do Consulado de Angola, e refere ainda que a associação tem estado a concertar ideias com estas duas instituições para que haja mais apoio aos estudantes angolanos com maiores dificuldades.

“Temos jovens estudantes angolanos, alguns dos quais já terminaram a sua formação, que são empreendedores aqui em Portugal. Uns têm empresas, outros actuam no âmbito do empreendedorismo corporativo dentro de algumas organizações”, disse Sivi Pedro, citando, a título de exemplo, as empresas BBMA Consultoria Lda., Relíquias de Angola e ABC Digital.

PR rende homenagem a Assunção dos Anjos

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O Presidente da República, João Lourenço, deslocou-se na manhã deste domingo ao Quartel General do Exército, para se associar às homenagens devidas ao embaixador Assunção dos Anjos, falecido no princípio da semana em Espanha.

O Chefe de Estado depositou uma coroa de flores, cumprimentou os familiares do diplomata falecido e deixou palavras de elogio e reconhecimento pelos serviços prestados à Pátria na mensagem que escreveu no livro de honra aberto no local.

O casamento milionário de Gildo Matias

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Com títulos e aberturas a incidir nos milhões de dólares que terá custado a boda, nas equipas contratadas no estrangeiro para filmar e fotografar todos os momentos da cerimónia, na grandiosidade do cenário, nos vídeos produzidos e projectados quase em simultâneo com a realidade e a três dimensões, o casamento de Gildo Matias Secretário do Estado para o Ensino Secretário e Elsa Mendes,  é o matrimónio do ano.

Com uma decoração milionária da conceituada decoradora Gina dos Santos, está sendo um casamento de estadão, com autênticas figuras de Estado  que começou na sexta-feira e só vai terminar no domingo, soube o Lil Pasta News de fontes familiares.

Feliz pelo casamento, Elsa Mendes, despertou os olhares atentos de todos que se fizeram presentes ao percorrer ao altar num vestido pérola todo ele em renda francesa, de manga longa. Na cabeça e com o cabelo apanhado  a noiva exibiu uma deslumbrante tiara que prendia o véu longo,  todo ele salpicado com minuciosas pérolas águas do mar, completando assim a sua beleza. Já Gildo Matias estava elegantemente bem vestido, exibindo um smoking em casaco pérola e calças pretas fazendo uma combinação perfeita e diga-se,  moderna que despertou os holofotes dos fotógrafos.

Diversas figuras da política e do mundo entretenimento se fizeram presentes na festa que teve como mestre de cerimônias o radialista Pedro Belo.

Nomeado em 10 de Junho de 2020, Gildo Matias já desempenhou diversas funções no governo angolano especificamente na área da educação, coordenador-adjunto da Unidade Técnica de Programação, Acompanhamento e Avaliação.

Administração do Distrito Urbano do Kilamba realiza Natal Solidário

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O evento contou com à presença do Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Murtala Marta e funcionários da Administração que começaram por servir uma sopa solidária para as crianças e posteriormente conviveram com os meninos, durante os momentos culturais, concursos e brincadeiras e fizeram a entrega de brinquedos.

A organização do “Natal Solidário”, contou com os apoios da CITIC, Angomart, Rosalina Express, KICORP, Estrelinha Avilupa, Geladaria Rabugentos, Academia de artes Dumara Lopes, RS, Mercado Vale3, Igreja Ministério Internacional Porta do céu para as nações, Novagrolider, Solange Moreira.

OS munícipes de Belas devem tratarem o Cartão de Munícipe

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Esse apelo vem da Direcção Municipal dos Registros e Modernização Administrativa da Administração Municipal de Belas, na pessoa do seu Director, Franclin João Bastos Canga, reiterando aos munícipes que emitiram o cartão na fase da massificação e não levantavam em função de algumas situações técnicas registadas naquele período, podem agora dirigir-se aos postos aonde fizeram a emissão para o levantamento.

Desde 2021, o Cartão de Munícipe é emitido para todos os cidadãos desde os seis anos de idade, de acordo com as disposições transitórias do Decreto Presidencial nº 217/19, que aprova o referido documento. Para os cidadãos estrangeiros em situação migratória regular começa um ano depois.

Desde Janeiro de 2022, a emissão é obrigatória e sujeita à cobrança de emolumentos nos termos do regime actual da emissão do Atestado de Residência.

Em caso de extravio do Cartão do Munícipe, o cidadão fica sujeito ao pagamento de emolumentos.

O Decreto Presidencial nº 217/19 determina também a revogação do acto individual de certificação de residência do cidadão por via da emissão do Atestado de Residência, que deixa de ser emitido.

Seleção francesa na final do mundial pela segunda vez consecutiva

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A França (campeã em titulo) qualificou-se esta quarta-feira (14/12) para a final do campeonato do mundo de futebol ‘’Qatar 2022’’, merce da vitória de 2-0 sobre a congénere de Marrocos.

Com este triunfo, os franceses defrontam na final agendada para domingo (16 horas de Angola), a similar da Argentina, que na terça-feira superou a Croácia, por 3-0, na primeira meia final.

Os golos dos campeões do mundo foram anotados por Hernandez, aos 5 minutos e Muati (79’).

