1º de Agosto vence Petro
O 1º de Agosto derrotou hoje, no estádio 11 de Novembro, o Petro de Luanda, por 2-0, no jogo de destaque da 25ª jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (GirabolaZap 2018).
Os golos foram marcados ainda na primeira parte por Razaq e Mário.
Com esta vitória, os militares assumem a liderança da competição, com 43 pontos, contra 41 dos tricolores, na segunda posição.
Praça dos Correios com os dias contados
Nos mercados informais de Luanda há de tudo à venda e alguns até se especializaram, como a praça dos Correios, com todo o tipo de peças para automóveis, novas e usadas, onde a regra é evitar perguntar a proveniência.
Trata-se do maior mercado informal de acessórios de automóvel de Angola, junto ao centro da capital, e impressiona pela dimensão, com dezenas de vendedores e todo o tipo de peças, desde jantes a motores.
Um negócio ameaçado pela proibição decretada pelo Governo, de venda de peças automóveis na rua ou mercados informais, precisamente para travar a onda de furtos a viaturas.
“Se nos tiram daqui é só para morrer. Não tenho mais nada para fazer, isto é trabalhar para sobreviver”, explicou à Lusa Alfredo Miguel, de 47 anos, que vende naquela praça molas e amortecedores para ligeiros.
As peças são usadas, garantindo que chegam de viaturas acidentadas. Ainda assim, sobre a proveniência concreta, diz que é uma pergunta que “não vale a pena fazer” e que quem ali compra também não faz.
“Cada coisa que aparece vem de um sítio, aparece com um objetivo. Nós só damos resposta que é na graça de Deus, na providência do Senhor, nosso criador”, conta.
Há 20 anos a trabalhar na praça dos Correios, até admite que a proibição de venda informal decidida esta semana pelo Governo pode ajudar a travar a delinquência, só não sabe é o que vai fazer quando chegarem os fiscais.
“O Governo saberá como vai fazer com o seu povo. Se nos deixa a padecer e morrer”, atira.
Nesta praça todos sabem ao que vão e sobre as peças usadas, a regra é não fazer muitas perguntas.
“Nós não temos a certeza”, explica Venâncio José, em conversa com a Lusa, sobre a origem das peças. Diz que são de viaturas acidentadas, que compra a empresários nigerianos, e pouco mais.
O negócio é sem faturas ou garantias e pode “passar o dia sem vender nada”. Ainda assim, admite, serve para “sustentar a família”.
Aos 32 anos, e com 10 anos a vender todo o tipo de peças naquela praça, confessa receio com o futuro, face à proibição.
“Vai-nos prejudicar. Onde vamos? Somos chefes de família. Nós vamos trabalhar onde o Governo disser que há trabalho”, observa.
Venâncio afirma compreender a preocupação, face à onda crescente de assaltos e roubos de viaturas, mas pede que qualquer medida seja acompanhada de apoios: “Se não quer que o filho trabalhe aqui, que mostrem onde pode o filho trabalhar”.
Noutro ponto da praça, improvisada com dezenas de bancas e uma enorme chapa para proteger do sol escaldante, Fernando Elias, 37 anos, “especializou-se” na venda de peças de motor, como segmentos, capas ou juntas.
“Vendemos o que nos convém, o que mais os clientes pedem”, explica.
Justifica que tudo o que vende é proveniente do Dubai: “Eu compro na mão daqueles que trazem a grosso”.
Contudo, o negócio já conheceu dias melhores, apesar da crise de peças que o mercado angolano vai enfrentando, devido aos problemas financeiros e cambiais no país, que dificultam as importações.
“Não posso falar aqui que tenho tido muitos clientes porque estaria a mentir. Há dias que é proveitoso e há dias que não”, confessa.
Garante que tudo o que vende é novo e que as perguntas dos clientes são poucas. “Há cliente que tem a curiosidade de fazer a pergunta e há clientes que vêm só para comprar e não fazem perguntas, sobre de onde vêm as peças”, diz.
Sobre o futuro, afirma simplesmente aguardar uma explicação sobre a anunciada proibição de venda na rua ou mercados informais.
“Gostaria de saber porquê”, atira Fernando.
Discos de embraiagem e prensas são a especialidade de Oliveira Cahombo, de 34 anos. Afirma que compra tudo no Dubai e que num “dia bom” é capaz de vender até 20.000 kwanzas (70 euros).
