Início Site Página 102

Hélio Aragão quer acabar com os contentores de lixo

0

O administrador do distrito urbano do Kilamba, Hélio Aragão disse durante uma reunião de auscultação aos moradores do quarteirão D, que pretende nos próximos tempos seguir o exemplo do Lubango onde é feita a recolha de resíduos porta a porta.

Durante o encontro com os moradores, o administrador disse que pretende eliminar os contentores de lixo “para deixarmos de ter aquela fotografia feia de ver crianças famílias inteiras a procura de alguma coisa”.

Recordar que as reuniões, com os moradores dos quarteirões vão acontecer, até ao final do mês de Agosto. E os moradores mostraram-se preocupados com o horário das reuniões marcadas para as 21h e muitos têm que levantar as 05h da manhã para irem para o trabalho.

O que acham desta medida do administrador, de ter um Kilamba sem contentores de lixo? Deixe o seu comentário:

Jovem esfaqueado até a morte no quarteirão S

0

Aconteceu na manhã de sábado 19, no quarteirão S da cidade do Kilamba, uma rija entre jovens com idades compreendidas entre os 20 e os 25 anos que resultou na morte de um jovem, no jardim.

O Kilambanews, vai actualizar toda a informação sobre este assassinato. A policia nacional ainda nao se pronunciou sobre o facto.

info@kilambanews.com

Rei MSWATI III visita cidade do Kilamba

0

O Rei MSWATI III de Essuatini de visita à Angola, por ocasião da 43ª Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC, efectuou no princípio da noite desta sexta-feira18, uma passagem a Centralidade do Kilamba, onde foi recebido pelo Administrador Municipal de Belas Arlindo Francisco Vieira dos Santos e pelo anfitrião Hélio Aragão Administrador do Distrito Urbano do Kilamba.

info@kilambanews.com

Rotura de água no quarteirao V

0

Os moradores do quarteira V, solicitam a intervenção urgente da EPAL, para a resolução de uma ruptura de água junto ao foco de lixo entre V 17 e V 18.

info@kilambanews.com

Presidente da China visita África do Sul e participa na cimeira dos BRICS

0

O Presidente da China, Xi Jinping, vai realizar uma visita de Estado à África do Sul e participar na cimeira do bloco de economias emergentes BRICS, na próxima semana, anunciou hoje o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

“A convite do Presidente da República da África do Sul, Cyril Ramaphosa, o Presidente Xi Jinping vai participar na 15ª Cimeira dos BRICS, que se realiza em Joanesburgo, e fará uma visita de Estado à África do Sul, entre os dias 21 e 24 de Agosto”, disse a porta-voz do ministério, Hua Chunying, em comunicado.

Xi visitou a África do Sul em 2018, para fortalecer os laços diplomáticos e económicos entre o seu país e o continente africano.

Trata-se da segunda deslocação de Xi ao exterior, este ano, após ter visitado a Rússia em Março.

China, Brasil, Índia e África do Sul vão ser representados pelos respectivos chefes de Estado na cimeira dos BRICS, que decorre entre 22 e 24 de Agosto.

A Rússia que também integra o bloco, vai estar representada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Serguey Lavrov.

O líder russo, Vladimir Putin, que está sob um mandado de prisão internacional, emitido pelo Tribunal Penal Internacional do qual a África do Sul é signatária, decidiu, no mês passado, não participar.

Na agenda da cimeira de Joanesburgo deste ano está a possível ampliação dos BRICS.

Vários países africanos manifestaram o desejo de ingressar no bloco, incluindo Argélia, Egipto e Etiópia.

Um total de 69 países foram convidados para a cimeira, incluindo todos os Estados africanos.

O bloco BRICS ganhou expressão em 2001, quando o economista Jim O’Neill, da Goldman Sachs, publicou um estudo intitulado “Building Better Global Economic BRICs”, sobre as grandes economias emergentes.

O grupo reuniu-se pela primeira vez em 2009 e estabeleceu uma agenda focada na reforma da ordem internacional, visando maior protagonismo dos países emergentes em organizações como as Nações Unidas, o Banco Mundial ou o Fundo Monetário Internacional.