Marrocos e Croácia vão disputar sábado o terceiro lugar desta competição futebolística.   

Morar no Zango e trabalhar no centro de Luanda custa pelo menos 44 mil Kz/mês

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A situação pode vir a agravar-se, com o fim da subsidiação dos combustíveis, que vai ser feita gradualmente já a partir de 2023. Em muitos casos, os custos com transportes acabam por ter um peso enorme nas despesas mensais. Quem tem viatura aproveita fazer serviço de táxi para reduzir custos.

É segunda-feira e são 5h00, o mundo mal despertou, mas Francisco Chivinda já esta na paragem de táxi para cumprir o horário de entrada no emprego, que é as oito horas. É uma rotina que se repete cinco vezes na semana, um percurso de pouco mais de 40 km de casa (Zango IV – município de Viana, até ao largo 1º de Maio). É um trajecto que está desenhado na palma da mão nos últimos três anos, mas que lhe custa em média 2.000 Kz/dia, 44.000 Kz em um mês de 22 dias laborais. Além de “gastar” horas na luta pelo táxi e mais o tempo do percurso.

Rui Silva também vive no Zango IV, mas diferente do Francisco Chivinda, tem viatura própria e gasta 5.000 Kz em combustíveis para quatro dias de trabalho, contas feitas são 27.500 Kz nos mesmos 22 dias úteis. Chega-se à conclusão que neste caso do Zango IV, os custos mensais com táxi chegam a mais de 60% do que sair de casa para o trabalho com viatura própria, que no caso específico de um Hyundai modelo i20, consome em média 6,4 litros em cada 100 Km, e onde obviamente, não estão adicionados os custos com a manutenção do carro que são imprevisíveis e o valor do investimento na viatura. Este caso do Zango IV é apenas um, porém a realidade assemelha-se muito com os que vivem nas zonas do Benfica, Vila de Viana, Sequele ou Kilamba, e têm os seus postos de trabalho no centro da cidade.

A situação pode vir a agravar-se tanto para Rui Silva como para Francisco Chivinda, como para tantos outros que partilham as mesmas “provações”, se se concretizar o fim da subsidiação dos combustíveis, que vai ser feita gradualmente já a partir de 2023. Com um preço real dos combustíveis, na casa dos 398 Kz mais do que o dobro em relação aos 160 Kz actuais, como calculou Expansão na edição nº 702, Rui Silva, que é funcionário público, passaria a gastar com o combustível quase três vezes mais do que agora, ou seja, saindo dos 27.500 Kz/mês para mais de 68.000 Kz/mês, o que se tornaria quase “impossível” com os salários praticados actualmente, sendo que do lado do Chivinda os preços dos transportes também podem vir a disparar. “Às vezes, já é difícil manter o carro na estrada todos os dias, por isso prefiro ser madrugador, acordar mais cedo e aproveitar fazer serviço de táxi a caminho do trabalho, isso ajuda a custear o combustível”, explica Rui Silva Falta transportes públicos O fim da subsidiação dos combustíveis pode forçar um investimento no sector dos transportes públicos, servindo como solução para amortizar o choque nas tarifas dos transportes e aumentar outras alternativas de locomoção. “Os autocarros públicos são poucos.

Quando estou no limite financeiro uso autocarros, mas só para voltar para casa. Para ir para o serviço é mais complicado tem que ser muito mais cedo”, explica Chivinda, que vira olhos instantaneamente para lado de onde vem os táxis, levantando os braços. Algumas vezes de forma inútil, pois alguns carros já estão lotados e tem que esperar. Em grandes cidades, em termos demográficos, é normal haver movimentos apertados no trânsito, por isso Luanda não é excepção.

A diferença do mais ou menos aperto também reside na cobertura dos transportes públicos, que acaba por ter repercussão directa no trânsito, desafogando-o, de acordo com especialistas em mobilidade. “Os custos com transportes acabam por ter, no fim das contas, um peso enorme nas despesas mensais. É difícil para mim, é difícil para todos que diariamente viajam grandes distâncias para chegar no trabalho a hora”, diz Eduardo Joaquim (nome fictício), professor do ensino primário, que vive no Benfica e trabalha no centro da cidade de Luanda. E acrescenta que não consegue viajar de autocarro, porque sente-se sufocado por causa das “condições difíceis com que as pessoas são transportadas”.

Afecta produtividade Quando se trata de grandes distâncias os trabalhadores necessitam muitas vezes de pegar vários táxis para realizar o percurso da residência para o trabalho e vice-versa.

E durante o percurso, são desafiados com dificuldades de várias ordem, podendo trazer mudanças no comportamento individual, o que origina alterações no desempenho das actividades profissionais, de acordo com o sociólogo Adriano Tandela. “Há também um desequilíbrio emocional com o stress e a aflição e isso afecta na produtividade do trabalhador”, referiu ao Expansão. Dona Helena vive na Vila de Viana e gasta em média 1.500 Kz/dia, para ir e voltar. TT

Trabalha como doméstica no distrito urbano da Maianga, e confirma que se sente cansada quando chega ao local de trabalho. De acordo com Adriano Tandela, as condições sociais dos trabalhadores não permitem que a mão-de-obra angolana seja competitiva.