“Mas há dias em que não vendemos nada”, assume.
A decisão de autorizar a venda de peças para automóveis e motociclos apenas em empresas e oficiais autorizadas tornou-se o centro das conversas na praça dos Correios, e também da preocupação de Oliveira.
“Essa proibição será um grande defeito para nós. É daqui que sai o nosso pão de cada dia”, conta, angustiado.
Angolano é campeão mundial de basquetebol em França
O angolano António da Silva é campeão de França e campeão do mundo em título pela selecção francesa de basquetebol para atletas com …
António da Silva chegou à Europa como refugiado, mas o basquetebol resgatou-o de um passado difícil e das memórias de uma guerra fratricida no seu país natal.
O jogador, de 45 anos, aprendeu a jogar basquetebol quando era criança, nas ruas de Luanda, e hoje é campeão mundial em título no basquetebol para atletas com deficiência intelectual.
“A minha história de basquetebol não começou na Europa, começou em África, em Angola. Sou um rapaz que vem de muito longe, de sofrimento, de guerra. A paixão pelo ‘basket’ foi através de amigos de infância que já jogavam e eu seguia-os”, contou.
Aos 16 anos, foi “apanhado para ir para a tropa” e enviado de avião para Malanje para a guerra. Cinco anos depois fugiu e os pais compraram-lhe um bilhete para Lisboa.
Na capital portuguesa, viveu clandestinamente nos primeiros tempos, retomou a paixão pelo basquetebol e chegou à selecção portuguesa. O preço a pagar foi a troca do seu nome: no ‘playground’ era o português Carlos Luz e não o angolano António da Silva.
Mais tarde, o jogador emigrou para França, onde hoje é também campeão francês da modalidade, com o clube Sport Adapté de Choisy-le-Roi.
Esta sexta-feira, em Paris, António esteve perto de ser campeão na final dos Primeiros Jogos Europeus de Verão da Federação Internacional para Atletas com Deficiência Intelectual (INAS), mas perdeu frente a Portugal, por 61-60.
O jogador sonha voltar aos paralímpicos, uma competição em que representou duas vezes Portugal, em Sydney (2000) e em Atenas (2004), mas na Grécia esteve apenas em modalidade de demonstração e não em competição.
Desde os jogos de Sidney, em 2000, os atletas com deficiência intelectual foram excluídos dos paralímpicos após a revelação de que a seleção espanhola de basquetebol, vencedora da medalha de ouro, só tinha dois jogadores com deficiência intelectual num total de 12.
António tem dificuldades auditivas e de noções espácio-temporais, mas à primeira vista não se nota qualquer deficiência. “É preciso um trabalho de divulgação” sobre os problemas cognitivos presentes no Desporto para Atletas com Deficiência Intelectual, concluiu, em jeito de desabafo e apelo.
Habitação para a juventude nas prioridades do Estado
Angola prevê promover maior equilíbrio na venda e distribuição de casas para dar atenção aos jovens e às mulheres, considerados grupos em desvantagem, reiterou, em Nova Iorque, a ministra do Ordenamento do Território e Habitação.
Em declarações à ONU News, Ana Paula de Carvalho salientou que a medida se destina à protecção das viúvas de antigos combatentes e veteranos da pátria e aos jovens com rendimento salarial baixo. A ministra participa no fórum sobre o Objectivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Aliada a esta medida, segundo a ministra, pretende-se criar condições de habitação para a população e assegurar infra-estruturas modernas nas cidades angolanas. A pretensão é ordenar o território e definir programas para a criação de novas infra-estruturas e padrões de construção.
As autoridades angolanas desenvolvem a área de habitação para evitar o êxodo, como aconteceu durante o conflito armado no país. Em relação à experiência, a ministra disse existir uma tentativa de aproximação com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Lembrou a deslocação de uma delegação do seu ministério e da Administração do Território e da Reforma do Estado a Cabo Verde, onde avaliaram as políticas de habitação naquele país, no sentido de se adoptar a experiência positiva em Angola.