O bloco passou a incluir a África do Sul no ano seguinte.

Os BRICS ganharam renovada importância no contexto da imposição de sanções contra a Rússia, visando isolar o país do comércio internacional, na sequência da invasão da Ucrânia.

Na visão da China e Rússia, a ascensão dos BRICS ilustra a emergência de “um mundo multipolar”, expressão que concentra a persistente oposição dos dois países ao “hegemonismo” ocidental, e em particular dos Estados Unidos. GAR

Zonas do Bita e do Zango com electricidade comprometida devido à vandalização de torres de alta tensão – RNT

0

A Rede Nacional de Transporte de Electricidade (RNT) anunciou que algumas zonas da cidade de Luanda poderão ficar sem energia eléctrica, devido à vandalização das torres de alta tensão que se tem registado nos últimos dias.

As zonas afectadas são o Bita e o Zango, em Viana, segundo o subdirector de exploração regional de Luanda da RNT, Belchior Figueiredo.

As torres têm como principal papel, transportar a energia eléctrica dos centro electroprodutores para os consumidores, explicou Belchior Figueiredo aos microfones da Rádio Nacional de Angola Para o responsável, a vandalização das torres representa preocupação por se tratar também de um perigo para a população, visto que esta prática pode causar a instabilidade da estrutura e consequentemente a sua queda.

Asfalto degradado entre os quarteirões U e X recebe manutenção

0

A administração Municipal de Belas e a Empresa Nacional de Construção e Infra-estruturas Básicas ENCIB, deram início nesta quarta-feira (16) na Centralidade do Kilamba, a trabalhos de manutenção e reposição do asfalto em zonas degradadas nos quarteirões U e X.

De acordo com o Administrador Municipal de Belas Arlindo Francisco Vieira dos Santos, pretende-se com esta iniciativa dar dignidade a mobilidade rodoviária bem como evitar danos em viaturas.

Fibra ótica por cabo submarino já chegou ao norte de Moçambique

0

A operadora de telecomunicações Vodacom anunciou hoje a chegada do primeiro cabo submarino de fibra ótica ao norte de Moçambique, garantindo que permitirá apoiar o crescimento da economia digital no país.

Em comunicado, a operadora refere que o ‘2Africa’, considerado o maior sistema de cabos submarinos de telecomunicações do mundo, chegou hoje à cidade de Nacala, província de Nampula, ligando a fibra ótica ao novo ‘data center’ também inaugurado localmente pela Master Power Technologies, parceiro do projeto, que vai ligar 33 países, 19 dos quais em África.

“Este é o primeiro cabo submarino a aterrar no norte do país, depois de ter aterrado em Maputo [sul] em fevereiro, com a promessa de maior capacidade de internet e conectividade acelerada para os clientes da Vodacom, apoiando a crescente economia digital em Moçambique”, destaca a operadora.

O cabo submarino ‘2Africa’ interliga Europa (com ligações em Portugal e Reino Unido), África (Senegal, Gana, Angola, áfrica do Sul, Moçambique, Somália, Egito, entre outros) e Ásia (Iraque, Irão, Paquistão, Índia, entre outros), num total de 46 pontos e regresso ao continente europeu através de Itália e França.

Prevê servir 3.000 milhões de pessoas quando estiver em pleno funcionamento, em 2024, num comprimento total de 45 mil quilómetros e uma largura de banda de 115 terabytes.

“Através desta infraestrutura de cabo de fibra ótica submarina, a Vodacom fornecerá uma saída internacional direta para serviços de internet mais rápidos e confiáveis no país”, explica a operadora.

O consórcio “2Africa” inclui oito parceiros internacionais, casos da China Mobile International, Meta, Bayobab, Orange Telecom Egypt; Grupo Vodafone (empresa-mãe da Vodacom) e WIOCC, as quais se juntaram em 2020 para “aumentar significativamente a capacidade, qualidade e disponibilidade de conectividade de internet entre a África e o resto do mundo”.