Fonte: JA
SAHAM Angola Seguros apoia crianças do Centro de Acolhimento Lar Nazaré
Cerca de 60 crianças do Centro de Acolhimento Lar Nazaré beneficiaram de bens alimentares e produtos diversos
No âmbito da sua política de Responsabilidade Social, no dia 13 de Julho, a SAHAM Angola Seguros, uma das maiores seguradoras a nível da África Subsariana, doou bens alimentares e produtos
diversos ao Centro de acolhimento Lar de Nazaré.
Diversos produtos alimentares, higiênicos, roupas, calçados, brinquedos e mais de 200 cadeiras/bancos foram doados, resultado das doações realizadas num Jogo de Futebol Solidário entre colaboradores e respectivos familiares, organizado pela seguradora.
Para Susana Gouveia, Directora de Comunicação e Marketing da SAHAM, esta acção está enquadrada no Plano de Acções de Responsabilidade Social da seguradora que se foca na ajuda a comunidades locais para que estas, tal como a SAHAM, “Se sintam livres para avançar”.
Recebidos com muita alegria pelas crianças do lar, Susana Gouveia, considera o balanço positivo e de plena convivência com as meninas do centro.
“As meninas cantaram, contaram histórias, falaram da rotina e dos afazeres na escola. Esta acção foi maravilhosa, a alegria e gratidão estavam espelhadas nos sorrisos das crianças e nos abraços da Irmã Generosa”, disse.
Para a Irmã Generosa, responsável do centro de acolhimento Lar da Nazaré, palavras para descrever a imensa gratidão não foram suficientes. “Estou muito agradecida por este gesto da SAHAM, com esses bens o centro poderá suprir parte das necessidades que tem enfrentado no dia-dia, principalmente por essas cadeiras que fará com que as crianças façam as refeições todas juntas no refeitório”.
Com um percurso solidário bem firme, a SAHAM Angola Seguros tem vindo a realizar diversas acções de Responsabilidade Social junto das várias associações da comunidade e até agora já apoiou associações como Kudia – Banco Alimentar contra a Fome, a ACDA – Associação de Crianças Desfavorecidas de Angola, o
Centro de Acolhimento El-Betel, entre outras.
Em breve, no âmbito de um evento de Golfe que patrocinou, a SAHAM Angola Seguros vai ajudar a equipar a Escola Dom Bosco, em Luanda, e outra, que brevemente anunciará. As crianças são o futuro de Angola, pelo que as acções da seguradora são sempre direccionadas para elas.
Experimente pesquisar ‘idiot’

Os utilizadores do Reddit manipularam o algoritmo do motor de busca para fazer a associação.
A cimeira em Helsínquia entre Donald Trump e Vladimir Putin resultou em novos níveis de contestação para o Presidente dos EUA, algo bem visível no mais recente ‘truque’ que pode encontrar no Google. Basta dirigir-se ao separador de Imagens do motor de busca, escrever a palavra ‘idiot’ (idiota, em português) e ver o que lhe aparece.
Praticamente todos os primeiros resultados desta pesquisa mostrarão a cara de Donald Trump, um ‘truque’ que resulta do trabalho de manipulação do algoritmo do Google por parte de utilizadores do Reddit.
Como conta o Cnet, os participantes na rede social/fórum começaram por votar positivamente uma publicação com a fotografia do Presidente dos EUA com a palavra em questão, um movimento que rapidamente ganhou mais participantes e publicações e tornou a associação no Google uma realidade.
Apesar de a Google fazer pequenas alterações aos seus algoritmos a tecnológica sempre se manteve firme em não mexer com os resultados de pesquisa, adiantando que estes eram um resultado do conteúdo e informação disponível na internet.
Huawei já vendeu 100 milhões de smartphones… e aproxima-se da Apple
A fabricante chinesa tem tido dificuldades em penetrar no mercado norte-americano.
O CEO da Huawei, Richard Yu, anunciou que a empresa vendeu até ao dia 18 de julho um total de 100 milhões de smartphones desde o início de 2018.
A notícia foi partilhada por Yu na rede social chinesa Weibo e, de acordo com o Cnet, o executivo expressou a sua esperança que a fabricante consiga chegar aos 200 milhões de smartphones vendidos durante o resto do ano.
A Huawei ocupa neste momento a terceira posição no ranking das marcas de smartphones mais vendidas. Se no ano passado a Huawei esteve próxima de ultrapassar as vendas da Apple, é provável que este ano o venha a conseguir se atingir os seus objetivos.
De notar que apesar do sucesso que a Huawei atingiu na Ásia e na Europa, a marca ainda não conseguiu penetrar com sucesso no mercado norte-americano. Caso o consiga fazer este ano (e evitar a desconfiança dos consumidores depois das acusações de espionagem) é provável que os números cresçam ainda mais.
NDAKA YO WIÑI FALA SOBRE PATRIMÓNIO MUSICAL NA MEDIATECA
O músico e pesquisador cultural, Ndaka Yo Wiñi, dissertará sobre “Música como património de um povo”, às 10 horas, do próximo dia 20 de Julho, na Mediateca de Luanda, sob a égide da Queta Comunicação, em parceria da referida instituição, tendo o apoio da Ombenje, entidade que responde pelo artista.
A palestra será gratuita.
Inserida no projecto “Minha identidade”, a Queta Comunicação pretende dar o seu contributo à sociedade, organizando palestras com artistas que dominam certas áreasdas artes. “Essa primeira actividade tem como objectivo levar ao conhecimento dos mais jovens a importância de se conhecer a cultura angolana, concretamente o valor cultural que a música ancestral possui”, explica o responsável, Olívio dos Santos.
Acrescenta ainda que é no homem que se fundamenta toda a transmissão do conhecimento e as vivências com os demais elementos existenciais. Para concluir, Dos Santos afirma que o acervo cultaral angolano, em particular, foi conservado e transmitido pelas instituições familiares, pelos ritos de iniciação, pela música e pela língua; pode-se dizer que um dos elementos mais fortes é a oralidade, o poder da palavra.
Ndaka Yo Wiñi, nome artistico de Adriano Dokas, nasceu no dia 5 de Janeiro de 1981,no Lobito, Benguela.
Os primeiros passos no mundo da música foram dados em Cabinda, antes de qualquer outra experiência profissional. Ndaka Yo Wiñi, nome adoptado pela carga familiar e emocional que o mesmo transporta, hoje é uma referência continental do AfroJazz.
DStv homenageia Mandela com canal exclusivo
Intitulado ‘Mandela 100 Tribute’, o canal especial para celebrar e homenagear a vida e o legado de Tata Madiba terá a duração de cinco dias
O dia 18 de Julho é uma data importante no calendário de 2018. A história mundial regista nesta quarta-feira a marca de cem anos desde o nascimento de um dos ícones mais aclamado de África, o lendário
estadista e Prêmio Nobel da Paz, Nelson Mandela.
Nesta data, a DStv lança um canal adicional especial de cinco dias para celebrar e homenagear a vida e o legado de Tata Madiba. Intitulado ´Mandela 100 Tribute´, o canal estará disponível em inglês para os subscritores dos pacotes DStv Mega e DStv Premium, na posição 199, com uma emissão excepcional de filmes, documentários e imagens de arquivo relacionado.
“Em todo o mundo, Nelson Mandela é reverenciado como um herói da luta e como o homem que levou a África do Sul à democracia. Enquanto lutava por justiça e liberdade e moldava uma nação, Madiba também
mudou o mundo com a sua humildade e espírito indomável. Temos imenso orgulho de dedicar um canal adicional exclusivo para celebrar a vida e o legado deste sinal de abnegação e reconciliação, que deu esperança a milhões”. afirma Yolisa Phahle, CEO da General Entertainment da MultiChoice África.
O canal, compilado para a DStv pela M-Net, o maior contador de histórias da África, está repleto de programas que mostram uma imagem poderosa do que significa ser ‘Madiba’ – e o que Madiba significou para o mundo.
Entre os conteúdos consta, por exemplo, o filme ‘The Long Walk to Freedom´ (2013), baseado na autobiografia de Mandela, que reflete a sua juventude e os 27 anos de prisão, estrelado pelo actor americano Idris Elba, e Invictus (2009), dirigido por Clint Eastwood, estrelado por Morgan Freeman.
Até 21 de Julho os clientes DStv poderão, ainda, assistir a outros destaques como: The Face of Unity, Em nome de Mandela – guerra e paz, Heróis Desconhecidos de Mandela e Contagem regressiva para a liberdade.
Para mais informação, confira a programação completa no portal DStv.com, bem como no guia de programação eletrônica, no seu descodificador.





