“A Vodacom é o parceiro designado para a aterragem em Moçambique, fornecendo infraestrutura para a instalação de cabos nos locais existentes na área do porto de Maputo e no porto de Nacala”, acrescenta.’

“A aterragem do cabo submarino ‘2Africa’ reafirma o compromisso da Vodacom em potenciar a inclusão digital em Moçambique e no continente africano, aumentando o acesso a serviços de internet de qualidade e investindo em infraestruturas de rede para o suportar. Este é um desafio ambicioso para o qual não podemos alcançar resultados sozinhos. A colaboração entre outros ‘players’ da indústria e do setor público é fundamental, para permitir a ligação de mais cidadãos no país e em todo o continente”, assumiu José Mendes da Vodacom, citado no mesmo comunicado.

A partir dessa infraestrutura, os provedores de serviços em Moçambique “poderão obter capacidade de forma justa e equitativa, incentivando e apoiando o desenvolvimento de um ecossistema saudável de serviços de internet”.

“A conectividade internacional direta pode então ser fornecida a centros de dados, empresas e clientes distribuidores. Assim que o sistema do cabo de fibra ótica for implantado, empresas e consumidores beneficiarão de melhor qualidade, confiabilidade e menor latência para serviços de Internet, incluindo teletrabalho, streaming de vídeo de alta definição, bem como aplicativos avançados de multimédia e vídeo móvel”, sublinha a operadora.

Acrescenta que a chegada do sistema de cabo de fibra ótica a Moçambique “também oferece potencial para a tão necessária criação de empregos regionais em setores que dependem de conectividade internacional direta, como ‘data centers’, ‘call centers’ e desenvolvimento de software”, sendo uma “oportunidade de emprego pode ajudar a contribuir para o desenvolvimento socioeconómico local e nacional”.

O projeto ‘2Africa’ permitirá apoiar o crescimento do acesso 4G, 5G e à banda larga fixa, “proporcionando melhor conectividade para áreas rurais e carentes, bem como resiliência de rede”, admitindo o consórcio que represente um “impacto económico” superior a 26.200 milhões de dólares do PIB de África, “dois a três anos após seu comissionamento”.

Renovação das matrículas automática e sem necessidade da presença do aluno ou pais

0
Ronda pelas Escolas de Luanda no 1º dia de aulas

o novo Regime Jurídico do Ensino Primário e Secundário do Subsistema de Ensino Geral vem substituir o quadro legal que estava em vigor desde 2019, concentrando num mesmo documento aquelas que são as regras e procedimentos aplicáveis aos estabelecimentos de ensino público e privado, sendo que é dado às Instituições um prazo de 36 meses, três anos, para se conformarem integralmente ao decreto.

Abre, no entanto, uma excepção para a materialização da composição mínima de pessoal docente e não docente administrativo em regime de tempo integral, reconhecendo que não será possível contratar todos os profissionais que são necessários nas cerca de 10 mil escolas que existem no país. Para se ter um exemplo, de acordo com dados apresentados no último Conselho Económico e Social, há um déficit de 68 mil professores no sistema.

O Ministério da Educação fala em 80 mil, sendo que o concurso público anunciado para este ano prevê a entrada de apenas 11 mil docentes, sem estarem contabilizados ainda aqueles que abandonaram a profissão, reformaram-se ou morreram durante o último ano. Já sobre as salas de aula disponíveis, estima-se que arranquem neste ano lectivo cerca de 109 mil, sendo que as necessidades, de acordo com o SINPROF, estão entre 200 e 300 mil. Esta realidade coloca em causa um dos pressupostos deste novo regime, que diz que as salas de aula devem ter no máximo 36 alunos e só em casos especiais chegar aos 45, o que parece quase impossível de cumprir na maior parte dos casos, porque estamos a falar de uma população estudantil que se aproxima dos 10 milhões de crianças e jovens.

O documento publicado em Diário da República divide este subsistema de ensino em primário e secundário, sendo que o primeiro é composto por três ciclos de duas classes, com avaliação pedagógica na 2.º, 4.º e 6.º classes. Já para o ensino secundário, contempla 2 ciclos de três classes, sendo que o primeiro (7ª à 9ª classe) é de carácter obrigatório, e o segundo (da 10ª à 12ª classe) destina-se a preparar o aluno para o ingresso no ensino superior. Nestas três classes o estudante tem de escolher uma das quatro áreas disponíveis – ciências físicas e biológicas, ciências económicas e jurídicas, ciências humanas e artes visuais – que depois lhe dão o passe para o curso escolhido.

Uma das questões que este regulamento levanta é que as matrículas são renovadas de forma automática e da responsabilidade da escola, e que ou aluno ou encarregado de educação não tem de se deslocar à escola para reconfirmar. Olhando apenas para o novo regulamento (ver infografia), o aluno matricula-se apenas uma vez no ensino primário na 1.º classe ou na classe de Iniciação, ou se mudar de escola.

O mesmo se aplica no ensino secundário relativamente à 7ª classe, que, como sabemos, não é o acontece hoje, uma vez que as escolas exigem aos pais que reconfirmem todos os anos a permanência. Idades e uniformes Admar Jimguma, secretário geral do SINPROF, chama também a atenção para a questão das idades. O novo regulamento define como idade regular para completar o ensino primário os 12 anos. Até aos 14 anos as crianças beneficiam de apoio pedagógico para o fazer, mas se aos 15 anos não tiverem completado o ensino primário são enquadrados na Educação de Adultos.

O mesmo se passa se até aos 17 anos não completarem o I ciclo do ensino secundário (9ª classe). “É importante lembrar que as escolas públicas têm menos de metade das salas públicas que são necessárias para satisfazer a procura, que existem crianças que estão dois ou três anos sem estudar porque não há vaga ou há um problema na escola da sua localidade, pelo que deviam também ser salvaguardados estes casos no regulamento”, explica.

O sindicalista, que é também professor primário, refere a questão do uniforme, que o legislador define como obrigatório para alunos mas que empurra a sua composição para o regulamento de cada escola, “como capaz de criar alguns problemas. Não é definido se é uma bata, uns calções ou uma camisa. Isso faz com que cada escola possa escolher o que quer e parece-me que pode ser uma grande confusão.

Veja-se, por exemplo, nos países vizinhos, em que está definido que é uma bata, que a cor da bata tem a ver com a classe que ele frequenta, uniformizando todo o sistema. Esta seria a melhor solução”, defende. Cabe aqui acrescentar que também se define que para o ensino primário, no caso das crianças comprovadamente carentes, o uniforme deve ser garantido através das administrações municipais. “Também é importante estar na lei que as crianças com carências não podem ser impedidas de frequentar a escola mesmo que não tenham uniforme. E nós sabemos que no ensino público há um número muito elevado de crianças e jovens com carências “, acrescenta.

Polícia frusta tentativa de assalto no Kilamba

0

Vimos por meio desta levar ao conhecimento a todos integrantes desta plataforma que na data presente (10.AGO.2023) , no período das 16horas tomamos conhecimento do o vídeo que circula nas redes sociais , com um teor informativo sobre o possível sequestro de duas crianças , no Distrito Urbano do Kilamba , na Centralidade do Kilamba, quarteirão -G, defronte a Escola.

Em investigação foi possível identificar o Cidadão em causa , Agente da Polícia Nacional , flagrou uma acção criminal, em que dois suspeitos tentavam assaltar uma menor nas imediações entre o Quarteirão E e G, e como polícia frustrou a acção perseguindo os mesmos na tentativa de detê-los , e neste interregno um munícipe fez a gravação do vídeo e difundiu nas redes sociais.

Apelamos aos nossos citadinos a calma , as autoridades policiais permanecem sobre um olhar atento, e ensejamos que continuem a colaborar com a Polícia, denunciando qualquer comportamento suspeito ou , qualquer outra que ponha em risco a ordem e tranquilidade pública.